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terça-feira, 6 de maio de 2025

Método desenvolvido por médico brasileiro reacende sonho da maternidade em jovens com câncer




    Dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) apontam que cerca de 17 mil novos casos de câncer ginecológico são diagnosticados anualmente no Brasil. A coleta de dados se refere ao triênio 2023-2025, e entre as mulheres jovens, o impacto emocional da doença e do tratamento é significativo.

    Pacientes que enfrentam esse diagnóstico antes dos 40 anos apresentam índices elevados de ansiedade e depressão, especialmente quando a fertilidade está em risco. Mas o avanço da medicina já chegou para essas mulheres, que agora não mais precisam se deparar com a escolha entre tratar a doença e manter a possibilidade de ter filhos.

    Devido a um novo método desenvolvido pelo médico Marcelo Vieira, cirurgião oncológico especializado em procedimentos minimamente invasivos, é possível agora manter os dois objetivos. “Um dos dispositivos que vem ganhando espaço é o Duda, um dispositivo que atua na permanência do canal do colo do útero pérvio, reduzindo os impactos da cirurgia preservadora de fertilidade (ou seja, manutenção do útero após a retirada do tumor). A novidade já impactou de forma positiva a vida de mais de 120 mulheres em idade reprodutiva no Brasil e em outros países do mundo”, revela.

    A preservação da fertilidade deve ser considerada desde o início do tratamento. Novas tecnologias e protocolos minimamente invasivos aumentam as chances de sucesso para mulheres que desejam engravidar no futuro.

    O especialista, que também lidera iniciativas educacionais na área cirúrgica, explica que, em casos selecionados, a traquelectomia radical pode ser uma alternativa à histerectomia. “Esse procedimento é indicado para mulheres com câncer de colo do útero em estágio inicial e consiste na retirada apenas do colo, preservando o corpo uterino e, consequentemente, a possibilidade de gestação futura”, detalha.

    O acompanhamento psicológico tem sido cada vez mais recomendado como parte integrante da jornada terapêutica. “O suporte emocional é essencial para que essas mulheres consigam atravessar esse processo com maior segurança. A perda da fertilidade pode ter um peso emocional tão grande quanto a própria doença”, ressalta Dr. Marcelo Vieira.

    Embora ainda existam desafios na ampliação do acesso às técnicas de preservação da fertilidade, especialistas apontam que a abordagem multidisciplinar — envolvendo oncologistas, cirurgiões, ginecologistas especializados em reprodução assistida e psicólogos — tem sido decisiva para oferecer um tratamento mais humanizado e eficaz.        

    Sobre o Dr. Marcelo Vieira

    Dr. Marcelo Vieira é cirurgião oncológico, especialista em cirurgias minimamente invasivas e mentor de cirurgiões. Com mais de 20 anos de experiência, iniciou sua trajetória no Hospital de Câncer de Barretos, onde atuou como chefe da Ginecologia e se dedicou ao atendimento 100% SUS. Em 2019, realizou o primeiro transplante robótico intervivos do Brasil, um marco na medicina nacional.

    Após essa conquista, decidiu empreender e criou o Curso de Metodologia Cirúrgica, com a missão de transformar cirurgiões e salvar vidas. Também fundou o Cadáver Lab, um treinamento imersivo de dissecção e anatomia pélvica avançada, além de liderar programas de mentoria de alta performance, como Precisão Cirúrgica e Cirurgião de Elite.

Para mais informações, visite o site oficial ou pelo instagram.


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PRECISA DE SEGURANÇA NAS SUAS GAVETAS E JANELAS?



domingo, 9 de fevereiro de 2025

Regiões de Grande São Paulo, Registro, Marília, São José do Rio Preto e Bauru recebem as Carretas de Mamografia em fevereiro


A partir de fevereiro, o programa Mulheres de Peito conta com cinco carretas



As Carretas de Mamografia, uma iniciativa do Governo de São Paulo em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde (SES), atenderão mulheres em Mogi das Cruzes, Pariquera-Açu, Adamantina, Itajobi e Bariri, levando exames gratuitos para as regiões.

O programa Mulheres de Peito quer ampliar o diagnóstico e o tratamento precoce da doença com o exame gratuito para as mulheres com idade entre 50 e 69 anos apenas com a apresentação do RG e cartão SUS. Pacientes entre 35 e 49 anos e acima de 70 anos devem apresentar, também, o pedido médico.

O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, com disponibilização de até 50 senhas por dia. Aos sábados, o horário é das 8h às 12h, com atendimento de até 25 mulheres, exceto feriados. A distribuição de senhas é feita por demanda espontânea e por ordem de chegada.

Em caso de alteração no exame, as pacientes são encaminhadas a um serviço de referência do SUS para a realização de exames complementares ou tratamento.

As Carretas de Mamografia, iniciativa da Secretaria de Estado de Saúde (SES), registraram um aumento de 40% nos exames de prevenção e diagnóstico do câncer de mama no Estado de São Paulo, em 2024. Foram realizados 34.605 exames, frente a 24.690 em 2023.

O itinerário das carretas pode ser acessado por meio do site e aplicativo do Poupatempo, disponível para Android e iOS.


Mulheres de Peito


As mulheres paulistas, com idades entre 50 e 69 anos, também podem marcar seus exames de mamografia sem necessidade de pedido médico e de forma gratuita pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

Para realizar o agendamento do exame, basta ligar para o número 0800 779 0000. A mamografia é marcada via Sistema Informatizado de Regulação do Estado de São Paulo.


Carreta de Mamografia em Mogi das Cruzes
Data: de 4 a 15 de fevereiro
Horário: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e, aos sábados, das 8h às 12h (exceto feriados)
Endereço: Rua Adriano Alvez da Silva – S/N – Vila Mogilar – CEP: 0877-3555 – Mogi das Cruzes (SP)


Carreta de Mamografia em Pariquera-Açu
Data: de 4 a 15 de fevereiro
Horário: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e, aos sábados, das 8h às 12h (exceto feriados)
Endereço: Avenida Olímpica, S/N – Centro de Eventos – Pariquera – Açu – CEP: 11930-000


Carreta de Mamografia em Adamantina
Data: de 3 a 15 de fevereiro
Horário: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e, aos sábados, das 8h às 12h (exceto feriados)
Endereço: Avenida Ademar de Barros,200 - Centro – CEP: 17800-000 - Adamantina (SP)


Carreta de Mamografia em Itajobi
Data: de 4 a 15 de fevereiro
Horário: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e, aos sábados, das 8h às 12h (exceto feriados)
Endereço: Rua Rio Branco – 62 – Centro – CEP: 15840-000 – Itajobi (SP)


Carreta de Mamografia em Bariri
Data: de 4 a 15 de fevereiro
Horário: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e, aos sábados, das 8h às 12h (exceto feriados)
Endereço: Avenida XV de Novembro – Praça da Matriz – CEP: 17250-000 – Bariri - SP


SP Por Todas


SP Por Todas é um movimento promovido pelo Governo do Estado de São Paulo para ampliar a visibilidade das políticas públicas para mulheres, bem como a rede de proteção, acolhimento e autonomia profissional e financeira que viabiliza serviços exclusivos para elas.

Essas frentes estão nos pilares da gestão e incluem novas soluções lançadas em março de 2024. Um dos destaques é o auxílio-aluguel de R$ 500 para vítimas de violência doméstica. Também houve ampliação do monitoramento permanente de agressores com uso de tornozeleiras; o lançamento do aplicativo SPMulher Segura, que conecta a polícia de forma direta e ágil caso o agressor se aproxime; e a criação de novas salas da Delegacia da Defesa da Mulher 24 horas.

O Governo do Estado ampliou linhas de crédito para elas e ampliou a entrega das Casas da Mulher Paulista, que oferecem serviços de apoio psicológico e capacitação profissional. A gestão paulista ainda implementou o protocolo Não Se Cale para acolhimento imediato e combate à importunação sexual em bares, restaurantes, casas de show e similares, formando equipes em um curso online oferecido gratuitamente aos profissionais do setor.


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terça-feira, 21 de janeiro de 2025

HSP/Unifesp realiza procedimento inédito para tratamento de câncer de mama



Esta foi a primeira vez em que a crioablação foi aplicada em um tumor mamário em um hospital público brasileiro


Na segunda (13/01), os(as) professores(as) da Escola Paulista de Medicina (EPM/Unifesp) - Campus São Paulo, Vanessa Sanvido e Afonso Nazário, realizaram, pela primeira vez em um hospital público brasileiro, a crioablação para tratamento de câncer de mama. O procedimento, realizado na Unidade Diagnóstica do ambulatório de Mastologia do Hospital São Paulo (HSP/Unifesp), consistiu na utilização de nitrogênio líquido para o tratamento de um câncer de mama inicial. Este é o primeiro protocolo de pesquisa na América Latina que utiliza a técnica para o tratamento do câncer de mama.

A crioablação é um procedimento minimamente invasivo que utiliza temperaturas extremamente baixas para congelar e destruir células cancerígenas ou tecidos alvo. Durante o procedimento, foram realizados três ciclos de 10 minutos, alternando o congelamento e o descongelamento do tumor mamário. “Inserimos, por meio de uma agulha, o nitrogênio líquido a uma temperatura de cerca de -140º na região afetada, o que forma uma esfera de gelo, destruindo o tumor. A incisão deixada pela agulha é igual ou até menor à própria biópsia realizada pela paciente”, explica o professor Nazário.

O procedimento pode ser realizado em ambulatório, sem necessidade de internação hospitalar, com o uso de anestesia local. Além disso, é uma técnica indolor, com alto grau de precisão e relativamente rápida. O procedimento, que teve início em Israel, já é utilizado para tratar diversos tipos de câncer e problemas cardíacos, como a arritmia. Em alguns países, como Israel, Estados Unidos, Japão e Itália, a técnica já é utilizada para o tratamento do câncer de mama. No Brasil, já foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas ainda não consta no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para o tratamento do câncer de mama.

O procedimento tem caráter experimental e marca a continuidade da pesquisa de pós-doutorado da professora Vanessa Sanvido relacionada ao câncer de mama. O protocolo é aplicado em pacientes com tumores menores de 2,5 cm e que têm indicação primária de cirurgia. “A primeira parte do estudo (first trial) consistiu na realização da crioablação seguida de cirurgia. Essa etapa inicial, que contou com aproximadamente 60 casos, obteve uma eficácia de 100% para tumores menores do que 2 cm. A fase atual do protocolo (six trial) consiste na comparação de um grupo em que é feita a crioablação sem a necessidade de realização de uma operação, com outro grupo em que é feita a cirurgia tradicional. Nesta fase, mais de 700 pacientes participarão da pesquisa em 15 centros de saúde do Estado de São Paulo”, explica a professora Vanessa.

“As agulhas utilizadas no procedimento têm um valor alto. Nós estamos otimistas de que vai dar certo e de que poderemos, futuramente, contar com o procedimento no Sistema Único de Saúde (SUS). Com a expansão do uso da crioablação, acreditamos que o custo da agulha vai cair e se tornar mais acessível. Nosso objetivo é tirar da fila do SUS de 20 a 30% das pacientes”, espera o professor Nazário.

O procedimento foi realizado por meio de uma parceria com a empresa KTR Medical, representante da Ice Cure e da solução ProSense no Brasil, o Hospital Israelita Albert Einstein e o HCor.


sábado, 13 de novembro de 2021

É possível preservar a fertilidade no câncer de colo de útero?


O tema será um dos tratados no XV Congresso Brasileiro de Cirurgia Oncológica que acontece on-line de 17 a 20 de novembro. Para falar sobre esse assunto fundamental para muitas mulheres diagnosticadas com câncer de colo de útero, colocamos à disposição o cirurgião oncológico e presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO), Alexandre Ferreira Oliveira.

A questão da fertilidade nos casos de câncer de colo de útero é importante porque a doença pode sim comprometer o desejo da mulher ter filhos, a depender, por exemplo, do tipo de tratamento que ela deverá fazer. Assim, no caso de mulheres que desejam ter filhos, o assunto deve ser discutido com o médico antes do tratamento, no momento do diagnóstico. Há alternativas que vão desde a preservação da fertilidade por cirurgias conservadoras até o congelamento de óvulos-embriões coletados do útero, antes do tratamento de radioterapia ou quimioterapia para futura fertilização in vitro.

Doença acomete mulheres de todas as idades

Esse tipo de câncer pode acometer mulheres de todas as idades, inclusive as que se encontram em idade reprodutiva. O câncer de colo de útero (sem considerar o câncer de pele não melanoma) é o terceiro tumor maligno mais frequente na população feminina, logo depois do câncer de mama e do colorretal, e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil. Os dados são do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

É viável tratar e manter a fertilidade?

O plano de tratamento do câncer de colo de útero varia de acordo com cada paciente. É preciso considerar o estágio em que a doença se encontra no momento do diagnóstico, o tipo de tumor, o estado de saúde da paciente, as chances de cura etc. Existem diferentes tipos de tratamentos para o câncer de colo de útero. Alguns procedimentos podem interferir na fertilidade e outros não. Um deles, a traquelectomia, procedimento cirúrgico viável para alguns casos selecionados, consiste em retirar do colo do útero, um segmento do istmo uterino e dos paramétrios e linfonodos pélvicos. Em seguida, a parte sadia do útero remanescente é reconectada na vagina.

Isso possibilita que mulheres que seriam submetidas à retirada total do útero mantenham as chances de ter futuras gestações. A cirurgia pode ser feita aberta, por laparoscopia ou técnica robótica. Mas também há situações em que a mulher terá, para garantir bons resultados do tratamento, submeter-se à retirada total do útero e considerar com o médico alternativas para manter a possibilidade de ter filhos.

XV Congresso Brasileiro de Cirurgia Oncológica e a III Semana de Oncologia
Realização: Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO)
17 a 20 de novembro (formato on-line)
Mais informações e inscrições:
https://www.congressosbco.com.br/


sexta-feira, 6 de agosto de 2021

Candidíase recorrente: entenda o problema e como tratar



Eventos de repetição diminuem qualidade de vida das mulheres com a infecção


A infecção genital causada pelo fungo Candida albicans afeta, segundo a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), 75% das brasileiras e estima-se que cerca de 5% das mulheres são suscetíveis a Candidíase Vulvovaginal Recorrente (CVVR).

A doença aparece primeiro como um desconforto, que inclui corrimento, coceira, fissuras e ardência ao urinar. Porém, de acordo com dados da Febrasgo, ela se pode se tornar recorrente quando os episódios de infecção aconteçam ao menos quatro vezes no ano. A Candida albicans continua sendo a principal causa das infecções em pacientes com candidíase recorrente.

Apesar de parecer um problema simples, que causa apenas um desconforto nas pessoas que sofrem com a candidíase, a infecção recorrente diminui de forma intensa a qualidade de vida das mulheres. Com isso, pode afetar a saúde física e até emocional da pessoa, incluindo sintomas de depressão, ansiedade e baixa autoestima. Em mulheres com queda da imunidade, a candidíase pode levar a complicações internas, afetando órgãos como os rins e outros.

“As causas da infecção vaginal podem variar e, vale ressaltar, que nem todo corrimento esbranquiçado é provocado pela Candida albicans. Por isso, sempre que houver uma suspeita de candidíase de repetição, só um diagnóstico mais preciso poderá apontar as causas e o tratamento. A candidíase recorrente tem cura e a paciente deve procurar um médico para fazer o tratamento adequado”, comenta a dra. Flavia Addor, médica pesquisadora e diretora do Grupo MEDCIN.

A especialista também explica que existem muitos fatores que estão associados à candidíase de repetição, como diabetes, a utilização de alguns medicamentos como antibióticos, corticoides e citostáticos, baixa imunidade, gravidez, uso de anticoncepcional, roupas apertadas e ficar muito tempo com roupas de banho molhadas ou mesmo não secar corretamente a região genital. Existem também os fatores como estresse que desregulam o sistema imunológico e facilitam a proliferação de fungos no organismo.

Tratamento


Com diagnóstico correto e tratamento prescrito por um ginecologista, é simples resolver o problema e tratar a doença e, principalmente, eventos de repetição. “Existe muito tabu em relação ao problema e é possível evitar que a infecção apareça e cause transtorno na vida das pacientes. Por isso, algumas atitudes no dia a dia podem ajudar a evitar que os fungos que estão presentes naturalmente em nosso organismo se proliferem e causem a infecção. Manter a imunidade em equilíbrio, a flora vaginal saudável e prestar atenção aos hábitos de vida podem ajudar na prevenção e controle da infecção”, conclui a especialista.

Para tratar o mal, a Genomma Lab desenvolveu um creme vaginal à base de Clotrimazol, o Lomecan, medicamento isento de prescrição de Genomma Lab., que inibe o crescimento e a multiplicação de fungos. O tratamento leva apenas 3 dias, e , a partir do terceiro dia, já é possível sentir a melhora dos sintomas.

Lomecan é encontrado nas principais redes de farmácias e drogarias do Brasil, em bisnaga de 20g e acompanha três aplicadores íntimos.

Entretanto, se a sintomatologia persistir, um médico ginecologista deve ser consultado.

Informações do produto e sobre a doença podem ser adquiridas no link https://lomecan.com/br/#


Sobre Genomma Lab.


A Genomma Lab Internacional é uma multinacional de capital aberto, com operação na bolsa de valores do México e que está presente em 19 países com o propósito de empoderar as pessoas a terem excelente saúde e bem-estar. No Brasil há mais de 10 anos, a companhia detém 16 marcas nos segmentos de Personal Care (cuidados pessoais) com as marcas: Cicatricure, Asepxia, Tio Nacho e Teatrical e OTC (medicamentos isentos de prescrição) com as marcas: Proctan, Lakesia, Lomecan, Liris e Next.


sexta-feira, 6 de novembro de 2020

O grave quadro dos bebês prematuros em tempos de COVID-19



Com 340 mil partos de prematuros por ano, Brasil entra no "Novembro Roxo" como décimo país em incidência de prematuridade e, no contexto da pandemia, enfrenta desafios complexos, como o isolamento de prematuros na UTI, a evasão de consultas de gestantes e um quadro de pânico e desinformação

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a pandemia do coronavírus já provocou mais de 1 milhão de mortes em todo o mundo, somando 32 milhões de casos em 188 países. Os números, assombrosos por si só, agravam outras situações que já eram bem complexas antes da pandemia. Uma delas é o universo da prematuridade como um todo, que envolve, entre outros pontos, a prevenção durante a gestação, o tratamento de bebês prematuros e o acolhimento à família.

O Brasil é o 10º país com mais partos prematuros no mundo, com cerca de 340 mil nascimentos de bebês nessas condições por ano, aponta a OMS. A lista inclui ainda China, Estados Unidos, Índia e Nigéria, sendo que 60% desses nascimentos ocorrem na África e no Sul da Ásia, o que demonstra o caráter global do problema. Vale destacar ainda que, no mundo, ocorrem 15 milhões de nascimentos nesse perfil, ou seja, um em cada dez bebês nascem prematuros todo ano, sendo que 1 milhão deles morre, consolidando assim a prematuridade como a principal causa de mortalidade infantil até 5 anos.

E quando a realidade do coronavírus se mistura à realidade da prematuridade, o tema se desdobra em várias questões: a mãe transmite coronavírus pela gravidez? E pela amamentação? Há relação da prematuridade com a COVID-19? A gestante deve ir ao médico presencialmente para fazer o pré-natal ou há outra opção? É realmente necessário que o bebê prematuro fique isolado na UTI Neonatal? É neste contexto que se iniciam as atividades de 2020 do Novembro Roxo – mês de sensibilização global para a causa da prematuridade – conduzidas no Brasil pela ONG Prematuridade.com, única instituição do País de apoio aos bebês prematuros e suas famílias.

Um recente estudo realizado pela Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA relatou que as mulheres com Covid-19 têm maior chance de parto prematuro. O resultado aponta que 12,9% dos nascidos vivos entre uma amostra de 3.912 mulheres foram prematuros, em comparação com 10,2% na população em geral.

“Precisamos colocar esse assunto com a evidência e a urgência que merece. Trata-se de um problema que pode até ser evitado com um bom pré-natal ou, ainda que haja o parto prematuro, certamente o bebê pode se recuperar com o mínimo de danos à saúde quando recebe o atendimento adequado. O resumo é que podemos interferir positivamente nesse quadro e vidas podem ser salvas. E agora temos que adaptar a realidade da prematuridade ao cenário do COVID-19”, explica Denise Leão Suguitani, fundadora e Diretora Executiva da ONG Prematuridade.com.

Evasão de consultas e isolamento de bebês na UTI: medo leva a erros graves

De maneira resumida, um parto é considerado prematuro quando acontece antes de 37 semanas de gestação. São várias as causas que podem levar à prematuridade, mas o principal passo para evitar esse problema é a prevenção. Nesse sentido, o pré-natal é uma das medidas mais eficazes para uma gestação saudável e completa. E aqui começa o primeiro processo agravado pela COVID-19: a evasão de consultas de gestantes por medo de infecção.

Recentemente, a Federação Brasileira de Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) realizaram um grande estudo com 2.753 mulheres (1.713 grávidas e 1.040 puérperas – mães de recém nascidos com até 45 dias – de todas as classes sociais, em todas as regiões do país.

Entre outros dados, o estudo revelou que 81% das grávidas temem a contaminação pelo novo coronavírus durante as consultas de pré-natal, e 82% têm medo da internação hospitalar por ocasião do parto. Além disso, mais da metade (53%) das gestantes também não sabia se poderia ter acompanhante no hospital no pós-parto, o que é garantido por lei desde 2005.

Embora não justifique o abandono de pré-natal – cujas consequências podem ser irreversíveis para mãe e para o bebê e isso tem que ficar muito claro – o receio das mulheres tem razão de ser. Uma pesquisa publicada pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos descobriu que mulheres grávidas com coronavírus são mais propensas a desenvolver sintomas graves e têm maior probabilidade de ter parto prematuro ou sofrerem uma perda gestacional.

Cerca de 12% das mulheres infectadas tiveram parto prematuro – maior que a taxa de 10% de partos prematuros registrados na população em geral. No caso de mulheres sintomáticas, a taxa de nascimento de prematuros quase dobrou, chegando a 23%. Mulheres sintomáticas e assintomáticas também tiveram aborto espontâneo, com uma taxa geral de 2,2%. A pesquisa analisou os registros médicos de cerca de 600 gestantes, entre 18 e 45 anos, diagnosticadas com coronavírus entre março e agosto deste ano.

E, além da evasão de consultas, este cenário tem vários desdobramentos, entre eles a separação de mãe e bebê prematuro na UTI. Como já se sabe, o isolamento social é a principal forma de evitar a transmissão do coronavírus. O problema central é que o distanciamento é exatamente o oposto à principal premissa do Método Canguru, que consiste basicamente em colocar o bebê prematuro em contato pele a pele com sua mãe ou com seu pai para fins de tratamento e recuperação do recém-nascido.

O Método já é pacificado pela medicina moderna e viabiliza uma série de benefícios, entre eles o estímulo ao aleitamento materno, melhor desenvolvimento neurocomportamental e psicoafetivo do bebê, além de redução do estresse e da dor no recém-nascido prematuro ou de baixo peso.

Para a fundadora da ONG Prematuridade.com, a apreensão das mulheres grávidas, das mães de prematuros e dos profissionais de saúde quanto à infecção pelo vírus é legítima, mas o efeito colateral de uma decisão extrema, como a de faltar a uma consulta do pré-natal ou restringir a presença dos pais na UTI Neonatal, podem levar a um agravamento contundente de casos e do quadro geral da prematuridade. Não é exagero dizer que pode custar a vida do bebê e da própria mãe, além de quadros de ansiedade, estresse e depressão, comuns na prematuridade e agora mais frequentes durante o período da pandemia.

“Mesmo com o distanciamento social, é importante pensarmos estratégias para garantir o vínculo e o melhor desfecho possível para o bebê e para a família. As gestantes precisam realizar o pré-natal. Os prematuros precisam da presença dos pais. Esses pequenos são mais vulneráveis, e podem ficar com sequelas físicas, motoras e cognitivas. Precisamos adequar o combate ao coronavírus a essa realidade, ressaltando a importância do acompanhamento da gravidez, da manutenção de consultas dos bebês, de manter a vacinação das crianças em dia e da extrema importância da presença dos pais ao lado do prematuro sempre que possível”, pondera.

A diretora da ONG acrescenta ainda que há um movimento mundial chamado “Separação Zero”, voltado a promover a aproximação dos pais com os bebês prematuros nas UTIs. A campanha foi traduzida para mais de 20 línguas e acontece em dezenas de países de todos os continentes, como Alemanha, Reino Unido, Ucrânia, Gana, Austrália, Israel, México e Estados Unidos. No Brasil, a ação foi capitaneada pela ONG Prematuridade.com.

“Houve casos de pais que testaram negativo para o coronavírus e, mesmo assim, foram impedidos de entrar na UTI. Isso é muito grave! É certo que precisamos zelar pela segurança de todos: dos bebês, das famílias e das equipes, mas a presença materna, principalmente, faz parte do processo de cura do prematuro e só deve ser restringida em casos extremos”, diz.

Transmissão pela gravidez, amamentação e outras dúvidas: ações de educação

A OMS afirma que não há informações se uma gestante com COVID-19 pode transmitir o vírus para seu bebê durante a gravidez ou o parto, mas se confirmada a doença após o nascimento, a mãe deve seguir alguns cuidados, especialmente por se tratar de bebês mais vulneráveis e que requerem atendimento diferenciado.

“Devido às mudanças no corpo e no sistema imunológico, sabemos que as gestantes podem ser severamente afetadas por algumas infecções respiratórias. É importante, por isso, que elas tomem precauções para se protegerem contra a COVID-19, e relatarem possíveis sintomas (incluindo febre, tosse ou dificuldades para respirar) para seus provedores de cuidados de saúde”, informa o Ministério da Saúde em seu site. Mais informações podem ser encontradas na página do órgão.

Outro assunto que também desperta preocupação é o aleitamento materno. “Queremos que as mães de prematuros saibam que é possível e é recomendado, tomando todas as medidas de proteção, que sigam amamentando seus bebês, mesmo com suspeita ou confirmação de infecção pela COVID-19.”, informa Suguitani.

“Além disso, é fundamental levar o bebê a todas as consultas e manter as vacinas em dia. Os prematuros são mais vulneráveis a algumas infecções e possuem um calendário de imunizações especial, por isso, precisam de um olhar mais atento das famílias e dos profissionais”, complementa.

A fundadora da ONG acrescenta ainda que uma série de iniciativas estão previstas para todo o mês. De acordo com Denise, o Novembro Roxo engloba ações e eventos, ao redor do mundo, ligados à prematuridade e sua prevenção. Esse ano, a campanha, que tem como slogan “Juntos pelos prematuros, cuidando do futuro”, trará uma agenda repleta de atividades.

“Temos um trabalho forte de conscientização a fazer junto à sociedade como um todo durante o ano inteiro, mas em novembro é o momento de dar ainda mais evidência ao tema. Apesar de a pandemia ter complicado ainda mais o cenário da prematuridade, o fato é que a questão por si só já era bastante complexa. O sonho de ser pai ou mãe envolve inúmeras emoções e expectativas, principalmente o desejo de uma criança saudável. Mas se esse bebê vier prematuramente, é nosso dever enquanto sociedade garantir que ele receba o atendimento mais adequado e que seja acolhido com muito amor, para que tenha todas as condições para uma rápida e plena recuperação. Novembro Roxo é sobre isso: é sobre acolher a vida e cuidar do futuro”, finaliza.

Por que Novembro Roxo?

No dia 17 de novembro, é celebrado o Dia Mundial da Prematuridade, data escolhida pelo significado especial para Jürgen Popp, um dos fundadores da EFCNI (European Foundation for the Care of Newborn Infants), parceira da ONG Prematuridade.com. Após a morte de seus trigêmeos prematuros, em dezembro de 2006, ele tornou-se pai de uma filha nascida em 17 de novembro de 2008. Ao mesmo tempo, o March of Dimes, organização de caridade americana para prematuros e recém-nascidos teve uma ideia semelhante e lançou um Dia da Consciência para a Prematuridade, em 17 de novembro, nos EUA.

O roxo simboliza sensibilidade e individualidade, características que são muito peculiares aos bebês prematuros. Além disso, o roxo também significa transmutação e mudança, ou seja, a arte de transformar algo em outra forma ou substância, assim como no desenvolvimento de um bebê prematuro.

Sobre a ONG Prematuridade.com


A Associação Brasileira da Pais, Familiares, Amigos e Cuidadores de Bebês Prematuros – ONG Prematuridade.com – nasceu em 2011 a partir de um blog de experiência de mães e profissionais com a prematuridade e suas consequências. Em pouco tempo, os conteúdos se tornaram cada vez mais relevantes, ganharam espaço e surgiu o desejo de que o assunto fosse debatido com urgência. Em novembro de 2014 foi fundada, por Denise Leão Suguitani, a ONG Prematuridade.com, com sede em Porto Alegre (RS), a única organização a atuar na causa em âmbito nacional.

O trabalho da ONG se baseia em ações dedicadas à prevenção do parto prematuro, à capacidade de educação continuada para profissionais de saúde e à defesa de políticas públicas voltadas ao interesses das famílias de bebês prematuros e dos profissionais que cuidam deles. Atualmente são cerca de 4 mil famílias cadastradas, mais de 100 voluntários em 19 estados brasileiros e um Conselho Científico Interdisciplinar de excelência. Mais informações: https://www.prematuridade.com/

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terça-feira, 13 de outubro de 2020

Nutricionista dá dicas de cinco sucos desintoxicantes para você começar a se preparar para o verão

Por: Nathy Loyola




Você já parou para pensar que falta pouco tempo para o verão e após um longo período em casa, precisamos repor nossa vitamina D e também para eliminar aqueles quilinhos que ganhamos. Com a chegada do calor, nosso corpo precisa de mais hidratação. E nos dias quentes perdemos grande quantidade de minerais na transpiração.

Para isso é importante repor com a quantidade de água necessária.

Faça a conta 35ml por kg de pelo.
Ex: 80 x35 =2800 ml, totalizando 5 garrafas de 500ml ao longo do seu dia.

Vale ressaltar que os chás e sucos também auxiliam nessa hidratação. Os sucos de frutas e vegetais são leveis e fáceis de fazer, além de ajudar a dar mais energia e eliminar toxinas e ainda te ajuda no envelhecimento, devido aos antioxidantes presentes nas frutas, pois melhora sua saciedade, auxilia no bom funcionamento do seu intestino, além disso, ajuda no nosso sistema imunológico.

Recomendamos consumir esse suco de 250ml a 500ml por dia associado a uma refeição balanceada. Procure sempre um nutricionista para te auxiliar nesse processo de perda de peso.

Agora vamos preparar os sucos?

Dica: Sempre consuma o suco logo após o preparo para que seu corpo absorva melhor os nutrientes presentes.

Suco da Saciedade

2 folhas de couve
1 maça com casca
500 ml de água de coco
1 colher de sopa de Chia.
5 cubos de gelo

Modo de preparo: higienize as folhas e a maça. Bata tudo no liquidificador (não precisa coar).

Você sabia? Quem é super ansioso, o suco vale muito, pois a couve é rica em fibra e possui magnésio que controla a nossa ansiedade, e com a chia, o suco vira um ótimo anti-inflamatório. Quem quer perder peso, ótima opção.

Suco da Digestão

1 pedaço de abacaxi
Hortelã a gosto
250 ml de água de coco
1 pedaço pequeno de gengibre
Gelo

Modo de preparo: Higienize as folhas e tire a casca do gengibre. Bata tudo no liquidificador.

Você sabia? O Abacaxi é rico em Bromelina que ativa as enzimas digestivas, fazendo com que você fique menos estufada. Hortelã e a água de coco complementa na diminuição da azia e do refluxo.

Suco da Energia

½ beterraba
1 Laranja Espremida
½ cenoura
1 colher de sopa de Linhaça


Modo de preparo: Bata tudo no liquidificador

Você sabia? Que essa combinação é deliciosa e dá combustível por longos períodos, além disso, ajuda a regular a pressão arterial e proteger o coração.

Suco anti-inflamatório

1 polpa de acerola
1 laranja
5 Morangos
250 ml de chá-verde

Modo de Preparo: Bata tudo no liquidificador. Não adoce.

Você sabia? Que se incluímos sucos anti-inflamatórios no nosso dia a dia, ele vai te ajudar a limpar o organismo e a desinflamação. Chá-verde é um potente antioxidante e quando associado a acerola, que é rica em Vitamina C, potencializa muito mais.

Suco Coringa

1 kiwi
2 folhas de couve
1 copo de suco de limão
1 colher chá de mel para adoçar
1 pedaço pequeno de gengibre
1 colher chá de Cúrcuma

Modo de preparo. Bata tudo no liquidificador sem coar e por último coloque o mel.

Você sabia? Que o suco coringa é aquele suco que temos kiwi, que possui propriedade antioxidante e a couve, que é rica em fibra e magnésio. O gengibre vem para melhorar seu trato intestinal e a cúrcuma vem para fazer o processo antioxidante.

Então, você não tem mais desculpas para preparar aquele suco e cuidar do seu corpo antes da chegada do calorão. Me marque no instagram @nathaliloyola e me diz o que achou.


Sobre a Loyola Concept — Nutrição e Saúde (www.loyolaconcept.com.br)

Sucesso na internet, as irmãs Nathy e Adriana Loyola dão dicas valiosas para as pessoas que querem emagrecer sem dietas. Elas são fundadoras da Loyola Concept — Nutrição e Saúde, empresa responsável por atender milhares de pessoas a chegarem em sua melhor forma. Nutricionistas e coaches por formação, elas têm um propósito de atender com excelência e de forma personalizada a necessidade de cada pessoa. Por isso, tiveram a ideia do “Nutricionista de Bolso”, sucesso da Loyola Concept, onde seus clientes aderem o programa e tem a experiência em ter durante dois meses uma delas à disposição, sanando suas dúvidas, dando dicas de alimentação e muito mais.

Além de atender seus clientes no consultório (Rua Dr. Melo Alves, 89 – Cerqueira César), as irmãs também realizam palestras por todo o Brasil tratando sobre os assuntos: intestino, emagrecimento, motivação na dieta, Fitoterápicos, Diabetes, Saúde da mulher, libido, dicas na cozinha sem fogão, como empreender não área da saúde e Imunidade, entre outros.

Youtube: Canal Sem Dietas - https://cutt.ly/2gw8DbG
Loyola Concept: @loyolaconcept


Sobre as sócias-fundadoras:

Nathy Loyola (@nathaliloyola) é pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional pelo Instituto de Pesquisa e Gestão de Ensino a Saúde (IPGS). É especialista em adequações nutricionais na Medicina Integrativa pelo Instituto Dr. Lair Ribeiro também é bacharel em Nutrição pelo Centro Universitário Nove de Julho (UNINOVE).

Nathi palestrou na ACSP na WebSerie “SOS EMPREENDEDORES” - Como se alimentar melhor na Pandemia, também na Jornada da Nutrição na Universidade Paulista (UNIP) e no Congresso Upxp com o tema Atuação da Nutricionista nas redes Sociais, além da ACSP com o tema Como alimentação pode influenciar na Alta Performance.

Também cursou o Mood and Food e a Sinergia dos Alimentos, fez a Extensão de Exames Laboratoriais no Instituto de Nutrição Avançada. Teve também um artigo científico publicado em 2019 sobre Cúrcuma na Prevenção da Diabete e Obesidade. Participou do Congresso de Atualização Comportamento Alimentar – IPGS, do Congresso Mindfull e Transtorno Alimentares – BFF Eventos, do Grupo de Estudo com ênfase em Emagrecimento pela UNIFESP, do 10º Congresso de Glúten Free e Fitoterápicos na área Clínica – E4 e do curso de Personal Diet – Escola Nutri New. Também participou dos cursos de Aprimoramento e uso de Fitoterápicos na área clínica – Escola Nutriente, do Curso de Suplementação de Nutricional na Prática de A a Zinco – Neurologia Geriátrica da UNIFESP, Curso de Transtornos Alimentares – Abordagem Nutricional – Módulo Básico e o Fit Summit Brasil – Fitoterápicos e sua atuação. Além do Curso de Extensão Universitária Medicina Hiperbárica da USP – Dietoterapia para pacientes cirúrgicos na Divisão Clínica Cirúrgica III.

Adriana Loyola (@loyola.adriana) é graduada em Nutrição e é pós graduada em Nutrição Clínica pelo Centro Universitário São Camilo. Palestrou sobre saúde intestinal para gestantes em clínica FEMME – Saúde da Mulher em 2019, participou do trabalho acadêmico “PADRONIZAÇÃO DE FICHAS TÉCNICAS NA COZINHA DIETÉTICA DE UM HOSPITAL EM SÃO PAULO- SEMANA 2”. Apresentou-se no Congresso Multiprofissional III, no Centro Universitário São Camilo em 2018. Cursou “Boas Práticas em Manipulação de Alimentos”, na Escola de Educação Permanente do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – 2020. Também participou do Congresso Internacional de Mindful Eating 2018 e do Meeting de Nutrição Eficiente 2018.

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segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Sabrina Parlatore, Costanza Pascolato e convidadas - webinar sobre câncer de mama




Outubro Rosa: Sabrina Parlatore, Costanza Pascolato e convidadas participam de webinar sobre câncer de mama

Promovido pela Intimissimi e Biossance na noite de ontem (01/10), o evento digital foi aberto ao público e deu start à campanha das marcas em prol da ONG Américas Amigas

Neste Outubro Rosa, a Intimissimi e a Biossance se unem em prol da ONG Américas Amigas com doações ao longo do mês, e para iniciar esta parceria em grande estilo, na noite de ontem (01/10) as marcas promoveram um webinar com mediação de Costanza Pascolato e presença de Sabrina Parlatore, Vania Castanheira e Deborah Aquino, que contaram suas histórias de superação do câncer de mama, além de falarem sobre a importância do diagnóstico precoce da doença.

Com o objetivo de gerar consciência ao maior número de pessoas possível, o evento foi gratuito e aberto ao público, que pôde contribuir com doações durante o bate-papo por meio de um QR Code na tela ou pelo site https://apoia.se/americasamigas, que seguirá ativo até o dia 31 de outubro para receber contribuições de qualquer valor. No link também é possível conferir o webinar na íntegra, que ainda contou com pocket show de Sabrina Parlatore - a cantora abriu o evento com a música ‘Agora Só Falta Você’, de Rita Lee.

“Acho que todo mundo que passa por uma grande adversidade na vida acaba revendo alguns conceitos e valores. A maior transformação para mim foi ter encontrado o caminho da música”, pontuou Sabrina ao comentar os efeitos do diagnóstico na sua trajetória. “É algo que me faz muito bem, eu sempre gostei de cantar, mas eu não tinha muita coragem. Nesse momento eu tive forças para seguir um caminho de luz, paz e prazer, e mais do que nunca buscar minha felicidade”, destacou ela.

A coach Vânia Castanheira também viu sua vida se transformar e pontuou que, com o tratamento, entendeu que deveria ser protagonista da sua jornada e ter um propósito, o que deu origem ao seu blog de bem-estar Minha Vida Comigo. Com Deborah Aquino não foi diferente: após o diagnóstico, procurou entender suas prioridades, mudou de profissão e hoje inspira milhares de mulheres com seus conteúdos de coaching.

Referência no mundo da moda, a consultora Costanza Pascolato venceu o câncer de mama duas vezes e, entre os aprendizados, mudou hábitos de rotina, passou a meditar e procurou ser um exemplo de força para as filhas. “Eu tinha que eliminar coisas da minha vida que me atrapalhavam. Procurei trabalhar o melhor possível, ser a melhor mãe possível, ser um exemplo para minhas filhas e mostrar para elas que tudo pode ser uma vantagem, inclusive um câncer, porque você supera e começa a se cuidar muito mais”, disse Costanza. 


 

Campanha Outubro Rosa

Durante o mês de outubro, a Intimissimi e a Biossance irão reverter 10% das vendas de um Kit e de linhas específicas para a campanha do Outubro Rosa, em parceria com a ONG Américas Amigas. A ação tem como objetivo ajudar no diagnóstico e combate ao câncer de mama por meio de arrecadação de verba para procedimentos como mamografia e outros exames que auxiliam na detecção e tratamento da doença.

Na Intimissimi, a linha ROSA estará com 10% da venda revertida para a ONG e inclui sutiãs, calcinhas e camisolas, que podem ser encontradas em todas as lojas Intimissimi do Brasil e no e-commerce da marca. Outra novidade é que a cada R$300 em compras a cliente ganha um produto travel size da Biossance. Já o kit Rosa (por R$418,00) da Biossance, com venda destinada à campanha, é composto por Máscara de Vitamina C com Rosas e Esqualano, Lip Balm Vegano e nécessaire. Ao comprar o kit, 10% do valor será doado para Américas Amigas e, se o consumidor quiser contribuir com mais, no checkout no site da Biossance será possível fazer uma doação direta para a ONG. A campanha acontece de 01 a 31 de outubro.  

Fundada em 2009, a Américas Amigas é uma Organização Não Governamental (ONG) e Entidade Promotora dos Direitos Humanos. Tem como missão reduzir as taxas de mortalidade por câncer de mama entre as brasileiras, principalmente as da população em situação de vulnerabilidade social – além de treinar e capacitar profissionais da área de saúde a promover iniciativas de conscientização e informação sobre a doença.

SOBRE A INTIMISSIMI

Fundada em 1996, a Intimissimi faz parte do tradicional grupo Calzedonia, com sede em Verona, Itália, e, desde sua criação é líder no mercado europeu de lingerie. Famosa pela alta qualidade de sua matéria prima e expertise em modelagem, a Intimissimi segue um estilo clássico, romântico e elegante, que conquistou milhares de fãs ao redor do mundo. Chegou ao Brasil em 2012 e de lá para cá não para de crescer. Atualmente, a Intimissimi está presente em 45 países, em mais de 1454 pontos de venda, sendo 61 deles no Brasil. @intimissimibrasiloficial / www.intimissimi.com.br

SOBRE A BIOSSANCE

Os cientistas do laboratório Amyris, indústria de biotecnologia detentora da marca Biossance, trabalhavam pela cura da malária quando desenvolveram tecnologia patenteada que permitiu criar uma vacina acessível para erradicar a doença. Inspirados a continuar usando a biotecnologia inovadora para causar um impacto positivo no mundo, se voltaram para os cuidados com a pele, e os ingredientes que as pessoas colocam em seus rostos e corpos todos os dias. Biossance é pioneira em criar o Esqualano de forma ética e sustentável com a extração da cana-de-açúcar no Brasil, recurso naturalmente renovável.

Ponto de venda:
Site Biossance Brasil: www.biossance.com.br  / Site Sephora Brasil: https://www.sephora.com.br/

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sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Setembro Amarelo: Endometriose pode deixar mulheres mais vulneráveis à depressão e tentativa de suicídio

Diagnóstico tardio e falta de apoio de pessoas próximas podem agravar problemas relacionados à saúde mental das portadoras da endometriose



Desde 2016, o blog A Endometriose e Eu, comandado por Caroline Salazar, aborda a importância da campanha Setembro Amarelo entre suas seguidoras. O movimento, que visa a conscientização e prevenção ao suicídio, chama a atenção da endoativista. “Infelizmente no Brasil não há pesquisas que apontam o número de suicídio entre mulheres com endometriose, mas eu me preocupo muito em escutar e acolhê-las, pois muitas delas cometem o suicídio por falta de apoio, de escuta e de carinho”, explica Caroline Salazar, capitã da EndoMarcha Time Brasil, autora do blog A Endometriose e Eu e idealizadora do recém-lançado projeto EndoConectadas.

Ao longo dos 10 anos de blog, Caroline percebe que estes números podem ser altos no Brasil, assim como já foi comprovado em estudo realizado no Reino Unido. Em 2016, a organização Endometriosis UK realizou uma pesquisa e comprovou que 25% das mulheres ouvidas pela instituição tiveram pensamento suicida. Dentre os fatores que contribuem para a depressão e vulnerabilidade mental e emocional das mulheres com endometriose estão o diagnóstico tardio da doença e falhas no tratamento e controle da dor, que podem ser incapacitantes. “Isso sem contar os mitos e rótulos acerca da endometriose, que deixam a endomulher em posição ainda mais delicada”, aponta a endoativista.

No blog, é possível acompanhar uma série de posts sobre a relação entre endometriose e depressão, dicas de como apoiar uma endomulher (e o que evitar dizer a ela, por exemplo), além de frases de portadoras que podem ser encaradas como um alerta para um possível suicídio. O instagram do blog, @aendoeeu realizará lives sobre o assunto nos dias 23 e 30 de setembro. Já o projeto EndoConectadas trará conteúdo especial para abordar o tema entre as assinantes.

Sobre Caroline Salazar

Caroline Salazar é jornalista, autora do blog a Endometriose e Eu e ativista pela conscientização da endometriose. A partir da criação do blog, em 2010, Caroline se tornou referência no assunto entre pacientes, familiares de pacientes e especialistas sobre a doença em todo o mundo. O blog A Endometriose e Eu traz entrevistas e artigos exclusivos, com pesquisadores nacionais e internacionais sobre a doença.

Em 2014, Caroline Salazar capitaneou a primeira edição da EndoMarcha Brasil – a Marcha Mundial de Conscientização Sobre a Endometriose. O Brasil, desde então, lidera a marcha com o maior número de cidades participantes. Em 2019 foram 20 cidades participantes. A Marcha de 2020 foi adiada em decorrência da pandemia da Covid-19.

Caroline, a partir do blog, foi a pioneira no Brasil a abordar assuntos como a dispareunia (dor durante a relação sexual) e seu tratamento, além de disseminar no país o uso do termo Março Amarelo. Também colaborou com a criação do texto do PL 3047/19, apresentado pela deputada federal Daniela do Waguinho (RJ) e que prevê a instituição do dia 13 de março como o Dia Nacional de Luta Contra a Endometriose e a Semana Nacional de Luta Contra a Endometriose. Em agosto de 2020, lançou o primeiro clube de assinatura sobre endometriose, o EndoConectadas, para auxiliar mulheres portadoras da doença em busca de tratamento.


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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Estudo da UFSCar oferece tratamento fisioterapêutico para mulheres com incontinência urinária de esforço



Pesquisa de doutorado busca voluntárias para avaliação e procedimentos gratuitos



Tossir, espirrar, rir e fazer esforço físico podem não ser ações tão simples quando se tem a incontinência urinária de esforço. O problema afeta mais as mulheres e se caracteriza pela perda da urina quando a pessoa se exercita, tosse, espirra ou faz alguma atividade física. Nesse contexto, uma pesquisa desenvolvida na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) está buscando voluntárias que tenham o problema para aplicar tratamento fisioterapêutico que possa melhorar essa disfunção.
O estudo é realizado pelas doutorandas Ana Paula Rodrigues Rocha e Bianca Reis e pela mestranda Jordana Barbosa Silva, no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia (PPGFt) da UFSCar, sob orientação de Patricia Driusso, docente do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da Instituição.

O quadro da incontinência urinária em mulheres é muito comum e pode ser causado por diversos fatores, como gestações, medicamentos, tabagismo, entre outros. Ana Paula Rocha aponta que "o tratamento fisioterapêutico é a primeira linha de ação indicada antes dos procedimentos cirúrgicos". A pesquisa pretende oferecer às voluntárias o tratamento adequado e a expectativa é contribuir para a resolução do problema e, consequentemente, com mais qualidade de vida. "Além disso, o estudo quer levantar qual é a frequência de tratamento mais indicada", complementa a pesquisadora.

As voluntárias responderão a questionários, passarão por avaliação e tratamento padronizado da musculatura do assoalho pélvico, durante 10 semanas. Para participar, as mulheres devem ter idade mínima de 18 anos e queixa de perda urinária ao tossir, espirrar, rir e durante algum esforço físico. Todas as atividades serão realizadas no Laboratório de Pesquisa em Saúde da Mulher (Lamu) do DFisio, que fica na área Norte do Campus São Carlos da UFSCar.

Interessadas devem entrar em contato com as pesquisadoras pelos telefones (18) 98113-3374 (Ana Paula) e (41) 99715-7179 (Jordana) - ligação ou WhatsApp -, pelo telefone do Lamu (16) 3351-9577 ou pelos e-mails rodrigues.anarocha@gmail.com e jordanabsilva@gmail.com. O contato também pode ser feito pela página do Lamu no Facebook (facebook.com/fisioterapiamap).

Pesquisa aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 05999118.3.0000.5504).