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domingo, 30 de maio de 2021

Transportes Metropolitanos têm oito postos de vacinação contra COVID-19



Atendimento voltado a pessoas dos grupos prioritários é feito de segunda a sexta, das 9h30 às 17h

As empresas ligadas à Secretaria dos Transportes Metropolitanos (STM) seguem com oito postos de vacinação contra Covid-19 em estações de metrô, da CPTM e em um terminal de ônibus da EMTU. Pessoas de todos os grupos prioritários previstos no Plano Estadual de Imunização (PEI) podem receber a 1ª dose da vacina nestes postos.

Durante esta semana, o funcionamento será entre os dias 31 de maio e 4 de junho, das 9h30 às 17h. Diariamente as empresas ligadas à STM atualizam o funcionamento dos postos em suas redes sociais. Para ter acesso às informações sobre os públicos que integram os grupos prioritários e suas respectivas obrigatoriedades, acesse o site https://vacinaja.sp.gov.br/.

Para agilizar o atendimento no dia da vacinação, é indicado que seja feito um pré-cadastro no site Vacina Já (https://vacinaja.sp.gov.br/). É necessário informar nome completo, CPF, data de nascimento, endereço completo e telefone.

Vacinação de colaboradores do transporte público - Desde o dia 11 de maio, os trabalhadores da linha de frente da CPTM e do Metrô estão sendo imunizados contra a COVID-19. Nesta primeira fase, foram incluídos operadores, maquinistas e os que desempenham suas funções no Centro de Controle Operacional (CCO) de todas as idades. Para as categorias da linha de frente como segurança, limpeza (incluindo os terceirizados) e bilheteria a vacinação é para quem tem acima de 47 anos.

No dia 18 de maio, começou a vacinação contra a COVID-19 de motoristas e cobradores de ônibus intermunicipais da EMTU.

Alimento Solidário - Quem for tomar vacina em um desses postos pode aproveitar para doar alimentos não perecíveis para a campanha Alimento Solidário. Os Transportes Metropolitanos participam da campanha, promovida pelo Fundo Social do Governo do Estado, com pontos de coleta em mais de 180 estações e terminais da CPTM, Metrô e EMTU. As prefeituras também envolvidas no projeto vão distribuir os alimentos doados para famílias em situação de extrema vulnerabilidade. As caixas de arrecadação ficam próximas às catracas de acesso nas estações e terminais e qualquer pessoa pode ir até um destes pontos e entregar sua contribuição.


Serviço:


Postos de Vacinação contra Covid-19
Horário: das 9h30 às 17h

Locais:
CPTM
Linha 11-Coral: Estação Guaianases
Linha 12-Safira: Estações São Miguel Paulista, Jardim Helena-Vila Mara e Itaim Paulista

Metrô
Linha 3-Vermelha: Estações Corinthians-Itaquera e República

EMTU
Terminal de Ônibus São Mateus

Metrô
Linha 4-Amarela: Estações República e Butantã


Secretaria dos Transportes Metropolitanos - A STM cuida diariamente (em tempos normais) do transporte de cerca de 10 milhões de passageiros que usam os ônibus gerenciados pela EMTU, além dos trens do Metrô, da CPTM e das linhas 4-Amarela e 5-Lilás, concedidas à iniciativa privada. A Estrada de Ferro Campos do Jordão, no interior do Estado, também é responsabilidade da STM, assim como o Parque Capivari, igualmente em Campos do Jordão e concedido à iniciativa privad

terça-feira, 25 de maio de 2021

Fada Celeste inaugura loja própria na internet

 Estamos com novidades!

Além da nossa loja na Elo7 ( https://www.elo7.com.br/fadacelesteproducoes ) e na Shopee ( https://shopee.com.br/shop/371565688/ ), inauguramos o nosso espaço na internet no endereço https://www.lojafadaceleste.com.br/ aonde em breve vamos disponibilizar também arquivos digitais. 

Royal Face cresce e oferece mais de 150 novas vagas de emprego em seis estados

As vagas são para os Estados de Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo com salários de até R$5 mil

Mesmo com a Pandemia, a área da saúde e beleza está se reinventando vem se mostrando uma das mais promissoras para quem está em busca de uma profissão ou até mesmo especialização.

Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o segmento de Saúde Beleza e Bem-Estar sentiu pouco os impactos da pandemia e fechou 2020 com crescimento de 3,1% no faturamento, sendo o melhor desempenho do setor no período.

De acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados pelo Ministério da Economia, o Brasil abriu 184.140 novas vagas de emprego com carteira assinada em março de 2021. No sistema de franquias, ano passado foram gerados mais de 1,2 milhões de novos empregos.

Nesse cenário de ofertas, a Royal Face, rede de franquias brasileira de clínicas especializadas em estética facial e corporal, está em fase de expansão e por isso oferece mais 153 vagas nas áreas administrativas, de saúde e comercial paras unidades da rede, sejam elas inauguradas ou em fase de implantação.

As vagas são para os Estados de Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo, para os cargos de Recepcionista, Consultor, Farmacêutica, Biomédica, Enfermeira, Analista, Atendente Comercial entre outros. Os salários variam de R$1.500 a R$ 5mil.

A maioria das vagas da Royal Face exige experiência na área. A escolaridade varia de Ensino Médio para os cargos da área comercial e recepcionista, Ensino Superior para gestor e Pós-Graduação para biomédicos, farmacêuticos e enfermeiros.

Como medida de prevenção contra a covid-19, as etapas do processo seletivo e treinamento da Royal Face foram adaptadas para serem totalmente online. Os interessados podem buscar mais informações sobre as vagas, as cidades e se inscrever pelo site: https://jobs.solides.com/royalface.

Atualmente, a marca já possui 89 unidades inauguradas e 122 em fase implantação com operação em todas as regiões do Brasil. Essas novas unidades geraram cerca de 600 empregos diretos e mais de 2 mil indiretos para o País.

Fundada em Curitiba em 2015 pela dentista Doutora Andrezza Fusaro, a Royal Face é associada à Associação Brasileira de Franchising (ABF) e atua desde 2018 no sistema de franquias sendo gerida pelo Grupo Up Franquias com três modelos de negócios: Slim, Standard e Premium. O investimento inicial é a partir de R$ 159 mil, com um faturamento para o franqueado que pode chegar até R$ 2,6 milhões anuais, dependendo do modelo.

Sobre a Royal Face

Rede de franquias do segmento de Saúde, Beleza e Bem-Estar associada a ABF, lançada em novembro de 2018, especializada no segmento de tratamentos estéticos em harmonização facial e corporal a preços baixos. A Royal Face já realizou mais de 200 mil procedimentos, beneficiando mais de 160 mil clientes. A acessibilidade ao tratamento com o Carnê da Beleza foi o carro-chefe para o grande crescimento da Royal Face em três anos de operação. Atualmente, a marca está presente em 17 estados com 89 unidades inauguradas e 122 em fase de implantação com operações em todas as regiões do Brasil. Site: https://www.royalface.com.br




terça-feira, 6 de abril de 2021

No mundo, estima-se que uma em cada 160 crianças tem transtorno do espectro autista



No mundo, estima-se que uma em cada 160 crianças tem transtorno do espectro autista

O Dia Mundial de Conscientização do Autismo é lembrado anualmente em 2 de abril. A data foi criada pela ONU com o intuito de chamar a atenção da sociedade para o diagnóstico e o tratamento do transtorno

Por algum tempo, a falta de conhecimento, pesquisas e informações a respeito do autismo, foram consideradas grandes barreiras no tratamento do transtorno. Felizmente, hoje, com o avanço da medicina, é possível obter bons resultados. A intervenção precoce pode garantir qualidade de vida e até mesmo mudar o futuro de pessoas com transtorno do espectro autista.

O tratamento adequado, bem como o entendimento da situação, apoiado por uma boa relação da família, amigos, professores e conhecidos tem impacto significativo e podem ser cruciais para que os pacientes tenham uma vida adulta independente.

O autismo ou Transtorno do Espectro Autista (TEA), segundo os novos manuais do Código Internacional de Doenças (CID), se caracteriza por dois pilares, os déficits qualitativos e persistentes da comunicação e da interação social; e o que diz respeito aos padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades.

De acordo com Roberta Caramico Pinto, neuropediatra e médica convidada da indústria farmacêutica Prati-Donaduzzi para falar sobre o transtorno, “exemplos dos déficits qualitativos da comunicação e da interação social, são alterações de comunicação verbal ou não verbal”.

Em relação aos padrões comportamentais restritos e repetitivos, existem quatro principais traços:

- Estereotipias: podem ser motoras ou verbais, portanto, pode ser um comportamento como andar nas pontas dos pés, repetir uma frase ou palavras;

- Adesão a rotinas e rituais: ser adepto a uma rotina inflexível, ou seja, qualquer experiência fora do costume gera desconforto;

- Interesses fixos e altamente restritos: interesse por um assunto ou objeto que se manifesta de uma forma muito profunda, deixando a pessoa monotemática;

- Questões sensoriais, hiper ou hiperatividade a estímulos sensoriais: alterações sensoriais que afetam o cotidiano, por exemplo, hipersensibilidade ao barulho ou a luz, causando reações extremas até de ordem fisiológica, como o vômito.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que, em todo o mundo, uma em cada 160 crianças tenha o transtorno.

Graus de autismo

O autismo pode ser dividido como leve, moderado e grave, porém, dentro de cada grupo existem outras divisões, como um grau bem leve ou um leve mais para moderado. “É daí que vem o nome espectro. Uma maneira de enxergar como uma régua, em que há vários pontos, e não só 1cm, 2cm, e assim por diante”, afirma a neuropediatra. Existem crianças que apresentam sintomas leves de autismo, e que são diagnosticadas em torno dos 2 ou 3 anos de idade.

Diagnóstico

Normalmente, o diagnóstico acontece quando a criança ingressa na escola e passa a ter contato direto com outras, é quando os primeiros sinais aparecem, ou seja, problemas na comunicação, dificuldades em se sociabilizar e alterações no comportamento.

O diagnóstico do TEA é baseado nos critérios clínicos determinados por especialistas e descritos no Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. Atualmente, não existe um marcador biológico que possa acusar o TEA, ou seja, não há exames laboratoriais que identificam a doença, como o exame de sangue, de imagem ou genético. A forma mais precisa de chegar ao diagnóstico é por uma avaliação multidisciplinar realizada por profissionais com experiência na área.

“Não existe idade mínima para se fazer o diagnóstico de TEA. Podemos observar sinais de alarme antes mesmo de a criança completar o primeiro ano de vida. Estudos mostram que é possível realizar o diagnóstico de TEA de forma precisa em crianças com menos de dois anos de idade”, afirma a neurologista Flora Brasil Orlandi, também convidada pela Prati-Donaduzzi.

Tratamento

Estudos científicos mostram que o tratamento do TEA deve se basear em terapias de alta intensidade com equipe multiprofissional especializada e qualificada, especialmente nas técnicas baseadas na Análise de Comportamento Aplicada (ABA).

Além da terapia ABA, que geralmente é conduzida por psicólogos, dependendo da necessidade, pacientes que têm o transtorno tendem a necessitar de terapia com o apoio de fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, psicopedagogos, dentre outros profissionais, além do uso de fármacos. “É possível utilizar medicamentos para auxiliar no manejo de sinais e sintomas associados ao TEA, como agitação, agressividade, impulsividade, muitas vezes ajudando no aproveitamento dos pacientes na terapia”, ressalta Orlandi.

*Este conteúdo é elaborado pela indústria farmacêutica Prati-Donaduzzi, com o objetivo de levar mais informações sobre saúde à população. A empresa também oferece para médicos, de forma exclusiva, o acesso a conteúdos sobre diversas patologias, entre outros materiais no website: https://www.evolucaoparavida.com.br/.



SOBRE A PRATI-DONADUZZI

A Prati-Donaduzzi, indústria farmacêutica 100% nacional, é especializada no desenvolvimento e produção de medicamentos. Com sede em Toledo, Oeste do Paraná, produz, aproximadamente, 12 bilhões de doses terapêuticas por ano e gera mais de 4,5 mil empregos. A indústria possui um dos maiores portfólios de medicamentos genéricos do Brasil e desde 2019 vem atuando na área de Prescrição Médica.

segunda-feira, 29 de março de 2021

Secretaria de Segurança Pública lamenta mas não age em relação a aglomerações em Itaquera



Médico denuncia para a Rádio Jovem Pan, isenção das autoridades policiais no distrito de Itaquera - SP
A UPA de Itaquera que atende cerca de 70 pacientes com Covid-19 está tendo seu trabalho comprometido com aglomerações que geram barulho ensurdecedor na vizinhança.

A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, publicou uma nota em que repudia tais manifestações, mas parece que não está fazendo nada a esse respeito. 

É necessária uma atitude mais efetiva do poder público não acham?
Quando eles querem, designam centenas de militares para campanas a fim de proteger bandidos de alta periculosidade em suas transferências. Que tal se alguns militares fossem designados para coibirem tais eventos ao lado de uma UPA com 70 pacientes em estado grave?

É lamentável que pessoas insanas, isentas de qualquer senso de empatia com o próximo, sejam capazes de fazer tamanho barulho ao lado de uma UPA que está tratando pessoas infectadas com Covid-19. É lamentável que manifestações fora de hora, viagens de final de ano, carnaval e reuniões desnecessárias, sejam hoje o motivo principal pelo qual estamos trancafiados em casa, impossibilitados de retomarmos uma vida normal. Não é normal que em situação de risco extremo as pessoas cometam tamanho desrespeito com a dor alheia. O momento é de apoiarmos os que estão indo todos os dias aos seus trabalhos e que não podem se dar ao luxo de ficar em casa recebendo benefícios e salários; é de respeitarmos a dor dos que estão sofrendo nos hospitais e leitos, com o nosso carinho, silêncio e principalmente orações. Já imaginou, você sem conseguir respirar, sentindo dores pelo corpo e tendo que suportar um pancadão e cantores desafinados cantando bem alto nos seus ouvidos? Isso é uma tortura!

Tortura maior ainda para os médicos que estão se esforçando para salvar vidas e também para enfermeiros, que lidam com todo tipo de sujeiras corpóreas, tendo que trabalhar nessas condições a noite inteira. Pior de tudo, são as autoridades locais do distrito de Itaquera ignorarem o fato, e, ainda mais pior do que isso, são as leis brasileiras que inibem qualquer força maior utilizada por parte dos policiais em ação, que serão massacrados se tirarem os imbecis barulhentos e drogados aos tapas dos locais de aglomeração. Aqui no Brasil é assim, muito carinho e respeito para os infratores e desrespeito total para as vítimas. Quem tem culpa disso? Quem determina como devem ser adotadas as leis brasileiras. Num país onde os bandidos organizados, ligados ao narcotráfico estão em suas mansões com tornozeleira eletrônica no pescoço de seus cachorros, sentados em baús de dinheiro roubado do poder público, poderíamos esperar o que? Se puder, tenha uma boa semana.

 Por: Claudia Souza

sábado, 13 de fevereiro de 2021

Médico psiquiatra discute os efeitos do discurso fique em casa e o papel de órgãos públicos durante a pandemia


Diretor clínico da Holiste, Luiz Fernando Pedroso, afirma que medidas impostas pelo poder público dificultam o exercício pleno da medicina


O enfrentamento da pandemia representa um desafio inédito para a gestão, em especial, para instituições da área de saúde. Apesar de o cenário crítico ser comum aos negócios, de uma forma geral, o médico psiquiatra Luiz Fernando Pedroso, diretor clínico da Holiste, questiona entraves impostos por órgãos públicos e alerta para as consequências do discurso fique em casa durante a pandemia da Covid-19.

Segundo Pedroso, a atuação dos órgãos estatais diante de uma situação sanitária tão desafiadora foi questionável, pois, ao invés de estabelecerem parcerias com instituições privadas em prol do exercício da medicina e do funcionamento das unidades de saúde, sua atuação contribuiu para o estabelecimento de restrições e entraves. O psiquiatra afirma que, no início da pandemia, fornecedores de equipamentos de proteção individual e outros insumos hospitalares suspenderam importações e entregas diante do confisco de governo e prefeitura.

“Os governos estadual e municipal foram incapazes de procurar a parceria da iniciativa privada, para todo mundo se ajudar. Ao invés disso, ameaçaram intervir, confiscar e desapropriar. Isso é inadmissível! Estou falando como alguém que dirige um hospital, que trata pacientes graves e enfrentou todo tipo de dificuldade para manter um serviço de excelência em saúde mental, essencial nestes tempos de pandemia”, afirma.

O médico contesta, ainda, o papel da Vigilância Sanitária do município que, mesmo diante de todo o investimento da Holiste em segurança e qualidade na prestação de serviços, exigiu a apresentação de uma série de documentos irrelevantes que, segundo Pedroso, não passa de burocracia inoportuna e falta de sensibilidade quanto ao cenário crítico enfrentado no campo da saúde. O médico afirma que esse tipo de ação não visa o bem-estar da população, não traz benefícios práticos, apenas serve de blindagem para agentes públicos e políticos que querem dar uma “satisfação” à opinião pública.

A Holiste, além de adotar medidas sanitárias e de segurança para seu corpo técnico e pacientes (como uso de equipamentos de segurança individual - EPI’s, aplicação de testes rápidos, aferição de temperatura de todos, disponibilização de álcool em gel e suspensão das visitas familiares presenciais), criou um espaço de isolamento e triagem para pacientes que apresentassem os sintomas de coronavírus ou que estivessem iniciando a internação, evitando o acesso de pacientes com Covid-19 ao ambiente de internamento.

Outro aspecto discutido por Luiz Fernando é o discurso do “fique em casa” e seus efeitos a curto e médio prazo. A imposição absoluta das medidas de isolamento social fez, segundo ele, com que o pânico se instaurasse na sociedade e o medo gerado pelas circunstâncias de confinamento trouxe à tona um quadro de desesperança que impactou a saúde mental de toda a população. Além disso, o psiquiatra questiona como os danos econômicos foram menosprezados nessas medidas, levando milhões de pessoas à pobreza e desassistência (pessoas perderam o emprego e o seu plano de saúde).

Mesmo nesse cenário caótico, considerado por ele uma mistura de risco real do vírus e insegurança jurídica provocada pelo Estado, Luiz reforça que a decisão da Holiste foi a de manter as atividades da clínica, tanto para garantir empregos, quanto para não deixar centenas de pacientes com transtornos psiquiátricos e suas famílias, desassistidos. “Esse discurso foi absurdo e agora, a própria Organização Mundial de Saúde (OMS) diz que nunca defendeu o lockdown. Os burocratas querem se eximir da responsabilidade pela pobreza que se alastrou em todo mundo, consequência de seus atos”, pontua Pedroso.

“A Holiste é fruto do empreendedorismo, de luta contra o Estado, de afirmação de ideias. Não posso deixar que a regulamentação de órgãos públicos nos impeça de trabalhar, pois neste tempo de pandemia, salvamos empregos e preservamos a saúde do paciente. Eles deveriam nos procurar não para exigir burocracias, mas para saber como enfrentamos a crise, como preservamos nossa segurança e de nossos pacientes, como poderíamos ajudar o poder público na troca de experiências e como ele poderia nos servir, nos ajudar, e não atrapalhar o processo”, completa o diretor clínico da instituição.

Sobre a Holiste

A Holiste é uma clínica de excelência em saúde mental, que atua há 20 anos no mercado baiano. Na sede principal, localizada em Salvador, funcionam os serviços ambulatorial e de internamento psiquiátrico. A estrutura da clínica conta, ainda, com o Hospital Dia (destinado à ressocialização do paciente) e com a Residência Terapêutica (moradia assistida para pacientes crônicos), ambas unidades localizadas no bairro da Pituba.

A instituição conta com mais de 200 profissionais, um corpo clínico composto por médicos psiquiatras, psicólogos, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, nutricionista, gastrônoma, dentre outros. Para conhecer mais sobre os serviços da Holiste, acesse o site www.holiste.com.br.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Normas que regulamentam a saúde e segurança do trabalhador passam por revisão em 2021


Revisões acontecem com o argumento de harmonizar as normas com as novas necessidades do mundo trabalhista


As Normas Regulamentadoras nasceram em 1978, quando o então Ministério do Trabalho publicou por meio da portaria nº 3.214 as normativas com relação à medicina, higiene e segurança do trabalho. Como consequência as NRs estabeleceram a necessidade de as empresas constituírem o Serviço Especializado em Segurança do Trabalho (SESMT), segundo a NR-4, que trata dos serviços especializados em engenharia de segurança e em medicina do trabalho.

As NRs estabelecem uma série de medidas a serem adotadas pelas empresas para prevenir acidentes e doenças ocupacionais no ambiente de trabalho, sob pena de multa em caso de descumprimento. O objetivo da revisão, segundo o governo, é simplificar a legislação e acabar com obrigações e multas que não fazem mais sentido ou que só existem para penalizar o empregador.

A agenda regulatória para 2021 de harmonização, revisão e modernização das normas regulamentadoras de segurança e saúde no trabalho foi divulgada em dezembro de 2020 pela Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP). De acordo com o calendário, aprovado por consenso durante a 5ª Reunião Extraordinária da CTPP, estão previstas seis reuniões, sendo quatro ordinárias e duas extraordinárias.

Cabe ressaltar que a agenda regulatória da CTPP não é estanque, podendo ser alterada de acordo com o desenvolvimento dos trabalhos. Fazem parte da comissão representantes do governo federal, indicados pelos ministérios da Economia e da Saúde; das confederações empresariais e das centrais sindicais.

Argumento é embasado na burocracia e falta de eficiência

É o que diz o ministério da Economia, que as NRs são burocráticas e pouco eficientes. Segundo a pasta, muitas delas estão desarticuladas dos padrões internacionais e causam conflitos entre normas trabalhistas e previdenciárias. Diz ainda, que algumas possuem caráter subjetivo, gerando insegurança jurídica, além de elevado custo de implementação para as empresas, sem que isso necessariamente se reflita na redução de acidentes e gastos previdenciários. Cerca de 20% das NRs nunca foram atualizadas.

Para Ricardo Pacheco, médico, gestor em saúde, presidente da ABRESST (Associação Brasileira de Empresas de Saúde e Segurança no Trabalho) e diretor da OnCare Saúde, o País passa por muitas mudanças e reformas em suas leis. “Essas transformações trazem alívio para muitos, e muitas críticas por outras pessoas. O fato é que mudanças são bem-vindas, desde que resulte ainda mais segurança e ganhos para todas as partes envolvidas, e não exclusivamente para uma das partes. As Normas Regulamentadoras são também pauta de grandes mudanças, que segundo o Governo Federal deve resultar em uma economia de R$ 68 bilhões em 10 anos”, destaca o especialista e empresário.

Principais mudanças

A revisão das NRs começou em 2019 e, ao longo daquele ano, o governo reviu dez normas e extinguiu a NR-2. Falta revisar outras 26 normas.

Uma das principais que foram revisadas e publicadas é a NR-28, que trata da fiscalização do cumprimento das regras e as penalidades a serem aplicadas. A atualização eliminou cerca de 2.700 possibilidades de autuações, e passou a valer no dia 24 de setembro de 2019. Outra NR que já passou por revisão e atualização é a de número NR-12, que aborda a segurança do trabalho em máquinas e equipamentos. As regras abordadas neste conjunto, em suma, abrangem os procedimentos de instalação e rotinas de manutenção, limpeza e ajustes. O texto aborda ainda os meios de acesso, aspectos ergonômicos e dispositivos de parada.

Para Ricardo Pacheco a ideia é flexibilizar as regras da NR 12. “Dessa forma se permite que as empresas busquem por soluções alternativas para se adaptar às regras de segurança. É preciso, entretanto, que essas soluções estejam previamente previstas em normas técnicas”, alerta o presidente da ABRESST.

A NR-2, que previa uma inspeção prévia em instalações de empresas e emissão de um certificado de aprovação desses locais — foi revogada. O motivo para isso, de acordo com o governo federal, é que as regras já estavam em desuso.

Já foram revisadas ou estão em processo de atualização a NR-1 (que trata das disposições gerais), revista em 2019; a NR-2, como vimos revogada no mesmo ano; a NR-3 (que aborda embargos e interdições), revisada no mesmo ano; a NR-4 (trata de serviços especializados em engenharia de segurança e medicina do trabalho), em processo de revisão; NR-5 (aborda a CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes), também em processo de revisão; NR-7 (aborda o controle médico de saúde ocupacional), revisão aprovada; NR-9 (se refere à prevenção de riscos ambientais), revisão também aprovada; NR-10 (instalações elétricas), em processo de revisão); NR-12, revisada em 2019; NR-15 (atividades e operações insalubres), revisada parcialmente em 2019; NR-16 (regulamenta atividades e operações perigosas), também revisada no mesmo ano; NR-17 (ergonomia no trabalho), em processo de revisão; NR-18 (aborda normas de segurança na construção civil), com revisão aprovada; NR-20 (que estabelece regras sobre inflamáveis e combustíveis), revisada em 2019; NR-22 (diz respeito à saúde ocupacional na mineração), revisada parcialmente; NR-24 (trata das condições de higiene e conforto), revisada; NR-28 (sobre fiscalização e penalidades) também revisada; NR-30 (trata do setor aquaviário), está em processo de revisão; NR-31 (trata da segurança na agricultura, pecuária, silvicultura e aquicultura), em processo de revisão; e a NR-32 (serviços de saúde), em processo de revisão.

Ricardo Pacheco e a ABRESST estão totalmente envolvidos nessa questão, com especialistas sendo deslocados até Brasília para acompanharem de perto essas mudanças. O médico explica como funciona o trabalho de revisão das NRs: “Esse trabalho é executado a partir da avaliação inicial feita por um grupo técnico coordenado pela Subsecretaria de Inspeção do Trabalho. Esse grupo é composto por auditores e fiscais do trabalho, além de pesquisadores da Fundacentro e profissionais ligados ao Ministério da Economia e da Secretaria da Previdência. Os textos revisados são, então, enviados para consulta pública. Logo após a realização da consulta pública, que demora entre 30 e 45 dias, o material referente à NR é enviado para uma comissão formada por representantes dos sindicatos, das confederações dos empregadores e técnicos do governo. Esse grupo é chamado de Comissão Tripartite Partidária Permanente (CTPP), e se responsabiliza pela construção do texto final da Norma Regulamentadora que está sendo revisada”, explica o médico.

Ele ainda destaca que o processo, de acordo com a Secretaria da Previdência e Trabalho, leva em consideração o objetivo de reduzir a burocracia envolvida nas relações trabalhistas. “O sistema de proteção ao trabalhador, entretanto, não deve ser alterado ou prejudicado de nenhuma forma. Em outras palavras, o intuito é favorecer a segurança dos profissionais brasileiros por meio da simplificação das regras e processos”, assegura Ricardo Pacheco.

Nova NR-4 veta a terceirização do SESMT

Foi finalizada a revisão do texto da Norma Regulamentadora nº 4 (Serviços Especializados em Segurança e Medicina do Trabalho) em reunião na sede da Fundacentro em São Paulo em janeiro desse ano; a última reunião prevista do GTT (Grupo Técnico Tripartite) NR-4. Na ocasião. Estiveram presentes neste encontro, representantes da bancada dos trabalhadores (CSB, NCST, UGT, Força Sindical, CUT), dos empregadores (CNI, CNC, CNT, CNA, CNS) e do governo (Ministério da Economia, Ministério da Saúde).

Entre os itens discutidos durante a reunião, está o objetivo da nova NR-4, que será “estabelecer os parâmetros e os requisitos para constituição e manutenção dos serviços especializados em Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) com a finalidade de pesquisar, planejar, implementar, controlar e executar governança em SST, integrando ao GRO/PGR, com a finalidade de proteger a integridade das pessoas e os negócios das organizações e promover a saúde dos trabalhadores”. Também estão entre os itens: modelos de SESMT, terceirização do SESMT, jornada de trabalho mínima, composição dos integrantes dos SESMT, dimensionamento, registro, entre outros. Nem todos os itens do novo texto obtiveram consenso entre trabalhadores e empregadores.

Após a reunião, o texto revisado da NR 4 foi encaminhado para a CTPP (Comissão Tripartite Paritária Permanente), que se reunirá em Brasília/DF.

É preciso destacar que em 30 de janeiro o Ministério Público do Trabalho, através da Comissão Permanente para o Acompanhamento do Processo de Elaboração e Revisão das Normas Regulamentadoras, apresentou as suas sugestões sobre o tema, por meio da emissão da Nota Técnica sobre a proposta governamental de alteração da NR-4.

No documento, há abordagem de três eixos temáticos: a terceirização do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), o tempo de guarda dos documentos produzidos pelo SESMT e a prestação de serviços de saúde por técnicos/assistentes de enfermagem sem a supervisão de profissional de enfermagem. Entre outros fundamentos legais, veda expressamente a terceirização deste serviço, determinando que as empresas estão obrigadas a mantê-lo.

Nesse sentido Ricardo Pacheco lembra que a terceirização desse serviço sempre funcionou muito bem. “Inclusive, mais recentemente algumas empresas com SESMT entenderam que o serviço complementa as atividades e os deixa com mais tempo para pensar estrategicamente, elaborar outros programas, aperfeiçoar os já existentes e se debruçar sobre estudo de sua população e seus números, pensando na melhor gestão de saúde dos colaboradores aos quais assiste”, completa o presidente da ABRESST e diretor da OnCare Saúde.

Campanha Fevereiro Roxo e Laranja reforça o papel da saúde ocupacional na conscientização, prevenção e acolhimento dos trabalhadores

Empresas ajudam a promover a saúde básica cuidando de seus funcionários com planejamento e investimento em proteção de cada vida

Mais uma vez o mês de fevereiro marca a campanha de informar e esclarecer sobre doenças de incidências notáveis na população: Leucemia, que é representada pela cor laranja, e, Lúpus, Fibromialgia e Mal de Alzheimer, representadas pela cor roxa. Relacionar a medicina ocupacional com essa ação de conscientização, faz todo sentido.

O cuidado com a saúde nas empresas tem como missão principal proteger os trabalhadores, promover a proteção da sua saúde física, mental e social. É preciso que a gestão empresarial esteja atenta e se engaje também nessa campanha, que agora tem um apelo ainda maior devido à prioridade que foi dada (muito justamente) às consequências da Covid-19.

Leucemia também pode ter causa ocupacional

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que são 10.810 novos casos de leucemia no Brasil, sendo 5.920 homens e 4.890 mulheres. O número de mortes por câncer atinge 7.218, 3.902 homens e 3.316 mulheres.

Nesse mês em que se alerta sobre a importância da conscientização e prevenção à leucemia, é preciso lembrar que cerca de 80% dos casos de câncer estão relacionados à exposição a agentes presentes nos ambientes onde se vive e trabalha. O ambiente de trabalho é um meio onde ocorrem as maiores concentrações de agentes cancerígenos, quando comparado a outros ambientes. Já está comprovado cientificamente que a exposição a agentes químicos, físicos e biológicos utilizados em ambientes de trabalho e seu entorno causa diversos cânceres.

Ricardo Pacheco, médico, gestor em saúde, presidente da ABRESST (Associação Brasileira de Empresas de Saúde e Segurança no Trabalho) e diretor da OnCare Saúde explica que existem mais de doze tipos de leucemia: “Desses destacam-se os quatro primários, que são leucemia mieloide aguda (LMA), leucemia mieloide crônica (LMC), leucemia linfocítica aguda (LLA) e leucemia linfocítica crônica (CLL). O Protocolo do Ministério da Saúde, Saúde do Trabalhador, é específico para exposição a benzeno e investigação de Síndrome mielodisplásica e leucemia mielóide aguda do adulto”, ressalta.

E o médico afirma que o papel da empresa, além de evitar toda e qualquer exposição a agentes nocivos, é cuidar. “A empresa tem a responsabilidade de cuidar do indivíduo fornecendo equipamentos, orientação e acesso a uma saúde preventiva e efetiva. O trabalhador precisa antes de tudo se sentir acolhido e seguro. É o que a empresa tem que fazer”, enfatiza Ricardo Pacheco.

Ele alerta sobre o que pode aumentar o risco de leucemia. “Radiação ionizante e o benzeno são os fatores ambientais que até agora foram comprovadamente associados à leucemia aguda. Há outros fatores ambientais menos ligados à essa leucemia. As causas ainda não estão definidas, mas suspeita-se da associação entre determinados fatores com o risco aumentado de desenvolver alguns tipos específicos da doença como tabagismo, exposição ao benzeno, à radiação ionizante, ter histórico familiar, realização de quimioterapia, Síndrome de Down, exposição a agrotóxicos e algumas doenças sanguíneas”, destaca o gestor e diretor da OnCare Saúde.

Lupus e fibromialgia atingem pessoas na fase mais produtiva de suas vidas

O Lupus e a fibromialgia, representados na campanha pela cor roxa, são doenças que acometem as pessoas no período que deveriam ser mais produtivas. Acompanha-las de perto, com exames e consultas periódicas, pode manter esses trabalhadores saudáveis, produtivos e felizes.

Ricardo Pacheco lembra que o lúpus é um distúrbio que afeta o sistema imunológico aumentando, em excesso, a produção de anticorpos e provocando inflamações e lesões, as quais podem ser nos órgãos internos ou apenas na pele. “De acordo com o Ministério da Saúde, o Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é a forma mais séria da doença e também a mais comum afetando cerca de 70% dos pacientes com lúpus. Ele acomete principalmente mulheres, sendo 9 em 10 pacientes, com risco mais elevado de início de LES durante a idade fértil, ou seja, ainda jovens”, alerta o presidente da ABRESST.

Já fibromialgia é uma doença reumática que se caracteriza pela dor muscular crônica e generalizada, contudo, a existência de outros sintomas geralmente se faz presente. “Entre eles destacam-se alterações do humor, como ansiedade ou depressão, fadiga ou cansaço, alterações do sono, dores de cabeça, entre outros; além de poder evoluir para incapacidade física. Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia, de cada 10 pacientes com a doença, entre 7 e 9 são mulheres. Todos esses sintomas elencados podem ser tratados e acompanhados pela saúde ocupacional, mais uma vez responsável por acolher e dar segurança para essa trabalhadora, na maioria dos casos, que sofre com essa dor incapacitante”, ressalta Ricardo Pacheco.

Outra enfermidade que é lembrada na campanha é o Mal ou Doença de Alzheimer, um transtorno neurodegenerativo de evolução progressiva e lenta, manifestada principalmente, em pessoas com mais de 65 anos. “Até por isso essa é uma questão que deve ser tratada na esfera previdenciária, mas nada impede que as empresas ofereçam um suporte psicossocial para seu trabalhador que esteja vivenciando um caso na família e necessite de um apoio psicológico. Certamente é uma contribuição para o bem estar desse profissional”, completa Ricardo Pacheco, médico, gestor em saúde, presidente da ABRESST e diretor da OnCare Saúde.


Sobre a OnCare Saúde

A OnCare Saúde é uma plataforma de solução integrada de saúde, que oferece assessoria e consultoria, para empresas e para população em geral. Dentro dessa plataforma, de gerenciamento macro, está a assistência médica que também garante a assistência integral social e à saúde dos beneficiários e seus dependentes, com ações de promoção, proteção, recuperação e reabilitação, de forma a contribuir para o aprimoramento do sistema social e de saúde do Brasil.

Nesse momento de pandemia a OnCare Saúde tem adotado todas as medidas sanitárias recomendadas pelas autoridades em saúde, no Brasil e no mundo. Dessa forma, os atendimentos presenciais continuarão acontecendo por ordem de chegada, como ocorre normalmente. É exigido o uso de máscaras e ofertado álcool em gel para todo usuário que tenha que se deslocar até uma unidade.

A OnCare Saúde ainda adverte que os serviços digitais são amplos e estão disponíveis 24 horas por dia; e que o paciente só se dirija a uma unidade se realmente imprescindível.





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