Muitos brasileiros aposentados pelo INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) podem vir a se beneficiar pela Revisão da Vida Toda, que considera os salários da vida inteira do segurado no cálculo do valor da aposentadoria. Porém, apesar de o assunto estar sempre na mídia, muita gente ainda desconhece a questão e seus próprios direitos.
Muitos brasileiros aposentados pelo INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) podem vir a se beneficiar pela Revisão da Vida Toda, que considera os salários da vida inteira do segurado no cálculo do valor da aposentadoria. Porém, apesar de o assunto estar sempre na mídia, muita gente ainda desconhece a questão e seus próprios direitos.
Também chamada PCB total ou Revisão da Vida Inteira, a tese pode ser requerida por pessoas que começaram a receber aposentadoria entre 29 de novembro de 1999 e 12 de novembro de 2019. Ela pode ser benéfica principalmente a quem tem poucas contribuições depois de 1994, bem como a quem tem poucas contribuições com bons salários anteriores a 1994
A Lei 9.876/1999 alterou a Lei 8.213/1991, criando a regra de transição e a regra permanente. Pela regra de transição, a aposentadoria passou a ser calculada levando-se em consideração somente 80% dos valores das maiores contribuições ao INSS a partir de julho de 1994. Já pela regra permanente, a aposentadoria seria calculada levando-se em consideração somente 80% dos valores das maiores contribuições ao INSS. Isto fez com que quem se aposentou pela regra de transição ficasse em desvantagem.
A revisão deve ser solicitada em até dez anos a partir do mês seguinte ao recebimento do primeira aposentadoria, seja ela por tempo de contribuição, especial, idade ou invalidez.Também podem se valer pessoas que receberam auxílio acidente, auxílio-doença (benefício por incapacidade), pensão por morte e salário-maternidade até 13 de novembro de 2019, desde que não tenham se passado dez anos do primeiro dia ao mês seguinte do início do recebimento do benefício.
O primeiro passo, antes de ingressar com ação de revisão na Justiça Federal, é procurar um bom profissional de Direito Previdenciário e descobrir se a tese vale ou não a pena no caso específico. O cálculo do benefício é considerado complexo. Por isso, a dica é buscar um escritório de advocacia com capacidade de realizá-lo de forma segura, como por exemplo os estabelecimentos que fazem uso do aplicativo Cálculo Jurídico, capaz de simplificar e agilizar o processo, dando precisão nesse tipo de cálculo de revisão, evitando que clientes percam a oportunidade de requerer um melhor benefício.
Atualmente, através da tecnologia, é possível, com apenas alguns cliques, calcular com precisão tanto a RMI (Renda Mensal Inicial) quanto o valor da causa. Em poucos segundos, pode-se fazer a importação dos extratos de contribuições (CNIS) de todos os salários, eliminando erros geralmente cometidos pelos advogados durante a realização de cálculos manuais. É importante ter consciência de que a ação de revisão com cálculo errado pode gerar grandes prejuízos financeiros ao beneficiário.
Auditado e revisado por especialistas em Direito Previdenciário, o Cálculo Jurídico, além de possibilitar cifras precisas, também dá acesso a um modelo de petição inicial para a Revisão da Vida Toda e informações exclusivas sobre o tema constantemente atualizadas de acordo com as mudanças na legislação previdenciária.
A falta de informação não pode comprometer os direitos do aposentado de se beneficiar da Revisão da Vida Toda. A solução é buscar um escritório de advocacia capacitado para auxiliar nessa importante demanda. Ação de revisão com cálculos precisos é a chave para evitar prejuízos financeiros significativos.
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segunda-feira, 19 de junho de 2023
domingo, 14 de abril de 2019
Remédios com 50% de descontos para aposentados depende de aprovação dos Deputados
Os senadores aprovaram nesta quarta-feira (10) um projeto de lei (PLS 235/2018) que dá desconto de 50% a aposentados e pensionistas na compra de medicamentos. A regra valeria para os cidadãos que ganham até o teto estabelecido pelo Regime Geral da Previdência Social (RGPS), que é de R$ 5.839,45. O projeto, que foi aprovado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), segue agora para a Câmara dos Deputados.
Desde 2004, o programa Farmácia Popular já garante à população de todo o país medicamentos de graça ou com descontos de até 90%. Os remédios para hipertensão, diabetes e asma são fornecidos gratuitamente. Já os anticoncepcionais, fraldas geriátricas e remédios para o colesterol são subsidiados pelo governo. O programa, que está presente em mais de 80% dos municípios, beneficia cerca de 43 milhões de pessoas.
Segundo o senador Paulo Paim (PT-RS), o projeto surgiu de uma demanda de aposentados e pensionistas do Rio Grande do Sul, que se somaram a outros, em nível nacional. Para o autor da proposta, uma lei como essa é de extrema importância, já que os gastos dos aposentados com medicamentos são muito altos.
“É fundamental. Porque hoje, é inegável na verdade, neste país, que 80% dos aposentados ganham até dois salários mínimos, consequentemente, os salários deles acaba indo praticamente em remédios, alimentos e pagando aluguel. É uma forma deles terem condição de comprar os remédios que são vitais para a vida deles por um preço um pouco mais acessível”, ressalta.
De acordo com a relatora, senadora Mailza Gomes (PP-AC), a medida é justa e necessária e vai trazer melhor qualidade de vida para essa parcela da população.
“Visa a melhoria, a qualidade de vida para o aposentado, né? Que já ganha tão pouco, um salário mínimo, e ainda precisa manter a sua medicação que está custando aí metade do seu salário”, disse.
Se o projeto de Lei do Senado for aprovado pelos deputados, a legislação passa a valer 180 dias após sua publicação no Diário Oficial da União.
Desde 2004, o programa Farmácia Popular já garante à população de todo o país medicamentos de graça ou com descontos de até 90%. Os remédios para hipertensão, diabetes e asma são fornecidos gratuitamente. Já os anticoncepcionais, fraldas geriátricas e remédios para o colesterol são subsidiados pelo governo. O programa, que está presente em mais de 80% dos municípios, beneficia cerca de 43 milhões de pessoas.
Segundo o senador Paulo Paim (PT-RS), o projeto surgiu de uma demanda de aposentados e pensionistas do Rio Grande do Sul, que se somaram a outros, em nível nacional. Para o autor da proposta, uma lei como essa é de extrema importância, já que os gastos dos aposentados com medicamentos são muito altos.
“É fundamental. Porque hoje, é inegável na verdade, neste país, que 80% dos aposentados ganham até dois salários mínimos, consequentemente, os salários deles acaba indo praticamente em remédios, alimentos e pagando aluguel. É uma forma deles terem condição de comprar os remédios que são vitais para a vida deles por um preço um pouco mais acessível”, ressalta.
De acordo com a relatora, senadora Mailza Gomes (PP-AC), a medida é justa e necessária e vai trazer melhor qualidade de vida para essa parcela da população.
“Visa a melhoria, a qualidade de vida para o aposentado, né? Que já ganha tão pouco, um salário mínimo, e ainda precisa manter a sua medicação que está custando aí metade do seu salário”, disse.
Se o projeto de Lei do Senado for aprovado pelos deputados, a legislação passa a valer 180 dias após sua publicação no Diário Oficial da União.
Por Cintia Moreira
Nota da Redação: Quem quiser pedir ao seu Deputado preferido um apoio para esta causa, basta entrar em contato com o gabinete. Para ter acesso aos endereços de e-mails dos deputados de todo o Brasil, clique aqui.
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