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sábado, 9 de maio de 2026

Passagem de comando: mãe inspira filho a seguir carreira como maquinista na Linha 7-Rubi



Maria Aparecida, uma das primeiras mulheres da operação ferroviária no trecho entre São Paulo e Jundiaí, acompanhou o início da trajetória de Ricardo Henrique como maquinista e recebeu homenagem pelo Dia das Mães

O Dia das Mães ganhou um significado especial nos trilhos da TIC Trens, concessionária responsável pela implantação, operação e manutenção dos futuros serviços TIC e TIM (Trem Intermetropolitano), assim como pela operação, manutenção e modernização da Linha 7-Rubi.

Nesta sexta-feira (08), a maquinista Maria Aparecida de Almeida Bancalero Aguiar, de 62 anos, viveu um momento simbólico ao acompanhar o filho Ricardo Henrique de Almeida Bancalero Aguiar, de 34 anos, durante seu período de prática operacional na linha.

Prestes a concluir a formação como maquinista, Ricardo preparou uma homenagem para a mãe, com a entrega de um presente e a leitura de uma carta. Na mensagem, destacou como a trajetória de Maria na ferrovia foi decisiva para inspirá-lo a mudar de carreira e seguir o mesmo caminho profissional.

“O fato de meus pais serem ferroviários sempre me inspirou. Cresci curioso sobre essa profissão e, depois de muitos anos trabalhando como designer gráfico, ilustrador e tatuador, decidi ingressar na ferrovia”, conta Ricardo. “Quando criança, tive a oportunidade de entrar na cabine de um trem e apertar a buzina. A partir daquele momento, esse sonho ficou guardado comigo até eu resolver seguir os passos da minha família”, relembra.

Dos assentos do trem para a cabine


Moradores de Pirituba, mãe e filho têm uma relação antiga com o transporte ferroviário. Desde os sete anos de idade, Ricardo utiliza a Linha 7-Rubi como principal meio de locomoção para trabalho, estudos e lazer. Agora, além de passageiro, está prestes a iniciar oficialmente sua trajetória na operação ferroviária.

“Tenho gravada na memória a primeira vez que ouvi a voz da minha mãe anunciando uma estação da Linha 7-Rubi. Lembro da emoção de contar para todo mundo que era ela quem estava conduzindo o trem”, afirma.

Uma das primeiras maquinistas da Linha 7-Rubi


Com 27 anos de atuação na ferrovia, Maria integrou uma das primeiras turmas de mulheres maquinistas da Linha 7-Rubi. Para ela, permanecer na profissão representa a continuidade de uma trajetória construída com dedicação ao transporte de passageiros.

“Quando comecei, ainda existia preconceito contra mulheres conduzindo trens. Com o tempo, conquistamos nosso espaço e mostramos que as ferroviárias têm plena capacidade de atuar na condução com segurança e responsabilidade”, destaca.

Maria conta que sua relação com a ferrovia começou antes mesmo da profissão. “Meu esposo era ferroviário. Antes de conhecê-lo, eu nunca tinha andado de trem, mas passei a gostar desse universo e decidi que também queria trabalhar na área. Quando surgiu o concurso para maquinista, em 1996, ainda existiam poucas mulheres na profissão. Na minha turma, éramos apenas três”, relembra.

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Prefeitura de São Paulo leva estudantes da rede pública para visita em bibliotecas temáticas da cidade

De 7 a 15 de maio, parceria intersecretarial oferece espetáculos e oficinas na Semana da Leitura





A Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa por meio do Sistema Municipal de Bibliotecas em parceria com a Secretaria Municipal de Educação realiza, de 7 a 15 de maio, a Semana da Leitura, iniciativa que promove visitas guiadas de escolas públicas às bibliotecas temáticas municipais

As bibliotecas temáticas da capital paulista, além do acervo comum, também recebem coleções especializadas e programação permanente em diferentes áreas, como Cultura Afro-brasileira, Direitos Humanos, Feminista, Literatura Fantástica, Música, Poesia, Cinema, Ciências, Meio Ambiente e Cultura Popular.

A programação começa na quinta (07), às 14h, na Biblioteca Prestes Maia, com o espetáculo musical “Lispectorianinhas – Cantigas para Clarice Lispector”. Na sexta (08), às 15h, a Biblioteca Castro Alves recebe a oficina “Recriarte”, que ensina como criar do zero, brinquedos com materiais recicláveis.

Na terça-feira (12), a programação acontece em dois espaços. Às 10h, a Biblioteca Belmonte recebe a vivência artística “Uma história conta outra”, um ateliê infantil que estimula a imaginação a partir da transformação de objetos que já não têm uso em novos brinquedos. Às 11h, a Biblioteca Parque São Rafael recebe a intervenção “Arte ao Vivo!”, com a criação de um mural coletivo.

Na quarta (13), o dia será de apresentações teatrais em diferentes regiões. Às 9h, as bibliotecas Érico Veríssimo e Padre José de Anchieta recebem, respectivamente, os espetáculos “Missão: O Mundo Caiu!” e “Circus – A Nova Tournée”. Às 14h, a Biblioteca Jardim Lapenna apresenta nova sessão de “Missão: O Mundo Caiu!”. Às 16h, a Biblioteca Mário Schenberg tem a apresentação de “Ciência em Histórias”.

A Biblioteca Afonso Schmidt recebe o espetáculo circense “Circus – A Nova Tournée” na quarta-feira (14), às 9h. À tarde, às 14h, a Biblioteca Jayme Cortez apresenta o musical “Show Borboletrando”, com músicas clássicas da cultura brasileira.


Encerrando a programação, na sexta (15), a Biblioteca Thales Castanho de Andrade recebe, às 11h, “Los Xerebas”, intervenção artística comandada por dois palhaços brincalhões. Às 14h, a Biblioteca Álvaro Guerra terá a oficina de materiais recicláveis “Recriarte”, e às 14h30 a Biblioteca Pedro Nava promove o espetáculo teatral “Arvoreteca”, que propõe reflexões sobre o meio ambiente.


Saiba mais sobre as bibliotecas temáticas: Link

Confira mais no site oficial. Acompanhe as redes sociais da SMC e o site SP+Cultura para mais informações sobre a programação das Casas de Cultura, Centros Culturais, Teatros, Museus e Bibliotecas da Prefeitura.

Sobre a Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa

A Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa (SMC) de São Paulo, fundada em 1935 como Departamento de Cultura e Recreação, promove a cultura e impulsiona a economia criativa da cidade. Com mais de 90 anos de atuação, valoriza a diversidade cultural, preserva patrimônios e forma profissionais para a indústria criativa. Com uma rede abrangente, a SMC administra 13 Centros Culturais, 7 Teatros Municipais, 21 Casas de Cultura, 2 museus (sendo o Museu da Cidade de São Paulo - composto de 13 unidades - e o Museu das Culturas Brasileiras em fase de obras), 54 Bibliotecas de Bairro, 15 Pontos de Leitura e 15 Bosques de Leitura, 6 EMIAs (Escolas Municipais de Iniciação Artística) e 3 unidades da Rede Daora - Estúdios Criativos das Juventudes. A SMC ainda atende 104 equipamentos de cultura e CEUs por meio do PIAPI (Programa de Iniciação Artística para a Primeira Infância), PIÁ (Programa de Iniciação Artística) e Programa Vocacional.

quarta-feira, 6 de maio de 2026

CAIXA LANÇA O PROGRAMA “JUNTOS POR ELAS – PELO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES”

Iniciativa fortalece ações de prevenção e enfrentamento à violência, incluindo o combate ao assédio


A CAIXA lançou, nesta terça-feira (5), o programa “Juntos Por Elas – Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres”. Em evento realizado na CAIXA Cultural Brasília, com a presença do presidente da CAIXA, Carlos Vieira, da ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, e outras autoridades, o banco apresentou diversas ações que visam à proteção das mulheres por meio da prevenção e do enfrentamento à violência, incluindo o combate ao assédio e à importunação sexual no ambiente de trabalho.


Autoridades e convidados durante cerimônia de lançamento do programa “Juntos por Elas”. Foto: Robson Cesco/CAIXA

Carlos Vieira falou sobre o papel da CAIXA na transformação da sociedade. “A CAIXA tem nas suas mãos a riqueza para transformar a sociedade. Um desses exemplos é o microcrédito, que quando tomado por empreendedoras, muda a realidade de mulheres e as tiram de uma situação de violência gerada por dependência econômico-financeira. Eu tenho muito orgulho de presidir o banco que tem como propósito mudar a vida das pessoas”, afirmou Vieira.

A ministra da Igualdade Racial, Raquel Barros, trouxe ao debate a necessidade de iniciativas conjuntas para modificar a realidade. “Estamos reunidos aqui hoje para mostrar com dados, com ações concretas, que é possível transformar a realidade. Se a gente quer as pessoas transformando as suas realidades, a gente precisa sobretudo garantir que a gente combata o racismo, o sexismo e o machismo na nossa sociedade. Por isso que estar aqui construindo essas ações é mostrar que a gente está trabalhando para modificar esta realidade”, disse a ministra.



“Entre a coragem e o perigo, reside a atitude. É exatamente a atitude que faz com que a coragem ganhe espaço e o perigo seja vencido”, disse o presidente da CAIXA, Carlos Vieria. Foto: Robson Cesco/CAIXA


Acordos:

O presidente Carlos Vieira realizou a assinatura de três Acordos de Cooperação Técnica (ACT). O primeiro, com Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, fortalece ações de valorização à diversidade, da equidade e da inclusão no ambiente organizacional.

Com o Ministério da Igualdade Racial, o ACT reafirma o enfrentamento ao racismo e a necessidade de ampliação de oportunidades, com especial atenção às mulheres.

O terceiro ACT foi assinado em conjunto com o Ministério das Mulheres, ampliando iniciativas de conscientização, acolhimento e proteção de direitos, fortalecendo o compromisso institucional com ambientes seguros, inclusivos e respeitosos.


Momento de assinatura dos Acordos de Cooperação Técnica. Foto: Robson Cesco/CAIXA

“O evento é o marco inicial e institucional do programa, com o objetivo de promover a reflexão sobre o tema. O banco, com sua missão pública e seu papel histórico como agente de políticas públicas, busca propagar iniciativas de impacto social, fazendo uso de seus canais de divulgação e de suas unidades físicas em todo o território nacional”, disse Vieira.

A ação está alinhada com o Pacto Brasil contra o Feminicídio, iniciativa de caráter nacional que articula esforços dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário na promoção da proteção integral às mulheres.

Juntos Por Elas:

O programa contribui de forma direta para:O encaminhamento voluntário de mulheres vítimas de violência ao apoio humanizado em espaços de grande circulação, como agências bancárias e caixas culturais;

A ampliação do acesso à informação, fortalecendo a rede de proteção às mulheres;

A sensibilização da sociedade quanto à gravidade e às múltiplas formas de violência contra a mulher;

O fortalecimento das políticas públicas, por meio da articulação com Ministérios, órgãos do Sistema de Justiça, segurança pública, governos locais e organizações da sociedade civil;

A promoção da mudança cultural, envolvendo mulheres e homens, especialmente lideranças e formadores de opinião, no enfrentamento da violência contra as mulheres.

Inicialmente, todas as unidades da CAIXA Cultural contarão com empregados e prestadores de serviços voluntários que fornecerão acolhimento e esclarecimentos a mulheres em situação de violência. O projeto piloto será expandido para diversas agências do banco pelo país.


A CAIXA ainda disponibilizará informações sobre o assunto por meio de material de divulgação como cartazes, senhas de atendimento e em sua comunicação interna, com ampla divulgação do Disque 180.

Outras ações de prevenção e combate à violência contra a mulher:

Está previsto também o fortalecimento do Programa Acolhe CAIXA, iniciativa exclusiva dedicada ao acolhimento de empregadas da instituição em situação de violência doméstica e familiar, que completa, neste mês, cinco anos de atuação.

O Acolhe oferece apoio por meio de escuta qualificada e humanizada, com garantia de sigilo, além de orientações para acesso à rede pública de serviços especializados, como atendimento psicossocial, registro de denúncias e assistência jurídica. Além disso, contempla medidas de apoio, visando à redução da situação de vulnerabilidade das empregadas. O canal pode ser acionado tanto por empregadas em situação de violência quanto por qualquer empregado ou empregada que busque orientações sobre o tema ou queira apoiar colegas.

Além dessas ações, outras de ampla divulgação, capacitação e acolhimento estão previstas, como:Sensibilização e capacitação, com certificação, voltadas inicialmente à liderança masculina da CAIXA, incluindo a formação de embaixadores do tema, com apoio de empresa especializada.

Inserção do tema em eventos de grande público, com participação de atletas e artistas patrocinados pela CAIXA.

Alteração das minutas contratuais de patrocínios para inclusão de cláusulas que exijam das entidades patrocinadas ações de prevenção e combate à violência contra a mulher, bem como capacitação sobre o tema.

Capacitação das assistentes sociais para atendimento às mulheres que recebem imóveis do MCMV Faixa I.

Sensibilização e capacitação em canteiros de obras para prevenção à violência contra a mulher, em parceria com as construtoras que venham a aderir ao Programa.

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Sami Saúde anuncia menor reajuste de sua história e consolida modelo sustentável de cuidado coordenado




    Com índice de 5,27%, operadora registrou um cenário positivo de eficiência e previsibilidade em um momento de alta nos custos de saúde

    A Sami, plano de saúde que une o cuidado do médico pessoal à praticidade digital, acaba de anunciar o menor reajuste anual de sua trajetória: 5,27%. O índice marca um momento de consolidação do modelo sustentável da healthtech, que acontece ao mesmo tempo em que a inflação médica projetada para o Brasil em 2026 é de 11%. Com o resultado, a operadora comprova que a união entre tecnologia e vínculo médico é o caminho para um sistema de saúde mais equilibrado a longo prazo.

    Para alcançar este índice em 2026, a companhia apostou na coordenação da experiência do cliente para minimizar desperdícios. Enquanto o sistema tradicional muitas vezes impõe uma jornada fragmentada, com idas e vindas entre especialistas e exames repetidos, a Sami foca no médico pessoal como guia central. Este modelo permite resolver 80% das queixas diretamente com a equipe médica interna, garantindo que o histórico de saúde do membro esteja sempre centralizado e que o sistema seja utilizado de forma inteligente.

    Outro pilar fundamental para este resultado é o uso de dados para simplificar o cuidado. A tecnologia da Sami facilita o acesso e possibilita uma economia real não apenas financeira, mas de tempo para os membros. No último ano, o uso do Pronto-Socorro Online cresceu 40%, com o tempo médio de espera de até 1 minuto para o primeiro contato com a equipe médica. Ao realizar mais de 90% dos atendimentos de forma digital, a operadora conseguiu ajustar a jornada para urgências leves, reduzindo custos que, no modelo convencional, representam peso financeiro desnecessário (e reajuste alto) para as empresas.

    “A estratégia reduz custos relacionados a atendimentos de urgência de baixa complexidade, considerados um dos principais focos de ineficiência do sistema tradicional de saúde. O índice de atendimentos digitais contrasta com o modelo predominante no setor, ainda concentrado em estruturas presenciais que em muitos casos não são necessárias, são menos eficientes, menos convenientes para o paciente e mais caras. Mas ainda assim, quando é preciso atendimento presencial, os membros sempre têm acesso ao seu médico pessoal para guiá-lo do melhor caminho para acessar”, afirma o presidente da Sami, Vitor Asseituno. Hoje a operadora trabalha com 4 clínicas próprias para atendimento presencial e centenas de parceiros na Grande São Paulo. O executivo ainda complementa sobre o modelo: “o nosso resultado mostra que é possível oferecer um cuidado melhor gastando menos. Quando o médico conhece o paciente e usa dados para prever riscos, eliminamos o desperdício e repassamos os ganhos para os membros, como fizemos agora com esse reajuste bem abaixo da média do setor”.

    A estratégia preventiva também foi decisiva. Além do monitoramento individual de saúde, a Sami investe em iniciativas de bem-estar. Dados da operadora mostram que membros que utilizam plataformas parceiras de atividade física (como o Wellhub, antigo Gympass) apresentam uma sinistralidade menor.

    A tecnologia também foi aliada para elevar o padrão de consistência na jornada do paciente. Além de auxiliar e resolver burocracias, a tecnologia atua para identificar padrões de saúde e garantir que cada indicação clínica seja a mais adequada para o caso. Isso assegura o cuidado certo na hora certa e elimina ineficiências, consolidando um modelo de saúde onde a transparência e a melhor conduta médica são a regra para todos os atendimentos.

    “Estamos crescendo em um cenário de grande pressão sobre as operadoras para equilibrar qualidade e sustentabilidade financeira. O que a Sami prova é que, ao apostar na coordenação do cuidado e na digitalização, é possível ganhar escala sem perder o lado humano. Nosso modelo centrado no vínculo médico e no acompanhamento contínuo não é apenas uma escolha técnica, é um movimento que acompanha uma mudança definitiva na forma como o brasileiro quer e precisa acessar a saúde”, finaliza Asseituno.


Sobre a Sami


    A Sami é uma operadora de planos de saúde que nasceu para fazer o plano de saúde funcionar de verdade. A empresa combina tecnologia, cuidado médico contínuo e um modelo eficiente para oferecer uma experiência de saúde completa, física e mental, simples, confiável e resolutiva. Seu foco está na saúde total do membro ao longo do tempo, e não apenas em atendimentos pontuais.

    A proposta parte da convicção de que saúde exige vínculo, continuidade e responsabilidade. Por isso, o cuidado é estruturado a partir de um médico pessoal, que acompanha cada membro de forma próxima e coordenada. Esse modelo evita fragmentação, reduz desperdícios e garante decisões médicas mais precisas, promovendo qualidade assistencial e eficiência.

    Na Sami, o plano de saúde deixa de ser sinônimo de burocracia e passa a atuar como um aliado. A empresa assume a complexidade do sistema de saúde para que o membro tenha uma jornada simples, ágil e segura, com um cuidado que gera confiança e é justo tanto para a vida quanto para o bolso.