Parceria com a V.ROM resulta em calçados exclusivos para o inverno 2011
A V.ROM apresentou ontem sua coleção de inverno no SPFW, que comemora 15 anos de existência. O desfile teve como inspiração o homem aventureiro em uma história de buscas, resultando em alfaiataria desconstruída que chegou às passarelas com ar mais descontraído.
Pertencente ao grupo Cavalera, a marca tem no comando da direção criativa Igor de Barros, que, em parceria com a Rainha, elaborou calçados exclusivos para o inverno. Os modelos são de cano alto, feitos de couro ou moletom, forrados com tecido e com o detalhe do cadarço elástico, para melhor ajuste aos pés.
Os tênis compõem a coleção que traz tecidos tecnológicos, estampas de lírios e desenhos que remetem a um caderno de viagem. Na cartela de cores, predominam os tons escuros, como preto, oliva e marrom. O vermelho lavado, o curry, o azulado e o branco aparecerem para iluminar os looks.
Os tênis foram produzidos em tiragem limitada e serão vendidos na loja própria da V.ROM, em São Paulo, e nas lojas da Cavalera.
Sobre a Rainha
A Rainha é uma tradicional marca esportiva brasileira, com mais de 77 anos de história. No passado, a marca foi sinônimo de apoio ao esporte e de produtos para profissionais e amadores praticantes de vôlei, basquete, futsal e outras modalidades. Nos últimos anos, a Rainha passou a atuar também na linha casual, com calçados e roupas de visual inovador e design moderno, para homens e mulheres de todas as idades.
Fonte: Natalia Ceripieri
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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
domingo, 9 de janeiro de 2011
Grife masculina se inspira na obra de Burle Marx para sua nova coleção
Toolstoy Inverno/11
Ficha técnica da campanha:
- Styling: Thidy Alvis (Glloss)
- Beleza: Fábio Ziccardi (Glloss)
- Direção de arte: Image Consult
- Assessoria de comunicação: Duopress
www.toolstoy.com.br
Para o inverno/11 a Toolstoy, marca de moda masculina dos sócios Galvão, Ricardo Ikeizume e Marcos Leandro, se inspirou nas telas e mosaicos de Burle Marx. Característica principal da grife, a cartela de cores é ampla, como pode ser observado na obra “Jardim Palácio Capanema”. Verde, vermelho, laranja, roxo, ocre, marrom, vinho, cinza, preto e branco. Outra aposta da marca foi um mix variado da padronagem xadrez, indo do tartan inglês nas peças de alfaiataria, ao folk americano nas peças mais casuais. Para esse homem contemporâneo, que é multifacetado, a marca oferece possibilidades para todos os seus momentos: bermudas cargo, camisas xadrez, calças de alfaiataria, jaquetas e cachecóis. Homenageando o trabalho do artista utilizando a flora brasileira, estampas florais aparecem em diversas peças, com destaque para a clássica Liberty.
Ficha técnica da campanha: - Fotos: Flamínio Jallageas
- Beleza: Fábio Ziccardi (Glloss)
- Modelo: Israel Hamann (Elite)
- Direção de arte: Image Consult
- Assessoria de comunicação: Duopress
www.toolstoy.com.br
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Homens são 71,1% das vítimas de violência urbana
Vítimas, em geral, têm de 20 a 29 anos, são de cor parda e dizem ter de 5 a 8 anos estudo. Mais de 40% das vítimas do sexo masculino disseram ter ingerido bebida alcoólica antes de sofrer a violência
Os homens jovens, de 20 a 29 anos, de cor parda e com escolaridade média de 5 a 8 anos de estudo foram as principais vítimas de violência urbana no Brasil em 2009. Do total de 4.019 atendimentos em unidades de referência para acidentes e violências, 2.915 foram de pessoas do sexo masculino (71,1%), contra 1.098 do sexo feminino (28,7%).
Os dados são do Sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA) e foram coletados com base nos registros de 74 unidades sentinelas de 23 capitais e Distrito Federal, entre setembro e novembro de 2009. O número total de atendimentos decorrentes de violências correspondeu a 10,1% da amostra do estudo, que inclui, ainda, os casos de acidentes (89,9% do tototal).
Este inquérito permite ao Ministério da Saúde traçar o perfil de pessoas vítimas de acidentes e de violências para, a partir dessas informações, subsidiar ações de enfrentamento a esses problemas consolidados em políticas públicas de prevenção e de promoção da saúde e de cultura de paz.
“Sabe-se que os homens se expõem mais aos fatores de risco do que as mulheres e a maioria dos casos ocorreram em via pública, caracterizando violência urbana”, esclarece a coordenadora da área de Vigilância e Prevenção de Acidentes e Violências do Departamento de Análise de Situação de Saúde (Dasis), Marta Silva.
Os dados confirmam tendência verificada na primeira edição do VIVA, em 2006, de que os homens se envolvem mais em atos violentos do que as mulheres. As principais vítimas foram pessoas jovens, na faixa dos 20 aos 29 anos. Os percentuais foram de 36,5% para os homens e de 30,7% entre as mulheres.
Em segundo lugar, com 20,6%, estão as pessoas de 30 a 39 anos para o sexo masculino; e de 10 a 19 anos para o sexo feminino. Em terceiro aparecem pessoas com idade entre 10 a 19 anos para homens (17,9%) e de 30 a 39 para mulheres (20,5%).
Em 30,2% dos casos as vítimas declararam ter de 5 a 8 anos de estudo. Outros 27,7% dos entrevistados disseram ter entre 9 a 11 anos de escolaridade. O percentual dos que frequentaram a rede de ensino por um período de até 4 anos foi de 23,9%. O questionário não foi aplicado a crianças com menos de 6 anos e a portadores de transtorno mental grave.
BEBIDA ALCOÓLICA – Mais de um terço das pessoas que buscaram atendimento médico em unidades de urgência e emergências para violências chegaram alcoolizadas ao local. Do total de 4.019 pessoas avaliadas, 1.446 (37,5%) declaram ter ingerido bebida alcoólica antes de se envolver em situações de violência. Realizado desde 2006, esta é a primeira vez que o estudo incluiu a pergunta direta à pessoa atendida sobre uso de bebida alcoólica.
Além do alto índice de pessoas atendidas que admitiram ter bebido, outras 1.288 (31,3%) foram classificadas como suspeitas pelos entrevistados de estarem alcoolizados ao chegar aos serviços de atendimento a vítimas de violência.
Nesse quesito, os percentuais entre os homens são o dobro daqueles verificados para as mulheres – 41,6% dos pacientes do sexo masculino declararam ter bebido, e outros 36,7% foram suspeitos de beber álcool no dia que procuraram atendimento médico. Para as mulheres, os percentuais foram de 21,1% e 18%, respectivamente, para as que afirmaram ter bebido e as que ficaram sob suspeita.
Para o Ministério da Saúde, esse dado pode estar associado ao tipo de violência (89,5% dos casos registrados foram agressão/maus-tratos), ao local de ocorrência (41,4% ocorreu em via pública e 33,7% em residências) e ao provável autor de agressão (desconhecido 37,2% e amigo ou conhecido 29,7%), o que caracteriza a violência urbana e intrafamiliar.
RAÇA E COR – O número de pessoas de cor parda (2.207) e preta (714) vítimas de violências somou 2.921 atendimentos do total de 4.019 registrados pelo VIVA. Isso corresponde a 72,8% dos atendimentos entre setembro e novembro de 2009. O total de pessoas de cor branca somou 907 atendimentos (26,3%). Os serviços atenderam, ainda, 90 pessoas (2,3%) de cor amarela e 22 indígenas (0,5%). Setenta e dois (1,7%) registros ficaram sem informação sobre raça e cor.
“O fato de temos a maioria dos atendimentos ocorrendo na parcela identificada como parda e preta aponta para as relações de gênero e racismo. Sabe-se que as diferenças raciais associam-se às desigualdades sociais, que condicionam as ocorrências de eventos violentos nas comunidades”, afirma Marta Silva.
VIOLÊNCIA FÍSICA – Os dados do Ministério da Saúde revelam que a agressão física é responsável por 94,1% dos atendimentos a pessoas vítimas de violências nas unidades de urgência e emergência. Do total de 4.012 pessoas atendidas, 3.346 foram vítimas de violência ou agressão.
A maior parte das agressões (37,2%) foi cometida por pessoa desconhecida. No entanto, amigos ou conhecidos aparecem como segundo grupo de prováveis autores das agressões (29,7%). Em terceiro lugar, surgem os ex-companheiros das vítimas (13,5%), o que revela a violência doméstica.
Porém, a soma dos percentuais em que os(as) prováveis autores(as) das agressões são pessoas próximas das vítimas (familiares, amigos, conhecido, companheiro ou companheira) chega a 55,6% dos casos.
Os homens são citados como prováveis autores da agressão em 77,7% dos casos. Para mulheres, o percentual é seis vezes menor (13,1%).
A força física foi relatada como principal meio de agressão, tanto no geral (61,7%) quanto para os sexos feminino (73,6%) e masculino (57,2%). Em segundo lugar as agressões com uso de armas brancas e objetos perfurocortantes como facas (29,8%) para os homens e ameaça verbal (27,7%) para as mulheres.
Em 50,3% de todos os casos, cortes ou laceração foram os resultados do ato violento. As áreas preferenciais para as agressões foram o rosto e outras regiões da cabeça (32,3%), especialmente entre homens (34,4%). Entre as mulheres o percentual foi de 27,2%.
No geral, os braços vêm em segundo lugar como alvo preferencial das agressões (20,7%). Os percentuais são próximos para os sexos feminino (21,6%) e masculino (20,3%). Aqueles que tiveram múltiplos órgãos e regiões do corpo atingidas corresponderam a 14,1% do total de registros, 14,7% entre mulheres e 13,8% dos homens.
De acordo com o Dasis, o inquérito realizado com as informações do VIVA capta mais facilmente as violências que resultam em algum tipo de lesão física, como os traumas, ferimentos e fraturas, os quais demandam atendimento de serviço hospitalar.
“As agressões físicas são as causas destes tipos de lesões, por isso o seu predomínio dentre os atendimentos provocados por violências. No entanto, ainda existem outros tipos de violência, que não a física, captadas pelo inquérito e que são minoria, pois às vezes nem chegam a procurar atendimento nos serviços de emergência”, explica Marta Silva. “Esses casos podem estar associados à violência contra criança sem lesão física grave, à violência sexual e psicológica ou negligência”.
O local mais comum da violência foi à via pública, como ruas e praças (41,4%), seguida da residência (33,7%). As pessoas do sexo feminino foram mais vítimas de violências nas residências (56%) e as do sexo masculino foram mais vitimados nas vias públicas (47,9%). Em geral, a violência ocorre nos fins de semana (44,2%) e os atendimentos são mais comuns à noite, entre 18h e 0h.
Os homens jovens, de 20 a 29 anos, de cor parda e com escolaridade média de 5 a 8 anos de estudo foram as principais vítimas de violência urbana no Brasil em 2009. Do total de 4.019 atendimentos em unidades de referência para acidentes e violências, 2.915 foram de pessoas do sexo masculino (71,1%), contra 1.098 do sexo feminino (28,7%).
Os dados são do Sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA) e foram coletados com base nos registros de 74 unidades sentinelas de 23 capitais e Distrito Federal, entre setembro e novembro de 2009. O número total de atendimentos decorrentes de violências correspondeu a 10,1% da amostra do estudo, que inclui, ainda, os casos de acidentes (89,9% do tototal).
Este inquérito permite ao Ministério da Saúde traçar o perfil de pessoas vítimas de acidentes e de violências para, a partir dessas informações, subsidiar ações de enfrentamento a esses problemas consolidados em políticas públicas de prevenção e de promoção da saúde e de cultura de paz.
“Sabe-se que os homens se expõem mais aos fatores de risco do que as mulheres e a maioria dos casos ocorreram em via pública, caracterizando violência urbana”, esclarece a coordenadora da área de Vigilância e Prevenção de Acidentes e Violências do Departamento de Análise de Situação de Saúde (Dasis), Marta Silva.
Os dados confirmam tendência verificada na primeira edição do VIVA, em 2006, de que os homens se envolvem mais em atos violentos do que as mulheres. As principais vítimas foram pessoas jovens, na faixa dos 20 aos 29 anos. Os percentuais foram de 36,5% para os homens e de 30,7% entre as mulheres.
Em segundo lugar, com 20,6%, estão as pessoas de 30 a 39 anos para o sexo masculino; e de 10 a 19 anos para o sexo feminino. Em terceiro aparecem pessoas com idade entre 10 a 19 anos para homens (17,9%) e de 30 a 39 para mulheres (20,5%).
Em 30,2% dos casos as vítimas declararam ter de 5 a 8 anos de estudo. Outros 27,7% dos entrevistados disseram ter entre 9 a 11 anos de escolaridade. O percentual dos que frequentaram a rede de ensino por um período de até 4 anos foi de 23,9%. O questionário não foi aplicado a crianças com menos de 6 anos e a portadores de transtorno mental grave.
BEBIDA ALCOÓLICA – Mais de um terço das pessoas que buscaram atendimento médico em unidades de urgência e emergências para violências chegaram alcoolizadas ao local. Do total de 4.019 pessoas avaliadas, 1.446 (37,5%) declaram ter ingerido bebida alcoólica antes de se envolver em situações de violência. Realizado desde 2006, esta é a primeira vez que o estudo incluiu a pergunta direta à pessoa atendida sobre uso de bebida alcoólica.
Além do alto índice de pessoas atendidas que admitiram ter bebido, outras 1.288 (31,3%) foram classificadas como suspeitas pelos entrevistados de estarem alcoolizados ao chegar aos serviços de atendimento a vítimas de violência.
Nesse quesito, os percentuais entre os homens são o dobro daqueles verificados para as mulheres – 41,6% dos pacientes do sexo masculino declararam ter bebido, e outros 36,7% foram suspeitos de beber álcool no dia que procuraram atendimento médico. Para as mulheres, os percentuais foram de 21,1% e 18%, respectivamente, para as que afirmaram ter bebido e as que ficaram sob suspeita.
Para o Ministério da Saúde, esse dado pode estar associado ao tipo de violência (89,5% dos casos registrados foram agressão/maus-tratos), ao local de ocorrência (41,4% ocorreu em via pública e 33,7% em residências) e ao provável autor de agressão (desconhecido 37,2% e amigo ou conhecido 29,7%), o que caracteriza a violência urbana e intrafamiliar.
RAÇA E COR – O número de pessoas de cor parda (2.207) e preta (714) vítimas de violências somou 2.921 atendimentos do total de 4.019 registrados pelo VIVA. Isso corresponde a 72,8% dos atendimentos entre setembro e novembro de 2009. O total de pessoas de cor branca somou 907 atendimentos (26,3%). Os serviços atenderam, ainda, 90 pessoas (2,3%) de cor amarela e 22 indígenas (0,5%). Setenta e dois (1,7%) registros ficaram sem informação sobre raça e cor.
“O fato de temos a maioria dos atendimentos ocorrendo na parcela identificada como parda e preta aponta para as relações de gênero e racismo. Sabe-se que as diferenças raciais associam-se às desigualdades sociais, que condicionam as ocorrências de eventos violentos nas comunidades”, afirma Marta Silva.
VIOLÊNCIA FÍSICA – Os dados do Ministério da Saúde revelam que a agressão física é responsável por 94,1% dos atendimentos a pessoas vítimas de violências nas unidades de urgência e emergência. Do total de 4.012 pessoas atendidas, 3.346 foram vítimas de violência ou agressão.
A maior parte das agressões (37,2%) foi cometida por pessoa desconhecida. No entanto, amigos ou conhecidos aparecem como segundo grupo de prováveis autores das agressões (29,7%). Em terceiro lugar, surgem os ex-companheiros das vítimas (13,5%), o que revela a violência doméstica.
Porém, a soma dos percentuais em que os(as) prováveis autores(as) das agressões são pessoas próximas das vítimas (familiares, amigos, conhecido, companheiro ou companheira) chega a 55,6% dos casos.
Os homens são citados como prováveis autores da agressão em 77,7% dos casos. Para mulheres, o percentual é seis vezes menor (13,1%).
A força física foi relatada como principal meio de agressão, tanto no geral (61,7%) quanto para os sexos feminino (73,6%) e masculino (57,2%). Em segundo lugar as agressões com uso de armas brancas e objetos perfurocortantes como facas (29,8%) para os homens e ameaça verbal (27,7%) para as mulheres.
Em 50,3% de todos os casos, cortes ou laceração foram os resultados do ato violento. As áreas preferenciais para as agressões foram o rosto e outras regiões da cabeça (32,3%), especialmente entre homens (34,4%). Entre as mulheres o percentual foi de 27,2%.
No geral, os braços vêm em segundo lugar como alvo preferencial das agressões (20,7%). Os percentuais são próximos para os sexos feminino (21,6%) e masculino (20,3%). Aqueles que tiveram múltiplos órgãos e regiões do corpo atingidas corresponderam a 14,1% do total de registros, 14,7% entre mulheres e 13,8% dos homens.
De acordo com o Dasis, o inquérito realizado com as informações do VIVA capta mais facilmente as violências que resultam em algum tipo de lesão física, como os traumas, ferimentos e fraturas, os quais demandam atendimento de serviço hospitalar.
“As agressões físicas são as causas destes tipos de lesões, por isso o seu predomínio dentre os atendimentos provocados por violências. No entanto, ainda existem outros tipos de violência, que não a física, captadas pelo inquérito e que são minoria, pois às vezes nem chegam a procurar atendimento nos serviços de emergência”, explica Marta Silva. “Esses casos podem estar associados à violência contra criança sem lesão física grave, à violência sexual e psicológica ou negligência”.
O local mais comum da violência foi à via pública, como ruas e praças (41,4%), seguida da residência (33,7%). As pessoas do sexo feminino foram mais vítimas de violências nas residências (56%) e as do sexo masculino foram mais vitimados nas vias públicas (47,9%). Em geral, a violência ocorre nos fins de semana (44,2%) e os atendimentos são mais comuns à noite, entre 18h e 0h.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
STUDIO W APRESENTA NOVA LINHA MASCULINA DA KÉRASTASE
O Kérastase Homme é um serviço exclusivo para eles e tem três linhas
O Studio W traz em primeira mão uma novidade para os homens: a linha Kérastase Homme, especialmente desenvolvida para cuidar dos fios deles. A principal preocupação dos homens é a queda de cabelos e pensando nisso a Kérastase desenvolveu três linhas que combatem os principais agravantes: anti-oleosidade, anti-caspa e densificador.
A linha Homme é a primeira linha masculina com o système Taurine, uma composição de ingredientes específicos como a Taurina, um aminoácido que age na fibra capilar combatendo a queda, a Biotina, uma vitamina que auxilia a prevenção e a Arginina, componente do aminoácido da queratina para aumentar a oxigenação e o crescimento dos fios. Cada linha apresenta agentes específicos:
Anti-oleosidade: amino-acid derivative (regula e combate o excesso de oleosidade)
Anti-caspa: piroctone olamine (ativo anti-caspa que remove os flocos e ajuda a evitar a recorrência da caspa)
Densificador: styling polymer (ativo texturizante para cabelos mais densos e grossos)
Sobre o Studio W
O grupo Studio W surgiu no ano de 1999, no bairro de Higienópolis sob o comando do hairstylist Wanderley Nunes. No ano seguinte, chegou ao Shopping Iguatemi, onde consolidou sua marca e fama. O Studio W dita tendência, introduz novos conceitos e é sucesso entre celebridades, alta sociedade e antenados do mundo fashion e da moda. Profissionalismo e qualidade são sinônimos do grupo, que se preocupa desde a água (100% filtrada) com que os cabelos são tratados, até a saúde, com procedimento hospitalares para cuidados com instrumentos utilizados por manicures. Além disso, é marca registrada do Studio W o processo de formação e informação, de sua equipe, com atualização e treinamento constante. O grupo oferece todos os novos serviços e produtos do mercado de luxo, aliados à mais moderna tecnologia. Possui hoje três unidades na cidade de São Paulo (Higienópolis, Iguatemi e Anália Franco), além de Campinas.Studio W Cabeleireiros
SAC 0800-770-0084
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Ministério da Saúde incentiva “pré-natal masculino”
Médicos do SUS orientam pais a realizarem exames durante gestação da parceira.
Depois de ampliar o acesso da população masculina à rede de saúde, a Política Nacional de Saúde do Homem – que este ano completa um ano – tem agora um novo desafio. Paralelamente às ações de incentivo ao aumento da quantidade de procedimentos urológicos no Sistema Único de Saúde (SUS) – como exames e cirurgias de próstata, vasectomia e fimose – a Política vai estimular os futuros pais a fazerem um check up durante o pré-natal da parceira.
A ideia é que os profissionais de saúde aproveitem o momento em que o homem está mais sensível – às vésperas de ser pai – para incentivá-lo não só a acompanhar as consultas durante os nove meses de gestação da parceira como também a realizarem exames preventivos. O princípio é: ele precisa se cuidar para cuidar da família. “É uma estratégia que estamos difundindo entre as secretarias municipais de Saúde”, informa José Luiz Telles, diretor do Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas (Dapes) do ministério, área responsável pela Coordenação de Saúde do Homem.
Às 18h desta terça-feira (14), em Brasília, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, encerra o I Seminário Internacional de Saúde do Homem nas Américas. Promovido pelo ministério, o encontro começou segunda-feira (13), no Palácio do Itamaraty. O objetivo é estabelecer uma agenda comum de cooperação internacional para estimular os homens a se envolverem nos cuidados preventivos com a saúde.
Participam do seminário autoridades e especialistas do Brasil e de mais 14 países. Durante o encontro, também serão apresentados exemplos de ações positivas implementadas no país com o objetivo de atrair os homens aos serviços de saúde.
EXEMPLOS – O Ministério da Saúde apoia diferentes iniciativas locais de “pré-natal masculino”. Em Ribeirão Preto (SP), profissionais do Hospital Universitário da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) incentivam os futuros pais a realizarem exames para diagnóstico precoce e tratamento de doenças que podem afetar a saúde da mulher e, por consequência, a do bebê.
As ações são desenvolvidas no campus da USP em Ribeirão Preto. O principal objetivo é combater Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), por meio de exames de sífilis, HIV e hepatites virais B e C. Na oportunidade, médicos também diagnosticam hipertensão arterial, diabetes e colesterol. Além disso, as Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Ribeirão Preto promovem reuniões mensais com os casais para informá-los sobre as alterações que podem ocorrer com a mulher e entre o casal durante a gravidez e o nascimento do filho.
“Consciente dessas mudanças, o homem tende a ficar mais compreensível com a parceira e entender melhor seus próprios sentimentos – o que reduz, inclusive, a violência doméstica”, destaca o diretor da faculdade de medicina da USP em Ribeirão Preto, Geraldo Duarte, responsável pela implementação do projeto no município. “Com isso, aumenta-se o vínculo entre a gestante e o companheiro e também entre ele e o filho”, completa.
Para realizar o trabalho com os homens, os médicos do hospital universitário foram capacitados a abordá-los de maneira acolhedora. A mulher é convocada a ir com o parceiro à primeira consulta do pré-natal, quando o médico prescreve exames para o homem e o convida a participar das reuniões de esclarecimentos e orientações.
Em Várzea Paulista (SP), a Secretaria Municipal de Saúde desenvolve um programa semelhante. Mas, com um diferencial: a realização de oficinas para os homens aprenderem a cuidar do bebê. Campinas também usa a estratégia. E em São José do Rio Preto (SP), o “pré-natal masculino” está previsto em lei municipal.
No Rio de Janeiro (RJ), a Secretaria Municipal de Saúde promove ações junto aos médicos da rede pública para que eles estimulem os futuros pais a cuidarem da saúde. O projeto foi batizado de Unidade de Saúde Parceira do Pai e tem como foco a sensibilização das unidades de saúde para que, gradativamente, elas ampliem as oportunidades de envolvimento e preocupação dos homens com a saúde deles e da família.
DOENÇAS –Considera-se que, por motivos culturais, os homens têm mais resistência a procurarem cuidados médicos e terem atitudes preventivas com relação a problemas de saúde. Segundo estudos do Ministério da Saúde, a população masculina geralmente procura os serviços de saúde por meio da atenção especializada, já com o problema de saúde detectado e em estágio de evolução.
Muitos deles também não seguem os tratamentos recomendados. Indicadores mostram que os homens têm hábitos de vida menos saudáveis e estão mais suscetíveis a fatores de risco para doenças crônicas.
“Eles utilizam mais álcool e outras drogas em maior quantidade do que as mulheres, não praticam atividade física com regularidade e se alimentam pior. Estão também mais expostos a acidentes de trânsito e de trabalho. Por isso, apresentam mais problemas de saúde do que elas e vivem, em média, 7,6 anos menos”, explica o diretor José Luiz Telles.
As internações de homens por transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de álcool representam 20% de todas as internações no SUS. Eles apresentam, entre outros problemas, mais doenças cardiovasculares, colesterol elevado, diabetes e hipertensão.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Novas opções de rejuvenescimento
Para quem não tem tempo para se submeter aos tratamentos estéticos a laser oferecidos nas clínicas, saiba que o mercado nacional possui dermocosméticos que hidratam, reparam, revitalizam e estimulam a renovação celular.
A beleza da pele também é uma questão de saúde: aumenta a autoestima, a confiança e o prazer de participar de compromissos sociais e até mesmo profissionais. Por esta razão, a mulher moderna não aceita passivamente o surgimento das linhas do envelhecimento, independente da classe econômica. Invariavelmente, elas acabam por buscar tratamentos mais eficazes, mais rápidos e menos invasivos como, por exemplo, o uso contínuo de dermocosméticos com ativos superpoderosos para rejuvenescer de forma natural.
Segundo dados do Sindicato dos Empregados e Profissionais Liberais em Estética e Cosmetologia do Estado de São Paulo (Sindestética) de 2002 a 2009, o setor cresceu 186%, ou seja, foram 3.460 clínicas novas de estética devidamente registradas pela Vigilância Sanitária. Embora sejam números plausíveis, por certo, nem todos os nichos da população podem custear um tratamento estético na clínica ou tem tempo para frequentar as sessões. Por isso, lembra, a Dra. Sheila Gonçalves, cosmetóloga e diretora técnica da Medicatriz Dermocosméticos, é possível, sim, também rejuvenescer com o uso diário de cosméticos. “Associado ao creme, é importante seguir alguns cuidados simples, como fazer a higienização (limpeza), hidratação e fotoproteção. São dicas imprescindíveis para quem quer retardar os sinais do envelhecimento ou ainda rejuvenescer a pele”, explica..
Em virtude da quantidade de marcas no mercado, alerta a cosmetóloga, o consumidor deve ter um pouco de paciência para encontrar a linha de produtos ideal para a sua pele e para o bolso. A dica é ficar atendo ao rótulo e procurar os ativos que não podem faltar como Silícios orgânicos, Desiskin, Lanablue, Extrato de Althéia, Ácido Hialurônico, dentre outros, que proporcionam melhor elasticidade, flexibilidade, resistência, efeito regenerador, hidratação da pele, além de outras substâncias encontradas, por exemplo, na linha Intensive Blue, da Medicatriz Dermocosméticos”, comenta ela. (veja abaixo, a linha completa)
Relacionado ao envelhecimento da pele, uma das maiores preocupações deve ser a área dos olhos, região mais susceptível ao envelhecimento porque possui uma pele muito fina e com poucas glândulas sebáceas, que resulta numa evaporação de água duas vezes maior em relação ao restante da face. Além disso, nessa região há menor quantidade de fibras colágenas e de elastina, podendo causar o aparecimento espontâneo, seja qual for à idade, de linhas nos cantos dos olhos (rugas de expressão) e de bolsas caracterizadas por pequenos acúmulos de gordura ou líquidos. “Recomendo, portanto, cuidados mais intensos com a pele a partir dos 20 anos, com o uso de dermocosméticos que promovam uma hidratação intensa, ação regeneradora, antirradicais livres, nutritiva e que ative a microcirculação”, observa a especialista.
Linha Intensive Blue
DENS-BLUE (SERUM DINAMIZANTE) - Atua de fora para dentro e de dentro para fora reativando o metabolismo celular; Preenche rugas e linhas de expressão por bio adesão; Age aumentando a densidade da pele; Possui em sua composição Densiskin em sinergia com o Lanablue (algas azuis) e o Ácido hialurônico com ações além de ser hidro calmante atenuando a irritação cutânea; É mais eficaz que o DMAE, pois este possui apenas ação imediata e não ativa o metabolismo celular; Não causa nenhuma agressão para a pele, além de favorecer a reestruturação cutânea de forma imediata e prolongada; Pode ser usado em todo tipo de pele inclusive masculina; É indicado a partir dos 25 anos.
CRYSTAL-BLUE (MICRO-DERMOABRASÃO COSMÉTICA) - Esfoliante a base de cristais de alumínio e lanablue que promove na pele uma microdermoabrasão cosmética. Remove as células mortas, além de uniformizar a textura cutânea. Para tratamento de revitalização, lifting cosmético, pescoço, colo e mãos.
SOY BLUE CREME NUTRITIVO - Creme facial cuja função é estimular o crescimento celular e repor lipídeos cutâneos; combate os radicais livres e devolve os nutrientes essenciais para a pele. Por ser uma base creme-gel (50% creme e 50% gel) sua textura é leve, além de ser um excelente nutritivo e revitalizante para peles maduras. Rico em ômega 3, 6 e 9, soja e Hibiscus e Lanablue. É regenerador, umectante, emoliente e antirradicais livres. Possui ótimo deslizamento penetrando rapidamente na pele sem deixá-la oleosa. É indicado para todos os tipos de pele desvitalizadas e manchadas. Pode ser utilizado no tratamento de pescoço, colo, mãos, pés e mamas.
MASK-BLUE (MÁSCARA TENSORA) - Máscara facial de efeito tensor para peles a partir dos 25 anos. Produto com ação efetiva nas rugas, sulcos e linhas de expressão. Possui proteínas da soja, turmalina( pedra semi-preciosa) e Lanablue que conferem ação revitalizante e iluminadora inclusive em peles após os 50 anos, amenizando possíveis lesões epidérmicas.
REVITA-BLUE (SERUM TENSOR) - Serum que contém Tensine, Nectapure, Trealose (açúcar do cactos) e Lanablue sendo indicado para ionização com ação tensora imediata atuando diretamente nas rugas e marcas de expressão, sem causar nenhum tipo de dano celular. Além disso, o Sérum Revita-blue auxilia na fixação de maquiagem na pele.
SUNCLAIR-BLUE (GEL CREME FPS 21) - Sun Clair foi desenvolvido com benefícios multifuncionais que possibilitam o cuidado, a proteção e a beleza diária da pele. Graças á associação de Água de coco, Silícios orgânicos e Melawhite, matérias-primas inovadoras e tecnologia avançada promove hidratação prolongada, devolvendo a elasticidade, e seus filtros solares protegem e previnem o envelhecimento precoce da pele e o aparecimento de possíveis manchas causadas pelo sol.
EYE BLUE (CREME ILUMINADOR DO OLHAR) – Devolve a iluminação (clareamento com ação anti-aging); Melhora a hidratação e nutrição; Promove emoliência, suavidade e maciez; Previne o aparecimento e disfarça as rugas; Promove aspecto repousante; Evita a formação de bolsas (depósitos de gordura e líquidos) e olheiras (pigmentação). Promove a proteção ao DNA celular e estímulo aos fibroblastos; Este produto promove a normalização de peles normais e secas com alto poder hidratante e nutritivo na área dos olhos devido a sua composição elaborada com 15 ativos em sinergia entre eles a Vitamina B3, Jambú Flor, Ácido hialurônico e Lanablue.
Resumo da Pauta: Os dermocosméticos com ativos adequados podem ser ótimas e acessíveis opções para quem não pode ou não possui tempo para frequentar as sessões de um tratamento na clínica estética, embora esse setor cresce significativamente a cada ano.
Fonte: Dra. Sheila Gonçalves - Diretora de Pesquisa e Desenvolvimento da Medicatriz Dermocosméticos, farmacêutica, consultora em cosmetologia, docente do curso de pós-graduação em Cosmetologia da Faculdade Oswaldo Cruz de São Paulo, foi colaboradora da primeira edição do livro “Cosmetologia Aplicada à Dermoestética” e pós-graduada no setor de cirurgia plástica da Universidade Federal de São Paulo. http://www.medicatriz.com.br/
A beleza da pele também é uma questão de saúde: aumenta a autoestima, a confiança e o prazer de participar de compromissos sociais e até mesmo profissionais. Por esta razão, a mulher moderna não aceita passivamente o surgimento das linhas do envelhecimento, independente da classe econômica. Invariavelmente, elas acabam por buscar tratamentos mais eficazes, mais rápidos e menos invasivos como, por exemplo, o uso contínuo de dermocosméticos com ativos superpoderosos para rejuvenescer de forma natural.
Segundo dados do Sindicato dos Empregados e Profissionais Liberais em Estética e Cosmetologia do Estado de São Paulo (Sindestética) de 2002 a 2009, o setor cresceu 186%, ou seja, foram 3.460 clínicas novas de estética devidamente registradas pela Vigilância Sanitária. Embora sejam números plausíveis, por certo, nem todos os nichos da população podem custear um tratamento estético na clínica ou tem tempo para frequentar as sessões. Por isso, lembra, a Dra. Sheila Gonçalves, cosmetóloga e diretora técnica da Medicatriz Dermocosméticos, é possível, sim, também rejuvenescer com o uso diário de cosméticos. “Associado ao creme, é importante seguir alguns cuidados simples, como fazer a higienização (limpeza), hidratação e fotoproteção. São dicas imprescindíveis para quem quer retardar os sinais do envelhecimento ou ainda rejuvenescer a pele”, explica..
Em virtude da quantidade de marcas no mercado, alerta a cosmetóloga, o consumidor deve ter um pouco de paciência para encontrar a linha de produtos ideal para a sua pele e para o bolso. A dica é ficar atendo ao rótulo e procurar os ativos que não podem faltar como Silícios orgânicos, Desiskin, Lanablue, Extrato de Althéia, Ácido Hialurônico, dentre outros, que proporcionam melhor elasticidade, flexibilidade, resistência, efeito regenerador, hidratação da pele, além de outras substâncias encontradas, por exemplo, na linha Intensive Blue, da Medicatriz Dermocosméticos”, comenta ela. (veja abaixo, a linha completa)
Relacionado ao envelhecimento da pele, uma das maiores preocupações deve ser a área dos olhos, região mais susceptível ao envelhecimento porque possui uma pele muito fina e com poucas glândulas sebáceas, que resulta numa evaporação de água duas vezes maior em relação ao restante da face. Além disso, nessa região há menor quantidade de fibras colágenas e de elastina, podendo causar o aparecimento espontâneo, seja qual for à idade, de linhas nos cantos dos olhos (rugas de expressão) e de bolsas caracterizadas por pequenos acúmulos de gordura ou líquidos. “Recomendo, portanto, cuidados mais intensos com a pele a partir dos 20 anos, com o uso de dermocosméticos que promovam uma hidratação intensa, ação regeneradora, antirradicais livres, nutritiva e que ative a microcirculação”, observa a especialista.
Linha Intensive Blue
DENS-BLUE (SERUM DINAMIZANTE) - Atua de fora para dentro e de dentro para fora reativando o metabolismo celular; Preenche rugas e linhas de expressão por bio adesão; Age aumentando a densidade da pele; Possui em sua composição Densiskin em sinergia com o Lanablue (algas azuis) e o Ácido hialurônico com ações além de ser hidro calmante atenuando a irritação cutânea; É mais eficaz que o DMAE, pois este possui apenas ação imediata e não ativa o metabolismo celular; Não causa nenhuma agressão para a pele, além de favorecer a reestruturação cutânea de forma imediata e prolongada; Pode ser usado em todo tipo de pele inclusive masculina; É indicado a partir dos 25 anos.
CRYSTAL-BLUE (MICRO-DERMOABRASÃO COSMÉTICA) - Esfoliante a base de cristais de alumínio e lanablue que promove na pele uma microdermoabrasão cosmética. Remove as células mortas, além de uniformizar a textura cutânea. Para tratamento de revitalização, lifting cosmético, pescoço, colo e mãos.
SOY BLUE CREME NUTRITIVO - Creme facial cuja função é estimular o crescimento celular e repor lipídeos cutâneos; combate os radicais livres e devolve os nutrientes essenciais para a pele. Por ser uma base creme-gel (50% creme e 50% gel) sua textura é leve, além de ser um excelente nutritivo e revitalizante para peles maduras. Rico em ômega 3, 6 e 9, soja e Hibiscus e Lanablue. É regenerador, umectante, emoliente e antirradicais livres. Possui ótimo deslizamento penetrando rapidamente na pele sem deixá-la oleosa. É indicado para todos os tipos de pele desvitalizadas e manchadas. Pode ser utilizado no tratamento de pescoço, colo, mãos, pés e mamas.
MASK-BLUE (MÁSCARA TENSORA) - Máscara facial de efeito tensor para peles a partir dos 25 anos. Produto com ação efetiva nas rugas, sulcos e linhas de expressão. Possui proteínas da soja, turmalina( pedra semi-preciosa) e Lanablue que conferem ação revitalizante e iluminadora inclusive em peles após os 50 anos, amenizando possíveis lesões epidérmicas.
REVITA-BLUE (SERUM TENSOR) - Serum que contém Tensine, Nectapure, Trealose (açúcar do cactos) e Lanablue sendo indicado para ionização com ação tensora imediata atuando diretamente nas rugas e marcas de expressão, sem causar nenhum tipo de dano celular. Além disso, o Sérum Revita-blue auxilia na fixação de maquiagem na pele.
SUNCLAIR-BLUE (GEL CREME FPS 21) - Sun Clair foi desenvolvido com benefícios multifuncionais que possibilitam o cuidado, a proteção e a beleza diária da pele. Graças á associação de Água de coco, Silícios orgânicos e Melawhite, matérias-primas inovadoras e tecnologia avançada promove hidratação prolongada, devolvendo a elasticidade, e seus filtros solares protegem e previnem o envelhecimento precoce da pele e o aparecimento de possíveis manchas causadas pelo sol.
EYE BLUE (CREME ILUMINADOR DO OLHAR) – Devolve a iluminação (clareamento com ação anti-aging); Melhora a hidratação e nutrição; Promove emoliência, suavidade e maciez; Previne o aparecimento e disfarça as rugas; Promove aspecto repousante; Evita a formação de bolsas (depósitos de gordura e líquidos) e olheiras (pigmentação). Promove a proteção ao DNA celular e estímulo aos fibroblastos; Este produto promove a normalização de peles normais e secas com alto poder hidratante e nutritivo na área dos olhos devido a sua composição elaborada com 15 ativos em sinergia entre eles a Vitamina B3, Jambú Flor, Ácido hialurônico e Lanablue.
Resumo da Pauta: Os dermocosméticos com ativos adequados podem ser ótimas e acessíveis opções para quem não pode ou não possui tempo para frequentar as sessões de um tratamento na clínica estética, embora esse setor cresce significativamente a cada ano.
Fonte: Dra. Sheila Gonçalves - Diretora de Pesquisa e Desenvolvimento da Medicatriz Dermocosméticos, farmacêutica, consultora em cosmetologia, docente do curso de pós-graduação em Cosmetologia da Faculdade Oswaldo Cruz de São Paulo, foi colaboradora da primeira edição do livro “Cosmetologia Aplicada à Dermoestética” e pós-graduada no setor de cirurgia plástica da Universidade Federal de São Paulo. http://www.medicatriz.com.br/
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