FIQUE POR DENTRO

domingo, 26 de abril de 2009

Com baixo custo, smartphone da Palm mira público jovem

Concebido para ser o ‘primeiro smartphone’ do usuário, Palm Centro está disponível a partir de R$ 99 nas principais operadoras do país.
O Palm Centro, lançado no Brasil no 2º trimestre de 2008, é a aposta da Palm para conquistar um novo perfil de consumidor, que possui um celular convencional e quer adquirir seu primeiro smartphone em busca de conectividade e mobilidade. O Palm Centro está disponível nas principais operadoras a partir de R$99. Já a versão desbloqueada custa R$799.

O modelo alia design moderno a funcionalidades como envio/recebimento de emails via Outlook ou contas pessoais, navegação web, comandos de voz, tela colorida de 2,4 polegadas sensível ao toque (touch screen), teclado profissional (padrão QWERTY), MP3 Player e câmera digital de 1,3 Megapíxel. Além da facilidade de uso já conhecida de um Palm.

Com diversas opções de cores - no Brasil estão disponíveis modelos na cor branca e preta - o Palm Centro conquistou o público jovem e também o universo feminino. O smartphone já ultrapassou 3 milhões de unidades vendidas em todo o mundo.


Preço Palm CentroClaro > Estilo 100 + Pacote de dados 40MB > R$ 199,00
TIM > TIM Brasil 120 > R$ 99,00
Vivo > Vivo Escolha 90 > R$ 249,00


Peso: 124 g
Resolução da tela: 320 x 320 pixels com mais de 65000 cores touch screen
Tamanho da tela: 2,4 polegadas (4,2 x 4,2 cm)
Touch Screen: Sim
Sistema operacional: Palm OS® da Access 5.4.9
Processador de texto: Go® Professional Edition 10
Memória: 64 MB (extensível até 4 GB)
Câmera fotográfica: 1,3 Megapixel com 2x zoom digital
Vídeo: Sim
Bluetooth: Sim
MP3 Player: Sim
Redes: GSM/GPRS/EDGE/UMTS/HSDPA
Operadoras: Disponível na Vivo, Claro e TIM.
SAC : (11) 4003-7256
Website: www.palm.com/br

Sobre a Palm Inc.
A Palm Inc. é uma empresa global de comunicação móvel que desenvolve produtos inovadores voltados para o mercado corporativo e para consumidores que necessitam de mobilidade em seu dia-a-dia, seja para negócios ou lazer. A linha de produtos da companhia inclui os smartphones Palm® Treo™ e Centro™, soluções em software, serviços e acessórios.

Fundada em 1992, com sede em Sunnyvale/Califórnia, a Palm obteve receitas de US$ 1,32 bilhão no ano fiscal 2008, comercializando no período mais de 3,2 milhões de smartphones, um crescimento de 19% em comparação com o ano fiscal anterior. A Palm possui operações em 33 países, na América do Norte, Europa, Ásia-Pacífico e América Latina, incluindo o Brasil. Os produtos Palm são comercializados pela Internet, varejo, distribuidores e por operadoras de telefonia móvel, assim como em lojas virtuais da Palm. A empresa tem ações cotadas na NASDAQ: PALM.
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Aparelho auditivo com carregador solar chega ao mercado com preços populares

Deficientes auditivos poderão reduzir drasticamente o gasto com baterias para seus aparelhos auditivos.

Em 27/04 foi inaugurado em São Paulo o projeto Solar Ear, primeiro aparelho auditivo digital recarregável do Brasil, que será vendido a preço popular. O produto será comercializado em toda a América Latina e permitirá a inclusão social de milhares de deficientes, principalmente crianças e jovens, que poderão freqüentar as escolas e ter acesso à educação.
A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Instituto Cefac (http://www.institutocefac.org.br/), a Fundação Lemelson e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas da Universidade de São Paulo ( http://www.ipt.br/) e ainda conta com o apoio da ASHOKA ( http://www.ashoka.org.br/) e da Legar Consultoria em Desenvolvimento Social (http://www.legar.com.br/).
Inclusão Social
A montagem dos aparelhos auditivos e do carregador solar de baterias será realizada por jovens surdos brasileiros. Eles receberão treinamento durante 90 dias, de três deficientes auditivos africanos, funcionários da Godisa, ONG que desenvolveu projeto semelhante na África. Os três chegarão ao Brasil no próximo dia 25, com a missão de acompanhar e dar suporte para que o aparelho seja produzido. O grupo contará com o suporte do engenheiro Marcos Yamanaka, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas da USP durante o período de treinamento no Brasil. Vinte profissionais participarão das atividades sendo que 10 serão empregados e os outros 10 receberão certificação de capacitação em microsoldagem eletrônica.
Sustentabilidade
Por meio do desenvolvimento de tecnologias de custo acessível para a região e da geração de empregos, programas de capacitação e de educação para surdos, o Solar Ear é um empreendimento profissional sustentável e afetará a visão da sociedade civil sobre as habilidades das pessoas com deficiência. O Solar Ear conseguiu um apoio financeiro de 1 milhão de reais da fundação americana Lemelson, 400 mil reais e uma casa do Instituto Cefac para sediar a produção e foi selecionado entre os dez melhores pelo concurso Generosidade da Editora Globo.
Mercado
Além do usuário final, o Solar Ear também poderá ser vendido ao SUS – Sistema Único de Saúde e às ONGs internacionais. A expectativa é que nos primeiros meses, 20 mil aparelhos auditivos, 30 mil carregadores solares e mais de 100 mil baterias recarregáveis sejam vendidas. O dinheiro arrecadado será investido no desenvolvimento de novas tecnologias baseadas em energia solar, contratação de outros profissionais surdos e programas de educação para pessoas portadoras de deficiências.
A previsão de vendas para os cinco primeiros anos é de 300 mil aparelhos e 600 mil baterias recarregáveis, com a contratação de 100 trabalhadores com deficiência.O processo de registro dos produtos na Anvisa começou em setembro de 2008 e a previsão é que ele esteja concluído até agosto deste ano. Por este motivo, as vendas serão iniciadas pela América Latina.
Inovação e tecnologia brasileira
Quanto mais profunda é a perda auditiva, mais potência é exigida do aparelho, provocando um consumo maior de baterias. Para se ter uma idéia, uma bateria que dura uma semana custa, em média, quatro reais e nem sempre ela é encontrada em lugares distantes das capitais, além de ser um problema na hora do descarte.
Com a tecnologia do carregador solar desenvolvida em Botsuana e aprimorada no Brasil pelo IPT (USP), mesmo em dias de chuva é possível ter baterias cheias graças à energia de lâmpadas comuns. Mas a melhor notícia é que as baterias carregáveis com energia solar evitam o gasto semanal de quatro reais por aparelho (normalmente as pessoas usam dois), além de eliminarem a possibilidade de baterias acumuladas no lixo – a estimativa é de 175 milhões de unidades descartadas anualmente no mundo. É importante ressaltar que quem usa hoje pilhas em aparelho convencional poderá utilizar o carregador solar, que será vendido separadamente. Mantendo o foco na preocupação ambiental, as embalagens serão confeccionadas em papel reciclado e terão indicações em cinco idiomas ( português, espanhol, inglês, francês e Braille). Os componentes para a montagem dos aparelhos e dos carregadores serão brasileiros e também importados do Canadá, Estados Unidos, Botswana, África do Sul e México. As baterias recarregáveis virão da China.

Preço
Os aparelhos montados no Brasil encontram-se dentro dos padrões da OMS – Organização Mundial da Saúde e custarão cerca de R$ 200,00 com carregador e baterias recarregáveis (com expectativa de vida útil de dois a três anos). Para se ter uma idéia, o preço médio de um aparelho similar hoje nas lojas do ramo é de R$ 1.250,00.
A Surdez
Dados da OMS – Organização Mundial de Saúde estimam que 278 milhões de pessoas, o equivalente a 7% da população mundial seja portadora de algum grau de deficiência auditiva. Na América Latina esse índice pode chegar a 9%. A deficiência pode ser causada pela falta de prevenção e tratamento das doenças relacionadas à surdez e pelo nível de poluição sonora, mas seu maior dano é impedir que seus portadores não tenham acesso à educação e ao trabalho.
Quanto mais cedo uma criança tiver um aparelho auditivo, maiores serão suas chances de se comunicar bem e ter acesso à educação. Sem tratamento, os surdos contribuem para a manutenção do ciclo de pobreza e são privadas das oportunidades de crescimento pessoal e profissional. As estimativas apontam que portadores de deficiência apresentam um índice de desemprego maior do que a média nacional e contraem mais doenças infecto-contagiosas, entre elas, a AIDS.

Responsáveis pelo projeto
Howard Weinstein
O canadense Howard Weinstein chefiou, na década de 90, um projeto similar na Botswana, África e propôs o Solar Ear ao Instituto Cefac. Hoje ele é o responsável pela implantação do projeto. Ele também é consultor da Legar, empresa nacional na área de desenvolvimento social. É fellow da associação ASHOKA (http://www.ashoka.com.br/) desde 2008 e, em maio do mesmo ano, recebeu o Prêmio Humanitário da Academia Americana de Audiologia.
Jaime Zorzi
O Dr. Jaime Zorzi é fonoaudiólogo, Doutor em Educação, professor e coordenador de Cursos de Especialização nas áreas da Linguagem, Distúrbios de Aprendizagem e Psicopedagogia, com atuação nacional e internacional. Desenvolve programas de atendimento a crianças com risco de fracasso escolar e de formação de professores de ensino fundamental. É Presidente do Instituo CEFAC.
Irene Marchesan
A Dra. Irene é fonoaudióloga, Diretora do CEFAC - Saúde e Educação, coordenadora dos Cursos de Especialização em Motricidade Orofacial no Brasil, Peru, Venezuela, Colômbia e Portugal desde 1983. É coordenadora do Corpo Clínico do Instituto Cefac há 10 anos.
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MAQUIAGEM INDIANA - DICAS PARA O DIA A DIA

Namastê! Dicas para um make-up inspirado na Índia
Cores, kajal e acessórios: maquiadora e hairstylists do Tampopo ensinam o caminho das Índias

Olhos marcados, cores fortes e muitos acessórios têm feito, literalmente, a cabeça das brasileiras, seguindo mais uma tendência lançada pelas belas protagonistas do horário nobre da TV.

Buscando inspiração e referências na Índia, os haistylists Jonas Maciel, Olinda Higa e a maquiadora Maria Pacini, do Tampopo Hair Cutting Team, prepararam dicas de cabelo e maquiagem para que as brasileiras possam desfilar por aqui todo charme daquela parte do oriente.
Na maquiagem, Maria Pacini explica que o ideal é começar pela escolha das cores: laranja, rosa, dourado, turquesa e marrom são indicadas para acertar na produção, sem deixar de lado o sempre indispensável kajal. “Aqui no Brasil usamos muito o delineador ou lápis preto para marcar os olhos. Mas no caso do make indiano, o kajal é o mais indicado, pois ele fixa onde os outros não conseguem ir, como a parte interna dos olhos”, explica. Ela complementa explicando que o kajal tem uma textura que proporciona a fixação em áreas complicadas dos olhos, como os cantinhos.

No entanto, Maria recomenda traços menos marcados e tons mais naturais para o dia-a-dia. Para a maquiadora, é indispensável conferir sutileza às características principais da maquiagem indiana, usando o que é mais marcante sem deixar a maquiagem carregada. “O ideal é equilibrar os lábios com os olhos, evitando cores muito fortes na boca se os olhos já foram bastante marcados”.

Para os cabelos, acessórios! O hairstylist Jonas Maciel resume: “Fitas, tiaras e presilhas estão liberadas. O ideal é usar algo que seja adequado ao dia-a-dia sem deixar de remeter à Índia”. O cabeleireiro preparou uma escova lisa que ganhou charme extra com uma fita que, além de enfeitar, dá o toque indiano à produção.

Já Olinda Higa explica que a finalização também é importante para quem quer madeixas ao estilo indiano: “Usar silicone, por exemplo, faz toda a diferença, pois além de dar brilho aos cabelos, define o penteado”, fazendo referência ao look sempre impecável das indianas.

Brincos, anéis, pulseiras e bindis – o pequeno “cristal” usado na testa – complementam e dão o toque indiano à produção brasileira, sem exagerar. “É fundamental fazer as escolhas considerando sempre a naturalidade”, finaliza Jonas.

O Tampopo Hair Cutting Team está localizado à Rua da Consolação, 3.444 (quase esquina com a Oscar Freire), nos Jardins, em São Paulo. Tel. (11) 3061-0353/3061-2628 http://www.tampopo.com.br/


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FÁCIL supera três milhões de atendimentos em Guarulhos

Atender cada vez mais e melhor tem sido o desafio da rede Fácil, que acaba de completar três milhões de atendimentos em Guarulhos, na Grande São Paulo, e é avaliada como boa e ótima por 72,3% dos usuários, segundo pesquisa realizada em meados de 2008.
Apesar da aprovação da população, o atendimento é aprimorado continuamente desde 2002, quando foi instalada a primeira das oito unidades do Fácil na cidade. Hoje, as agências atendem cerca de 1.700 pessoas por dia e oferecem 600 tipos de serviços, como alvarás, certidões, licenças, informações e pagamento de tributos, entre outros.
Segundo o secretário de Administração e Modernização de Guarulhos, Marco Arroyo, a população é também um dos agentes no trabalho de aperfeiçoamento do modelo. “O Fácil faz parte do processo de modernização da máquina pública e também representa uma nova cultura cidadã. A iniciativa é da municipalidade, mas conta com a colaboração da comunidade que acolhe, valoriza e respeita a prestação do serviço”, destaca.
As agências do Fácil localizadas nos bairros funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. A unidade do Paço Municipal, no bairro do Bom Clima, tem expediente até as 20h, de segunda a sexta-feira, e abre aos sábados, das 8h às 13h.

Endereços do Fácil em Guarulhos:
Bom Clima – Av. Bom Clima, 49 (Paço Municipal)

Centro - Rua Luis Faccini, 597 (só realiza atendimento para os serviços do Saae)
Cumbica – Av. Santos Dumont, 387
Jardim Presidente Dutra – Av. Papa Paulo I, 3897
Jardim São João – Estrada de Nazaré, 2.650
Parque Jurema – Av: Jurema, 453
Taboão – Av. Silvestre Pires de Freitas, 327
Vila Galvão – Rua Caixa D`Água, 14
Fácil Empresarial - Av. Emílio Ribas, 1.120, Gopoúva (só realiza atendimento às empresas)

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VACINAÇÃO DO IDOSO EM GUARULHOS

Guarulhos iniciou hoje a campanha de vacinação em idosos.

Vacina contra a gripe estará disponível nas 24 unidades de Saúde até o dia 8 de maio; meta é imunizar 80% dos idosos do município na Grande São Paulo

Pessoas com idade igual ou superior a 60 anos poderão tomar a vacina contra a gripe. Em Guarulhos (Grande São Paulo), a vacina será aplicada em 24 postos de saúde, das 8h Às 17h, até o dia 8 de maio.
A meta da Secretaria Municipal de Saúde é imunizar pelo menos 80% da população da cidade nessa faixa etária que, segundo estimativa do IBGE, é de aproximadamente 80 mil pessoas. A vacina terá efeito em período de 10 a 15 dias após a aplicação e sua durabilidade é de um ano.
Além da vacina contra a gripe, os postos de saúde também irão aplicar a dose dupla para adultos contra tétano e difteria, em idosos que ainda não foram imunizados. Por isso, é importante levar a carteirinha de vacinação.
No decorrer da campanha, os profissionais de Saúde ainda irão imunizar contra pneumococo aqueles que integram os chamados grupos de risco elevado, ou seja, pessoas hospitalizadas e residentes em asilos e casas de repouso que nunca tenham tomado a vacina.

RELAÇÃO DE POSTOS PARA A CAMPANHA DO IDOSO EM GUARULHOS

Unidades
UBS Taboão
UBS Jd.Palmira
Centro Comunitário Malvinas
UBS Haroldo Veloso
USF Cumbica
USF Ponte Alta
UBS Pres. Dutra
UBS Vila Carmela
USF Soberana
UBS Pq. Uirapuru
Policlínica Alvorada
UBS Nova Cidade
UBS Jd. Cumbica
UBS Pimentas
UBS Jandaia
UBS Jovaia
UBS Vila Fátima
Ambulatório da Criança
UBS Jd. Paulista
UBS Tranquilidade
UBS Cavadas
UBS Munhoz
UBS São Ricardo
UBS Ponte Grande
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PLÁSTICO ECOLÓGICO SIM!

*) Eduardo Van Roost explica:

O mercado de embalagens plásticas degradáveis apresenta crescimento considerável no Brasil e no mundo. O uso de sacolas e outras embalagens plásticas que se decompõem com rapidez na natureza ganham cada vez mais adeptos. É uma tendência mundial, resultado da necessidade de solucionar problemas reais, tal como o acúmulo de embalagens plásticas no meio ambiente. O aumento da procura por essas embalagens sustenta-se por estudos e testes científicos que comprovam a eficiência das tecnologias e a necessidade por produtos eco-responsáveis.
O debate em torno do uso dos plásticos oxi-biodegradáveis sofre com informações distorcidas, que o colocam como material que se degrada em pedaços e que não é biodegradável. Infelizmente, esse posicionamento contrário por parte das petroquímicas é caso singular no Brasil. Em todo o mundo, novas e comprovadas tecnologias são aceitas e atestadas por universidades de renome internacional como Pisa (Itália), Universidade Blaise Pascal - Clermont Ferrant (França) e Aston (Reino Unido). Segundo esses laudos, plásticos oxi-biodegradáveis d2w desaparecem por completo. Após sua decomposição, resta apenas água, pequena quantidade de CO2 e biomassa, resultantes da biodegradação. O posicionamento dessas instituições respeitadas serve como atestado de bons antecedentes para centen as de empresas ao redor do mundo. Exemplo disso é a inglesa Roberts Bakery que utiliza as embalagens d2w para guardar os pães de forma, com contato direto.
O mercado oferece dezenas de soluções para diminuir o impacto dos plásticos convencionais incorretamente descartados no meio ambiente: materiais biodegradáveis e compostáveis (feitos à base de amido de batata e milho, por exemplo) de origem renovável ou não, oxi-biodegradáveis (que aceleram a degradação e posterior biodegradação do plástico convencional por meio de aditivos), hidro-biodegradáveis e também os hidro-solúveis.
Plásticos oxi-biodegradáveis d2w se degradam e posteriormente se biodegradam, sim. Da mesma forma que os plásticos convencionais. A única diferença está no tempo que o processo vai levar, muito mais curto nos plásticos d2w. Assim sendo, tudo o que se fala contra os plásticos oxi-biodegradáveis também é válido em relação aos plásticos convencionais.
A indústria plástica está diante de uma nova realidade, onde plásticos são injustamente vistos como vilões do meio ambiente. Enquanto isso, os representantes das petroquímicas no Brasil não enxergam que novas tecnologias visam proteger a indústria plástica como um todo, já que podem oferecer ao mercado um produto que continua a ser reciclável, que oferece todas as vantagens e qualidades do plástico, mas que gera menor impacto ambiental quando descartado de forma errada e não é coletado.
Os plásticos d2w são uma alternativa interessante para acelerar a decomposição de toneladas de plásticos lançados no solo, rios e lagos. O aditivo já é utilizado em mais de 180 indústrias no Brasil e plásticos d2w são produzidos e adotados em mais de 60 países. Como se vê, muita gente começou a despertar para o problema, dando importante contribuição para amenizar o impacto provocado pelo descarte incorreto dos plásticos. É importante que os empresários e consumidores se informem corretamente sobre cada uma das soluções e cobrem pesquisas e laudos específicos na hora de analisar a possibilidade de adotar um tipo ou outro de tecnologia. A escolha por opções menos impactantes ao meio ambiente e efetivamente eco-responsáveis pertenc e ao c idadão e ao mercado.


(*) Eduardo Van Roost é diretor da Res Brasil, empresa especializada em embalagens naturalmente degradáveis. http://www.resbrasil.com.br/
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Famílias recebem sistema de aquecimento solar em Guarulhos

A Prefeitura de Guarulhos (Grande São Paulo), em parceria com a Bandeirante Energia S.A. e a Caixa Econômica Federal, dará início à instalação de aquecedores solares em cinco conjuntos habitacionais do Programa de Arrendamento Residencial (PAR). O sistema beneficiará 878 famílias (cerca de três mil pessoas), com renda abaixo de seis salários mínimos, dos condomínios Cidade Brasília (Cumbica), Araucárias (Bonsucesso), Topázio, Jurema I e Jurema 2 (Pimentas).
A previsão é de que as instalações sejam concluídas em seis meses. Além do sistema solar para aquecimento dos chuveiros, os cinco conjuntos também receberão 5.800 lâmpadas mais econômicas para serem usadas nas residências e nas áreas de uso comum, e contarão com iluminação pública fornecida pela Prefeitura.
Com a utilização da energia solar para banho e de lâmpadas fluorescentes, a economia nas contas de energia desses moradores deve chegar a 40%, o que já ocorre nos conjuntos habitacionais Vila Flórida e Santa Cecília, onde 272 famílias são beneficiadas pelo sistema.
Segundo o diretor do Departamento de Iluminação Pública de Guarulhos, Paulo de Tarso Carvalhaes, o chuveiro é responsável por entre 30% e 35% do consumo de energia de uma residência. “E, ao contrário do que se possa pensar, a economia com o chuveiro não significou um aumento no consumo de água, que poderia ser provocado por banhos mais demorados”, explica.
Todos os custos com a instalação dos aquecedores solares, assim como com a distribuição das lâmpadas econômicas, são de responsabilidade da Bandeirante Energia. A iniciativa atende a determinação da Lei nº 9.991/2002, que prevê que as concessionárias de energia destinem parte de suas receitas a projetos de eficiência energética. O investimento total é de R$ 3,9 milhões e a economia anual com a implantação do sistema nos cinco condomínios é de 1.343 megawatts.
“Em uma segunda etapa, a Prefeitura pretende ampliar o programa para a rede municipal de Educação, levando os aquecedores solares para as creches, onde o uso de chuveiros também é grande”, afirma Paulo de Tarso.
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