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segunda-feira, 2 de setembro de 2024

Psicanalista aponta três formas para amenizar os sintomas da ansiedade


Mais da metade dos brasileiros relatam o problema, mas técnicas de relaxamento e cocriação podem aliviar a questão


Uma pesquisa realizada pelo Instituto Cactus em parceria com a AtlasIntel revelou que 68% dos brasileiros relatam sentimentos de nervosismo, ansiedade e tensão. No entanto, mais da metade da população (55,8%) nunca procurou um profissional de saúde para lidar com questões relacionadas a transtornos de ansiedade. O levantamento também destacou que 26% dos brasileiros foram diagnosticados com transtorno de ansiedade, sendo que 15,3% receberam o diagnóstico de um psiquiatra e 10,7% de outro profissional de saúde.

De acordo com Elainne Ourives, renomada especialista em emoções humanas, treinadora mental, psicoterapeuta emocional e autora best-seller do livro "DNA Revelado das Emoções", o ritmo acelerado da vida moderna contribui para o aumento dos níveis de ansiedade. Por isso, é essencial encontrar maneiras eficazes de gerenciar essa emoção. “A ansiedade é uma emoção que vibra em frequências baixas, normalmente associadas a sentimentos de medo, preocupação e incerteza. Essas frequências drenam a energia, obscurecem a clareza mental e enfraquecem a conexão com a paz interior”, conta.

Ela acrescenta que, para ajudar a superar a ansiedade, é fundamental elevar essas frequências a níveis mais altos, onde predominam a tranquilidade, a confiança e o amor. Uma das abordagens recomendadas por Elainne envolve o uso de frequências sonoras para reequilibrar as vibrações internas. Estudos científicos têm demonstrado, por exemplo, que músicas ou sons que operam em frequências específicas, como sons binaurais, músicas de 432 Hz ou 528 Hz e cantos harmônicos, têm a capacidade de aliviar a ansiedade. A especialista sugere ainda reservar um momento do dia para se deitar, fechar os olhos e permitir que essas frequências recalibrem o estado emocional, proporcionando uma sensação de calma e equilíbrio.

“Outra técnica essencial é a visualização criativa. Quando a ansiedade se manifestar, recomendo fechar os olhos e imaginar-se envolto em uma luz dourada, visualizando essa luz permeando cada célula do corpo e transmutando qualquer energia negativa em positiva”, diz. Visualizar um local tranquilo, como um jardim secreto ou uma praia isolada, e se imaginar nesse ambiente sereno pode ajudar a acalmar a mente e a elevar a frequência vibracional, afastando o mal-estar.

Gerenciar a ansiedade é um processo contínuo que requer prática e dedicação. Além disso, é importante buscar ajuda especializada para manter-se saudável. Elainne enfatiza também que adotar práticas como meditação, respiração consciente e mindfulness ajuda a acalmar a mente e a trazer o foco para o momento presente. “O poder da gratidão pode mudar o foco do que está faltando para o que já se tem, elevando a frequência vibracional e atraindo mais coisas positivas para a vida. Afirmações positivas também desempenham um papel fundamental, reprogramando a mente para acreditar que a abundância está fluindo naturalmente, ou seja, viver como se fosse realidade”, conclui.

Atualmente, 73% das pessoas se preocupam excessivamente, 68% se sentem frequentemente nervosas ou tensas e 65% têm dificuldade em relaxar. Além disso, 58% ficam facilmente aborrecidas ou agitadas e 57% são incapazes de controlar suas preocupações. Outros 47% convivem com um medo constante de que algo terrível aconteça e 44% têm tanta agitação que não conseguem permanecer sentadas. Nesse contexto, entender e controlar a ansiedade é um passo para evitar que essa emoção limite a capacidade de viver plenamente, tomar decisões acertadas e atrair prosperidade.

Sobre Elainne Ourives

Treinadora mental, cientista e pesquisadora nas áreas da Física Quântica, das Neurociências e da reprogramação mental; autora best-seller de 8 livros; mestra de mais de 200 mil alunos, sendo 120 mil deles alunos do treinamento Holo Cocriação de Sonhos e Metas, a mais completa metodologia de reprogramação mental, cocriação e manifestação de sonhos do mundo; formada pelos maiores cientistas do mundo, tais como Jean Pierre Garnier Malet, Tom Campbell, Gregg Braden, Bob Proctor, Joe Dispenza, Bruce Lipton, Deepak Chopra e Tony Robbins; multiplicadora do Ativismo Quântico de Amit Goswami; certificada pelo Instituto HeartMath; única trainer de Joe Vitale no Brasil.

É ainda idealizadora do Movimento “A Vida é Incrível”, lançado para ajudar a libertar o potencial máximo das pessoas na realização de seus sonhos; e criadora da Técnica Hertz®, que surgiu a partir de descobertas da física quântica e do estudo aprofundado das mais poderosas técnicas energéticas do mundo.

Para mais informações, acesse https://elainneourives.com.br ou pelo Instagram @elainneourivesoficial.

segunda-feira, 20 de junho de 2022

Para educar uma criança não é necessário bater nela, afirma psicóloga




Bater ou não bater nos filhos, eis a questão. Pais, mestres e especialistas vivem neste dilema sem fim. Além de inúmeras discussões na internet sobre a temática.

Mas a psicóloga Patrícia Bezerra, que é mãe de duas adolescentes, é taxativa: “bater é agredir e para educar não é necessário bater”.

Segundo a especialista, que faz uma analogia com a neurociência, há algumas reações que estão encrustadas em nós e que trazemos desde os primórdios da era das Cavernas, ou seja, são as reações tipicamente primitivas, onde reagimos e nem entendemos muito do porquê tivemos aquela reação. E segundo, e o mais importante, é olhar isso sob o aspecto cultural.

“Somos motivados por Memes (ou Memética) ao longo de toda a nossa vida e acabamos por perpetuar formar de pensar e agir, baseados em 'crenças' que, na maioria das vezes são limitadores, autorregulatórios e até opressores. Resumindo, bater nunca é uma boa opção. É assim que se perpetua o famoso: "um tapinha não dói"; que as mulheres conhecem muito bem, e essa crença nasceu desde a infância. Sempre é bom lembrar”, enfatiza Patrícia.

A especialista em saúde mental reforça que toda criança é afetada negativamente com casa com muitos gritos. Inclusive, levará esse trauma por toda fase de sua vida. Essa criança vai, em grãos diferentes do sentimento que essa agressão lhe causou, refletir esse mesmo padrão. Isso é um Fato. Toda a ação que gere um trauma, ele vai ser externalizado de alguma forma pelo adulto em algum momento de sua vida. Seja, espelhando as mesmas atitudes ou se tornando uma pessoa com muitos medos, com baixa estima ou até, desenvolvendo certas fobias limitantes e/ou reações violentas.

Estudos apontam os prejuízos: Pela primeira vez, em 2021, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) incluiu o tema da saúde mental entre crianças e jovens no Tratado de Pediatria, principal publicação direcionada aos médicos que cuidam de pessoas até 18 anos em todo o país. No mesmo ano, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), em parceria com o instituto Gallup, publicou o relatório ‘Situação Mundial da Infância 2021.

“Promovendo, protegendo e cuidando da saúde mental das crianças, também elegendo a temática como prioridade de atuação. Segundo as últimas estimativas disponíveis pela pesquisa da Unicef, pelo menos uma a cada sete crianças e jovens de dez a 19 anos convive com algum transtorno mental diagnosticado em todo mundo. Além disso, também mundialmente, cerca de 46 adolescentes morrem por suicídio a cada ano, uma das cinco principais causas de morte nessa faixa etária.

A psicóloga afirma ainda que uma educação positiva não gera superproteção, inclusive, porque por princípio ela é adepta a deixar a criança entender a gravidade das coisas e das suas atitudes pela consciência que o exemplo e a conversa franca trás. A confusão aqui é correlacionar Educação Positiva, com falta de limites.

“Uma coisa nada tem a ver com a outra. Você pode educar com sem usar violência, mas isso não quer dizer que você será passivo diante a algo errado, a uma atitude ruim de seu filho. Claro que não. Até porque se isso for feito não é Educação Positiva, é ser omisso, ausente, isso sim gera ‘pessoas frágeis’ que não entendem o que é o seu limite e o direto do outro”.

Questionada sobre as reações tão diversas sobre o tema de bater ou não para educar, Patricia analisa que a raiva vem da reação primitiva do ser humano. Ou seja, vem o instinto de agir/corrigir aquela criança que você julga merecer um corretivo.

“Claro que aqui se pode até ter essa vontade, porque também se nota uma displicência dos pais em conduzir a criança a entender que certa reação ou atitude não dever acontecer. Então, voltamos a questão de todos nós em todos os momentos da nossa vida necessitamos de limites, de entender até onde vai a minha liberdade e onde começa da outra pessoa. Cruamente, é nisso que se resume parte da revolta em dados momentos. E no final de tudo, o grande aprendizado é o aprender com amor e ensinar a respeitar o outro”, finaliza a psicóloga Patricia Bezerra.


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domingo, 22 de maio de 2022

Massoterapia - remédio para o estresse do retorno ao modelo presencial de trabalho



O estresse se tornou rotina na retomada ao modelo presencial de trabalho, após quase dois anos de home-office. As disrupções tecnológicas, somadas às novidades do hibridismo, além das novas velocidades e demandas assimiladas pela “vida moderna”, provocaram o encurtamento das horas do dia e o aumento dos períodos de tensão.

Dados de uma pesquisa publicada no início de 2022 pela consultoria McKinsey revelam que o retorno ao trabalho presencial impactou negativamente a saúde mental de um terço das pessoas em todo mundo. Vale lembrar que os problemas com a saúde mental no trabalho são responsáveis, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), por grande parte da perda de produtividade e, consequentemente, interferem nos resultados gerais das empresas.

Uma das soluções que vêm ganhando mais destaque, devido ao potencial para contribuir para o enfrentamento do estresse do cotidiano e para o tratamento do cognitivo, visando a adequação saudável às centenas de novidades introduzidas pelos anos de pandemia, é a massoterapia. De alívio das dores e tensões, passando pelo relaxamento muscular, pela liberação de toxinas pela corrente sanguínea, pela melhora na flexibilidade e na circulação sanguínea, até a sensação de bem-estar, a massoterapia ataca em várias frentes de cuidados físicos e mentais.

Mas, antes de tudo, é importante frisar que a massoterapia não é exatamente uma massagem. A massagem utiliza uma mesma técnica, um mesmo modelo para todos os pacientes. Todas as manobras manuais são padronizadas. Já a massoterapia submete as pessoas aos movimentos personalizados, sempre de acordo com a necessidade específica e individual de cada um. As combinações utilizadas têm objetivos centrais e também gerais, com toques corporais em movimentos fortes e sutis.

“Nossas articulações são como pontes de energia e ao serem manipuladas melhoram o fluxo natural e a harmonia de todo corpo. Na massoterapia, cada método, movimento e toque são pensados estrategicamente para o tratamento dos pontos críticos, mas também para o cuidado com o ser humano como um todo. Não fazemos o trabalho apenas para um objetivo pontual, trata-se de um olhar atencioso, holístico, observando outros pontos de tensão que precisam ser aliviados. E isso pode trazer qualidade de vida para quem lida com essas novas rotinas”, explicou a massoterapeuta Flávia Assis. Ex-jogadora profissional de vôlei, que hoje é uma das participantes do programa No Limite 6 (Rede Globo).



Técnicas

A massoterapia é formada por uma série de técnicas terapêuticas, todas voltadas para combater os desequilíbrios corporais que provocam mal estar e trazem, consequentemente, prejuízos à saúde, seja mental ou física. Reconhecida pela OMS, é utilizada para diversos fins, seja para o relaxamento, para a estética ou de forma terapêutica, com inspirações culturais ocidentais e orientais.

Flávia também tem aplicado as técnicas profissionais para a recuperação dos colegas de time no reality show, por exemplo, mostrando a importância da massoterapia em outras circunstâncias. Vale destacar que os benefícios se estendem à melhora do desempenho esportivo e também para auxiliar nos tratamentos médicos e até ao aumento potencial do sistema imunológico. Todo trabalho observa as conexões físicas e mentais, procurando proporcionar o máximo de alívio e relaxamento, trazendo impactos positivos até para o humor.

Normalmente, uma sessão de massoterapia utiliza apenas as mãos, sem qualquer tecnologia mecânica. Porém, para ampliar a gama e a intensidade dos benefícios, são utilizadas plantas medicinais, óleos, esfoliantes, aromas e instrumentos físicos com potencial para atingir pontos ainda mais sensíveis. Tudo depende das necessidades de cada paciente. “Mas isso não é um fator limitante. Também temos, hoje em dia, aparelhos, máquinas que ajudam bastante. Porém, é super possível ajudar no equilíbrio e alívio de dores das pessoas onde quer que você esteja. Para isso, aprender as técnicas corretamente é fundamental tanto para o cliente quanto para preservar a nossa saúde enquanto profissional”, explica Flávia.

É importante destacar o quão fundamental é o trabalho realizado por um profissional da área e também com a devida autorização médica. Seguindo todos os protocolos, os limites de atuação da massoterapia se expandem. Alguém que passou por uma cirurgia, por exemplo, pode receber o tratamento como forma de aumentar a oxigenação do corpo e o relaxamento dos músculos, promovendo uma melhor movimentação dos nutrientes para o corpo e beneficiando locais afetados pelos procedimentos. A massoterapia também colabora para que um paciente consiga retomar suas atividades com mais celeridade.

História


Os primeiros registros do uso de técnicas de massoterapia datam de 3.000 anos antes de Cristo (A.C.), segundo os registros históricos. Esse dado coloca a prática no berço das mais antigas civilizações. Sabe-se hoje que em Roma o imperador Júlio César utilizava a massoterapia para aliviar suas dores de cabeça. E no século XI, os japoneses trabalhavam os movimentos com fins pediátricos. Na Grécia e na Roma antiga, a massoterapia deixou de ser apenas uma técnica de relaxamento e passou a ser aplicada também para prevenção e cura de doenças, assim como era feito entre os orientais.

Em 300 a.C., Qi Bo e o imperador Amarelo publicaram na China “O clássico da massagem”, primeira obra original conhecida. Entretanto, o único escrito dessa época presente até os dias atuais foi Han Quan Shu, livro de massagem da dinastia Han. A partir daí, uma série de técnicas foram incorporadas ao estudo da massoterapia, até que, em 1850, os EUA deram o pontapé inicial na pesquisa sobre massagem terapêutica.

Em 1895 Freud testou a técnica em pacientes que apresentavam quadro de histeria, e na 1ª Guerra Mundial, uma técnica sueca de massagens foi usada para recuperar feridos. Finalmente, nos anos 30, diversas clínicas começaram a adotar a terapia como complemento aos tratamentos médicos.








terça-feira, 17 de março de 2015

Empresa importa produtos que reduz utilização de água nos hospitais‏


Com a recente escassez de água, a Tagmed, empresa de distribuição e comercialização de produtos médico-hospitalares, iniciou a importação de produtos da Holanda para banho de leito – para pacientes acamados. Os materiais substituem a utilização de banhos tradicionais, reduz em 35% o seu custo e já são muito utilizados em hospitais, centros médicos e cirúrgicos do Rio de Janeiro, como na rede de Hospitais Copa D’Or e no Distrito Federal e Minas Gerais.

Formado em Administração de empresa pela UNITAU – Universidade de Taubaté, Davi Sierra, atualmente é empresário e CEO da Tagmed, empresa especializada na comercialização e distribuição de produtos médico-hospitalares em todo território nacional e representante exclusivo Romed no Brasil.

Empreendedor há mais de 17 anos, o executivo está em constante busca de oportunidades para agregar novos desafios profissionais, investindo em grandes empresas nacionais com potencial de expansão do Brasil. Com experiência em mídia e comercio exterior, Davi Sierra é proprietário também da Sky Trade importação e Exportação, empresa que oferece soluções em comércio exterior com alta qualidade e eficiência.

Sem a utilização de água, os produtos garantem conforto e bem estar aos pacientes, além de mais segurança na prevenção de quedas e infecções. Com uma luva de higiene pessoal, touca com shampoo e lenços umedecidos, com alto padrão de qualidade, tamanhos superiores ao padrão de mercado e com grande absorção.

O executivo esta disponível para conceder entrevistas, e no site (http://www.tagmed.com.br/videos.php#videos)você poderá assistir um vídeo explicativo de banho de leito com esses produtos.

Sobre a Tagmed
A Tagmed é uma empresa especializada na comercialização e distribuição de produtos médico-hospitalares e medicamentos em todo território nacional. Consciente da responsabilidade com a saúde das pessoas, as operações de importação, armazenagem, logística, distribuição e comercialização são executadas dentro dos mais rigorosos padrões de qualidade e excelência do segmento, que garantem a certificação de sua eficácia, satisfazendo às necessidades de dos clientes, sejam eles de pequeno, médio ou grande porte.

terça-feira, 23 de abril de 2013

A SUA PROFISSÃO É DE TIRAR O SONO?



Pesquisa americana revela as cinco carreiras mais privadas de sono e os riscos que um repouso de baixa qualidade pode causar à saúde

O que advogados, policiais, médicos, economistas e profissionais da saúde que trabalham em casa, como enfermeiros e cuidadores, têm em comum? Segundo a última pesquisa realizada pelo Centro de Controle de Doenças e Prevenção e Pesquisa Nacional de Saúde americanos, as cinco carreiras foram classificadas como as mais privadas de sono, com uma média em torno de sete horas de descanso por noite – uma hora a menos do que recomendam os especialistas.

Para a Consultora do Sono da Duoflex, Renata Federighi, os turnos de trabalho irregulares ou muito longos, o acúmulo de tarefas, assim como as preocupações geradas devido ao exercício de atividades de risco, vão minando a regularidade do sono do indivíduo dia após dia. Com isso, os níveis de estresse crescem, vem o aumento de peso e a predisposição do organismo a algumas doenças, como diabetes, obesidade, hipertensão, entre outras. “Quando há privação de descanso, ocorre uma série de alterações no organismo, que contribuem para o surgimento de estresse e dores no corpo, devido a diminuição na secreção de substâncias, como a serotonina e a endorfina, responsáveis pela sensação de prazer e bem estar. Além disso, ter um sono escasso aumenta o risco de doenças, pois o sistema imunológico precisa de um descanso adequado para responder às ameaças com eficiência”, explica.

A consultora recomenda às pessoas que façam um balanço dos seus hábitos cotidianos a fim de garantir que, as inquietações próprias de cada profissão, não impactem negativamente na qualidade de vida e de seus relacionamentos. “Dormir em um ambiente escuro e arejado, corrigir sua postura e aumentar o seu conforto utilizando travesseiros adequados ao seu biótipo e ao gosto pessoal, reduzir o consumo de café e demais alimentos que contenham cafeína, praticar regularmente exercícios físicos, diminuir a ingestão de bebidas alcoólicas e evitar o tabagismo, além de manter uma alimentação balanceada, são atitudes que ajudam a ter um sono realmente reparador, independentemente da sua ocupação. O sono desempenha um importante papel em nosso organismo, além disso, repousar de forma insuficiente afeta funções primordiais, como a atenção, a memória, a concentração e o humor”, finaliza.


Sobre a Duoflex
Empresa 100% nacional, a Duoflex está presente há mais de 20 anos no mercado. Lançou com exclusividade no Brasil a espuma especial viscoelástica NASA, além de ter sido a primeira empresa da América do Sul a fabricar travesseiros Natural Látex e a única a produzir os travesseiros de Altura Regulável. Site: www.duoflex.com.br