FIQUE POR DENTRO

Mostrando postagens com marcador EDUCAÇÃO INFANTIL. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador EDUCAÇÃO INFANTIL. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 21 de novembro de 2025

Conecta Brasil realiza lançamento dos aplicativos criados por jovens de Mauá



O projeto Conecta Brasil (PROAC 51166) encerra sua passagem por Mauá (SP) com o lançamento oficial dos aplicativos desenvolvidos pelos alunos durante as oficinas, celebrando o aprendizado e a criatividade dos jovens participantes. O evento acontece no dia 19 de novembro, às 8h, na E.E. Sada Umeizawa.

Durante as oficinas, jovens de 14 a 18 anos foram convidados a cocriar jogos e aplicativos educativos inspirados na cultura, história e cotidiano de sua comunidade. O projeto adota o conceito de edutainment, aprendizado por meio do entretenimento, promovendo a inclusão digital e o desenvolvimento de novas habilidades tecnológicas de forma lúdica e acessível.

“O Conecta Brasil busca promover o acesso à cultura digital e estimular competências criativas e tecnológicas essenciais para o futuro dos jovens”, destaca Mariane Lopes, responsável pelo projeto na MR2 Cultural.

A edição em Mauá integrou o ciclo de cidades contempladas pelo projeto, que também passou por Bom Sucesso de Itararé, Analândia e Descalvado, beneficiando mais de 60 jovens e resultando na criação de três aplicativos originais. Além disso, cada escola participante recebe cinco computadores doados, ampliando o legado educacional do Conecta Brasil.

“É muito gratificante apoiar um projeto que conecta cultura e tecnologia de forma tão envolvente, despertando nos jovens o interesse por Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM). Iniciativas como esta ampliam oportunidades de aprendizado e estimulam competências essenciais para o futuro, contribuindo para nossa meta global de impactar positivamente 100 mil pessoas com educação até 2030”, afirma Laura Cardoso, Coordenadora de Sustentabilidade da Indorama Ventures.

O Conecta Brasil é realizado pela MR2 Cultural, por meio da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, via Programa de Ação Cultural (ProAC ICMS), com o patrocínio da Indovinya, divisão de especialidades químicas e surfactantes da Indorama Ventures, e o apoio da Think Projetos. Em Mauá, o projeto tem parceria da E.E. Sada Umeizawa.

Serviço:
Lançamento dos aplicativos – Projeto Conecta Brasil (PROAC 51166)
Data: 19 de novembro de 2025

Horário: 8h
Local: E.E. Sada Umeizawa
Endereço: Rua Santa Rita, 56 – Vila Santa Cecília – Mauá/SP – CEP 09380-030

Sobre a Indorama Ventures

A Indorama Ventures Public Company Limited, listada na Tailândia (código Bloomberg IVL.TB), é uma das maiores produtoras de petroquímicos do mundo, com atuação global na Europa, África, Américas e Ásia-Pacífico. O portfólio da empresa abrange PET combinado, Indovinya, Indovida e fibras. Os produtos da Indorama Ventures atendem aos principais setores de bens de consumo de movimento rápido
(FMCG), agrícola, estilo de vida e automotivo, incluindo bebidas, higiene, cuidados pessoais, pneus e segurança. A Indorama Ventures tem cerca de 25.000 funcionários em todo o mundo e reportou uma receita de US$ 15,4 bilhões em 2024. A empresa está listada no Índice Dow Jones Best-In-Class.

Sobre a MR2 Cultural

Fundada em 2012, a MR2 Cultural é referência em gestão de projetos culturais e produções artísticas, oferecendo soluções completas e inovadoras. Com uma equipe altamente qualificada e profissionais especializados, a MR2 Cultural se destaca por sua atuação em leis de incentivo como PROAC, PROMAC, PRONAC, PRONAS e PRONON, garantindo o máximo de aproveitamento dos recursos disponíveis para a realização de diversos projetos culturais. Seu portfólio abrange uma ampla gama de projetos e temas, que incluem música, teatro, circo, mágica, dança, ciência, oficinas artesanais, fotografia, grafite, entre outros, com a missão de promover a diversidade cultural e artística, proporcionando experiências enriquecedoras e impactantes para o público e todos os envolvidos.

sexta-feira, 20 de setembro de 2024

Gamificação para ensino da matemática combate a defasagem do aprendizado e chega a quase 3 milhões de alunos no Brasil



Quantidade de estudantes que utilizam sistema de jogos matemáticos da plataforma Matific na grade curricular saltou de 1,2 milhão em 2023 para 2,8 milhões este ano, um crescimento de 133% entre instituições públicas e privadas

Ferramenta possui sistema de Inteligência Artificial que promove a inclusão de alunos na educação especial, adapta exercícios de forma individualizada, traz planos de aulas e gera relatórios de desempenho por estudante e turma

O uso de sistemas de gamificação com inteligência artificial (IA) no ensino curricular da matemática tem crescido de forma exponencial no Brasil. O principal exemplo é a utilização nas escolas brasileiras da plataforma de jogos matemáticos da Matific, especializada na gamificação da matemática e que atende estudantes de 5 a 14 anos em todo o País. A ferramenta integra o cotidiano escolar de quase 3 milhões de alunos, de 12 mil escolas brasileiras, entre instituições públicas e privadas.

Segundo balanço da plataforma, a quantidade de estudantes que utilizam sistema de jogos matemáticos da startup Matific na grade curricular saltou de 1,2 milhão em 2023 para 2,8 milhões este ano, um crescimento de 133% no período. Já o volume de escolas que possui a ferramenta da empresa cresceu 71,4% do último ano para cá, saindo de 7 mil para as atuais 12 mil.

O sistema de IA promove a inclusão de alunos na educação especial, adapta exercícios de forma individualizada, traz planos de aulas e gera relatórios de desempenho por estudante e turma, entre outras funcionalidades.

Esse crescimento, que garantiu um crescimento nos negócios da startup da ordem de 122% entre 2023 para 2024, coloca o Brasil em posição de vanguarda entre os países em desenvolvimento no combate a defasagem no aprendizado de jovens e crianças na matemática, que se intensificou ainda mais a partir da pandemia da covid-19.

Prova deste sucesso pode ser verificado no desempenho dos alunos da rede pública do estado do Paraná. A ferramenta garantiu um salto nos resultados do sistema de avaliação Prova Paraná, saindo 46% em 2021 para 66% em 2023 para os alunos do 6º ano do ensino fundamental. Já no caso dos estudantes do 7º ano, o volume de acertos saltou de 38% para 54% no período.


“Com o avanço da internet, inteligência artificial e dispositivos de baixo custo, é possível levar uma educação de qualidade para qualquer criança, em cada canto do Brasil, sobretudo para os estudantes chamados de ‘nativos digitais’”, comenta Dennis Szyller, CEO da Matific no Brasil. “Nosso grande objetivo é levar uma experiência matemática da mais alta qualidade para as crianças, oferecendo um sistema de aprendizagem personalizada e mapeada para o nível de habilidade de cada um, o que aumenta a confiança, sempre de uma maneira divertida e envolvente para o aluno”, acrescenta.

Atualmente, a Matific atende cerca de 1,6 mil colégios privados, com mais de 230 mil alunos das principais redes de educação no País, e 10,4 mil de instituições públicas, perfazendo cerca de 2,6 milhões de estudantes espalhados por colégios estaduais e municipais, de todas as regiões brasileiras.

Os usuários contam com acervo completo de jogos digitais de matemática da empresa, com quase 660 milhões de atividades, desafios e exercícios executados em 2024. O sistema também está alinhado à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e aos principais livros didáticos no País.

Funcionalidades da inteligência artificial na plataforma Matific

•⁠ ⁠Adapta os exercícios de acordo com nível de evolução de cada aluno
•⁠ ⁠Facilita a inclusão de alunos na educação especial, incluindo superdotados e indivíduos com transtornos mentais, como TDAH, discalculia, dislexia, TEA e outros
•⁠ ⁠Gera relatórios personalizados para professores
•⁠ ⁠Traz planos de aulas adaptados para cada aluno ou turma
•⁠ ⁠Atende a Base Nacional Comum Curricular e aos livros didáticos de cada estado e município


Sobre a Matific (www.matific.com.br)

A Matific é uma empresa startup internacional que desenvolveu um premiado sistema educacional de matemática, projetado por uma equipe de especialistas e professores de matemática, engenheiros de software e desenvolvedores de jogos. A pedagogia é baseada no trabalho do professor Raz Kupferman da Universidade Hebraica (Hebrew University) em Jerusalém, e do professor Shimon Schocken do Centro Interdisciplinar de Herzelia. O sistema Matific é adotado em mais de 120 países, com diversos prêmios internacionais por sua pedagogia e tecnologia.

domingo, 1 de setembro de 2024

Professor tem papel fundamental para estimular inclusão em sala de aula



Segundo neuropedagoga Mara Duarte, profissionais têm a capacidade de influenciar diretamente o desenvolvimento e a experiência de aprendizagem


Quando se trata de inclusão, os professores desempenham um papel fundamental, pois estão na linha de frente do processo educacional e têm como missão entender as diferenças de cada aluno para que possam adotar estratégias práticas que facilitem e estimulem o aprendizado.

Segundo Mara Duarte, neuropedagoga, psicopedagoga, psicomotricista, além de diretora da Rhema Neuroeducação, que atua com o objetivo de oferecer conhecimento para profissionais da educação e pessoas envolvidas no processo do neurodesenvolvimento e da neuroeducação infantil, tanto nas áreas cognitivas e comportamentais, quanto nas afetivas e sociais, os professores têm a capacidade de influenciar diretamente o desenvolvimento e a experiência de aprendizagem de todos os alunos, especialmente dos neurodivergentes, com necessidades especiais ou que enfrentam barreiras sociais e culturais. “O papel do professor é essencial para garantir que a inclusão não seja apenas um princípio teórico, mas uma prática real e eficaz no ambiente escolar”, afirma.

De acordo com a neuropedagoga, todo professor tem a missão especial de educar os alunos e realizar um trabalho diário de inclusão. “Tudo parte do professor e da forma como ele trabalha ao facilitar o processo de inclusão em sala de aula. Por isso, é importante que ele esteja sempre atualizando seu conhecimento, a fim de reunir os saberes teóricos e metodológicos fundamentais para intervir”, diz Mara Duarte.

Para a especialista, é fundamental que o professor esteja preparado para saber reconhecer e lidar com todo tipo de diferença e situação em sala de aula. “Algo que consideramos fundamental, por exemplo, é que todo professor saiba Libras. Quando os professores aprendem, eles se capacitam para se comunicar efetivamente com alunos surdos, garantindo que esses alunos tenham acesso pleno ao conteúdo escolar e possam participar ativamente das atividades em sala de aula”, exemplifica.

Confira como o professor pode auxiliar na inclusão de forma prática em sala de aula:


Criando um ambiente acolhedor: Cabe ao professor criar um ambiente que valorize a diversidade e promova a aceitação de todas as diferenças. “Isso ajuda a construir um espaço onde todos os alunos se sentirão seguros e respeitados”, avalia Mara Duarte.

Adaptando métodos de ensino: Para incluir e educar alunos neurodivergentes ou com necessidades especiais, o professor precisa adaptar métodos de ensino, o que pode incluir o uso de materiais didáticos diferenciados, estratégias inclusivas e a modificação de avaliações.

Incentivando a participação: Ao incentivar a participação ativa de todos os alunos, o professor garante que todos tenham a oportunidade de expressar suas ideias e contribuir.

Estimulando a empatia: Cabe ao professor estimular valores como empatia, respeito e solidariedade. “Isso ajuda a criar uma cultura escolar mais inclusiva e tolerante em sala de aula e, consequentemente, na sociedade”, afirma Mara.

Sobre Mara Duarte da Costa

Mara Duarte da Costa é neuropedagoga, psicopedagoga, diretora pedagógica da Rhema Neuroeducação. Além disso, atua como mentora, empresária, diretora geral da Fatec e diretora pedagógica e executiva do Grupo Rhema Neuroeducação. As instituições já formaram mais de 80 mil alunos de pós-graduação, capacitação on-line e graduação em todo o Brasil. Para mais informações, acesse instagram.com/maraduartedacosta.
 

Sobre a Rhema Neuroeducação


A Rhema Neuroeducação foi criada por Fábio da Costa e Mara Duarte da Costa há mais de 15 anos com o objetivo de oferecer conhecimento para profissionais da educação e pessoas envolvidas no processo do desenvolvimento infantil, tanto nas áreas cognitivas e comportamentais, quanto nas áreas afetivas, sociais e familiares. A empresa atua em todo o Brasil e em mais de 20 países, impactando a vida de milhões de pessoas pelo mundo com cursos de graduação, pós-graduação, cursos de capacitação e eventos gratuitos. Para mais informações, acesse o site https://rhemaneuroeducacao.com.br/.

terça-feira, 18 de abril de 2023

Escolas sob ameaça: especialista alerta sobre a necessidade de frear o 'efeito contágio'




Não é segredo que pais, responsáveis e professores vivem dias angustiantes. Afinal, temos presenciado uma onda de ataques e violência que têm o ambiente escolar, antes visto como reduto de acolhimento e segurança, como alvo.

Diante de notícias tão devastadoras, é instintivo que ocorra o compartilhamento de imagens, vídeos ou fotos dos agressores e dos ataques em grupos de WhatsApp, nas redes sociais ou na mídia.

Isso é conhecido como “efeito contágio”. Segundo o psicólogo Filipe Colombini, orientador parental e CEO da Equipe AT, é preciso que todos estejam atentos no sentido de não pulverizar notícias tendenciosas ou ter atitudes que intensifiquem a exposição do assunto.

“Quando alguma ideia ou ação é espalhada, pessoas propensas ao mesmo comportamento acabam sendo influenciadas, ainda que a conduta sob o ponto de vista ético e moral seja errada”, afirma Colombini. “No caso da violência contra as escolas, a cobertura sensacionalista e o compartilhamento irresponsável de informações sobre ataques pode ajudar, mesmo sem a intenção direta, a estimular pessoas com motivações parecidas com as do agressor”, explica o especialista.

Além disso, a propagação de imagens, vídeos e descrições de eventos violentos cria uma sensação de insegurança generalizada que atinge toda a comunidade escolar. “Estamos percebendo um aumento em sentimentos de insegurança, estresse e ansiedade envolvendo a escola, algo que atinge principalmente as pessoas mais vulneráveis ou que já sofreram experiências traumáticas, podendo acarretar até em casos de evasão escolar”, diz o psicólogo.

Ainda segundo Colombini, quem planeja esse tipo de ataque procura reconhecimento e atenção, por isso é crucial que os profissionais de comunicação façam uma cobertura responsável, de forma a evitar o efeito contágio. “É fato que muitos veículos de mídia já adotaram uma nova postura na cobertura desse tipo de caso e passaram a não divulgar imagens violentas, mensagens deixadas pelo agressor e sua identidade”, observa o especialista.

Apoio à comunidade escolar

Algumas ações podem ser adotadas para a prevenção de ataques desse gênero, segundo o psicólogo. Para começar, é preciso que exista um processo educativo para que a população não dê créditos e não compartilhe as ações de extremistas. E toda sociedade pode se engajar nisso, utilizando de seus perfis nas redes para incentivar que as pessoas se abstenham de divulgar os crimes.

No mais, é necessário que as escolas criem ações no sentido de oferecer uma maior conscientização sobre saúde mental na comunidade estudantil, com suporte psicológico para os alunos e estratégias de combate à violência e ao bullying.“Esse, sem dúvidas, não é um problema que se resolve só com segurança, mas sim com a criação de um ambiente escolar mais empático e capaz de identificar e acolher alunos de perfis diversos e diferentes necessidades”, diz Colombini.

Mais sobre Filipe Colombini: psicólogo, fundador e CEO da Equipe AT, empresa com foco em Acompanhamento Terapêutico (AT) e atendimento fora do consultório, que atua em São Paulo (SP) desde 2012. Especialista em orientação parental e atendimento de crianças, jovens e adultos. Especialista em Clínica Analítico-Comportamental. Mestre em Psicologia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). Professor do Curso de Acompanhamento Terapêutico do Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas – Instituto de Psiquiatria Hospital das Clínicas (GREA-IPq-HCFMUSP). Professor e Coordenador acadêmico do Aprimoramento em AT da Equipe AT. Formação em Psicoterapia Baseada em Evidências, Acompanhamento Terapêutico, Terapia Infantil, Desenvolvimento Atípico e Abuso de Substâncias.


sábado, 8 de abril de 2023

Mais de 1000 estudantes da rede pública conhecerão o Theatro Municipal de São Paulo




O Theatro Municipal de São Paulo será o palco da abertura da 12ª Semana Municipal de Incentivo e Orientação ao Estudo e à Leitura, com a presença de mais de mil alunos da rede pública, professores e bibliotecários. O evento, que ocorre no dia 10 de abril a partir das 13h, é gratuito e faz parte do Calendário Oficial de Eventos da Cidade de São Paulo. A Semana de Leitura deste ano tem como tema central a "Igualdade e respeito às diferenças" e ocorre em formato online e presencial em diversos pontos da cidade até 14 de abril.

A cerimônia contará com a presença de Gabriel Facchini, um fotógrafo portador da síndrome de Down, que ganhou o Prêmio Cidade de São Paulo em 2019 por se destacar na cooperação para transformar a cidade em um local mais justo, bonito e solidário, ao lado de Jonas Renan Moreira Gomes. Além disso, vários grupos musicais e teatrais participarão do evento, como o Coral de Professores do Projeto Bandas de Garagem, o Quinteto de Sopro do Instituto Bacarelli e o Coral Indígena - Amba-Mirim Tekoa Itakupe, bem como músicos e atores do Grupo Crianceiras, que apresentarão um espetáculo cênico-musical com as poesias de Manoel de Barros.

Outra atração será a participação do escritor Beto Junqueyra, vencedor do Prêmio Jabuti, que apresentará sua performance "Do bullying na infância à criação de uma editora que promove a diversidade: a história de um escritor de livros infantis", autoral. Além disso, o historiador Natanael dos Santos fará uma apresentação sobre "Trajetórias do africano em território brasileiro", com o Quinteto Liberdade.

O cartunista Maurício de Sousa participará da abertura com um vídeo incentivando a leitura e falando sobre a importância da Semana, além de "convocar" a turma do limoeiro para o palco: Mônica, Cascão, Magali, Cebolinha e os personagens Dorinha, Luca, Milena e Papa-Capim. O evento também contará com a participação de estudantes das AELs, as Academias Estudantis de Letras da Cidade de São Paulo, com a AEL Ziraldo, a AEL Cândido Portinari e a AEL Maurício de Sousa, que prepararam apresentações musicais e literárias.

A Semana de Leitura é uma iniciativa do mandato do vereador Eliseu Gabriel, em parceria com as secretarias municipais de Educação, de Cultura e da Pessoa com Deficiência. A edição deste ano tem como objetivo incentivar a leitura, promover a igualdade e o respeito às diferenças.



Serviço - Abertura da Semana de Incentivo e Orientação ao Estudo e à Leitura de São Paulo

Quando: 10/04 (segunda-feira)
Horário: Das 13h às 17h – a partir das 11h30 chegam ônibus com as crianças.
Local: Theatro Municipal de São Paulo
Endereço: Praça Ramos de Azevedo, S/N


Atividades


13h - Acolhida aos participantes e autoridades
13h20 -Coral de Professores Projeto Banda de Garagem
13h50 - Quinteto de Sopro do Instituto Bacarelli
14h – AEL Ziraldo - A roda de Lia de Itamaracá
14h20 – Trajetórias do africano em território brasileiro, com Natanael dos Santos e Quinteto Liberdade
14h40 – AEL Cândido Portinari - Poemas de Portinari
15h - Coral do Museu das Culturas Indígenas
15h15 - Do bullying na infância à criação de uma editora que promove a diversidade: a história de um escritor de livros infantis, com o escritor Beto Junqueyra
15h30 – AEL Maurício de Sousa
15h50 - Escritor e cartunista Maurício de Sousa em vídeo; no palco A Turma da Mônica: Mônica, Magali, Cascão, Cebolinha, Milena, Dorinha, Luca e Papa-Capim.
16h - Espetáculo cênico musical do Grupo Crianceiras


A roda de Lia de Itamaracá

Gabriel Facchini, cerimonialista

Espetáculo cênico musical do Grupo Crianceiras



Beto Junqueyra, escritor

Natanael dos Santos e o Quinteto Liberdade

quarta-feira, 18 de março de 2020

Coronavírus: como as famílias podem contribuir para educação dentro de casa

Para ajudar os adultos nesta fase de confinamento, o gerente acadêmico da escola Luminova dá algumas dicas de atividades para crianças e jovens


O movimento nas escolas já está super fraco, afinal, a recomendação é clara: evitar aglomerações. Dentro de casa, afastados do convívio com outros jovens, e sem poder recorrer a casa dos avós, fica a árdua tarefa dos responsáveis de conciliar trabalho e atividades que os mantenham na rotina. Para as famílias que irão nos próximos dias transformar a casa num verdadeiro coworking, Leonardo Lopes, gerente educacional da Luminova, rede de escolas que tem por objetivo democratizar o acesso à educação de qualidade por meio de práticas inovadoras, separou algumas dicas que podem vir bem a calhar.

“Neste momento em que os familiares têm que dar conta do trabalho, da casa e dos filhos, a primeira dica é certificar as configurações de privacidade e segurança dos dispositivos conectados à internet. Precisamos ter em mente que não será possível vigiá-los 24 horas por dia, então, se alguns acessos já estiverem bloqueados, como salas de bate papo com desconhecidos, é uma coisa a menos para se preocupar”, sugere o educador. Depois, a dica é convidar as crianças e jovens a criarem, juntos, uma programação de tarefas. “É preciso estimular a criatividade, habilidade que na escola é desenvolvida em diversas atividades. Em casa, a pergunta que se pode fazer é ‘o que podemos fazer para brincar?’ e deixar que as próprias ideias, vindo deles, sejam de fato realizadas nesse período”, completa.

Atividades que sejam compatíveis com a idade são essenciais e a internet deve ser explorada para ajudar. Aos menores, por exemplo, atividades de pintura, recorte e colagem são ótimas para o desenvolvimento da criatividade e coordenação motora fina. Um exercício que pode ser facilmente adaptado é o recorte de móveis de revista ou impressos da internet e que podem ser usados para reorganizar cômodos da casa. “Com as suas devidas proporções, é possível desenhar a planta da casa/dos cômodos e deixar que os pequenos façam a disposição que eles acharem mais legal. É até uma oportunidade para nós, adultos, desenvolvermos um outro olhar sobre nosso lar”, sugere. Pesquisar sobre cores para propor determinadas pinturas ou apontar lápis para usar a casquinha e fazer colagem sobre objetos e desenhos são outras formas de, mesmo dentro de casa, continuar desenvolvendo as habilidades básicas.

Já os jogos de tabuleiro são sempre bem-vindos e é uma ótima oportunidade de confraternizar com a família inteira. Para os pequenos, o jogo de mímica desenvolve a consciência corporal e a lateralidade; para os mais velhos, jogos de estratégia que unem com conhecimentos de geografia e história instigam o raciocínio lógico. Mas não é só o cérebro que precisa ser treinado; o acúmulo de energia será ainda mais perceptível nos próximos dias, já que as atividades físicas não devem acontecer, por orientações médicas. “É preciso que os jovens extravasem essa energia, então, brincadeiras de dança ou apps de realidade virtual que simulem atividades ao ar livre podem ser um meio deles não ficarem completamente parados”, comenta Leonardo.

Por fim, para a turma que já está na fase pré-vestibular, os próximos dias podem ser uma oportunidade e tanto para tirar dúvidas com professores, já que a maioria das escolas continuarão a atender por meio de plataformas online. Aproveitar para ler um livro, assistir documentários, pesquisar sobre conteúdos disciplinares no youtube ou acessar portais oficiais e treinar para provas do ENEM ou das universidades desejadas é uma forma de ‘não perder tempo’ em casa.

Mas, para o gerente, as dicas acima só fazem sentido se os responsáveis souberem entender e respeitar o momento de cada um. “É preciso preservar o querer e o tempo de cada criança, buscando atividades que estimulem principalmente a criatividade. Para quem já está nas séries mais avançadas, vale auxiliar na gestão do tempo, tendo em vista que o que a eles compete é a prática do conhecimento e, com abordagens diferentes, a educação física, que segue o mesmo princípio de motricidade e consciência corporal”, conclui. Independente da idade da criança ou do jovem, os próximos dias vão exigir de todos disciplina, solidariedade e paciência, afinal, para todos nós serão dias atípicos, mas que não precisam ser traumáticos.

Sobre Luminova

Com o objetivo de democratizar o acesso a educação de qualidade e promover o crescimento humano e ascensão social, a Luminova, rede de escolas do grupo SEB -Sistema Educacional Brasileiro- inaugurou no final de 2018 as primeiras unidades, em São Paulo e Sorocaba. Projetando expansão por meio de franquias e voltada para os públicos das classes B e C, que representam um contingente de cerca de 42 milhões de crianças e jovens em idade escolar, a Luminova achou um terreno fértil para investir, já que apenas 15% da rede privada atende tal fatia. A mensalidade low cost -de baixo custo-, é possível devido à alta eficiência na gestão escolar, que otimiza tempo, trabalho e estrutura física.