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sábado, 1 de fevereiro de 2025

Acessibilidade na prática: o que empresas podem fazer para criar ambientes verdadeiramente inclusivos



A acessibilidade é um direito humano fundamental garantido por lei, mas que ainda enfrenta muitos desafios para se tornar realidade no Brasil. Empresas, instituições e gestores têm um papel crucial na construção de ambientes inclusivos, que não só respeitem a diversidade, mas também reconheçam o valor que ela agrega à sociedade e à economia.

A inclusão, porém, vai além de rampas e banheiros adaptados. Quando pensamos em pessoas com deficiência visual, é necessário considerar desde o acesso a informações em formatos acessíveis, como braille, áudio ou texto digital, até a experiência de navegação em sites e aplicativos que sigam diretrizes de acessibilidade. Muitas vezes, as barreiras mais difíceis de superar não são as físicas, mas as atitudinais, que exigem conscientização e mudança de cultura.

Nos últimos anos, o Brasil deu passos significativos na promoção da acessibilidade e inclusão. A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI), sancionada em 2015, é um marco nesse sentido. Ela estabelece obrigações claras para o poder público e para a iniciativa privada, garantindo que as pessoas com deficiência tenham acesso igualitário à educação, ao trabalho, à cultura, ao transporte e a outros serviços essenciais.

Entretanto, o desafio está em transformar o que está no papel em realidade. A falta de fiscalização e de incentivos para que empresas e governos implementem medidas concretas de acessibilidade ainda é um problema e, além disso, a necessidade de formação e sensibilização das lideranças é latente. Muitos gestores ainda enxergam essas iniciativas como custo, e não como investimento em um mundo mais justo e inclusivo.

Para que a inclusão aconteça na prática, é essencial que as empresas se comprometam com a acessibilidade de forma ampla. Isso significa, por exemplo, revisar processos seletivos para garantir que sejam inclusivos, oferecer treinamentos para as equipes e investir em tecnologias que promovam autonomia. Pequenas mudanças também são capazes de grandes diferenças, como a adoção de leitores de tela em sistemas internos ou a disponibilização de manuais em braille.

Porém, é preciso ir além de soluções pontuais. A construção de uma cultura inclusiva requer envolvimento genuíno e diálogo constante com pessoas com deficiência. Ouvi-las é o primeiro passo para entender suas necessidades e desenvolver iniciativas que realmente atendam às demandas.

Ainda há muito espaço para inovação na área de acessibilidade. Soluções tecnológicas, como inteligência artificial e realidade aumentada, têm o potencial de criar experiências mais inclusivas, mas sua efetividade depende de uma projeção baseada em princípios de design universal. Isso exige que profissionais de diversas áreas – tecnologia, comunicação, recursos humanos, entre outras – estejam engajados em promover uma inclusão real, e não apenas superficial.

A acessibilidade não é um benefício restrito às pessoas com deficiência; ela melhora a experiência de todos. Ambientes mais inclusivos são também mais diversos, criativos e produtivos. Empresas que abraçam essa causa tendem a se destacar não apenas por sua responsabilidade social, mas também por se tornarem mais competitivas em mercados que valorizam inovação e diversidade.

Adotar uma postura inclusiva também fortalece a reputação das empresas perante a sociedade. Consumidores e colaboradores estão cada vez mais atentos ao impacto social das organizações com as quais interagem. Empresas que investem em acessibilidade mostram, na prática, que estão alinhadas aos valores de igualdade e respeito.

É um caminho que exige compromisso e, muitas vezes, superação de preconceitos e paradigmas. Mas o resultado é transformador: uma sociedade onde todos possam viver com dignidade e igualdade de oportunidades. Cabe a cada um de nós, enquanto cidadãos e agentes de transformação, impulsionar essas mudanças e construir um futuro verdadeiramente inclusivo.


Eduardo de Oliveira, Presidente do Conselho de Curadores da Fundação Dorina Nowill para Cegos


***
*Publicidade:


*Preços sujeitos a alteração de acordo com a data e estoque





terça-feira, 2 de maio de 2023

Debate e Lançamento do Livro “Pela Inclusão – argumentos favoráveis à Educação Inclusiva e pela inconstitucionalidade do Decreto nº 10.502/2020




Educação Inclusiva: Direito de Todos

Debate e Lançamento do Livro “Pela Inclusão – argumentos favoráveis à Educação Inclusiva e pela inconstitucionalidade do Decreto nº 10.502/2020 ”

Andrea Werner
Deputada Estadual por São Paulo.

Camilla Varella
Secretária da Comissão dos Direitos das Pessoas com Deficiência.

Laís de Figueirêdo Lopes
Presidente da Comissão de Direito do Terceiro Setor.

Isabella Henriques
Presidente da Comissão dos Direitos das Crianças e Adolescentes.

Viviane Limongi
Doutora e Mestre em Direito Civil.

Liliane Garcez

Coordenadora Executiva do Instituto Coletivxs.

Letícia Carvalho
Advogada do Instituto Alana; Mestranda em Direitos Humanos pela Universidade de São Paulo e Coordenadora da Clínica de Direitos da Criança e do Adolescente da FDUSP.

Luciana Viegas
Diretora Executiva VNDI.

Luis Alberto David Araujo
Professor Titular de Direito Constitucional da PUC SP.

Renata Escudero
Coordenadora da Human Rights Watch Brasil.

Samuel Sestaro
Autodefensor da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down.

Roseli Olher

Supervisora dos Serviços de Educação do Instituto Jô Clemente.

Andressa Pellanda

Coordenadora Geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação.

Adriana Godoy
Ativista pela Inclusão Social da Pessoa com Deficiência.


Promoção

Comissão do Direito do Terceiro Setor da OAB SP
Comissão dos Direitos das Crianças e Adolescentes da OAB SP
Comissão dos Direitos das Pessoas com Deficiência da OAB SP

Apoio Institucional
Cultural OAB

***Serão conferidos certificados de participação***
***Vagas limitadas***

Campanha das Crianças

Informamos que no período de 1 de maio a 30 de julho, a OAB SP por meio da Comissão de Ação Social e Cidadania realizará a "Campanha das Crianças". Para participar dessa ação basta realizar a compra de qualquer um dos ingressos na modalidade de ingresso pago. Esclarecemos que os valores arrecadados serão utilizados para compra de material escolar, à serem distribuídos em instituições cadastradas na Comissão de Ação Social e Cidadania. Confira a lista de instituições por meio do link:https://www.oabsp.org.br/comissoes2010/acao-social-cidadania/relacao-de-entidades-parceiras


Política do evento

Cancelamento de pedidos pagos
Cancelamentos de pedidos serão aceitos até 7 dias após a compra, desde que a solicitação seja enviada até 48 horas antes do início do evento.
Saiba mais sobre o cancelamento

Edição de participantes

Você poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento

Data: 04/05/23 - 9hs
Local:
OAB SP - Sede Secional
Rua Maria Paula, 35 Bela Vista
São Paulo, SP


A educação inclusiva é um tema extremamente importante e relevante no contexto educacional brasileiro. Ela se refere a um conjunto de práticas e políticas que visam garantir o acesso e a participação de todos os alunos, independentemente de suas diferenças individuais, em uma educação de qualidade. Esse tipo de educação valoriza a diversidade e reconhece a importância de se promover a inclusão social por meio da educação.

No Brasil, a educação inclusiva é garantida pela Constituição Federal e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), que estabelecem o direito à educação para todos os brasileiros, sem distinção de raça, gênero, orientação sexual, religião ou qualquer outra condição.

No entanto, apesar das garantias legais, a realidade da educação inclusiva no Brasil ainda é bastante desafiadora. Muitas escolas não estão preparadas para lidar com a diversidade dos alunos e não possuem os recursos e a capacitação necessários para oferecer uma educação inclusiva de qualidade.

Uma das principais barreiras para a implementação da educação inclusiva nas escolas brasileiras é a falta de capacitação dos professores e demais profissionais da educação. Muitos desses profissionais não estão preparados para lidar com as diferenças dos alunos e não possuem os conhecimentos e as habilidades necessárias para promover a inclusão.

Além disso, muitas escolas não possuem os recursos necessários para atender às necessidades educacionais dos alunos com deficiência, como rampas de acesso, banheiros adaptados e materiais didáticos específicos. Isso acaba criando uma barreira para a participação desses alunos na escola e na sociedade em geral.

Apesar dos desafios, existem iniciativas positivas de inclusão na educação brasileira. Uma delas é a política de educação inclusiva do Ministério da Educação (MEC), que tem como objetivo garantir o acesso e a participação de todos os alunos na escola. Além disso, existem programas de capacitação de professores e de inclusão de alunos com deficiência em escolas regulares, como o Programa Educação Inclusiva: Direito à Diversidade.

Para que a educação inclusiva seja de fato implementada nas escolas brasileiras, é necessário investir em políticas públicas e em capacitação de profissionais da educação. Também é fundamental garantir o acesso a recursos e tecnologias que possam ajudar os alunos com deficiência a participar plenamente da vida escolar.


Inscrições:
https://www.sympla.com.br/evento/educacao-inclusiva-direito-de-todos/1976879

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Tembici e Catho se unem para oferecer locomoção gratuita a candidatos a vagas de emprego em SP




Em meio à pandemia, projeto social Bike Pra Entrevista visa garantir transporte individual e seguro, visto que 92% dos candidatos afirmam que participariam de uma entrevista presencial


São Paulo, agosto de 2020 - Com a retomada gradual às atividades econômicas e a volta dos funcionários as sedes das empresas na capital paulistana, uma pesquisa realizada pela Catho com mais de três mil pessoas identificou que 52% dos candidatos a uma vaga de emprego receberam convites para entrevistas presenciais durante o isolamento social, desses 72% utilizaram meios de transportes coletivos como forma de locomoção e 92% afirmaram que não desistiriam de participar de um processo de contratação por ser presencial.

Reconhecendo a importância de empresas colaborarem com a sociedade a lidar com os desafios trazidos pela pandemia, a Tembici, empresa líder em micromobilidade na América Latina, e a Catho, site de vagas de empregos, em parceria inédita desenvolveram o projeto “Bike para Entrevista” que tem como objetivo garantir transporte individual com modal seguro e gratuito para profissionais que estejam buscando uma nova inserção no mercado de trabalho, neste momento em que o distanciamento social ainda precisa ser praticado.

A partir do dia 3 de agosto, o projeto dá aos cadastrados na plataforma da Catho, que sejam residentes da cidade São Paulo e que tenham entrevistas presenciais agendadas, acesso gratuito às bicicletas do Bike Sampa, operado pela Tembici, para realizarem seus deslocamentos. Os candidatos receberão gratuidade no plano diário, com duração de 45 minutos por viagem, para ir e vir das entrevistas com as laranjinhas e, para participar, devem se cadastrar no aplicativo ou site do Bike Itaú e inserir o código de desconto que será enviado por e-mail.

“É fundamental que as empresas se engajem em ações de apoio à sociedade, neste momento. Com a reabertura gradual dos comércios, o mercado começa a se reaquecer e estamos felizes de ajudar na retomada da economia disponibilizando nossas bikes para que as pessoas possam comparecer às entrevistas. Além disso, a bicicleta atualmente é considerada o modal mais seguro para deslocamento e, por isso, reforçamos os processos de higienização dos nossos sistemas para que todos possam utilizar as laranjinhas com ainda mais segurança”, comenta Carolina Rivas, diretora de relacionamento da Tembici.

Para o gerente sênior de Marketing da Catho, Ricardo Morais, o projeto também é um viabilizador de oportunidades a uma parcela dos candidatos que não possuem renda alguma para irem às entrevistas. “A Catho é reconhecidamente uma empresa que cuida de seus clientes e, neste momento de flexibilização das medidas de isolamento, em que as entrevistas presenciais já acontecem, buscamos com o ‘Bike para Entrevista’ oferecer uma alternativa realista e que vá ao encontro das necessidades dos candidatos e uma delas é justamente a locomoção segura e gratuita”.

Um dos meios de transporte individual indicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para evitar o contágio e proliferação do novo coronavírus por também ser higiênico e não-poluente, a bicicleta é vista como uma das maneiras mais seguras de locomoção para 57% dos que procuram por empregos na capital, segundo levantamento feito pela Catho.

Desde o início da pandemia, a Tembici reforçou todos os processos de higienização das estações e bicicletas compartilhadas de todas as cidades em que atua e com a reabertura gradual da economia, foram ampliadas as comunicações aos usuários sobre as recomendações de higiene individual, além das divulgações sobre as novas medidas que a empresa está realizando na limpeza dos equipamentos. Todos os dias as bicicletas são retiradas da estação pela equipe de logística e levadas ao centro de operações onde são lavadas com jato de cloro diluído em água. Ao serem devolvidas às ruas, as bikes e as estações ainda passam por higienização com álcool 70%.

Sobre a Tembici

A Tembici é a empresa líder de micromobilidade na América Latina. É responsável por mais de 2,5 milhões de deslocamentos por bicicletas nas principais capitais brasileiras como Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Recife e Porto Alegre, além de Santiago, no Chile, e Buenos Aires, na Argentina.

Ao longo dos últimos anos, Tembici acompanhou o aquecimento do setor de micromobilidade no mundo e devido seu modelo de negócio registra crescimento sólido e contribui diretamente para consolidar a bicicleta como um modal de transporte nas cidades em que atua. Em agosto de 2020, a empresa entrou para a lista das 100 Startups to Watch sendo considerada uma das startups mais promissoras e inovadoras do país.

terça-feira, 16 de julho de 2019

Contrata SP terá 50 empresas com mais de 1.000 vagas de emprego para pessoas com deficiência



Ação promove a inclusão de profissionais com deficiência e reabilitados do INSS conta com salários que chegam a R$ 5.000

Nesta quinta-feira, 18 de julho, a Prefeitura de São Paulo realiza a 7ª edição do Contrata SP voltado para a empregabilidade de profissionais com deficiência e reabilitados do INSS. O atendimento gratuito ocorrerá na Universidade Mackenzie - Prédio 30, região central, das 9h às 17h e contará com mais de 1.000 vagas ofertadas por cerca de 50 empresas.

Os candidatos a uma recolocação profissional terão acesso a empresas de diversos segmentos como Starbucks, Caoa, Latam, CIEE, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Viação Metrópole Paulista, Unisys, Paineiras Soluções Profissionais, Cervejarias Kaiser Brasil, Grupo Fleury, entre outras.

Há oportunidades para todos os níveis de escolaridade, incluindo ensino técnico e estágios. Os salários variam entre R$ 533 (para aprendizes em supermercados) a R$ 5.000, na área de enfermagem.

Os candidatos ainda podem participar da seleção para 30 oportunidades de coordenadores de restaurante, que exige o ensino médio completo e pelo menos seis meses na função. Outras 30 posições estão à disposição para atuar como recepcionista em sistema de escala, com salário de R$ 1.195.

O Contrata SP traz também 44 vagas para quem está cursando ou possui o ensino superior completo. Há cargos gerenciais nas áreas comercial e de tecnologia, assim como na categoria de analistas de recursos humanos. marketing e de finanças.

Para a secretária de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Aline Cardoso, o Contrata SP é um evento já consagrado junto às pessoas com deficiência na cidade de São Paulo. “São esforços conjuntos dos órgãos municipais que evoluem a cada edição. Seja na organização ou na busca incessante para promover a empregabilidade desses profissionais, o Contrata SP se consolidou como uma importante ferramenta para a recolocação profissional”, destaca.

Os interessados devem comparecer com currículos e documentos pessoais (RG, CPF, Carteira de Trabalho, laudo ou certificado de reabilitação profissional). Também é possível fazer um cadastro prévio para evitar filas no dia pelo site:www.bit.ly/ContrataSP7candidatos .

As ações nas zonas oeste, leste, sul e centro já receberam mais de 3.600 inscritos, sendo que 400 já foram contratados. Segundo dados do Censo 2010 do IBGE, na cidade de São Paulo vivem quase 2,8 milhões de pessoas com deficiência. Dentre elas, 500 mil fazem parte da população economicamente ativa e apenas 42,8 mil estão empregadas com contrato formal.

Com o intuito de aumentar este número, foi sancionada em 1991 a Lei de Cotas (Lei Federal nº 8.213). A legislação exige que as empresas com mais de 100 funcionários destinem de 2% a 5% dos postos de trabalho para pessoas com deficiência, porém, esse percentual nem sempre é cumprido.

“Ainda temos muito a evoluir na prática para tornar essa política afirmativa ainda mais efetiva. Hoje, a legislação é cumprida por apenas 50% das empresas sujeitas a ela. Os motivos são, principalmente, o preconceito e a falta de informação, ainda latentes em empresários, executivos e, sobretudo, gestores de RH, que enxergam deficiência como incapacidade”, afirma Cid Torquato, Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência.

O profissional com deficiência que não tiver a carteira de trabalho não precisa se preocupar. O CATe também realizará no evento a emissão da carteira de trabalho na primeira ou segunda via para pessoas a partir de 14 anos de idade. Para a emissão do documento a pessoa precisa levar RG, certidão de nascimento ou de casamento original e uma foto recente 3x4. No caso de segunda via também deverá levar a carteira anterior ou qualquer documento que contenha o número e a série da carteira de trabalho antiga.

O Contrata SP oferecerá também serviços que vão ajudar e orientar o trabalhador, entre eles:
• Orientação sobre benefícios previdenciários (INSS).
• Orientação sobre elaboração e cadastro de currículos (CATHO).
• Inscrição para vagas de estágio, disponíveis na Prefeitura de São Paulo (CIEE).
• Orientação sobre Direitos e Deveres da população com deficiência (CMPD).
• Orientação sobre os serviços da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência – SMPED.
• Orientação sobre Direitos trabalhistas (MPT).
• Orientação sobre serviços oferecidos pelos sindicatos dos trabalhadores e empregadores.

Serviço: Contrata SP 7ª Edição
Local: Universidade Mackenzie - Prédio 30 (Mackgrafe)
Endereço: Rua da Consolação, 930 (próximo ao metrô Higienópolis – Mackenzie)
Horário: 9h às 17h
Inscrições candidatos: www.bit.ly/ContrataSP7candidatos
Inscrições Empresas: www.bit.ly/ContrataSP7empresas
Mais informações: (11) 5667-5580 ou (11) 99973-8710


segunda-feira, 22 de abril de 2019

2300 VAGAS DE EMPREGOS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA



A Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho realiza nesta terça-feira, 23 de abril, a 6ª edição do Contrata SP – Pessoa com Deficiência, no Expo Barra Funda, Rua Tagipuru, 1001 – Barra Funda – São Paulo. Mais de 90 empresas participam da ação oferecendo mais de 2.300 vagas de emprego para pessoas com deficiência.

Participam do evento, às 10h45, o prefeito, Bruno Covas, a secretária-adjunta de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Ana Carolina Lafemina, e a secretária-adjunta de Pessoa com Deficiência, Marinalva Cruz.

O Contrata SP é uma iniciativa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho para a inserção no mercado de trabalho de públicos específicos, promovendo o encontro das pessoas com determinado perfil para vagas especialmente selecionadas pelas empresas parceiras.



Serviço

Contrata SP – PCD 6ª Edição
Data: 23 de abril, terça-feira
Horário: às 10h45
Local: Expo Barra Funda
Endereço: Rua Tagipuru, 1001 - Barra Funda – SP (próximo ao metrô Barra Funda)


Que tal pôr um bombom e presentear suas clientes e funcionárias no dia das mães?

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Alunos com deficiência passam a ter apoio de Auxiliares de Vida Escolar

Em 2011, os alunos com necessidades educacionais especiais matriculados na Rede Municipal de Ensino de São Paulo que não têm autonomia para alimentar-se, fazer a própria higiene e locomover-se em decorrência de deficiência física ou autismo contarão com um importante apoio na vida escolar. Esses estudantes passarão a ter o acompanhamento de Auxiliares de Vida Escolar (AVEs) durante o período de permanência na escola. O trabalho já começa na volta às aulas, dia 7 de fevereiro.

As boas-vindas a esses profissionais foi dada em evento promovido pela secretaria no Sesc Vila Mariana, na terça-feira, 1º. O encontro reuniu profissionais da Divisão de Orientação Técnica - Educação Especial, profissionais da Saúde, mais de 400 diretores de escola, representantes dos 13 Centros de Formação e Acompanhamento à Inclusão (Cefai) e supervisores escolares que atuam nas 13 Diretorias Regionais de Educação.

Neste mês, a rede receberá 409 Auxiliares de Vida Escolar, que trabalharão em 385 escolas e atenderão mais de 600 alunos. Cada AVE poderá atender até quatro estudantes, variando de acordo com o grau de dependência de cada aluno. Segundo o secretário municipal de Educação, esse número chegará a 500 profissionais ainda este ano e será ampliado de acordo com a necessidades das escolas. "Além de atenderem os alunos, os AVEs também serão irradiadores da causa da inclusão em suas comunidades, o que é muito importante. Parabenizo todos que escolheram a função, que optaram por caminhar conosco neste trabalho".

Os AVEs são pessoas da comunidade onde as unidades estão inseridas que se inscreveram para a função, receberam formação de profissionais da Unifesp e agora integram o Rede, um dos sete projetos que compõem o maior e mais completo programa de inclusão nas escolas - o Inclui -, lançado em setembro de 2010. Esse é mais um passo da Secretaria Municipal de Educação para que a cidade de São Paulo tenha escolas cada vez mais adaptadas e acolhedoras, possibilitando que os alunos participem de forma plena de todas as atividades escolares. Os auxiliares, formados de acordo com o que os alunos e as escolas precisam, passarão por capacitação a cada dois meses. Quinzenalmente, o trabalho será supervisionado por fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais que integram a equipe multidisciplinar do Rede.



O Programa Inclui

Transformar a escola em um lugar onde todas as crianças possam aprender juntas é o principal objetivo da Secretaria Municipal de Educação. Pensando nisso, em 2009 uma Comissão Intersetorial foi criada para avaliar como a inclusão vinha sendo feita nas escolas municipais e o resultado foi a criação do programa, que chegou para melhorar e ampliar o que já era feito. Hoje, mais de 14 mil crianças, adolescentes, jovens e adultos com algum tipo de necessidade educacional especial são atendidos em escolas municipais.

Para garantir bom atendimento, cerca de 25 mil educadores passaram por formação nos últimos cinco anos, sendo que 400 freqüentaram cursos de pós-graduação. Em 2011, serão 5 mil vagas de formação para os profissionais da Educação. Outro suporte em sala de aula são os mil estagiários de Pedagogia que apóiam os professores em turmas que têm um ou mais alunos com necessidades educacionais especiais. Esse número chegará a 1,3 mil neste ano. E, para dar tranqüilidade às famílias e conforto aos alunos, o Transporte Escolar Gratuito Acessível (TEG Acessível) é ampliado constantemente e chegará a uma frota de 170 veículos em 2012.



Superando metas

O apoio pedagógico especializado também vem sendo ampliado. "A previsão para 2011 era que o número de Salas de Apoio e Acompanhamento à Inclusão (SAAIs) - que eram 221 em setembro - chegasse a 314 espaços até o fim do ano, mas esse número já foi alcançado em janeiro e a meta agora são 400 salas", informa o secretário. Para garantir escolas acessíveis, a secretaria já vem construindo unidades que atendam aos parâmetros de acessibilidade. Entre as escolas mais antigas, a prioridade de reforma é para aquelas que têm ou terão SAAI.

Além de material próprio para alunos com deficiência, garantindo seu acesso ao currículo escolar, as unidades da rede ganharam mobiliário adaptado. Outra grande novidade do Programa Inclui é desenvolvida em parceria com a Sociedade Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM). Uma equipe com 48 profissionais, formada por fisiatras, psiquiatras infantis, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, nutricionistas, assistentes sociais, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, dentre outros especialistas, avalia e acompanha os alunos e, juntamente com os Centros de Formação e Acompanhamento à Inclusão (Cefais), apóia as famílias e as equipes escolares.

* Charles Roberto

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

São Paulo ganha a primeira representante com deficiência no Congresso Nacional

Mara Gabrilli, primeira deputada tetraplégica do Brasil, tomou posse nesta manhã de terça-feira. A partir de hoje a cadeirante e mais dois deputados com deficiência passarão a utilizar as adaptações feitas na Casa



Na manhã de 1 DE FEVEREIRO, Mara Gabrilli (PSDB) completou o quadro dos 513 deputados federais que cumprirão o mandato de 2011-2015. A tucana, eleita com 160.138 votos, é uma das 45 mulheres a compor o quadro feminino da Câmara Federal. Além dela, Rosinha da Adefal (PTdoB-AL) e Walter Costa (PMN-MG) são os outros dois deputados cadeirantes eleitos em outubro do ano passado.

Esta não é a primeira vez que Mara Gabrilli estréia em um espaço político. Em 2005, a tucana foi a primeira Secretária da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida do Brasil, pasta inédita criada por José Serra e hoje ampliada para outras cidades do País. Na disputa ao congresso nacional a cadeirante também foi uma das mais votadas – ficou em segundo lugar entre as candidatas do Estado de São Paulo.
Antes mesmo de assumir o mandato como deputada, Mara já vinha lutando por mudanças na Câmara Federal. Desde sua eleição, a tucana vem cobrando da Casa o cumprimento das obras de acessibilidade, como por exemplo, a da reforma na tribuna – púlpito em que os representantes discursam no plenário. Dentre as adaptações a serem feitas, uma plataforma elevatória levará os deputados cadeirantes por cima dos cinco degraus que dão acesso ao local.

“Acredito que a minha cadeira em Brasília vai despertar muitas pessoas com deficiência a buscar por seus direitos, além de trazer mais representantes nossos para a política. Além de criar acessos, vamos gerar oportunidades”, diz Mara, que utilizará nas votações da Casa um sistema que reconhece o movimento facial.

A reforma na Câmara Federal também prevê a adaptação na mesa diretora, local onde sentam o presidente e os demais dirigentes da Casa durante as sessões. Segundo Mara, essas obras serão realizadas em julho, período de recesso parlamentar do meio do ano.

Dedicada a levar suas leis e projetos para âmbito nacional, a cadeirante diz estar confiante e preparada para enfrentar os obstáculos na Câmara Federal. Ela aposta em suas propostas nas áreas da saúde e educação para ampliar sua política de inclusão em todo o Brasil.

Segundo o último Censo, só no Estado de São Paulo existem 4 milhões de pessoas com deficiência. Contudo, a representatividade do grupo na política ainda é baixa. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Mara Gabrilli apontou que apenas 1,3% do parlamento municipal paulista é composto por políticos com deficiência - destes apenas 7 são mulheres.

“Em São Paulo tive de brigar para que não só eu, mas todos os munícipes com deficiência pudessem transitar pelo Palácio Anchieta com respeito. Agora mudamos de Casa, mas a luta continua”, afirma.

sábado, 8 de janeiro de 2011

OFICINA DE MODA E COSTURA INCLUSIVA - CURSO GRATUITO

A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência com o objetivo de promover a capacitação profissional e a inclusão de pessoas com deficiência abre as inscrições para OFICINA DE MODA E COSTURA INCLUSIVA, à realizar-se na ETEC TIQUATIRA com carga horária de 210 horas.
O Curso é gratuito.

PÚBLICO ALVO: Pessoas com ou sem Deficiência

INSCRIÇÕES: 11/12/2010 A 15/02/2011

INICIO DAS AULAS: 14/03/2011

HORÁRIO: 7h30 AS 11H55

LOCAL: ETEC Tiquatira

Av. Condessa Elizabete de Robiano, 5.200 – Penha – SP

Turma com 20 alunos.

PROCESSO DE SELEÇÃO: Entrevista com inscritos



As inscrições devem ser feitas no Departamento de Eventos no telefone (11) 5212-3778 – (11) 5212-3765 ou no e-mail dauler@sp.gov.br

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

IV Encontro Fraternidade e Pessoas com Deficiência

Promoção: Pastoral da Pessoa com Deficiência da Arquidiocese de São Paulo

Tema Central: “Morar com Dignidade, Viver na Comunidade”

Objetivo: Debater alternativas para o abandono de pessoas com deficiência em instituições ou nas ruas

SUGESTÃO DE ENTREVISTA: TUCA MUNHOZ, COORDENADOR DA PASTORAL E ORGANIZADOR DO ENCONTRO.

A Pastoral das Pessoas com Deficiência da Arquidiocese de São Paulo promove o IV Encontro Fraternidade e Pessoas com Deficiência neste sábado, 25 de setembro, das 8h às 17h, no Colégio Espírito Santo, próximo ao metrô Tatuapé. O objetivo dos organizadores é propiciar intercâmbio, debates e o surgimento de propostas sobre as condições de asilamento e moradia das pessoas com deficiência. Esta é uma das questões “mais pungentes e esquecidas das políticas públicas voltadas para esse segmento, assim como dos militantes e ativistas em prol dos direitos humanos e do próprio movimento de pessoas com deficiência”, segundo Tuca Munhoz, coordenador da Pastoral.
O Brasil possui 14,5% da sua população com algum tipo de deficiência, segundo o último Censo (2000). Deste total, estima-se que cerca de 5 mil pessoas vivam em instituições ou nas ruas, em condição de asilamento, de acordo com Munhoz. “Por variadas razões as famílias se vêem obrigada a internar essas pessoas nas instituições e normalmente têm dificuldade para visitá-las, privando-as do convívio familiar”. As instituições, por sua vez, em sua imensa maioria, não têm preparo para atender adequadamente as pessoas com deficiência, condenando-as a viver em situação de isolamento e segregadas da vida familiar e comunitária, afirma o coordenador da Pastoral.

A questão estará no centro dos debates, que terá o tema “Morar com dignidade, viver na comunidade”. “Queremos levantar esta questão para melhor informar a sociedade sobre as condições em que realmente vivem tantas pessoas com deficiência em São Paulo e apontar alternativas, como uma política de Residências Inclusivas”, diz Tuca Munhoz.

De acordo com ele, esta questão envolve uma série de perguntas não respondidas:

Por que tantas pessoas com deficiência moram em instituições segregadas, separadas de suas famílias, longe de seus locais de origem e comunidades?
Por que tantas pessoas com deficiência moram nas ruas ou nelas pedem esmolas?
Como ficam, onde ficam as pessoas com deficiência que dependem de seus pais para viver com qualidade de vida, o que acontece com essas pessoas quando faltam seus pais?
Pela manhã, representantes da Arquidiocese e das Secretarias de Estado e do Município da Pessoa com Deficiência irão debater o assunto. À tarde, será a vez de representantes de igrejas cristãs (católica e protestantes) discutirem o tema.

O IV Encontro Fraternidade e Pessoas com Deficiência da Arquidiocese de São Paulo é aberto a todos os interessados, gratuitamente, bastando dirigir-se ao local do evento no Sábado, 25 de setembro, das 8h às 17h.

LOCAL DO EVENTO:

Colégio Espírito Santo
Rua Tuiuti, 1442 – Metrô Tatuapé (entrada lateral Rua Martins Penna s/n)
Ao lado do Shopping Boulevard

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

SÃO PAULO RECEBE MAIOR COMPETIÇÃO MUNDIAL PARA JOVENS COM DEFICIÊNCIA

Paraolimpíadas Escolares reúnem mais de 800 atletas de 14 a 20 anos.

Evento une desempenho atlético a inclusão social e acontece de 7 a 10 de setembro, na cidade de São Paulo.

Participam da competição alunos que apresentam deficiência física e motora, visual e intelectual. Serão dez modalidades, com atletas agrupados por tipo de deficiência e grau de comprometimento. Promovido em conjunto pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro, Governo do Estado e Prefeitura de São Paulo, evento é o que reúne maior número de participantes nesta faixa etária em todo o mundo.

Eliana Mutchnik, especialista em paradesporto da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida de São Paulo, destaca que a competição tem dupla importância: revelar talentos para as Paraolimpíadas do Rio 2016 e aumentar a autoconfiança. "É claro que esses jovens querem vencer, ganhar medalhas. Mas, o mais importante, é que o esporte possibilita demonstrar seu potencial e suas capacidades".

Diversidade



As classes de disputa são denominadas por um conjunto de letras e números, em que a letra indica a modalidade: T (provas de pista no Atletismo), F (provas de campo no Atletismo), S (provas de Natação), B (provas de Goalball, Futebol de 5 e Judô, só para atletas com deficiência visual), TT (provas de Tênis de Mesa), BC (provas de Bocha), PC (jogos de Futebol de 7, para atletas com paralisia cerebral e deficiência intelectual).



Os números ao lado de cada letra indicam o grau de comprometimento da deficiência, o que define as classes de disputa e torna as provas mais equilibradas. Como regra geral, quanto maior o número, menor o grau de comprometimento físico-motor, visual ou intelectual. Na Natação, por exemplo, os amputados ocupam as classes de S5 a S10, enquanto os cadeirantes ficam agrupados entre as classes S1 e S4. Na deficiência visual, as classes variam de B1 (sem nenhuma percepção luminosa em ambos os olhos) a B2 (percepção de vultos) e B3 (capacidade de definir algumas imagens).

Adaptações

Para tornar as disputas acessíveis à maioria das pessoas com deficiência, algumas modalidades sofrem pequenas adaptações, seja nas regras ou no espaço utilizado para a prática esportiva.

O Atletismo terá provas de corrida, salto e arremesso. Os dardos, discos e pesos arremessados variam de acordo com a classe de cada atleta.



A Natação abrange os estilos borboleta, costas, peito, crawl e medley, com distâncias variando de 50 a 200 metros. Aos nadadores cegos, permite-se receber aviso do auxiliar (tapper) quando se aproximam das bordas da piscina.



O Futebol de 7 é praticado por atletas com paralisia cerebral ou deficiência intelectual em dois tempos de 30 minutos. Não há impedimento e o lateral pode ser cobrado com apenas uma das mãos ou rolando a bola no chão. As classes funcionais vão de PC5 a PC8. O time deve ter em campo no máximo dois atletas da classe 8 (menos comprometidos) e, no mínimo, um da classe 5 ou 6 (mais comprometidos).



No Tênis de Mesa, a raquete pode ser fixada na mão do atleta. No saque, a bola deve bater no meio da mesa e sair pela linha de fundo (nunca pelas laterais). O atleta também pode se apoiar na mesa. Os atletas são agrupados de acordo com o alcance de movimentos, força muscular, restrições locomotoras, equilíbrio na cadeira de rodas e habilidade para empunhar a raquete.



Tênis em Cadeira de Rodas: a bola pode quicar até duas vezes antes de ser rebatida e as rodas traseiras da cadeira não podem tocar a linha de fundo.



A Bocha envolve atletas com deficiência intelectual, paralisia cerebral, com mobilidade reduzida e cadeirantes. As bolas podem ser lançadas com as mãos, pés ou algum instrumento auxiliar.



O Vôlei Sentado reúne atletas com mobilidade reduzida ou amputação. A quadra mede 10m x 6m e a rede fica a 1,15m do solo no masculino e 1,05m no feminino. O saque pode ser bloqueado e os seis atletas devem manter o contato com o chão, com exceção dos momentos de deslocamento.

Visual



Três modalidades envolvem exclusivamente atletas com deficiência visual.



O Futebol de 5 é disputado em quadra de futebol de salão ou grama sintética, em dois tempos de 25 minutos. Os jogadores usam uma venda nos olhos, para evitar que aqueles com maior percepção luminosa tenham vantagem. A bola possui guizos e os jogadores orientam-se pelo som. Não existe lateral, pois há uma banda de proteção dos dois lados da quadra. Além disso, o goleiro e o técnico, mais o guia (ou chamador) orientam os atletas dentro de campo.



No Judô, não há punição para ultrapassagem da área de combate no tatami, as advertências são feitas por meios audíveis e a luta é interrompida quando os lutadores perdem contato um com outro.



O Goalball foi criado no âmbito paradesportivo. Cada equipe - composta por três jogadores - fica em seu lado do campo e arremessa a bola com as mãos até a baliza adversária. Os atletas são, ao mesmo tempo, arremessadores e defensores. Utiliza-se a quadra de vôlei, com traves de 9m x 1,2m. É disputada em dois tempos de 10 minutos. A bola também possui furos e guizos em seu interior.



PROGRAMAÇÃO



Dia 7 de setembro



17h



Cerimônia de abertura - Anhembi Parque



De 8 a 10 de setembro



8h às 12h



Centro Olímpico Atletismo



Clube Espéria Natação

Futebol de 5

Futebol de 7

Goalball

Tênis em cadeira de rodas

Voleibol sentado



Anhembi Parque Bocha



14h às 18h



Clube Espéria Futebol de 7

Judô

Tênis em cadeira de rodas



Anhembi Parque Bocha (Exceto na sexta-feira)

Tênis de mesa



Dia 10 de setembro



19h



Cerimônia de encerramento - Anhembi Parque



A entrada é gratuita



LOCAIS DE PROVAS



Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa
Av. Ibirapuera, 1315 - Vila Clementino



Clube Espéria
Av. Santos Dumont, 1313 - Santana



Anhembi Parque
Anhembi Parque - Palácio das Convenções

Prof. Milton Rodrigues, 100



Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED)

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Vagas para deficientes físicos: Projeto de contratação terá vagas para operador de vendas, com salários de R$ 600 a R$1.000

Plura seleciona 300 pessoas com deficiência para trabalharem no grupo Itaú-Unibanco em todo o Brasil
Projeto de contratação terá vagas para operador de vendas, com salários de R$ 600 a R$1.000

A Plura – Consultoria e Inclusão Social (http://www.plura.com.br) está com 300 vagas para profissionais com deficiência trabalharem no grupo Itaú-Unibanco em unidades de todas as regiões do Brasil, como operador de vendas. Para candidatar-se às vagas, os interessados devem possuir o ensino fundamental completo. A carga horária será de oito horas diárias, e os salários variam de R$ 600 a R$ 1.000, de acordo com o cargo. A seleção será iniciada nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe, com prazo até o dia 12/07 para se candidatarem.

A segunda etapa de contratação será realizada em Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins, com cadastramento de 13/07 a 06/08. Já nos estados de Minas Gerais, de 16/08 a 10/09; Rio de Janeiro, de 20/09 a 08/10 e São Paulo, de 18/10 a 05/11.
O contato deve ser feito pelos telefones: 0800 725 1725 (ligações de fixo) ou 11 3206-4455 (demais ligações), ou por meio do e-mail: plura@plura.com.br.

A Plura Consultoria e Inclusão Social promove a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Atua diretamente com as empresas contratantes e candidatos às vagas. Junto às corporações, oferece diversas ferramentas como planejamento da inclusão, projetos estruturais para acessibilidade, treinamentos comportamentais, educacionais e operacionais para recrutamento e seleção. Já para os candidatos, há um banco de vagas no site para consultas e cadastro de currículos.

As cidades com vagas abertas são:


quarta-feira, 21 de julho de 2010

Prefeitura intensifica fiscalização de acessibilidade em estabelecimentos

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, em parceria com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED), está intensificando a fiscalização sobre estabelecimentos comerciais que descumpram as exigências de acessibilidade.
As ações de fiscalização tiveram início nos bairros de Santana e Mooca. Do total de 54 estabelecimentos inspecionados nessas regiões, 32 foram notificados para que executem adaptações. Em Santana, três padarias foram multadas; na Mooca, a subprefeitura visitou 25 estabelecimentos, dos quais nove não haviam feito as obras de adequação no prazo exigido, ficando sujeitos a multa.
As três padarias de Santana (Paris, Estrela Polar e Pedro Doll) foram multadas por não atenderem à exigência de execução de adaptações necessárias para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Elas já haviam sido notificadas e recebido prazo de 30 dias para fazer as adaptações. Até que ocorra a regularização do problema, receberão multa mensal de R$ 3,8 mil. Os problemas encontrados incluem ainda sanitários inadequados, falta de acesso ao pavimento superior, presença de degraus em todas as entradas e vagas de estacionamento irregulares. Nas próximas semanas, a Subprefeitura Santana/Tucuruvi visitará outros 23 estabelecimentos que foram notificados e receberam prazo para adequações.
O secretário de Coordenação das Subprefeituras destaca que a ação tem como objetivo orientar os proprietários sobre as ações necessárias para tornar os estabelecimentos acessíveis a toda a população da Cidade. "É uma ação para garantir o direito de ir e vir de todo cidadão a todo espaço público e privado da Cidade", comenta.
Segundo o secretário municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED), paralelamente às vistorias, também está sendo feito trabalho de conscientização junto aos empresários do setor, em parceria com o Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria de São Paulo.

A campanha pretende mostrar que ações simples e baratas, como demarcar vagas de estacionamento, transformar degraus em rampas, alargar portas e corredores ou adaptar um sanitário, já podem garantir um mínimo de acessibilidade a todo esse público.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

São Paulo tem atendimento para deficientes auditivos em 15 subprefeituras

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, em parceria com a Secretaria da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, instalou nesta semana computadores e webcams nas Praças de Atendimento das Subprefeituras Casa Verde, Jabaquara, Jaçanã e Freguesia/Brasilândia, com o objetivo de promover aos deficientes auditivos acesso a todos os serviços oferecidos pelas subprefeituras. Com estas, já são 15 subprefeituras com Praças Acessíveis.
Até o final da próxima semana, todas as 31 subprefeituras do município terão computadores e webcams nas Praças de Atendimento, com o objetivo de promover aos deficientes auditivos acesso a todos os serviços oferecidos pelas subprefeituras. A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, em parceria com a Secretaria da Pessoa com Mobilidade Reduzida, instalou nesta semana em quatro novas Praças de Atendimento.
Já estavam com os equipamentos instalados e com o atendimento funcionando as subprefeituras Ermelino Matarazzo, Guaianazes, Ipiranga, Itaim Paulista, Lapa, Mooca, Pinheiros, Penha, São Miguel Paulista, Sé e Vila Mariana. Através dos equipamentos e dos profissionais capacitados em Libras (Língua Brasileira de Sinais), os usuários surdos ou com deficiência auditiva têm acesso facilitado a todos os serviços municipais. A Central de Libras, Intérpretes e Guia-Intérpretes (Celig) conta com intérprete de libras que facilita o contato entre o munícipe surdo ou com deficiência auditiva presente no local e o atendente do órgão público, e também pode transmitir as informações disponíveis pelo serviço 156. O atendimento é oferecido de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.
O projeto é um piloto e deve ser implantado também em outros equipamentos públicos, como hospitais e Unidades Básicas de Saúde.

terça-feira, 6 de julho de 2010

PROJETOS CULTURAIS ACESSÍVEIS ÀS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

Como formar público de pessoas com deficiência para usufruírem das atividades culturais?

Curso Criação e Gerenciamento de Projetos Culturais Acessíveis à Pessoas com Deficiência, que será realizado em São Paulo, de 26 a 30 de julho, na Fundação Dorina Nowill para Cegos, terá como objetivo capacitar profissionais e estudantes a desenvolverem projetos de inclusão e acessibilidade cultural em espaços culturais, museus, centros de divulgação cultural e científica, organizações sociais, escolas, universidades, agências e turismo e empresas.

Museus, centros culturais, espaços expositivos, galerias de arte, oficinas de artes acessíveis as pessoas com deficiência. Este é o foco do curso, a apresentação de metodologias para a inclusão de pessoas com deficiência em projetos culturais.

Especialista em acessibilidade de espaços culturais, a coordenadora do curso, Viviane Panelli Sarraf, explica esta será uma oportunidade de formar profissionais e estimular a criação e a gestão de projetos voltados para a inclusão dos deficientes em espaços públicos, que asseguram seus direitos

O curso é voltado para profissionais de museus, centros culturais, projetos culturais; agências de turismo; professores de educação básica até ensino superior; profissionais de organizações inclusivas; profissionais da área de acessibilidade; estagiários e estudantes de áreas correlatas e interessados em geral.


SERVIÇO:

Curso: Criação e Gerenciamento de Projetos Culturais Acessíveis à Pessoas com Deficiência
Data: 26 a 30 de julho de 2010
Horário: 9h às 16h
Investimento: R$ 250,00 | Estudantes e professores R$ 200,00
Carga Horária: 30h
Local: Auditório da Fundação Dorina Nowill para Cegos | Rua Doutor Diogo de Faria, nº 558, Vila Clementino - São Paulo
Material de apoio: Apostila acessível em CD-ROM e certificação
Inscrições: http://migre.me/Pgjf

domingo, 27 de junho de 2010

Deficientes auditivos serão atendidos por webcans em Cidade Ademar e Perus

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, em parceria com a Secretaria da Pessoa com Mobilidade Reduzida, está instalando, nas Praças de Atendimento das subprefeituras Cidade Ademar e Perus, equipamentos para que os deficientes auditivos tenham acesso a todos os serviços oferecidos pelas subprefeituras e possam fazer suas solicitações. O serviço estará disponível a partir da próxima semana. As praças de atendimento das subprefeituras passam a contar com webcams que possibilitam a conversa dos cidadãos com deficiência auditiva com profissionais capacitados em Língua Brasileira de Sinais (Libras), por meio de um computador.
Os profissionais capacitados estarão na Central de Libras, Intérpretes e Guia-Intérpretes (Celig), da Secretaria da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, e promoverão o contato entre o cidadão e o funcionário da subprefeitura responsável pela demanda. O atendimento será feito das 8h às 17h.
Com o atendimento em Perus e Cidade Ademar, 11 subprefeituras passam a ter a nova ferramenta de atendimento e todas as regiões da cidade passam a ser contempladas pelo serviço. Munícipes de Ermelino Matarazzo, Ipiranga, Itaim Paulista, Lapa, Mooca, Penha, São Miguel Paulista, Sé e Vila Mariana já dispõem do atendimento especializado. Após a instalação do serviço em todas as 31 subprefeituras, o projeto deve ser implantado em outras unidades públicas, como hospitais e Unidades Básicas de Saúde.

domingo, 6 de junho de 2010

São Paulo é palco da Copa Brasil 2010 de Xadrez para Deficientes Visuais

A mão passeia sobre todas as peças do tabuleiro. Após alguns minutos, uma delas é pinçada e colocada em uma casa preta - levemente em relevo, quando comparada com as casas brancas -, sendo fixada por um pino ao tabuleiro perfurado. Em seguida, o jogador anuncia em um gravador de voz o movimento executado e acrescenta: "Xeque-mate"!
Assim pode terminar um jogo de xadrez adaptado, modalidade em que a partida é sempre disputada em dois tabuleiros e a gravação das jogadas é fundamental para dirimir dúvidas sobre os lances executados.
De 3 a 5 de junho, a Copa Brasil 2010 de Xadrez para Deficientes Visuais reunirá, em São Paulo, 50 enxadristas de diferentes pontos do País e servirá de preparação para o torneio Pan-Americano, na Argentina, e o Mundial, que será realizado na Sérvia, em setembro.
Organizador do torneio e um dos dez melhores praticantes de xadrez adaptado no Brasil, Andre Rezende Marques explica que, embora possa tocar todas as peças, o bom jogador tem como diferencial a memorização da seqüência de movimentos, para identificar a estratégia do adversário.
Andre Marques, que leciona xadrez nos últimos três anos para alunos com deficiência visual, afirma que o esporte tem impacto positivo não só no desenvolvimento do raciocínio, mas também na sociabilização. "Uma criança percebe que pode disputar uma partida em igualdade de condições com qualquer pessoa que enxergue. E que pode ser assim em outros aspectos de sua vida".

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Autoridades discutem segurança de medicamentos homeopáticos e importância da acessibilidade

Líder mundial do mercado reuniu farmacêuticos do Brasil, Europa e EUA para debater assunto no principal congresso de farmácia do País

Uma das opções terapêuticas mais utilizadas no mundo, o tratamento homeopático é 100% seguro. Essa foi a conclusão do painel sobre segurança dos medicamentos homeopáticos que aconteceu nesta quinta-feira no Congresso Pan-Americano de Farmácia, em Porto Alegre, RS, e que reuniu autoridades no assunto do Brasil, Europa e Estados Unidos.

Convidado de honra do evento, o Dr. Taoubi Khalil, chefe do Comitê de Toxicologia e Segurança da Convenção da Farmacopeia Homeopática dos Estados Unidos explicou que a homeopatia tem segurança comprovada por anos de prática clínica e atestada pelas mais rigorosas agências reguladoras do mundo. "É uma terapêutica utilizada por 300 milhões de pacientes no mundo", ressaltou.

Para a Dra. Carla Holandino, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do comitê da Farmacopeia Homeopática Brasileira, o que importa é oferecer opções eficazes e seguras de tratamento. Ela lembrou que a água, por exemplo, apresenta cerca de 40 "anomalias", ou comportamentos não comuns a outros elementos e até hoje não explicados, e ninguém deixa de confiar na água por conta disso. "Os medicamentos homeopáticos são, sim, atípicos, mas devem respeitar todas as regras de qualidade e segurança como qualquer medicamento", completou o Dr. Taoubi.

O diretor internacional da Boiron, Daniel Omont, destacou que os padrões de qualidade resultantes de um modelo de fabricação industrial, em larga escala, ajudam a garantir a segurança dos medicamentos homeopáticos. "A rastreabilidade de todo o processo, por exemplo, permite identificar onde poderiam estar eventuais pontos de toxicidade dos produtos, o que é fundamental para atestar a segurança do medicamento", analisou. Para ele, é importante atestar e também demonstrar a segurança dos medicamentos homeopáticos. "Ainda mais no Brasil, um dos raros casos de países que ainda exigem prescrição médica para esse tipo de produto em alguns casos", completou Omont.

Responsabilidade dos farmacêuticos

O debate abordou ainda a questão da responsabilidade dos profissionais de farmácias e drogarias com os consumidores de medicamentos isentos de prescrição médica. Segundo a Dra. Margareth Kishi, os farmacêuticos são na maioria das vezes o primeiro e principal contato das pessoas com as opções terapêuticas disponíveis, e devem estar totalmente capacitados para orientar corretamente.
"A responsabilidade dos farmacêuticos é dispensar atenção especial a cada paciente, e isso a homeopatia já faz há 200 anos", concluiu.

Sobre a Boiron

A Boiron é o maior laboratório mundial de medicamentos homeopáticos, presente atualmente em mais de 80 países. O laboratório foi criado em 1932 pelos irmãos Jean e Henri Boiron e atualmente está na Bolsa de Paris. Em 2009, faturou 526 milhões de euros, um crescimento 12,7% em relação ao ano anterior. Com fortes investimentos em pesquisa nos últimos anos, possui um portfólio de mais de 250 especialidades e 3 mil substâncias unitárias registradas, produtos líderes em vendas na França e alguns dos medicamentos mais procurados no mundo. A missão da Boiron é que cada médico integre a homeopatia na sua pratica cotidiana. O tratamento homeopático deve ser uma opção terapêutica à escolha de médicos e pacientes.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

A Subprefeitura de Guaianases mais acessível para surdos e deficientes auditivos


A Praça de Atendimento da Subprefeitura de Guaianases amplia o seu atendimento a surdos e deficientes auditivos. A novidade é a webcam que vai possibilitar a conversa do cidadão surdo à distância, pelo monitor, com intérpretes da Língua Brasileiras de Sinais (LIBRAS) para consultar os serviços públicos oferecidos pela Prefeitura de São Paulo. Trata-se da Central de Libras, Intérpretes e Guia-Intérpretes (Celig).

Os intérpretes facilitam o contato entre o munícipe surdo ou com deficiência auditiva e o atendente presente no local, e podem transmitir também todas as informações hoje só disponíveis ao público ouvinte pelo telefone 156.

A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida espera que este projeto, que já esta implantado em 11 subprefeituras, ao longo do ano de 2010, chegue a todas as 31 subprefeituras e, gradualmente, a outras unidades do serviço público municipal, com prioridade para hospitais e unidades da rede de saúde.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Subprefeitura de Itaquera multa bancos por falta de ace ssibilidade

Elevador na agencia de Itaquera não funciona há 1 ano

Na última terça-feira, 4/5, agentes da Subprefeitura de Itaquera percorreram bancos da região para verificar se possuíam certificado de acessibilidade e licença de funcionamento. Após vistoriarem 11 estabelecimentos financeiros, ficou constatado que nenhum possuía o certificado de acessibilidade emitido pelo Contru, e todos foram multados em R$ 3558,50.

Durante a vistoria foi constatado que em apenas três bancos a licença de funcionamento estava em dia. Os outros foram intimados a apresentar o documento dentro de cinco dias úteis na sede da subprefeitura. Também foi exigido o auto de vistoria do corpo de bombeiros e o auto de vistoria de segurança das agências. Em caso de descumprimento, serão multados e um processo administrativo será iniciado.

Piso tátil não colorido pode causar tropeços e acidentes
De acordo com Rodinei Lafaiete, presidente da Associação Nacional de Defesa do Direito do Consumidor, os grandes bancos não dão a devida importância aos portadores de necessidades especiais. “O portador de deficiência vai ao banco como um consumidor e todo consumidor é vulnerável, mas os deficientes são ainda mais”, afirma. Para o subprefeito Roberto Tamura, o que importa é aplicar a regra. “Se eles não estão cumprindo a lei, temos que autuar. Nós respeitamos a lei, custe o que custar”, avisou o administrador.

Vale ressaltar que os agentes observaram que alguns bancos, mesmo aparentando estarem de acordo com a lei, já que possuem rampas e sinalização indicativa, não cumpriam alguns dos requisitos previstos na legislação, como piso antiderrapante e a instalação de sanitários e caixas eletrônicos adaptados.

Rampas sem películas antiderrapantes
Até hoje nenhum banco no País foi fechado por descumprimento às normas de acessibilidade. Sobre a multa, os fiscais alertam que ela é reaplicada mensalmente, até que a situação reja regularizada e que o certificado esteja à vista em quadro específico nas agências. Foi a primeira operação deste tipo em Itaquera.