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sexta-feira, 9 de maio de 2025

Papa Robert Prevost é eleito como Leão XIV: Um novo capítulo na história da Igreja Católica





    A eleição do cardeal norte-americano Robert Francis Prevost como o novo Papa, com o nome Leão XIV, marca uma virada histórica na liderança da Igreja Católica. Pela primeira vez, o sucessor de São Pedro é um papa nascido nos Estados Unidos com sólida formação missionária na América Latina. A escolha de seu nome e a trajetória até o trono de Pedro apontam para um pontificado de equilíbrio entre tradição doutrinária e abertura pastoral.

    Um Conclave de expectativas globais

    Após o falecimento do Papa Francisco, em abril de 2025, 133 cardeais se reuniram no Vaticano para o conclave. A eleição ocorreu em meio a tensões geopolíticas, desafios ambientais e transformações internas da Igreja. Depois de quatro rodadas de votação, no dia 8 de maio de 2025, a tradicional fumaça branca anunciou ao mundo: Habemus Papam.

    O nome escolhido — Leão XIV — imediatamente chamou a atenção de fiéis, historiadores e jornalistas. A referência aos papas anteriores chamados Leão sugere um retorno à firmeza doutrinária, mas também à inovação e ao diálogo em tempos de crise.
Quem é Robert Prevost?

    Nascido em Chicago, EUA, em 14 de setembro de 1955, Robert Prevost entrou na Ordem de Santo Agostinho aos 22 anos. Foi ordenado padre em Roma, em 1982, e viveu quase 15 anos como missionário no Peru, onde foi pároco, reitor e posteriormente bispo de Chiclayo. Em 2023, foi nomeado pelo Papa Francisco como Prefeito do Dicastério para os Bispos e Presidente da Comissão para a América Latina — cargos que o colocaram no centro das decisões sobre o futuro da Igreja.

    Com fluência em várias línguas (inglês, espanhol, italiano, francês e português), Prevost traz uma visão profundamente intercultural e pastoral. Sua vivência nas periferias e sua formação acadêmica (doutorado em Direito Canônico pela Universidade de São Tomás de Aquino) lhe dão uma combinação rara de teólogo, pastor e gestor.
 
    O significado do nome “Leão XIV”

    Na tradição da Igreja, a escolha do nome papal é carregada de simbolismo. Ao adotar o nome Leão, Prevost se conecta a uma linhagem de papas que, ao longo da história, foram marcados pela defesa da fé, forte presença espiritual e respostas firmes diante das crises. O primeiro Papa Leão, chamado Leão Magno (440–461), enfrentou Atila, o Huno, e consolidou a doutrina cristológica no Concílio de Calcedônia. O último, Leão XIII (1878–1903), foi pioneiro na Doutrina Social da Igreja com a encíclica Rerum Novarum.

    Com o nome Leão XIV, o novo Papa parece buscar inspiração nessa herança: espiritualidade firme, ação concreta e abertura ao diálogo social e inter-religioso.
 
    Estilo e prioridades do pontificado

    A primeira aparição pública de Leão XIV, na sacada da Basílica de São Pedro, surpreendeu pela sobriedade. Optou por uma vestimenta simples, próxima ao estilo franciscano, embora mantivesse os símbolos clássicos como o anel do pescador e o pálio. Seu lema, "In illo uno unum" (“Em Cristo somos um”), indica uma ênfase na unidade da Igreja — algo urgente em tempos de polarização tanto dentro quanto fora das comunidades cristãs.

    Entre suas prioridades declaradas estão:


    Valorização das periferias: com foco em seminários itinerantes e missões em áreas esquecidas do mundo.
Reforma episcopal: formação de bispos com perfil pastoral e espírito missionário.
Diálogo ecumênico e inter-religioso: retomando e aprofundando o legado de Francisco.
Temas sociais e ambientais: continuidade das pautas de justiça social, migração e cuidado com a criação.

    Reações globais


    A escolha de um Papa americano com forte ligação à América Latina foi celebrada por diversos setores da Igreja. Para muitos, Robert Prevost representa um pontífice capaz de dialogar com os desafios contemporâneos sem abandonar a fidelidade doutrinária. Seu perfil equilibrado, discreto e pastoral pode representar um novo estilo de liderança católica no século XXI.
    
    Em contraste, setores mais conservadores aguardam com cautela como Leão XIV irá se posicionar em questões delicadas como sinodalidade, celibato, papel das mulheres na Igreja e presença LGBTQ+.

    A eleição de Leão XIV pode sinalizar uma nova etapa na caminhada da Igreja Católica, em que espiritualidade, escuta, firmeza e missão caminham juntas. O mundo aguarda, com esperança e atenção, os primeiros gestos concretos deste novo Papa que une América do Norte, América Latina e o coração da Igreja Universal.


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quinta-feira, 12 de junho de 2014

MARCHA PARA JESUS 2014


No último sábado (7/6), aconteceu a 22ª segunda edição da Marcha para Jesus. Mesmo com as paralizações do metrô, o evento reuniu milhões de pessoas nas ruas da capital paulista.
Ao todo, 12 trios elétricos conduziram os participantes, desde a estação Luz até a Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira, onde ocorreu um mega show com representantes da música gospel nacional, entre eles, Gabriela Rocha, Fernanda Brum, Ao Cubo, Renascer Praise, André Valadão, Eyshila, Banda DOPA, Damares, Gui Rebustini, Pedras Vivas, Thalles Roberto, Aline Barros, Cassiane, Ana Paula Valadão, Marcelo Aguiar, Daniel Casemiro, Eli Soares, Coral Heliópolis, Cia Praise de Dança, Thiara Lopes e Karen Matos. Foram dez horas de louvor e adoração.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

“Nosso Lar” é uma superprodução do cinema nacional



O filme Nosso Lar chega aos cinemas em 3 de setembro como a maior produção cinematográfica nacional já realizada. Em seu processo de filmagem, registrou números expressivos tanto na quantidade de pessoas envolvidas como na montagem de uma locação e no figurino. Somente para a cena “Segunda Guerra”, cerca de mil pessoas foram mobilizadas no set. A locação das cenas do Umbral foram realizadas em uma pedreira no bairro de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, que possuía 10 mil metros quadrados (duas vezes o tamanho do Estádio do Maracanã), onde foram utilizados oito quilômetros de cabo e as luzes foram erguidas a mais de 50 metros de altura. Para adequar o figurino dos atores ao desenrolar da trama, 1.500 peças sofreram transformações. Baseado no livro de Chico Xavier, o longa tem direção de Wagner de Assis, com Iafa Britz (“Se Eu Fosse Você 1”) à frente da produção. Ingressos antecipados para o filme já podem ser adquiridos no site http://www.nossolarofilme.com.br/  

A vida após a morte é o tema central desse drama sobre a transformação de um homem em sua surpreendente experiência no plano superior. Com uma direção de arte grandiosa e efeitos especiais jamais vistos em produções locais, o longa leva às telas a mais importante obra do médium mineiro Chico Xavier que, através de relatos do espírito do médico André Luiz, descreve em detalhes a vida em “Nosso Lar”. A trilha sonora é de Philip Glass, fotografia de Ueli Steiger e efeitos visuais da canadense Intelligent Creatures. O elenco é formado por Renato Prieto como André Luiz, Fernando Alves Pinto, Rosanne Mulholland, Inez Viana, Rodrigo dos Santos, Werner Schünemann, Clemente Viscaíno, Ana Rosa, Othon Bastos e Paulo Goulart.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Escola Bíblica Infanto-Juvenil promove encontro no Centro Cultural de Guaianases

Cerca de 500 pessoas, entre crianças, adolescentes e adultos, participaram no último domingo, 18, de evento organizado pela Escola Bíblica Infanto-Juvenil (EBI) no Centro Cultural de Guaianases, em parceria com a Supervisão de Cultura de Guaianases e colaboração do Grupo Força Jovem.
Assuntos como prevenção contra a dengue e iniciação da fé cristã foram abordados de maneira didática para atingir o público com eficácia. Também fizeram parte da programação muitas brincadeiras com o palhaço Xiquinho, ex-personagem do programa da Eliana, e sua companheira Ciça Lingüiça, além de apresentações de streat dance com os grupos da EBI de Guaianases, Cidade Tiradentes, Itaquera, Ferraz de Vasconcelos, entre outros. As crianças puderam se divertir comendo pipoca e algodão-doce, além de participar de brincadeiras.
Para o subprefeito de Guaianases, iniciativas como esta fazem a diferença. "É muito importante estudar os ensinamentos religiosos para que os pequeninos cresçam com um alicerce".

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Exposição gratuita " Monumentos naturais: as serras" retrata peças em xilogravura

Artista Salete Mulin expõe suas obras baseadas nas Serras do Parque Nacional de Itatiaia e Ibitipoca
Com o objetivo de enobrecer os sentimentos do homem e enriquecer-lhe a vida, proporcionando-lhe alegria e sentido, a Fundação Mokiti Okada possui o setor de Pesquisa e Produção Cultural no qual busca o desenvolvimento de uma consciência estética e de um senso artístico baseado na filosofia do Patrono Mokiti Okada.
Para tanto, periodicamente realiza atividades culturais entre elas, exposições gratuitas abertas ao público. "Monumentos Naturais: as serras" é uma mostra promovida pela instituição no Centro Cultura do Solo Sagrado de Guarapiranga, em Paralheiros, São Paulo - SP.
As peças da exposição foram criadas pela artista pós-graduada em desenho pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo-ECA-SP, Salete Mulin, que imprimiu em suas obras imagens baseadas nas Serras do Parque Nacional de Itatiaia,no Rio de Janeiro, e do Parque Estadual de Ibitipoca, em Minas Gerais.
A mostra traz peças em xilogravura, método originado na China, que consiste em entalhar a madeira da forma desejada com o auxílio de um instrumento cortante. Salete imprimiu seu talento nas imagens de forma sinuosas que nos remetem a uma analogia entre monumentos criados pela natureza e pelo homem.
A técnica exige o entalhe da forma desejada, na matriz, com o auxílio de um instrumento cortante. Em seguida, utiliza-se um rolo de borracha para entintar as partes elevadas do entalhe. A finalização do processo consiste em revelar a impressão em papel ou outra superfície desejada.
O resultado pode ser observado nos trabalhos em forma de sobreposição, levando o visitante a imensão de todo o espaço, intocável e ao mesmo tempo muito próximo, de acordo com a visão. Atualmente, Salete Mulin, desenvolve trabalhos em um atelier em São Paulo.
Os interessados em conferir a exibição devem comparecer no Centro Cultural do Solo de Guarapiranga, na Estrada do Jaceguai, 6567 - Jardim Casa Grande, Parelheiros, São Paulo-SP. A mostra está disponível de quarta a domingo, das 09h às 17h, e permanecerá no local até o dia 27 de junho. A entrada é franca. Informações pelo telefone: (11) 5970-1000.

domingo, 18 de abril de 2010

São Paulo sedia a primeira exposição sobre o Santo Sudário

Réplica em tamanho natural poderá ser vista na única mostra do gênero na América Latina


Enquanto na cidade de Turim o verdadeiro Sudário está sendo exposto para mais de três milhões de pessoas, em São Paulo vai acontecer, a partir do dia 17 de abril, uma exposição nos mesmos moldes, trazendo o que há de cientificamente mais novo sobre o assunto.

Para inaugurar a exposição ocorrerá, neste sábado, uma cerimônia na Catedral da Sé com o Arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Sherer, às 16 horas, que contará com a presença de autoridades.

O Santo Sudário é uma peça de linho de 4,36 m de comprimento por 1,10 m de largura na qual, segundo consta, ficou gravada a imagem do corpo de Cristo crucificado de frente e de costas.

A exposição também será composta por uma série de painéis fotográficos e de réplicas de peças históricas, como a coroa de espinho, o tipo de chicote que teria açoitado Jesus, os tipos de cravos usados na época para a crucificação e moedas do tempo de Pilatos, que teriam sido colocadas sobre os olhos de Cristo para o fechamento das pálpebras.

Realizada pela Associação Brasileira de Estudos do Santo Sudário (ABESS) em parceria com a Arquidiocese de São Paulo, a mostra, que conta ainda com o apoio da Prefeitura de São Paulo, por meio da São Paulo Turismo (SPTuris), e da Rede Vida, estende-se até a famosa cripta da Catedral, onde estará exposta uma rara réplica colorida em tamanho natural do Santo Sudário, autorizada pelo Centro Internacional de Sindonologia de Turim.


Serviço
Exposição sobre o Santo Sudário
Data: A partir do dia 17/04
Local: Catedral da Sé - Praça da Sé, s/n
Horário: Seg. a Sex., das 9h às 17h30;
Sáb., das 9h às 16h30 e
Dom., das 8h às 13h
Contribuição voluntária: R$5,00

quinta-feira, 25 de março de 2010

Eu acredito no jovem

*Dunga


Existem pessoas que decidiram não envelhecer, apesar do tempo, das rugas, dos cabelos brancos e da visão turva. Existem jovens que mantiveram seus ideais intactos e levaram para a vida adulta, e até mesmo anciã, todos os seus sonhos, ideais e inspirações da adolescência, uma época em que “dói” crescer. Estes hoje são presidentes, médicos, esportistas, professores, comunicadores, pessoas que nos causam admiração e que se tornaram referenciais nacionais e internacionais.

Mas olhando para os “cronologicamente” jovens, também percebemos que uma “nova safra” surgiu. Aliás, estas safras nunca deixaram de surgir. Porém, hoje, as drogas, a violência e, especialmente, a afetividade deturpada, tem sufocado esta geração, colocando verdadeiramente em risco esta juventude que sempre trouxe uma esperança aos problemas contemporâneos da humanidade.

Se dermos uma passada em cadeias públicas ou de segurança máxima, unidades terapêuticas no combate e prevenção às drogas, casas de apoio ao soropositivo em fase terminal e em outros ambientes similares, veremos um quadro assustador. Muitos jovens inteligentes e cheios de dons estão ali, tentando não desistir dos sonhos e inspirações. Mas esses sonhos muitas vezes se transformam em pesadelos. Na mensagem para a XXV Jornada Mundial da Juventude, o Papa Bento XVI afirmou: “Apesar das dificuldades, não vos deixeis desencorajar nem renuncieis aos vossos sonhos!”

É preciso um “levante”! É preciso que esses adultos que hoje decidem, formam opinião, ditam ritmos e velocidade da moda, do câmbio, das notícias e que não perderam seus ideais de juventude unam-se aos jovens que, por milagre, por boa educação familiar e religiosa, não se corromperam. É preciso que esses adultos façam algo realmente significativo, pois existem, ouso dizer, milhares e milhares de jovens que não desistiram desse desafio de mudar as faces distorcidas da sociedade.

Por onde passo, vejo o brilho nos olhos dos jovens. De um lado, vejo jovens de 18 anos servindo no Exército israelense, com suas metralhadoras penduradas no pescoço, enquanto degustam seus sanduíches, sorrindo e se abraçando. Do outro lado de um muro, que traz divisão, jovens palestinos. No fundo, todos querem paz. No Paraguai, vi jovens que, apesar de toda humilhação das gerações anteriores, por causa de uma guerra violenta, não desistem e querem ver o país com alta “autoestima”. Em tantos países, vejo jovens brasileiros morrendo de saudades de seu país, enquanto batalham por uma vida melhor.

Os jovens que rezam, que estudam, que lutam para se manter castos, que sonham, que honram os pais, que erram, que caem, mas, se levantam, que saem das drogas, que cantam, que dançam, que votam – são esses os jovens que têm o direito de errar tentando acertar, que precisam ser corrigidos e orientados por uma sociedade que precisa aprender a amar a juventude.

A Organização das Nações Unidas (ONU) já declarou 2010 como o Ano Internacional da Juventude. Essa juventude pode mudar o rumo do mundo, da consciência ecológica, ética, política, sociológica e antropológica. É o jovem que pode, agora, tocar nisto e mudar o destino do planeta. As visões escatológicas, de fim de mundo, são baseadas no que muitos anciãos fazem por interesses pessoais e econômicos. Mas ao jovem o que interessa é viver, ter tempo para crescer. O jovem é o maior interessado em mudanças. Este é o momento para quem está vivo, e bem vivo, agir.

É muito difícil e triste imaginar jovens que não queiram viver. Se eles estão nas drogas, no crime, ou até mesmo na depressão, é porque os adultos não os valorizaram, não acreditaram que aquela criança ou adolescente teria a chance real de ser alguém que, nos planos de Deus, pudesse mudar o mundo. É assim que devemos pensar. Basta um jovem. Apenas um! E o mundo pode ser melhor.

Por causa de alguns homens, pessoas que não tiveram a chance de ser um bom jovem, o rumo da história e da humanidade eclipsou-se por um tempo. O que fará um adulto que na sua juventude não foi incentivado, educado com o bem, com religião, família, cultura, ciência, ética etc.? Está em nós pais, professores, educadores, padres, pastores e políticos a responsabilidade de formar e esperar “novos” Ayton Senna, Pitanguy, Ziraldo, Chico Mendes...

Se esses jovens estão hoje com 16, 17, 18 anos, nem sabem o que espera por eles. É nossa a missão de plantar, regar e colher. Que o Criador nos ilumine para não desistirmos de nós mesmos ao esquecer que um dia fomos jovens e que hoje, como adultos, podemos acreditar que a vida continua nos filhos que geramos e que são sem dúvida uma versão melhorada de nós mesmos. Eu acredito no jovem..

* Dunga é missionário da Comunidade Canção Nova, apresentador do programa PHN transmitido pela TV Canção Nova e locutor da Rádio Canção Nova AM e FM. É autor de quatro livros e já gravou oito CDs. Seus recentes trabalhos são o livro "Abra-se a Restauração” e o CD "Transfiguração”.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa

Defensoria comemora Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa com lançamento de cartilha informativa

“Garantir a liberdade religiosa não é um favor, mas uma obrigação de todos e também do Estado”. É com base nesta afirmação que o Núcleo de Combate a Discriminação, Racismo e Preconceito da Defensoria Pública preparou uma cartilha para celebrar o dia 21 de janeiro, Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa.

O material explica para os leitores o que é religião e liberdade religiosa, quais as obrigações que o Estado e as pessoas têm para garantir que este direito seja respeitado por todos. “Viver numa sociedade multicultural como a brasileira é respeitar o outro nas suas mais diversas dimensões, inclusive a religiosa”, informa a cartilha. “O Estado não pode criar obstáculos para o exercício de qualquer religião e deve tomar atitudes para garantir que a liberdade religiosa seja respeitada por todos”, expressa.

A cartilha ainda diz quais as atitudes que devem ser tomadas em caso de discriminação pela religião ou pela falta dela, bem como os dispositivos legais que podem ser aplicados nesta situação. Por fim, o material traz, ainda, diversas instituições onde as vítimas podem buscar informações e atendimento no Estado de São Paulo.

A cartilha começará a ser distribuída nesta quinta-feira, após o tributo ao Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, promovido pelo Fórum Inter-religioso "Para uma cultura de Paz e Liberdade de Crença" e pela Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania. O evento está previsto para começar as 10h, no Espaço da Cidadania André Franco Montoro (Páteo do Colégio n.º 184 - Térreo - Centro - São Paulo/SP).

A partir desta semana as cartilhas estarão disponíveis no Núcleo de Combate a Discriminação, Racismo e Preconceito e no prédio da Defensoria Pública do Estado, na Rua Liberdade, nº 32. Em fevereiro, as cartilhas serão distribuídas em todas as unidades, em todo o Estado de São Paulo. A cartilha também pode ser acessada na internet, no Portal da Defensoria (clique aqui).
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MENSAGEM DE OTIMISMO
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05 - Otimismo - Voz Feminina

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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

O fracasso de hoje pode ser o sucesso de amanhã



Pe. Luizinho

De vez em quando, as coisas que empreendemos não são bem-sucedidas e temos de lidar com o fracasso – esse sentimento que nos empurra para baixo. Também de vez em quando, não nos conformamos e perdemos o rumo. Para achar de novo o caminho certo, temos de ter a cabeça no lugar. Nessas horas, é difícil acreditar que um grande fracasso nos trará um bem, um proveito, ou até mesmo o sucesso.
Para São Paulo, por exemplo, a experiência de fracasso em Atenas lhe abriu as portas para a maturidade e os novos caminhos em Corinto, onde, com a comunidade, desenvolveu o uso dos dons e carismas do Espírito Santo.
Há algum tempo ouvi alguém dizer que “o fracasso é a antessala do sucesso”. Quando analisamos o que aconteceu com os apóstolos de Jesus em várias passagens bíblicas, vemos que deixaram uma lição de vida para nós, já que o Evangelho é uma escola e Jesus é o Grande Mestre.
Pedro e seus companheiros pescaram a noite toda e nada pegaram. Vale lembrar que aqueles homens viviam da pesca e eram experientes. Jesus chegou e disse: “Lança a rede do lado esquerdo do barco e lá achareis peixes”. Eles lançaram e pegaram muitos peixes. Aliás, como a rede quase se rompeu, foi preciso pedir ajuda a outros companheiros para ajudá-los a puxá-la para a praia.
Primeira lição: para que o fracasso não cegue a nossa visão, precisamos ter os ouvidos atentos à voz dos mais experientes. Pedro, apesar do cansaço e da decepção, obedeceu à voz do Senhor. Outra coisa: todos nós somos um pouco orgulhosos e autossuficientes. O que a pessoa que se deixa dominar pelo orgulho e pela autossuficiência não se permite é a vergonha do erro. O orgulhoso não suporta a vergonha do fracasso, nem o fato de ser corrigido por outro. Por isso, neste caso, o fracasso foi a antessala do sucesso.
Depois disso, Jesus convidou Pedro para comer peixe assado com Ele e trabalhou no coração do apóstolo a questão das três negações: “Pedro, filho de João, tu me amas mais do que esses?”. Não era Jesus quem precisava ouvir a confissão de Pedro, mas o próprio apóstolo, por causa de seu fracasso ao negar o Mestre no momento em que Ele mais precisava. Isso doía no coração de Pedro e o Mestre utiliza aquele momento para retornar ao fracasso e com ele se reconciliar.
Ao se reconciliar com seu fracasso, Pedro recebeu de Jesus o rebanho de volta, a confiança, ou melhor, a autoconfiança, a autoestima que havia perdido por não aceitar seu erro. Pedro precisava se perdoar. Ele disse a Jesus: “Mestre, tu sabes tudo, sabes dos meus erros e fracassos, tu sabes que eu te amo”. Deus não deixa de confiar em nós, muito menos desiste de nós. Ele sempre está nos dando um novo sinal de confiança, de amor e de responsabilidade. Sendo assim, Jesus disse a Pedro: “Apascenta as minhas ovelhas”. Agora, o coração de Pedro está curado e pronto para assumir, até as últimas consequências, a missão que Jesus lhe deu. O interior de Pedro não está mais cativo numa situação malresolvida.
A segunda lição: não podemos perder as oportunidades que Deus nos dá para revolvermos, corrigirmos ou mesmo admitirmos um erro; principalmente, sabendo que um grande sucesso pode vir depois da correção de um erro.
Há um tempo, estava assistindo a um jogo de futebol quando o narrador se pôs a contar a história do goleiro de um dos times. Tendo o time em que ele jogava sido rebaixado para a segunda divisão, o presidente pôs toda a culpa no goleiro e o expulsou – como se no time inteiro só jogassem goleiros. Naquela ocasião, ele chorou copiosamente diante das câmeras de TV. Hoje, ele é o goleiro de outro time grande de São Paulo e tem proposta para jogar num time maior da primeira divisão do campeonato brasileiro. A humildade são os olhos que nos dão a capacidade de enxergar que o fracasso é a antessala do sucesso.
Crescer é reconhecer que nem sempre tudo dará certo, mas podemos cometer erros com vontade de acertar. Errar é humano, persistir no erro não é inteligente. Portanto, é importante que você também saiba que tudo vai passar e que o mais importante é sair fortalecido dessas aparentes situações de fracasso. Quem experimentou uma derrota e percebeu que chegou muito mais preparado para o dia da grande vitória, com certeza viveu muito melhor e saboreou com muito mais gosto a vitória.
*Pe. Luizinho é sacerdote da comunidade católica carismática Canção Nova, que foi reconhecida pelo papa Bento XVI, em 2008, como Associação Internacional de Fiéis (http://www.cancaonova.com/).

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domingo, 27 de setembro de 2009

Por que Deus não me ajuda?

Muitos se perguntam: “Por que Deus não me ajuda? Por que Deus não me socorre? Por que Ele não faz alguma coisa por mim? Por que Deus não resolve a minha situação?”. Mas é importante que se compreenda a verdade das coisas: o Senhor está fazendo e vai fazer sempre tudo por você.
Se existe alguma falha, ela está em nós. Qual é essa falha? Respondo: a falta de confiança plena neste Deus que é pura misericórdia e está continuamente olhando por nós, para nossas necessidades. Para sermos auxiliados por Ele, precisamos estar com o nosso coração voltado para Ele, colocar a nossa vida em Suas mãos e acreditar que Ele tudo pode fazer por nós.
Na hora em que eu me decido a dar a Deus a condução da minha vida, Sua Palavra se torna realidade em mim: “Tudo concorre para o bem dos que amam a Deus” (Romanos 8,28). Tudo se revolve com a mudança do nosso coração. Perceba que, uma vez que passamos a ser e a agir conforme a vontade de Deus, nunca mais nos sentimos abandonados em nossas tribulações.
Quando decido abandonar meu egoísmo e deposito minha fé e minha confiança no Deus-amor, e, ao mesmo tempo, decido ter um coração generoso como o do Senhor – mesmo não o sendo completamente – eu já estou dentro do plano Dele, da vontade Dele. É justamente nesse momento que tudo começa a concorrer para o meu bem. Por isso, não pergunte mais por que Deus não ajuda você em suas tribulações. Mas quando estará disposto a confiar sua vida a Deus.
Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib (http://www.cancaonova.com/)
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Sempre é tempo de fazer a coisa certa

Deus quer produzir uma geração de homens e mulheres novos. Mas é necessário que a gente também queira e que a gente mantenha nosso poder de decisão, porque o demônio quer exterminar a riqueza da humanidade. Ele quer arruinar nossos jovens mediante o sexo desregrado, a bebida, as drogas e as consequências todas que vêm daí.
Talvez você tenha entrado por esses caminhos errados. Volte! Faça uma boa confissão. Recomece tudo do zero. Você é capaz de permanecer na graça de Deus. É necessário ser coerente. O Senhor dará forças para você superar tudo o que vem pela frente, mas é preciso ter garra. Essa é a parte que cabe a você.
Para que aconteça o sacramento da Eucaristia, precisamos do pão, do vinho e da palavra do sacerdote: essa é a nossa parte. Se não a fizermos, o Espírito Santo não tem como realizá-la [Eucaristia]. Somente quando o padre proclama as palavras da consagração é que o Espírito Santo pode entrar em ação e realizar o milagre da Eucaristia.

É isso que acontece no nosso caminho de santificação: quando você coloca a sua decisão, o Senhor vem e coloca o Seu poder. Deus Pai não quer fazer nada sozinho, assim como nós também não conseguimos fazer nada sozinhos. É preciso unir os dois elementos desta jornada maravilhosa: o querer do Criador com a nossa decisão.
O Todo-poderoso quer fazer de nós sementes de uma nova geração. Se entrarmos com nossa decisão, o querer de Deus acontecerá. Sem a nossa parte, entretanto, nada acontecerá e o demônio continuará livre para exterminar tudo de mais lindo que Deus criou. Você é quem decide.
Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib (http://www.cancaonova.com/)
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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Quer um filho bom? Gaste tempo com ele

*Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Júnior
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Que a sociedade está em crise, ninguém duvida. Difícil mesmo é descobrirmos o caminho de saída da crise. Parece que estamos mais preparados para lidar com as guerras do que com as crises. Guerra é quando não queremos ouvir o inimigo. A saída é negociar, sentar para ouvir. Mas e a crise? Crise é quando não queremos falar ao amigo. O amigo bate à minha porta e esbarra num silêncio ensurdecedor. A sociedade procura os seus dirigentes e recebe em troca o silêncio dos discursos vazios.

É triste perceber que as famílias também estão em crise. É sinal de que alguém precisa dizer algo, romper o silêncio, combater a crise. É a figura do pai que, na maioria das vezes, deve chamar para si essa responsabilidade. O problema é que poucos homens estão dispostos a assumir esse papel.

Se existe guerra entre pai e filho, a mãe está sempre disposta a intermediar a relação. Ela tem grande disponibilidade afetiva e está quase sempre com os braços abertos, pronta para um gesto de compreensão e acolhimento.

Mas quando se trata de crise são o silêncio e a ausência de um pai que geram o problema. Mesmo nos lares em que não há um pai biológico alguém precisa assumir o papel paterno, preferentemente alguém do sexo masculino. Faz parte do desígnio de Deus que alguém assuma a realidade de pai.

O papel de pai é exigente porque a sua orientação, por mais afetuosa e pedagógica que seja, significa sempre um limite. Muitos se perguntam como impor limites que estimulem o respeito e o amor em família. Mas não basta começar a ditar regras. É importante compreender esse limite, que exige da figura paterna uma virtude fundamental: a magnanimidade. Sim, o pai tem de ter uma “alma grande”.

Um grande amigo meu e excelente educador uma vez me disse: “Não dê mais de uma ordem por mês nem explique muito”. O pai não deve se preocupar com pequenos defeitos, mas com os grandes. Você não deve encher a vida do seu filho de regrinhas, que desgastam sua autoridade e transformam a relação em mera cobrança.

Lembre-se: resolver uma crise é, antes de tudo, falar a um amigo. Mas como ter uma amizade com seu filho se não houver convívio? Quer um filho bom? Gaste tempo com ele. Quem não tem tempo para os filhos é porque tem priorizado outros assuntos em detrimento da família. A tendência dos filhos é seguir o mesmo caminho. Se o pai não se fizer presente e não impuser regras, a sociedade se incumbirá dessa tarefa - muitas vezes da pior forma possível.

Os pais modernos se vangloriam de serem cúmplices de seus filhos. Mas tal cumplicidade nem sempre é verdadeiro amor. A esse respeito o Papa Bento XVI nos dá um testemunho luminoso: “Recordo sempre com grande afeto a profunda bondade de meu pai e de minha mãe. É claro que para mim bondade significa também a capacidade de dizer ‘não’, porque uma bondade que deixa tudo correr às soltas não quer fazer o bem ao outro”.

*Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior é autor de “Um olhar que cura” (Editora Canção Nova) – www.cancaonova.com – e consultor do Vaticano para assuntos de Catequese.
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sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Agosto: mês dos pais e dos padres

*Monsenhor Jonas Abib

Agosto é um mês bastante importante para a Igreja. Antes mesmo de comemorarmos o Dia dos Pais, no segundo domingo do mês, no dia 4 temos a festa de São João Maria Vianney, quando homenageamos o Dia do Padre.
Independentemente de a data cair numa terça-feira, todo católico pode cumprimentar o padre de sua paróquia, capela, comunidade, ou mesmo todos os padres que Deus colocou no caminho de sua vida no domingo anterior, dia 2. É o mínimo que podemos fazer em gratidão àqueles que o Senhor escolheu como nossos pais e pastores.
Sim, a palavra padre quer dizer pai. Todo padre é pai. Deus, porém, me concedeu uma graça especial: os consagrados na nossa comunidade Canção Nova me têm como um pai e me amam como a um pai. Eu também os amo e os acolho como verdadeiro pai. Todos sabem que se trata de uma paternidade espiritual, mas muito concreta e real. É uma grande graça e uma imensa alegria.
Deus colocou em meu já longo percurso inúmeros padres que marcaram minha vida. Alguns deles eram verdadeiros santos, que me foram modelo e impulso para caminhar rumo ao sacerdócio. Destaco especialmente o padre Geraldo Martinelli. Foi observando seu jeito de ser e de agir como sacerdote, quando eu era ainda tão menino, que eu me decidi a ser padre, mas do jeito do padre Martinelli.
Quando estava a um passo da ordenação sacerdotal, fui abraçar minha mãe e ela estava chorando. Então, perguntei: “Por que a senhora está chorando assim?” Ela me respondeu: “Você escolheu um caminho muito difícil, meu filho. Você vai sofrer muito. Mas, já que a escolha está feita, que Deus o abençoe”. Dei um abraço bastante apertado em minha mãe, enquanto me lembrava das palavras que Dom Bosco ouviu de sua própria mãe: “Começar a ser padre é começar a sofrer”.
As duas mães tinham toda razão. É verdade que o sofrimento sempre fez parte e sei que continuará presente em minha vida de padre. Mas, com a graça de Deus, em mais de 40 anos de sacerdócio nunca me arrependi, nunca pensei em voltar atrás.
Sou feliz como padre, realizado e disposto a ser cada vez melhor. Digo a todos, mas especialmente aos jovens: ser padre e ser pai é bom demais. Por isso, é preciso se alegrar e fazer festa. Muita festa.

*Monsenhor Jonas Abib é fundador da Canção Nova, comunidade católica que em 2008 recebeu o Reconhecimento Pontifício, sendo elevada à condição de Associação Internacional de Fiéis (http://www.cancaonova.com/)
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quinta-feira, 23 de julho de 2009

Tristeza: o segredo é resistir

Travamos muitos combates ao longo da nossa vida. Lutamos contra o pecado, as más inclinações, os sentimentos negativos que enchem o nosso coração e nos trazem confusões. Nossa vida é uma luta constante contra o mal e a tristeza.
A tristeza é como dor: chega sem aviso prévio. Mas não podemos nos entregar. Ao contrário, o segredo é resistir. Sabendo disso, o Senhor nos instruiu:
“Não entregues tua alma à tristeza, não atormentes a ti mesmo em teus pensamentos. A alegria do coração é a vida do homem, é um inesgotável tesouro de santidade; a alegria do homem torna mais longa a sua vida” (Eclo 30,22-23).
A mensagem de Deus é clara: não devemos nos entregar à tristeza. Muitos sucumbem à tristeza e se perdem. Muitas pessoas que têm a tristeza enraizada no coração já morreram psicológica e espiritualmente por causa disso. Mas Deus não quer nos ver morrer assim. Por isso, é nosso dever remover tudo até não ficar nenhuma raiz de amargura.
A libertação radical da tristeza é obra do Espírito. Só Ele é capaz de erradicar de nós todo esse sentimento e nos transformar em pessoas alegres e agradecidas pela vida. Mas Ele precisa da nossa cooperação, porque nada acontece sem o nosso comprometimento. Deus nos dá o livre-arbítrio e, portanto, a decisão é nossa.

Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib (http://www.cancaonova.com/)
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quarta-feira, 15 de julho de 2009

O segredo da vida cristã está no amor desinteressado

*Wellington Jardim

Guarde uma frase em seu coração: “A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, a não ser o amor recíproco” (Romanos 13,8). Como é importante ter isso sempre em mente. Quando formamos a verdadeira comunidade de Jesus Cristo, nós nos dispomos a falar e a ouvir. Caso contrário, cada um guarda em si o seu problema. Deus não quer isso. Nós precisamos viver cada vez mais com tudo em comum.
Muitos sofrem por causa de dívidas. A Palavra não fala somente desse lado, mas vamos começar por aí. Procure os dons que Deus lhe deu. Se você não tem determinado dom, não sinta vergonha de buscar alguém em sua casa que possa ajudar. Não podemos levar a vida no “mais ou menos”. Devemos o amor uns aos outros. É preciso começar a amar os outros sem interesse. O amor de Deus é um amor desinteressado.
Eu devo o amor ao outro e devo fazer brotar isso no meu coração, independentemente de estar rodeado de pessoas difíceis de conviver. Eu devo o amor a elas também. Porque quem ama o próximo cumpre plenamente a lei: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Aí está o segredo da nossa vida cristã: amar sem interesse e abrir o coração para o próximo.
Não se trata de ficar bobo. O amor gratuito não deixa ninguém diminuído. Muito ao contrário. Quando a gente vive a gratuidade, do jeito que eu abraço a pessoa que varre o chão, devo abraçar uma autoridade que vem me visitar. É uma forma de praticar o amor gratuito sem fazer diferenças. Quando a gente ama, não deseja nem faz mal a ninguém. Deus quer isto de nós: que todos nos amemos uns aos outros. Não é algo fácil, mas temos de praticar.
Vamos vestir a nossa armadura de cristãos sérios, trabalhadores, que dão testemunho de vida íntegra, para ser testemunhas de Deus. O Todo-poderoso se utiliza de vasos de barro, mas não usa vasos sujos. Temos de descobrir, a cada dia, a grande riqueza que é Jesus Cristo em nossa vida.
“Procedamos honestamente, como em pleno dia: nada de glutonerias e bebedeiras, nada de orgias e imoralidades, nem de contendas e rivalidades” (Romanos 13,13). O que será que Deus quer nos dizer com esse texto? Talvez seja um perdão que precisa ser concedido; ou mesmo uma visita a alguém que deva ser realizada como forma de atenção e amor ao próximo. Lembre-se: o amor é cumprimento perfeito da Lei de Deus.

*Wellington Jardim é administrador da Fundação João Paulo II e apresentador do programa "Sorrindo pra Vida", da TV Canção Nova (http://www.cancaonova.com/)
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quarta-feira, 8 de julho de 2009

MISSA DE AÇÃO DE GRAÇAS pela recuperação do PADRE TICÃO de Ermelino Matarazzo

Após alguns dias internado no Hospital Santa Marcelina e passar por uma cirurgia, o Padre Ticão recebeu alta e para alegria de todos, já está em casa.

Entretanto, para favorecer sua recuperação, ele recebeu orientação médica para evitar as visitas por enquanto.
O Padre Ticão reconhece todo o carinho e a amizade que possui e agradece a todos pelos momentos que passaram preocupados, pelas manifestações de carinho e por todas as orações pela sua saúde.
Agora, ele quer compartilhar a alegria de ter superado este momento e agradecer a Deus pela sua recuperação e também os seus 31 anos de sacerdócio.
E quer celebrar junto com você. A sua presença trará muita alegria ao Padre Ticão.
Venha celebrar neste próximo domingo, dia 12 de julho de 2009 às 19hs a Missa de Ação de Graças Pela Saúde e por 31 anos de ordenação sacerdotal do Padre Ticão.
Será na Paróquia São Francisco de Assis, Rua Miguel Rachid 997 – Ermelino Matarazzo. Qualquer dúvida, ligue para o fone 2546-4254.

CELEBRAÇÃO DE AÇÃO DE GRAÇAS
Pela Recuperação da Saúde e 31 anos de Sacerdócio do Padre Ticão

Dia 12 de julho às 19hs
Local: Paróquia São Francisco de Assis
Rua Miguel Rachid 997 – Vila Paranaguá – Ermelino Matarazzo
Fone para informações: 2546-4254
 
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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Eli Corrêa atrai ouvintes em dia de fé por Santo Antônio

O Programa Eli Corrêa atraiu centenas de ouvintes aos estúdios da Rádio Capital AM, no bairro do Paraíso, em São Paulo, no último sábado, 13 de Junho, para a bênção de Santo Antônio, feita pelo Padre Hewaldo Trevisan. Durante a semana, durante a programação, Eli havia avisado que o Padre Hewaldo estaria na emissora para distribuir pães de Santo Antônio no dia consagrado ao santo nascido em Lisboa e sepultado em Pádua. Desde cedo, o movimento foi grande no prédio, até que, às 12 horas, Eli passou a transmitir seu programa direto do estacionamento da Rádio Capital, onde havia sido armado um altar com imagens de Santo Antônio e de Nossa Senhora Aparecida.

O Padre Hewaldo Trevisan, que costuma dar a bênção para os doentes e necessitados de segunda-feira a sexta, às 15h15, durante o Programa Eli Corrêa, explicou: “O rádio permite eliminar distâncias. Mesmo quem não vem aos estúdios acaba sendo beneficiado pela bênção, desde que esteja sintonizado na emissora e tenha fé. Muita fé.”

Campeão de audiência em rádios AM de São Paulo, Eli Corrêa tem dois horários diários na Rádio Capital: das 7 às 10 horas, período em que apresenta a oração do Padre Juarez de Castro a partir das 9 horas, e das 13 às 16 horas, etapa em que narra a Carta da Saudade e, em seguida, abre espaço para a bênção do Padre Hewaldo.

Eli Corrêa fez questão de agradecer a José Roberto Gama e toda a sua equipe de produção, assim como ao coordenador de operações técnicas, Roberto Vitório, pelo sábado histórico em que a Rádio Capital recebeu centenas de fiéis e foi sintonizada por mais de 100 mil pessoas.

A Rádio Capital é sintonizada em 1040 kHz AM ou, pela internet, no site www.radiocapital.am.br

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Só parece pão. Mas é o corpo de Jesus Cristo

Olá, amiguinhos. Hoje vocês saberão como é que Jesus está presente no pão e no vinho durante a Santa Missa. Vamos aprender juntos!

Antes de ir para o Céu, Jesus quis se reunir com seus amigos, os doze apóstolos, para fazer a última refeição juntos. Com todos sentados em torno da mesa, Jesus pegou uma taça com vinho e deu graças a Deus, dizendo: “Tomem desse cálice e dividam entre vocês”. Depois, pegou o pão e, mais uma vez, deu graças a Deus. Partiu o pão com as mãos e deu aos seus amigos, dizendo: “Este é o meu corpo, que é dado por vocês. Façam isto em memória de mim”. Após comerem, Jesus pegou a taça com o vinho e falou: “Este é o cálice do meu sangue, que é derramado por vocês”.

Daquele dia em diante, os apóstolos passaram a repetir o mesmo gesto que Jesus fez naquela ceia. Depois deles, os padres também passaram a fazer o mesmo durante a Missa. O que isso significa? Significa que só parece pão e só parece vinho. Quando o padre levanta a hóstia, o vinho, e reza, eles se tornam o Corpo e o Sangue de Cristo.
Claro que nós não podemos ver Jesus com nossos olhos. Mas podemos acreditar com o nosso coração, assim como não podemos ver o vento, mas podemos sentir. Certo? É como se Jesus estivesse “escondido” no pão e no vinho. Quanta coisa legal nós aprendemos, amiguinhos.
“Os textos desta coluna são baseados na “Bíblia para Crianças”, lançada em 2006 pela Editora Canção Nova. A publicação está em sua 16ª edição e conta com 480 páginas ilustradas de desenhos bíblicos.
*Os textos desta coluna são baseados na “Bíblia para Crianças”, lançada em 2006 pela Editora Canção Nova, com 480 páginas ilustradas, e que está em sua 16ª edição. (http://www.cancaonova.com/)
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terça-feira, 2 de junho de 2009

ANTONIO, JOÃO e PEDRO: exemplos de santidade

*Diácono Nelsinho Corrêa

O mês de junho é um daqueles em que a devoção católica aos santos se torna mais evidente. Temporada de Festas Juninas, neste mês grandes exemplos de santidade são comemorados: Santo Antônio (13), São João (24) e São Pedro (29).

A diversidade de brincadeiras e comidas típicas dessas festas “caipiras” completa um cenário que quase sempre nos remete à infância – quando a ingenuidade e as tradições interioranas ainda tinham algum espaço, mesmo nas cidades grandes.

A fogueira é outro ponto alto das atrações. Reza a tradição que ela tem origem na história bíblica do nascimento de São João Batista. Sua mãe, Isabel, teria feito uma fogueira para avisar Maria, Mãe de Jesus, que havia dado à luz. Nesse sentido, as fogueiras se constituem numa espécie de louvor ao santo conhecido por profetizar a vinda do Salvador e por ser exemplo de retidão de caráter, humildade e ética.

Com tantas e importantes qualidades, muitos confundiam João Batista com o próprio Messias, ao que ele respondia: “Eu não sou o Cristo” (Jo 3, 28) e “não sou digno de desatar a correia de sua sandália” (Jo 1,27).

Antônio foi outro ser que se destacou pela humildade, entre outras virtudes. Nascido em uma família de fidalgos, resolveu, assim como São Francisco, levar uma vida de doação e de pregações. Antes de ser conhecido pelo dom da oratória e pela inteligência privilegiada, não se negava a realizar as tarefas domésticas com grande empenho no convento onde viveu, próximo à cidade de Bolonha. Sua simplicidade e humildade eram tão genuínas que os demais frades jamais suspeitaram dos seus profundos conhecimentos teológicos.

Quanto às qualidades de São Pedro, basta dizer que foi o escolhido por Cristo para ser a pedra que edificaria a sua Igreja. O Evangelho de São Mateus (16,15-23) diz que Jesus teria perguntado aos seus discípulos: “E vós, quem pensais que sou eu?” – ao que Pedro respondeu: “És o Cristo, Filho de Deus vivo”. E, então, disse Jesus: “Simão, filho de Jonas, és um homem abençoado! Pois isso não te foi revelado por nenhum homem, mas pelo meu Pai, que está no céu. Por isso, te digo: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e o poder da morte não poderá mais vencê-la. Dar-te-ei as chaves do Reino do Céu, e o que ligares na terra será ligado no céu, e o que desligares na terra será desligado no céu”.

Neste mês de junho, devemos todos nos lembrar desses exemplos de fé, determinação, humildade e coragem. Vamos nos divertir nas Festas Juninas ao lado de quem amamos, resgatando nossa infância, e permitindo que ela permaneça conosco por mais tempo. Que nesse período ainda possamos refletir sobre a vida de Antônio, João e Pedro. Homens divinizados justamente porque fizeram de suas vidas um caminho no qual predominaram a verdade e a fé.
* Diácono Nelsinho Corrêa é missionário da Comunidade Canção Nova (http://www.cancaonova.com/).
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Para conhecer um pouco mais sobre a Festa Junina, reveja o Programa Balada da Fada /2008:
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Festa junina, balões e Biomas - Programa Balada da Fada 10

Mural:


Classificados Gratis (brasil)