FIQUE POR DENTRO
segunda-feira, 5 de outubro de 2026
Dica Cultural Gratuita: Encontro de Big Bands celebra o jazz e a força feminina na música instrumental
Ícone do Samba Jazz, Adylson Godoy é o convidado especial do V Encontro de Big Bands na Faculdade Souza Lima
Com entrada gratuita, evento no próximo dia 14 reúne a tradicional orquestra de alunos da Faculdade Souza Lima para uma noite de jazz e MPB sob a regência do Maestro e Trombonista Jorginho Neto
Por: Claudia Souza
Para os leitores que buscam programações culturais de excelência e acessíveis na capital paulista, a dica imperdível para a próxima semana é o V Encontro de Big Bands Souza Lima. O evento, que acontece na quarta-feira, 14 de outubro, às 20h, promete uma noite de altíssima qualidade musical com entrada totalmente franca na região do Paraíso.
O espetáculo será protagonizado pela Big Band Souza Lima, um prestigiado grupo musical formado pelos talentosos alunos da tradicional Faculdade e Conservatório Musical Souza Lima. Com um trabalho focado no jazz, MPB e na música instrumental, o projeto proporciona aos estudantes a rica oportunidade de atuar e dividir os holofotes com músicos de renome, sempre sob a batuta e regência cuidadosa de Jorginho Neto.
Nesta quinta edição, o convidado de honra para enriquecer o palco é ninguém menos que Adylson Godoy. Nascido em Bauru, no interior de São Paulo, Godoy é uma verdadeira instituição da nossa música: maestro, pianista, compositor, arranjador e apresentador de televisão.
Dono de uma trajetória artística brilhante que ultrapassa seis décadas, ele se consolidou como uma das figuras mais completas e essenciais para a história da Música Popular Brasileira (MPB) e da Bossa Nova.
Assistir a esse encontro de gerações é uma oportunidade rara de celebrar a música brasileira e o jazz em sua melhor forma. Uma ótima opção de passeio para curtir a noite paulistana ao som de grandes arranjos.
Faculdade e Conservatório Souza Lima:
Instagram: @souzalimaoficial | @souzalimaoficial.faculdade
Site: https://faculdadesouzalima.com.br/ | https://www.souzalima.com.br/
Adylson Godoy:
Instagram: @adylsongodoy | @adylsongodoy.fanpage
Site: https://www.adylsongodoy.com.br/
Maestro e Trombonista Jorginho Neto
Instagram: @jorginhonetobone
Evento: V Encontro de Big Bands Souza Lima – Convida Adylson Godoy
Data: 14 de Outubro de 2026 (quarta-feira)
Horário: 20h
Entrada: Gratuita
Local: Souza Lima Paraíso
Endereço: Rua Maria Figueiredo, 560 - São Paulo/SP (Fácil acesso via metrô Paraíso e Av. Paulista)
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A eleição de 2026 redesenha o Senado e coloca Davi Alcolumbre diante de uma nova correlação de forças.
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STF no centro da disputa institucional
O que está em jogo?
sábado, 3 de outubro de 2026
Orquestra Sinfônica de Arujá divide palco com trompetista internacional em São Paulo nesta quarta-feira
Orgulho de Arujá em destaque
A participação da OSA no evento reforça o sucesso do projeto na região. Sob a direção artística e regência titular do Maestro Israel Cardoso, a orquestra se consolidou como um importante polo cultural e formativo. Além de promover a prática sinfônica e a integração comunitária, a iniciativa atua diretamente no desenvolvimento profissional de músicos locais, trabalho que também se estende através da Orquestra Experimental Arujaense (OEA).
Encontro com estrela internacional e talentos da capital No evento promovido pela tradicional Faculdade Souza Lima, a orquestra arujaense dividirá os holofotes com a Big Band Souza Lima — grupo formado por alunos da instituição e focado em jazz sob a regência de Jorginho Neto.
O grande momento da tarde, no entanto, será a Masterclass com Morris Northcutt, aclamado trompetista e artista solo internacional. Nascido no noroeste dos Estados Unidos e filho de mãe coreana, Northcutt traz ao Brasil uma rica perspectiva cultural. Ele é amplamente reconhecido pela crítica especializada por sua versatilidade e habilidade de transitar com maestria entre a música clássica, o jazz e o folclore. Como destaca o cartaz oficial da apresentação (arquivo "Moris North - Souza Lima.jpg"), a masterclass do músico conta com o apoio da fabricante internacional de instrumentos Schilke.
Esta é uma excelente oportunidade para os moradores do Alto Tietê e da Zona Leste prestigiarem os talentos de Arujá em uma tarde de grande intercâmbio musical e cultural na capital.
Serviço:
O que: Encontro de Big Bands Souza Lima - Apresentação da Orquestra Sinfônica de Arujá, Big Band Souza Lima e Masterclass com Morris Northcutt
Quando: Quarta-feira, 07 de Outubro de 2026, às 14h30
Onde: Auditório Souza Lima – Rua Maria Figueiredo, 560, Paraíso, São Paulo/SP
Quanto: Entrada Franca
Mais informações: Instagram @souzalimaoficial
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
Anvisa alerta para riscos de preenchedores fora das indicações; médico explica quando procedimento estético deve ser evitado
terça-feira, 1 de setembro de 2026
Moraes tem de responder ao país: quando o poder de um ministro começa a ameaçar a própria confiança no Supremo
Há momentos em
que uma democracia precisa olhar para suas próprias instituições e perguntar,
sem medo e sem partidarismo: quem fiscaliza aqueles que fiscalizam todos os
outros?
O Brasil chega
ao 7 de Setembro de 2026 mergulhado novamente em uma crise institucional que
tem no ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), um de
seus principais protagonistas. E o problema já não pode ser tratado
simplesmente como uma disputa entre bolsonaristas e seus adversários.
As novas
revelações envolvendo Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master,
elevaram o nível da discussão. Mensagens recuperadas pela Polícia Federal
indicam que Vorcaro procurou o ministro para tratar do avanço de investigações
contra o banco e chegou a perguntar sobre possíveis medidas da PF contra ele.
Segundo as informações divulgadas, o banqueiro também teria solicitado que
Moraes conversasse com autoridades como o diretor-geral da Polícia Federal e o
procurador-geral da República.
Mais grave ainda são as informações divulgadas nesta terça-feira sobre documentos relacionados a contratos milionários entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. Reportagens apontam valores que chegam a mais de R$ 100 milhões e indicam que o próprio ministro teria participado de discussões relacionadas ao contrato. A defesa de Moraes sustenta que sua participação teria ocorrido para avaliar questões jurídicas e que não houve interferência em decisões judiciais. E é justamente por isso que o assunto precisa ser investigado.
Não se trata de condenar Moraes antecipadamente e nem de transformar suspeitas em sentença. Trata-se de exigir aquilo que qualquer cidadão brasileiro deveria exigir de qualquer autoridade: transparência, investigação independente e explicações convincentes, e é exatamente nesse ponto que o editorial do Estadão ganha peso. O jornal defende que Moraes não reúne mais condições para permanecer no Supremo e cobra uma investigação sobre suas relações com Vorcaro.
O problema não começou no Banco Master. A crise de confiança em torno de Alexandre de Moraes é anterior ao caso Master. Desde sua atuação no chamado inquérito das fake news, iniciado em 2019, decisões do ministro vêm provocando questionamentos sobre os limites da atuação do Supremo, especialmente quando o próprio Tribunal participa da investigação de ataques contra seus integrantes. As críticas se concentraram em medidas como bloqueios de contas e perfis em redes sociais, determinações de remoção de conteúdo e decisões monocráticas com enorme impacto político.
É verdade que o país enfrentava uma escalada de ataques contra instituições democráticas. Também é verdade que ameaças, violência política e tentativas de ruptura institucional não podem ser tratadas como liberdade de expressão, mas democracia não significa apenas impedir ataques à democracia.
Democracia também significa impedir que a "defesa" da democracia seja utilizada como justificativa para concentrar poder demais nas mãos de poucas pessoas. Esse é o ponto que o Supremo precisa compreender. Os ataques de 8 de janeiro de 2023, por exemplo, foram gravíssimos e sem os devidos processos legais.
A invasão e depredação das sedes dos Três Poderes foi um atentado contra o patrimônio público e contra as instituições brasileiras. Os responsáveis por violência, vandalismo, tentativa de ruptura institucional e outros crimes devem responder individualmente por seus atos e isso não está em discussão.
O problema
começa quando a necessária punição aos responsáveis passa a ser confundida com
a possibilidade de tratar todos os envolvidos como integrantes de uma mesma
organização criminosa, independentemente do grau de participação de cada
indivíduo.
O próprio
debate dentro do STF mostra que existem divergências sobre a aplicação das
penas. Em agosto, o plenário derrotou Moraes por 6 votos a 4 ao reconhecer que
determinadas medidas cautelares podem ser consideradas para abatimento da pena.
Posteriormente, Moraes retirou da pauta processos semelhantes.
Esse episódio é revelador, porque demonstra que não existe uma única interpretação possível nem mesmo dentro do Supremo. E, quando ministros divergem, a sociedade tem o direito de questionar decisões anteriores, pedir revisão de procedimentos e exigir proporcionalidade.
O combate ao extremismo não pode criar uma espécie de salvo-conduto para o excesso estatal. O STF precisa aceitar que também pode ser criticado. Existe uma ideia perigosa crescendo no debate público brasileiro: a de que criticar o Supremo seria automaticamente atacar a democracia e NÃO É.
Uma democracia saudável precisa permitir críticas ao presidente da República, ao Congresso Nacional, ao Ministério Público, à Polícia Federal e também ao Supremo Tribunal Federal. Aliás, um artigo publicado recentemente na Folha defendeu justamente que as críticas ao STF não podem ser desqualificadas simplesmente por causa dos ataques de 8 de Janeiro e que a Corte precisa aceitar críticas qualificadas para recuperar legitimidade institucional. O Supremo não está acima da Constituição e seus ministros também não estão acima da lei. O poder de interpretar a Constituição não significa poder ilimitado para decidir tudo, investigar tudo, determinar tudo e, ao mesmo tempo, definir os limites da própria fiscalização.
Outro ponto que precisa ser enfrentado é o comportamento dos próprios ministros, colegas de Moraes do Supremo.
Uma Corte constitucional não pode funcionar como uma corporação fechada em que questionamentos sobre seus integrantes sejam automaticamente tratados como ataques institucionais e o caso envolvendo Dias Toffoli já mostrou o tamanho do problema.
O ministro
deixou a relatoria do caso Banco Master depois que vieram a público informações
sobre sua relação com pessoas ligadas ao caso. Antes disso, o Supremo havia
manifestado apoio ao ministro diante das alegações de suspeição.
A mensagem que fica para a sociedade é desconfortável: quem julga os ministros do Supremo quando existem dúvidas sobre a conduta de um ministro do Supremo?
Essa pergunta
não pode ser respondida simplesmente com a frase "confie no Supremo".
Instituições democráticas não vivem de confiança cega. Vivem de mecanismos de controle.
Moraes
transformou-se no centro da crise?
A ironia é que Alexandre de Moraes, que ganhou enorme protagonismo na defesa das instituições depois de 8 de Janeiro, acabou se transformando também em um dos principais símbolos da insatisfação de parcela significativa da população com o Poder Judiciário e isso não acontece por acaso.
A concentração de decisões politicamente sensíveis nas mãos de um único ministro gera inevitavelmente resistência. E quando surgem novas denúncias envolvendo relações pessoais, contratos milionários e possíveis contatos com pessoas sob investigação, a obrigação de explicar aumenta proporcionalmente.
O silêncio, nesse cenário, não ajuda. A resposta correta não é acusar todos os críticos de golpistas. É abrir as informações. É permitir investigação. É esclarecer documentos. É demonstrar, de maneira objetiva, que não houve conflito de interesses, favorecimento ou interferência indevida.
Alexandre de Moraes deixou de ser apenas um ministro do Supremo. Ele se tornou personagem central da disputa eleitoral de 2026. E esse é um dos maiores riscos para a própria Corte.
Quanto mais um ministro passa a ser identificado como protagonista de uma disputa política, maior é a necessidade de preservar distância, transparência e institucionalidade, caso contrário, cada decisão judicial será interpretada por um lado como justiça e pelo outro como perseguição, e uma Suprema Corte não pode depender da preferência política de quem está olhando para ela.
O "caldo" está engrossando e é impossível afirmar antecipadamente qual será o tamanho das manifestações de 7 de Setembro. Também seria irresponsável afirmar que novas revelações necessariamente produzirão grandes mobilizações, mas existe uma combinação explosiva: insatisfação política, eleições presidenciais, discussão sobre anistia, condenações relacionadas ao 8 de Janeiro, críticas ao STF e agora novas denúncias envolvendo relações entre um ministro e um empresário investigado. Esse conjunto de fatores pode aumentar a temperatura das ruas e o perigo é que a indignação legítima seja capturada por discursos extremistas, mas existe um perigo igualmente grave no sentido contrário: que qualquer manifestação de insatisfação popular seja automaticamente classificada como ameaça à democracia.
As duas coisas podem acontecer simultaneamente: é possível defender a democracia e criticar duramente o Supremo. Aliás, essa deveria ser uma das maiores demonstrações de maturidade política do Brasil.
O Supremo precisa fazer uma escolha e Alexandre de Moraes tem uma escolha política e institucional diante de si. Pode continuar tratando as críticas como parte de uma campanha de deslegitimação do STF ou pode compreender que, diante da dimensão das acusações, a melhor defesa é a transparência absoluta.
Se não existe conflito de interesses, que as investigações demonstrem isso.
Se não houve interferência, que os documentos comprovem.
Se os contratos
são regulares, que sejam examinados.
Se os contatos com Vorcaro tiveram natureza legítima, que sejam esclarecidos.
E se houver qualquer indício de irregularidade, que seja investigado por uma autoridade independente.
O mesmo vale para os demais ministros! O Supremo precisa entender que preservar a instituição não significa proteger individualmente seus integrantes de questionamentos. Às vezes, preservar a instituição significa justamente permitir que um de seus membros seja investigado.
Não basta
defender a democracia: é preciso praticá-la
O Brasil não
precisa escolher entre Bolsonaro e Lula para decidir se quer instituições
fortes.
Não precisa
escolher entre esquerda e direita para decidir se quer liberdade de expressão.
E não precisa
escolher entre defender o STF e criticar Alexandre de Moraes.
A verdadeira
defesa da democracia está justamente em exigir limites para todos.
Os responsáveis
pelos crimes de 8 de Janeiro devem responder.
Os responsáveis
por eventuais abusos também precisam responder.
Se houve
tentativa de golpe, que seja investigada e punida nos limites da lei.
Se houve abuso
de autoridade, que também seja investigado.
Se houve
interferência indevida, que seja esclarecida.
Se não houve
nada disso, que os fatos sejam apresentados de forma transparente para que a
sociedade possa formar sua própria opinião.
O Brasil não precisa de salvadores. Precisa de instituições e as instituições verdadeiramente fortes não têm medo de fiscalização.
Alexandre de
Moraes poderia até ter sido um dos principais símbolos da resistência
institucional brasileira nos momentos mais delicados do pós-8 de Janeiro. Mas
justamente por isso deveria compreender que nenhum símbolo da democracia pode
se transformar em símbolo do poder sem limites.
O 7 de Setembro será, nesse sentido, mais do que uma data cívica. Poderá ser um termômetro da temperatura política brasileira e se as novas revelações forem confirmadas ou produzirem novas evidências, o problema deixará de ser apenas Alexandre de Moraes e passará a ser uma pergunta muito maior: até onde o Brasil está disposto a aceitar a concentração de poder em qualquer instituição — inclusive naquela que deveria ser a última barreira contra os abusos do próprio Estado?
A resposta não deveria vir das ruas e sim das instituições.
Mas, quando as instituições deixam de responder às perguntas da sociedade, é inevitável que as ruas comecem a perguntar mais alto.
quarta-feira, 26 de agosto de 2026
ACSP inaugura Balcão do Empreendedor na Avenida Paulista com foco no fortalecimento do comércio local
| Por: Claudia Souza |
Presidente da entidade, Alfredo Cotait Neto, destacou a importância de aproximar os serviços da instituição dos empresários da região e facilitar o dia a dia de quem produz
A Avenida Paulista, tradicional coração financeiro da capital paulista,
ganhou um novo ponto de apoio estratégico voltado a quem movimenta a economia
da cidade. A Associação Comercial de São Paulo (ACSP), em parceria com a Câmara
de Comércio Brasil-Líbano (CCBL), inaugurou o Escritório de Serviços da
Paulista – Balcão do Empreendedor. Localizado no 16º andar do número 688 (Bela
Vista), o espaço consolida a atuação da entidade no polo comercial e oferece
orientação gratuita, suporte técnico e serviços essenciais para micro, pequenas
e médias empresas.
Durante a cerimônia, o presidente da ACSP e da Facesp (Federação das
Associações Comerciais do Estado de São Paulo), Alfredo Cotait Neto, enfatizou
o papel da nova unidade como instrumento de aproximação direta entre a
Associação Comercial e a comunidade empreendedora do entorno da Paulista.
Cotait celebrou a aliança com a comunidade libanesa, saudando o embaixador do
Líbano no Brasil, Elias Nicolas, e o cônsul-geral em São Paulo, Rodrigue El
Khoury. Em sua fala, ressaltou o empenho coletivo das lideranças da entidade
para viabilizar o projeto, prestando homenagens ao diretor Roberto Matteucci e
a Renan Silva, idealizador do modelo do Balcão do Empreendedor, além dos demais
diretores e colaboradores.
O presidente da ACSP também frisou a necessidade de fazer a estrutura operar
com máxima agilidade para desburocratizar a rotina de quem empreende: "O nosso compromisso é fazer com que este escritório funcione plenamente
para aproximar as soluções da Associação Comercial dos negócios locais,
agilizando processos, facilitando o dia a dia e apoiando o crescimento dos
empresários e comerciantes da região", destacou Cotait.
Integração com o Poder Público e debate setorial
O encontro contou com cerca de 150 convidados e 25 autoridades, incluindo a presença do vereador Rodrigo Goulart e do secretário municipal das Subprefeituras, Fabrício Cobra Arbex — lembrado por Cotait ao introduzir a palestra sobre o panorama de investimentos, requalificação urbana e incentivo ao empreendedorismo na cidade de São Paulo.
O diretor da nova unidade, Antônio Carlos Stefano, apresentou os serviços disponibilizados aos comerciantes locais. Reforçando o propósito inclusivo do espaço, o vice-presidente da ACSP, Marcos Nascimento, pontuou: "O pequeno comerciante muitas vezes não tem a quem recorrer. Queremos que o Balcão seja justamente esse porto seguro para acolher e impulsionar quem gera empregos e mantém a economia pulsando."
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| Momento em que é lançada a placa inaugural |







