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domingo, 30 de março de 2025

Nutrição e clima: profissionais ganham protagonismo na segurança alimentar diante da crise ambiental




    No Dia Nacional da Saúde e Nutrição, celebrado em 31 de março, o Conselho Federal de Nutrição (CFN) chama atenção para a urgência de repensar os sistemas alimentares frente à intensificação das mudanças climáticas. A entidade alerta que o aumento de eventos extremos, como secas prolongadas e chuvas intensas, já impacta diretamente a produção de alimentos no Brasil — comprometendo a oferta e agravando o cenário de insegurança alimentar.

    Nesse contexto, nutricionistas e técnicos em nutrição e dietética (TNDs) despontam como figuras estratégicas na promoção de sistemas alimentares mais sustentáveis e resilientes. “A crise climática está diretamente ligada à segurança alimentar. Se não repensarmos a forma como produzimos e consumimos alimentos, a população enfrentará desafios crescentes no acesso a uma alimentação adequada”, afirma a presidenta do CFN, Erika Carvalho.

    A afirmação não se dá no vazio: segundo estimativas do governo federal, o setor agrícola brasileiro acumulou, na última década, perdas superiores a US$ 57 bilhões devido a fenômenos climáticos severos. Regiões como o Nordeste e o Centro-Oeste têm registrado queda nos índices de chuva, afetando a produção de grãos e hortaliças. No Sul, o problema é o oposto — o excesso de precipitações tem prejudicado colheitas e gerado instabilidade no abastecimento.

    Do campo ao prato: o papel da Nutrição sustentável


    A resposta à crise climática passa também pelo fortalecimento da agricultura familiar, responsável por 77% dos estabelecimentos rurais do país e por grande parte dos alimentos que chegam à mesa dos brasileiros (Anuário Estatístico da Agricultura Familiar/ FAO- 2022). Com mais de 10 milhões de pessoas empregadas no setor, ela é vista como chave para garantir um sistema alimentar de baixo impacto ambiental.

    Profissionais da Nutrição têm atuado diretamente na valorização dessa cadeia, formulando e implementando políticas públicas em escolas, estabelecimentos de saúde pública e outras instituições — muitas vezes assessorando na construção de cardápios que priorizam alimentos locais, sazonais e da sociobiodiversidade brasileira. Eles também são agentes ativos na luta contra o desperdício: segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), cerca de 17% dos alimentos disponíveis no Brasil acabam descartados.

    “Os nutricionistas podem orientar a população sobre escolhas alimentares mais sustentáveis, ajudando a minimizar o desperdício e incentivando o consumo de alimentos da sociobiodiversidade brasileira”, diz Erika Carvalho.

    Saberes tradicionais e políticas globais


    Outro ponto destacado pelo CFN é a valorização dos saberes alimentares de comunidades tradicionais — como indígenas, quilombolas e ribeirinhos — que há séculos mantêm práticas sustentáveis de cultivo e consumo. Essas populações, segundo o Conselho, oferecem exemplos concretos de equilíbrio entre segurança alimentar e preservação ambiental.

    A pauta também se insere no cenário internacional. Com a realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), marcada para novembro de 2025 em Belém (PA), o CFN tem mobilizado esforços para garantir que a nutrição sustentável esteja no centro das discussões globais.

    “A nutrição sustentável precisa estar no centro das discussões sobre o futuro do planeta. Profissionais da Nutrição são agentes estratégicos para a promoção de hábitos alimentares saudáveis e ambientalmente responsáveis”, conclui Erika.

Foto: Rafa Neddermey Agência Brasil


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quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Por que o café harmoniza tão bem com queijo?


Já parou para pensar por que é tão gostoso fazer um intervalo no meio da tarde e tomar uma xícara de café com um pão de queijo recém-saído do forno? Protagonistas entre os ingredientes queridinhos dos brasileiros, o café e o queijo possuem sabores peculiares, que, quando misturados, oferecem uma inusitada e deliciosa harmonização gastronômica. A combinação faz parte do cotidiano de muitas culturas ao redor do mundo, inclusive dos brasileiros.

“Em Minas Gerais, por exemplo, existe o costume de se comer queijos meia-cura ou curados com café em alguns momentos do dia, principalmente no café da manhã e no meio da tarde”, pontua Hellen Maluly, doutora em Ciência de Alimentos e consultora do Comitê Umami, organização responsável pela divulgação do quinto gosto do paladar humano no Brasil.

De acordo com a especialista, o motivo para tanto sucesso pode estar diretamente relacionado ao queijo, sendo um dos ingredientes em que o gosto umami - quinto gosto do paladar humano - está presente. “O umami é evidente em muitos alimentos do cotidiano, como tomates, carnes, cogumelos e, principalmente, queijos, tendo um papel fundamental para que a harmonização aconteça”, explica Hellen.

“Quando misturado ao café, o quinto gosto ameniza sensações de alguns tipos de café de torra mais intensa, como o amargor, ou a acidez de cafés que passam por processos de fermentação mais longos. Outros compostos presentes naturalmente nos grãos, como polifenóis, também podem provocar certa adstringência, mas isto irá depender das suas concentrações. No entanto, o fato mais interessante está relacionado ao aumento da salivação provocado pelo gosto umami. A saliva faz com que os aromas, tanto do queijo como do café, possam se diluir com mais facilidade, oferecendo continuidade ao sabor na boca e uma harmonização perfeita entre o café e o queijo”, complementa.

Para ter uma experiência mais acentuada, vale escolher cafés e queijos de boa qualidade para melhorar ainda mais essa combinação. Hellen ainda dá algumas dicas: “Alguns blends, feitos com Coffea arabica e Coffea robusta, podem ser mais amargos pelo aumento do teor de cafeína e são excelentes escolhas para queijos mais fortes. Já queijos mais leves, como brie, camembert ou mesmo queijos frescos, combinam bem com cafés da variedade arábica, pois são mais leves e realçam o dulçor, principalmente se forem servidos com geleias aromáticas, feitas com cascas de laranja e especiarias, por exemplo.

Vamos experimentar? Está quase chegando a hora do café!

UMAMI

É o quinto gosto básico do paladar humano, descoberto em 1908 pelo cientista japonês Kikunae Ikeda. Foi reconhecido cientificamente no ano 2000, quando pesquisadores da Universidade de Miami constataram a existência de receptores específicos para este gosto nas papilas gustativas. O aminoácido ácido glutâmico e os nucleotídeos inosinato e guanilato são as principais substâncias umami. As duas principais características do umami são o aumento da salivação e a continuidade do gosto por alguns minutos após a ingestão do alimento. Para saber mais, acesse www.portalumami.com.br e acompanhe também pelas redes sociais facebook.com/ogostoumami e instagram.com/ogostoumami.

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quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Dieta low carb não está associada a danos renais



Dieta low carb não está associada a danos renais

Pelo contrário, estratégia alimentar que prioriza o consumo de proteínas e gorduras tem eficácia comprovada no tratamento de diabetes e hipertensão, duas grandes causas de doença renal crônica

A doença renal crônica é uma epidemia mundial. A estimativa é de que 850 milhões de pessoas apresentem essa condição. De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), somente no Brasil mais de 10 milhões de pessoas sofrem com a perda progressiva da função dos rins e 90 mil necessitam da diálise para garantir qualidade de vida. Como diabetes e hipertensão arterial sistêmica são dois dos grandes responsáveis por prejudicar os rins, a dieta low carb pode aparecer como uma alternativa ao combate deste mal em algumas ocasiões bem específicas, já que a estratégia alimentar restringe a ingestão de carboidrato, que em excesso no organismo leva ao desenvolvimento da diabetes tipo 2 e de outras doenças crônicas.

Conforme o médico, diretor-presidente da Associação Brasileira Low Carb (ABLC), José Carlos Souto, tal constatação pode parecer errada, haja visto que a tese difundida não apenas pelo senso comum como por médicos e profissionais da área de nutrição é de que, por privilegiar o consumo de proteína, a dieta low carb não é recomendada para quem sofre de doença renal. Isto porque, segundo Souto, já foi constatado que pacientes com insuficiência renal crônica têm dificuldade em excretar diversas substâncias, entre elas as derivadas do metabolismo de proteínas. Daí, explica o médico, conclui-se que comer muita proteína lesa os ruins, e que o macronutriente não ser consumido em grandes quantidades, tanto por quem tem quanto por quem não tem problemas nos rins.

Dito isso, inicialmente, Souto esclarece que a estratégia alimentar continuamente defendida pela entidade como a melhor para combater a obesidade, esteatose hepática, síndrome metabólica e hipertensão, não é necessariamente hiperproteica. “Estudos comparando diversos tipos de dietas constataram que as proteínas tendem a ser o macronutriente mais constante e que carboidratos e gorduras apresentam maior variação de quantidade”, explica o médico. Conforme o especialista, isto acontece porque as pessoas tendem a consumir uma certa quantia de proteína naturalmente até satisfazerem o apetite. “Além disso, o que caracteriza uma dieta low carb não é o consumo de proteína e sim a restrição de carboidratos”, diz.

Contudo, mesmo que a low carb fosse hiperproteica, desde que respeitados alguns limites, não haveria problemas, segundo o médico. Isto porque diversas pesquisas científicas já mostraram não haver associação entre consumo de proteína e dano renal. Como exemplo, o médico endocrinologista, diretor-científico de Medicina da ABLC, Rodrigo Bomeny, cita um estudo randomizado que comparou os efeitos de uma dieta low carb e um dieta tradicional balanceada de carboidratos não refinados (high carb) sobre a função renal em adultos obesos, com diabetes tipo 2 e sem doença renal.

Depois de um ano de acompanhamento, os pesquisadores constataram que a taxa de filtração glomerular e a albuminúria - indicadores estabelecidos da presença e progressão da doença renal – dos pacientes responderam de forma semelhante a ambas as dietas. Vale salientar que o grupo low carb consumiu mais proteínas do que o grupo high carb.

Se foi comprovado que consumir mais proteína não está relacionado a danos renais, ainda resta a dúvida de que dietas desse tipo não devam ser recomendadas a pessoas que já sofrem de doença debilitante nos rins. Nesse caso, primeiramente é preciso saber a gravidade da disfunção renal, que varia entre grau 1 (mais leve) e grau 5 (mais grave).

Levando isso em consideração, um ensaio clínico randomizado foi realizado para testar a modificação de dieta em pacientes com doenças renais. Nesse estudo, uma parcela de pacientes com disfunção renal moderada foi orientada a ingerir 1,3 gramas de proteína diariamente (por quilo de peso corporal). Outra parcela alimentou-se de 0,6 g/Kg. Os portadores de disfunção renal severa foram separados de forma semelhante. Um grupo ingeriu 0,6 g/Kg e o outro grupo consumiu 0,3 g/Kg. Após um período médio de 2,2 anos de acompanhamento, os pesquisadores verificaram que não houve diferença da progressão da doença renal a despeito da quantidade de proteína na dieta. Ainda atestaram que o grupo que ingeriu 1,3 g/Kg diariamente apresentou uma leve tendência de perda mais lenta da função renal.

Ou seja, além de não fazer mal, uma dieta com quantidade adequada proteína pode ter efeitos benéficos a quem tem o funcionamento dos rins prejudicado. Outra comprovação disso, conforme o diretor-presidente da ABLC, é um estudo californiano que testou a hipótese de uma dieta restrita em carboidratos (low carb) poder retardar a progressão de doença renal causada pelo diabetes quando comparada à dieta tradicional. Na pesquisa em questão 191 pacientes foram randomizados. O grupo low carb não foi orientado a restringir proteínas, apenas a substituir carnes ricas em ferro (potencial ofensor do rim) por carnes pobres neste mineral, como frangos e peixes. Ao grupo controle foi recomendado uma dieta padrão para quem tem insuficiência renal, com restrição proteica (0,8 g/Kg).

Após tempo médio de acompanhamento de quase quatro anos, enquanto no grupo low carb, a duplicação da creatinina (que indica piora significativa da doença renal) ocorreu em 21% dos pacientes, no grupo com dieta tradicional, 39% viram a concentração dessa substância no sangue dobrar. O grupo low carb levou vantagem também em relação ao desfecho composto da doença renal. No grupo que não restringiu proteínas, 20% dos pacientes evoluíram para doença renal crônica terminal ou morte. Já no grupo controle 39% das pessoas estudadas caminharam para esses resultados.

Souto destaca que a dieta associada a maior mortalidade e maior evolução para insuficiência renal crônica grave contava com 10% de proteínas. Por sua vez, a dieta que apresentou redução absoluta na duplicação da creatinina possuía de 25% a 30% de proteínas em sua composição. “Não se trata de propor uma dieta hiperproteica para pessoas com insuficiência renal. Mas, quando um ensaio clínico randomizado indica que a dieta com menos carboidrato e mais proteína protege o rim de pessoas com insuficiência renal crônica já estabelecida, não há mais como sustentar a afirmação de que pessoas normais estão sobrecarregando seus rins ao seguir uma dieta low carb”, conclui.


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terça-feira, 13 de outubro de 2020

Nutricionista dá dicas de cinco sucos desintoxicantes para você começar a se preparar para o verão

Por: Nathy Loyola




Você já parou para pensar que falta pouco tempo para o verão e após um longo período em casa, precisamos repor nossa vitamina D e também para eliminar aqueles quilinhos que ganhamos. Com a chegada do calor, nosso corpo precisa de mais hidratação. E nos dias quentes perdemos grande quantidade de minerais na transpiração.

Para isso é importante repor com a quantidade de água necessária.

Faça a conta 35ml por kg de pelo.
Ex: 80 x35 =2800 ml, totalizando 5 garrafas de 500ml ao longo do seu dia.

Vale ressaltar que os chás e sucos também auxiliam nessa hidratação. Os sucos de frutas e vegetais são leveis e fáceis de fazer, além de ajudar a dar mais energia e eliminar toxinas e ainda te ajuda no envelhecimento, devido aos antioxidantes presentes nas frutas, pois melhora sua saciedade, auxilia no bom funcionamento do seu intestino, além disso, ajuda no nosso sistema imunológico.

Recomendamos consumir esse suco de 250ml a 500ml por dia associado a uma refeição balanceada. Procure sempre um nutricionista para te auxiliar nesse processo de perda de peso.

Agora vamos preparar os sucos?

Dica: Sempre consuma o suco logo após o preparo para que seu corpo absorva melhor os nutrientes presentes.

Suco da Saciedade

2 folhas de couve
1 maça com casca
500 ml de água de coco
1 colher de sopa de Chia.
5 cubos de gelo

Modo de preparo: higienize as folhas e a maça. Bata tudo no liquidificador (não precisa coar).

Você sabia? Quem é super ansioso, o suco vale muito, pois a couve é rica em fibra e possui magnésio que controla a nossa ansiedade, e com a chia, o suco vira um ótimo anti-inflamatório. Quem quer perder peso, ótima opção.

Suco da Digestão

1 pedaço de abacaxi
Hortelã a gosto
250 ml de água de coco
1 pedaço pequeno de gengibre
Gelo

Modo de preparo: Higienize as folhas e tire a casca do gengibre. Bata tudo no liquidificador.

Você sabia? O Abacaxi é rico em Bromelina que ativa as enzimas digestivas, fazendo com que você fique menos estufada. Hortelã e a água de coco complementa na diminuição da azia e do refluxo.

Suco da Energia

½ beterraba
1 Laranja Espremida
½ cenoura
1 colher de sopa de Linhaça


Modo de preparo: Bata tudo no liquidificador

Você sabia? Que essa combinação é deliciosa e dá combustível por longos períodos, além disso, ajuda a regular a pressão arterial e proteger o coração.

Suco anti-inflamatório

1 polpa de acerola
1 laranja
5 Morangos
250 ml de chá-verde

Modo de Preparo: Bata tudo no liquidificador. Não adoce.

Você sabia? Que se incluímos sucos anti-inflamatórios no nosso dia a dia, ele vai te ajudar a limpar o organismo e a desinflamação. Chá-verde é um potente antioxidante e quando associado a acerola, que é rica em Vitamina C, potencializa muito mais.

Suco Coringa

1 kiwi
2 folhas de couve
1 copo de suco de limão
1 colher chá de mel para adoçar
1 pedaço pequeno de gengibre
1 colher chá de Cúrcuma

Modo de preparo. Bata tudo no liquidificador sem coar e por último coloque o mel.

Você sabia? Que o suco coringa é aquele suco que temos kiwi, que possui propriedade antioxidante e a couve, que é rica em fibra e magnésio. O gengibre vem para melhorar seu trato intestinal e a cúrcuma vem para fazer o processo antioxidante.

Então, você não tem mais desculpas para preparar aquele suco e cuidar do seu corpo antes da chegada do calorão. Me marque no instagram @nathaliloyola e me diz o que achou.


Sobre a Loyola Concept — Nutrição e Saúde (www.loyolaconcept.com.br)

Sucesso na internet, as irmãs Nathy e Adriana Loyola dão dicas valiosas para as pessoas que querem emagrecer sem dietas. Elas são fundadoras da Loyola Concept — Nutrição e Saúde, empresa responsável por atender milhares de pessoas a chegarem em sua melhor forma. Nutricionistas e coaches por formação, elas têm um propósito de atender com excelência e de forma personalizada a necessidade de cada pessoa. Por isso, tiveram a ideia do “Nutricionista de Bolso”, sucesso da Loyola Concept, onde seus clientes aderem o programa e tem a experiência em ter durante dois meses uma delas à disposição, sanando suas dúvidas, dando dicas de alimentação e muito mais.

Além de atender seus clientes no consultório (Rua Dr. Melo Alves, 89 – Cerqueira César), as irmãs também realizam palestras por todo o Brasil tratando sobre os assuntos: intestino, emagrecimento, motivação na dieta, Fitoterápicos, Diabetes, Saúde da mulher, libido, dicas na cozinha sem fogão, como empreender não área da saúde e Imunidade, entre outros.

Youtube: Canal Sem Dietas - https://cutt.ly/2gw8DbG
Loyola Concept: @loyolaconcept


Sobre as sócias-fundadoras:

Nathy Loyola (@nathaliloyola) é pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional pelo Instituto de Pesquisa e Gestão de Ensino a Saúde (IPGS). É especialista em adequações nutricionais na Medicina Integrativa pelo Instituto Dr. Lair Ribeiro também é bacharel em Nutrição pelo Centro Universitário Nove de Julho (UNINOVE).

Nathi palestrou na ACSP na WebSerie “SOS EMPREENDEDORES” - Como se alimentar melhor na Pandemia, também na Jornada da Nutrição na Universidade Paulista (UNIP) e no Congresso Upxp com o tema Atuação da Nutricionista nas redes Sociais, além da ACSP com o tema Como alimentação pode influenciar na Alta Performance.

Também cursou o Mood and Food e a Sinergia dos Alimentos, fez a Extensão de Exames Laboratoriais no Instituto de Nutrição Avançada. Teve também um artigo científico publicado em 2019 sobre Cúrcuma na Prevenção da Diabete e Obesidade. Participou do Congresso de Atualização Comportamento Alimentar – IPGS, do Congresso Mindfull e Transtorno Alimentares – BFF Eventos, do Grupo de Estudo com ênfase em Emagrecimento pela UNIFESP, do 10º Congresso de Glúten Free e Fitoterápicos na área Clínica – E4 e do curso de Personal Diet – Escola Nutri New. Também participou dos cursos de Aprimoramento e uso de Fitoterápicos na área clínica – Escola Nutriente, do Curso de Suplementação de Nutricional na Prática de A a Zinco – Neurologia Geriátrica da UNIFESP, Curso de Transtornos Alimentares – Abordagem Nutricional – Módulo Básico e o Fit Summit Brasil – Fitoterápicos e sua atuação. Além do Curso de Extensão Universitária Medicina Hiperbárica da USP – Dietoterapia para pacientes cirúrgicos na Divisão Clínica Cirúrgica III.

Adriana Loyola (@loyola.adriana) é graduada em Nutrição e é pós graduada em Nutrição Clínica pelo Centro Universitário São Camilo. Palestrou sobre saúde intestinal para gestantes em clínica FEMME – Saúde da Mulher em 2019, participou do trabalho acadêmico “PADRONIZAÇÃO DE FICHAS TÉCNICAS NA COZINHA DIETÉTICA DE UM HOSPITAL EM SÃO PAULO- SEMANA 2”. Apresentou-se no Congresso Multiprofissional III, no Centro Universitário São Camilo em 2018. Cursou “Boas Práticas em Manipulação de Alimentos”, na Escola de Educação Permanente do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – 2020. Também participou do Congresso Internacional de Mindful Eating 2018 e do Meeting de Nutrição Eficiente 2018.

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domingo, 20 de setembro de 2020

Artigo: Benefícios dos alimentos lácteos


O leite é um dos alimentos mais consumidos em todo mundo, classificado entre os 5 produtos mais comercializados, tanto em volume quanto em valor (Global Dairy Platform, 2017).
Aproximadamente 116,5 kg de leite são consumidos por cada habitante, uma quantidade que aumenta 1,2% ao ano. No Brasil, a indústria de laticínios é o segundo segmento mais importante da indústria alimentícia.

Além da importância econômica para a população mundial, o leite também é uma fonte de nutrientes ressaltada por estudos na literatura científica. Um alimento complexo que contém altas concentrações de macro e micronutrientes, o leite é classificado como uma fonte de proteína de alta qualidade e fornece contribuição significativa de cálcio, magnésio, selênio, riboflavina, vitamina B12 e ácido pantotênico.

Considerada uma das principais fontes de cálcio, recomendações dietéticas indicam o consumo de pelo menos 3 porções de laticínios por dia, incluindo o leite original. Para exemplificar o teor deste nutriente, destaca-se que em 1 copo de 200 ml de leite é possível obter 250 mg de cálcio, o que representa aproximadamente 25% do valor total diário recomendado para um adulto saudável.

Leite e os efeitos para saúde humana
Um dos principais benefícios atribuídos ao consumo regular de leite e derivados é em relação ao metabolismo ósseo. Há evidências de que a ingestão adequada de cálcio e proteína na dieta é essencial para atingir o pico de massa óssea durante o crescimento, em crianças e adolescentes, e para prevenir a perda óssea em idosos no processo de envelhecimento.

Os efeitos benéficos do consumo de produtos lácteos e sua eficácia na massa mineral óssea durante o crescimento em crianças são suportados por meta-análises de numerosos estudos clínicos. O maior ensaio clínico randomizado (RCT), realizado por Du e colaboradores (2004) com produtos lácteos, encontrou ganhos significativamente maiores em altura, peso corporal e conteúdo mineral ósseo em meninas com 10 anos em idade escolar, que receberam leite em dias letivos por período de 2 anos.

Outros benefícios podem ser explorados em relação ao consumo regular de leite e derivados. As proteínas lácteas podem ajudar no aumento da saciedade e estimular os mecanismos reguladores da ingestão de alimentos conhecidos por sinalizar as vias de fome e saciedade. Assim, é possível compreender que seu consumo, junto a um planejamento dietético equilibrado e um estilo de vida saudável, pode favorecer a regulação do peso corporal.

Consumo de leite e a qualidade do sono
Alimentos proteicos como produtos lácteos, são as principais fontes do aminoácido indutor do sono, o triptofano. Segundo um estudo recente, publicado em abril de 2020 (Muscogiuri e colaboradores), que mostrou recomendações nutricionais em período de quarentena, o consumo de lácteos no fim do dia pode ajudar a induzir o sono e contribuir com a regulação da saciedade. Esse mecanismo se dá por conta do teor de triptofano, envolvido na síntese de serotonina e melatonina, ambos favorecendo o equilíbrio e a qualidade do sono.

O recente estudo ainda destacou que os peptídeos bioativos presentes nos alimentos lácteos podem aumentar a atividade das células natural killer e reduzir o risco de infecções respiratórias, de acordo com as avaliações dos autores.

Além de todas essas vantagens nutricionais, ressalta-se que o leite é um dos produtos mais versáteis da agroindústria de alimentos. Pode ser consumido na sua forma original, e também transformado em diversos tipos de derivados, incluindo suas versões zero lactose que são indicadas para o cardápio de pessoas com intolerância ao açúcar presente na bebida.

Roberta Lara é graduada em Nutrição pela Universidade Sagrado Coração (USC - Bauru), com residência em Nutrição Clínica pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP). Especializou-se e realizou seu mestrado e doutorado em Investigação Biomédica, na Área de Concentração em Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto na USP. É Pesquisadora Colaboradora do Laboratório de Genômica Nutricional (LABGEN) da UNICAMP – unidade de Limeira. É membro do Núcleo de Nutrição e Saúde Cardiovascular do Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e do Comitê Científico Consultor Institucional Life Sciences Institute (ILSI).


REFERÊNCIAS

1. Muscogiuri, G. et al. Nutritional recommendations for CoVID-19 quarantine. European Journal of Clinical Nutrition (2020) 74:850–851.
2. Du X, Zhu K, Trube A, Zhang Q, Ma G, Hu X, Fraser DR, Greenfield H. School-milk intervention trial enhances growth and bone mineral accretion in Chinese girls aged 10–12 years in Beijing. Br J Nutr. 2004;92(1):159–168.
3. Rozemberg, S. et al. Effects of Dairy Products Consumption on Health: Benefits and Beliefs—A Commentary from the Belgian Bone Club and the European Society for Clinical and Economic Aspects of Osteoporosis, Osteoarthritis and Musculoskeletal Diseases. Calcif Tissue Int (2016) 98:1–17.
4. Siqueira, K. O Mercado Consumidor de Leite e Derivados. Embrapa, 2019.
5. GDP – Global Dairy Platform. Annual Review 2016. Rosemont, IL, [2017]. Disponível em:< https://www.globaldairyplatform.com/wp-content/uploads/2018/04/2016-annual-review-final.pdf>. Acesso em: 23 ago. 2020.


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sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Você sabe o que é o transtorno alimentar restritivo evitativo - TARE?

Freepik.com

No processo alimentar, é comum, desde a infância, termos preferências na hora de comer, sejam elas baseadas no gosto e na aparência do alimento ou até mesmo em questões relacionadas à religião ou à filosofia de vida. As restrições, porém, devem virar um sinal de alerta quando passam de um simples processo de escolha para algo mais severo e capaz de trazer malefícios à saúde.

É que, segundo a psicóloga do Hospital Edmundo Vasconcelos, Marina Arnoni Balieiro, quando a rotina alimentar ganha um perfil extremamente limitado, ela pode ser classificada como transtorno alimentar restritivo evitativo (TARE), um distúrbio que implica consequências nutricionais, comportamentais e sociais.

“É preciso salientar que esse distúrbio alimentar não está ligado à deturpação de imagem ou à preocupação com o peso. No caso do TARE, a pessoa tem uma alimentação extremamente restritiva que a leva a só comer alimentos de cores específicas, por exemplo, e a sofrer pelas interferências do transtorno em suas relações sociais e pelas complicações provocadas pelas deficiências nutricionais”, conta.

As consequências à saúde podem prejudicar o desenvolvimento físico, cognitivo e psíquico. Para amenizar essas complicações, Marina destaca a importância de um tratamento específico, cujo intuito é introduzir novas opções de alimentos na rotina, e consequentemente, melhorar a saúde física e mental do paciente.

“O tratamento é feito por uma equipe multidisciplinar, que pode envolver psicólogos, nutricionistas, médicos e até mesmo fonoaudiólogos. Como o distúrbio envolve aspectos físicos e comportamentais, é preciso dessa rede para melhorar a qualidade de vida do paciente”, explica.

Apesar de não ser algo definitivo para o desenvolvimento do TARE, a psicóloga destaca a importância da boa relação com a comida desde a infância para evitar quadros de restrição. “É esperado que, durante a etapa de descoberta alimentar, a criança passe por diferentes fases em sua relação com a comida e, para isso, a forma como o alimento é apresentado é de extrema importância. É interessante que haja contato real com o que se come, sem distrações nas refeições, o que torna a experiência da alimentação mais prazerosa”, conclui.

HOSPITAL EDMUNDO VASCONCELOS

Localizado ao lado do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o Hospital Edmundo Vasconcelos atua em mais de 50 especialidades e conta com cerca de 1.000 médicos. Realiza aproximadamente 12 mil procedimentos cirúrgicos, 13 mil internações, 230 mil consultas ambulatoriais, 145 mil atendimentos de Pronto-Socorro e 1,45 milhão de exames por ano. Dentre os selos e certificações obtidos pela instituição, destaca-se a Acreditação Hospitalar Nível 3 - Excelência em Gestão, concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e o primeiro lugar no Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar na categoria Saúde - Hospitais, conquistado por três anos consecutivos, 2017, 2018 e 2019.

Rua Borges Lagoa, 1.450 - Vila Clementino, Zona Sul de São Paulo.

Tel. (11) 5080-4000


domingo, 23 de agosto de 2020

IBGE: POBRES CONSOMEM MAIS ARROZ E FEIJÃO E MENOS INDUSTRIALIZADOS


As famílias com renda mais baixa consomem mais arroz, feijão, pão francês, farinha de mandioca, milho e peixes frescos do que aquelas com renda mais alta. Já a maioria das frutas e produtos industrializados está mais presente na mesa das pessoas com maior rendimento. Essa é uma das conclusões da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017-2018: Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil, divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira (21). 

O consumo de frutas, verduras e legumes foi menor entre os adolescentes que entre adultos e idosos, com exceção da batata inglesa e do açaí. Os mais jovens consomem mais os alimentos ultraprocessados, como os salgadinhos chips, salsicha e refrigerantes. 

Inflação no mês de julho é a maior desde 2016

Setor de serviços registra alta de 5% em junho, após quatro meses de queda

No recorte por sexo, a POF aponta que as mulheres comem mais verduras, legumes e frutas do que os homens. Bolos, biscoitos, doces, leites e derivados também são mais frequentes na mesa das brasileiras. De acordo com a pesquisa, eles consomem mais quase todos os outros alimentos e bebem o triplo de cerveja. 

A POF também indica que nos últimos dez anos os brasileiros ingeriram menos gorduras saturadas e consumiram menos fibras. A média do consumo de fibras passou de 20,5g em 2008 para 15,6% em 2018, o que pode corresponder à queda no consumo de feição, cuja frequência no prato caiu de 72,8% para 60% no período. 

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Fonte: Brasil 61


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terça-feira, 27 de novembro de 2012

10 alimentos e três sucos que aliviam os sintomas da má digestão


Nutricionista Ricardo Zanuto dá dicas para resolver problemas de estufamento e azia gerados pelos excessos cometidos nas festas de final de ano

Quem nunca sofreu com os problemas digestivos gerados pelo excesso de alimentos? Com as comemorações do final do ano, isso é ainda mais comum. Amigo secreto, festas de final de ano, Natal e Ano Novo apresentam cardápios tradicionalmente compostos por altas quantidades de proteínas e gorduras.

Além da alimentação, outro fator que gera alterações no organismo são as bebidas alcóolicas. “O fígado, principalmente, precisa reestabelecer o equilíbrio do organismo”, explica o nutricionista e fisiologista Ricardo Zanuto.

Segundo ele, há uma série de alimentos que podem ser ingeridos a fim de aliviar aquela sensação de estufamento e azia. Conheça 10 deles e aproveite as festas:

Arroz integral: é rico em fibras insolúveis, sendo uma boa alternativa durante as refeições. Atuam como laxante natural, auxiliando no funcionamento do intestino. A recomendação é que seja ingerido através de diversos alimentos quantidades entre 20 a 35 gramas por dia.

Couve: rica em fibras, tanto as solúveis quanto as insolúveis, é um potente aliado no processo digestivo e nas funções gastrointestinais. Contém flavonoides e carotenoides, que são importantes antioxidantes e que auxiliam nas funções normais das células do corpo. Além disso, possui sulforafano, isotiocianato e indóis, que são substâncias anticancerígenas e que atuam no fígado.  Em 100 gramas de couve-flor há 2,4 gramas de fibras e a cada 100 gramas de couve manteiga há 3,1 gramas de fibras.

Gengibre: pode ser muito utilizado em problemas que afetam o trato digestório, como náuseas e dores abdominais, além de melhorar o funcionamento do intestino e acelerar o esvaziamento gástrico. A recomendação varia entre 2 a 4 gramas ao dia.

Brócolis: é outra excelente opção de vegetal, que pode ser preparado junto com o arroz, nas saladas ou em preparações com carnes, além de ser uma ótima fonte de fibras. Para cada 100 gramas são 2,9 gramas de fibras. Apresenta substâncias, como isotiocianatos, flavonoides, carotenoides e sulforafano, que atuam no organismo como antioxidantes e na eliminação de substâncias tóxicas.

Cenoura: é bastante utilizado em preparações como carnes, risotos, saladas e sucos. Uma ótima fonte de fibra. Auxiliando, assim, nas funções gastrointestinais e no sistema imunológico por meio da vitamina C.

Ameixa: ideal para incluir em sobremesas por possuir uma grande quantidade de fibras. É muito utilizada como laxante natural. As ameixas possuem, dentre outras substâncias, os fenóis (ácido neoclorogênico e ácido clorogênico) que são importantes antioxidantes, auxiliando no funcionamento normal das células do corpo.

Abacaxi e mamão: são duas frutas conhecidas por suas propriedades digestivas, além de possuírem grandes quantidades de fibras solúveis. Contêm promelina e papaína, respectivamente, que são potentes enzimas digestivas que auxiliam na digestão de alimentos com alto teor de proteínas, como as carnes. Consumir uma fatia de abacaxi, ou um quarto de mamão papaya já são o suficiente para auxiliar na digestão dos alimentos ricos em proteínas.

Chá verde: tem efeito antioxidante e capacidade anti-mutagênica, que garante proteção ao fígado. A recomendação é de até 500ml por dia (4-5 xícaras). É contraindicado para gestantes e lactantes, pessoas com gastrite, úlceras gastrointestinais, com doenças cardiovasculares, doenças renais, hipertireoidismo, ansiedade, insônia e taquicardia.

Chá vermelho: acelera o metabolismo hepático (fígado), favorecendo a redução do colesterol e facilitador da digestão. A recomendação de ingestão é de até 500 ml por dia (4-5 xícaras). É contraindicado durante a gestação e lactação, para pacientes hipertensos, com úlcera gástrica e diabetes.

Ricardo Zanuto aconselha, ainda, apostar em sucos que misturam vegetais, frutas e verduras para auziliar na eliminação de toxinas do organismo. Frutas, como abacaxi, limão, laranja, mamão e a melancia, podem ser consumidas com vegetais, como cenoura, agrião e hortelã.

Abaixo estão alguns exemplos de preparações de sucos.

Suco de abacaxi com hortelã
2 rodelas de abacaxi
1 colher de sopa de hortelã
300 ml de água
Bata tudo em um liquidificador e beba de preferencia gelado.

Suco de cenoura com limão
2 cenouras sem casca bem cortadas
100 ml de suco de limão
Bata tudo em um liquidificador e beba de preferencia gelado.

Suco de laranja/limão com agrião
Suco de 1 limão
100 ml de suco de laranja
2 folhas de agrião com talos
Bata tudo em um liquidificador e beba de preferencia gelado


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domingo, 4 de março de 2012

Alimentação saudável melhora o humor e espanta a tristeza

Quem nunca sentiu uma sensação de bem-estar depois de um almoço saudável? Já é certo que os alimentos podem afetar o humor. Pesquisas em todo o mundo, como as da nutricionista inglesa Amanda Geary, da Food and Mood Project (Projeto Comida e Humor), já apontaram que um prato equilibrado com os ingredientes certos pode fazer bem não somente à saúde do corpo, como também desencadear sensações de tranquilidade e melhora da autoestima.

No livro A Dieta do Bom Humor, Sonia Tucunduva Philippi, pesquisadora da USP, relata como as pessoas depositam na alimentação a responsabilidade pela felicidade. “Durante um delicioso café, engolimos adicionalmente o estresse do trabalho e da vida urbana. As relações entre alimento e sentimento são tão primitivas para o ser humano que se estabelecem bem no comecinho da vida, quando, aos sermos colocados no peito materno, esboçamos um sorriso de prazer que nos faz adormecer felizes”, escreve Philippi.

No cenário brasileiro, a busca por alimentação de qualidade tem impulsionado o mercado de fast-food saudável. A tendência ainda é a procura por refeições rápidas, em razão da correria do dia a dia, mas dessa vez o destaque fica por conta dos restaurantes que oferecem alimentos leves e balanceados.

“As pessoas estão deixando de lado a obsessão por dietas e valorizando a reeducação alimentar, que incentiva hábitos alimentares saudáveis. Por mais que falte tempo, há mais preocupação com saúde e qualidade de vida. Também se sabe que pratos mais coloridos e diversificados ajudam na melhoria do humor e, por esse motivo, os cardápios são pensados de modo a atender a essas expectativas”, explica a nutricionista Débora Jureidini Tozo, que presta consultoria à rede de restaurantes Mixirica.

Outra mudança de comportamento, segundo a nutricionista, é a realização de várias refeições ao longo do dia. O hábito de alimentar-se a cada três horas reduz a capacidade do estômago, diminuindo a ingestão calórica, faz com que o organismo trabalhe mais para metabolizar nutrientes, controlando o apetite e evitando os exageros da alimentação compulsiva.

Pensando no valor nutritivo e investindo no sabor como diferencial, a rede de fast-food de comida equilibrada Mixirica busca suprir as necessidades alimentares de seus clientes em todas as refeições do dia, desde o café da manhã até o happy hour e jantar. O cardápio é estrategicamente elaborado priorizando a inovação, com variados tipos de sucos naturais, salada de frutas e sanduíches naturais, que podem ser montados de acordo com o gosto do cliente.

“Temos 44 sugestões de sucos naturais, entre eles, sabores misturados, com alto valor nutritivo, um diferencial da marca. As saladas também são variadas, abrangendo todo o tipo de público, de montagens mais simples às mais sofisticadas, sempre privilegiando o valor nutricional”, explica Débora.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos Dietéticos e Para Fins Especiais (ABIAD), empresas que oferecem produtos não apenas práticos como também alimentos saudáveis já movimentam US$ 5,2 bilhões por ano.

Curso online de Alimentação Vegetariana

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

APRENDA A FAZER O DELICIOSO SANDUICHE DE MORTADELA DO BRAZUCA

TV Mortadela Brasil desvenda os segredos do sanduíche Brazuca
Segundo programa da TV Mortadela Brasil, no facebook do conhecido bar do Mercadão de São Paulo, ensina a receita do premiadíssimo sanduíche Brazuca. 


 
Os apaixonados por bons sanduíches têm um bom motivo para visitar o recém-criado Facebook do Mortadela Brasil, bar situado no box 4 do Mezanino do Mercadão, em São Paulo.  Na página, uma saborosa atração: a TV Mortadela Brasil, em seu segundo programa, revela os segredos do ótimo sanduíche Brazuca, o mais vendido da casa e vencedor de vários  prêmios, como o Festival Brasil-Sabor 2006.
Lançada em novembro, a cada semana a TV Mortadela Brasil traz um novo programa, sempre buscando levar informações interessantes aos internautas (veja link do segundo programa:  e, ainda, o link para a página do Mortadela Brasil: http://www.facebook.com/#!/pages/Mortadela-Brasil/187129524704469). “Além de muita informação sobre as atrações da casa, o facebook do Mortadela Brasil traz promoções e curiosidades sobre a mortadela, o Mercadão e a própria cidade de São Paulo”, afirma José Carlos Freitas, sócio da casa, ao lado de seu irmão, José Maurício. 
Esta semana, o Mortadela Brasil foi destaque na mídia televisiva. Além de lançar o segundo programa de TV do seu face, o bar apareceu com destaque no Jornal Nacional da Rede Globo, na última terça-feira, dia 29 de novembro. A reportagem do JN foi sobre funcionários de bares e restaurantes do Mercadão que começaram a estudar inglês com vistas à Copa do Mundo. O Mortadela Brasil aparece na matéria primeiro com o close no sanduíche e depois em uma cena de bar, onde aparece o logo da casa no aventais dos garçons. Também a TV Mercadão fez uma boa matéria sobre o bar.  
O facebook e a TV Mortadela Brasil são produzidos pelos jornalistas Airton Gontow, diretor da Gontof Comunicação e colaborador de Turismo e Esportes em diversos sites, jornais e revistas no país; e Fabio Grabarz, há sete anos repórter do programa “Mulheres”, da TV Gazeta, e apresentador do “Mosaico na TV”, o mais antigo ainda no ar da televisão brasileira.
            “Além dos próprios leitores da página, buscaremos sempre ampliar a visibilidade da TV Mortadela Brasil, colocando-a no Youtube, enviando-a pelo Twitter e anunciando-a pela assessoria de imprensa, nos mais diversos veículos de comunicação. As imagens também poderão ser colocadas nas televisões do próprio Mortadela Brasil”, diz José Carlos Freitas, que acrescenta: “O mais importante da página é estreitarmos cada vez mais o relacionamento com nossos clientes. O facebook é um instrumento maravilhoso de promoção e marketing mas também, para sabermos das expectativas, opiniões, sugestões e até mesmo eventuais críticas dos nossos clientes”.

Sobre o Bar Mortadela Brasil
O Mortadela Brasil foi inaugurado em 2004, junto com a grande reforma e revitalização do Mercadão e com a construção do mezanino para a instalação de uma praça de alimentação. A casa tem diversos deliciosos sanduíches. Destaque para os lanches de mortadela, com 24 variedades, conhecidos por sua qualidade e, também, quantidade.   Para todos os sanduíches há três opções de pães – baguete com parmesão, pão francês e baguete francesa. Claro que gosto não se discute, mas é sempre uma boa dica ouvir a sugestão dos garçons, do gerente ou mesmo dos sócios da casa, os irmãos José Maurício de Freitas e José Carlos Freiras, que estão “sempre” presentes.   Além dos sanduíches,  há outros destaques no cardápio, como bolinhos e pastéis, geralmente degustados com um excepcionalmente bem tirado chope Brahma, claro ou Black. De segunda a sexta-feira, das 15h às 18h, excetos nos feriados, uma promoção: o Chope em Dobro. A cada chope pedido, o cliente bebe outro gratuitamente.
Com 23 funcionários, o Mortadela Brasil atende em média a 600 pessoas por dia, entre apaixonados pelas delícias do bar e turistas do Exterior e do Brasil – de pessoas que vão a São Paulo para as famosas compras na rua 25 de março a empresários que chegam à cidade para negócios.  Turistas que fazem da casa um pit-stop obrigatório de um roteiro inesquecível, que é a visita ao Mercado Municipal de São Paulo.


 
 Veja os destaques do cardápio do Mortadela Brasil:
            Brazuca (o mais vendido da casa) - baguete com parmesão de 80g, com generosas fatias de mortadela bologna tipo italiana, bacon crocante, queijo cheddar e alface americana. (Sanduíche premiado no festival gastronômico Brasil Sabor 2006) – R$ 15,00.
Sanduíche de Pernil Artesanal  (Suculento e muito saboroso, com molho especial ou provolone, apropriado para quem aprecia carne com textura macia) - Pão francês e pernil assado no forno combinado com temperos especiais, que seguem uma receita, de mais de 50 anos, da família. A receita, aliada a forma de assar o pernil com um forno combinado de última geração proporciona maciez e sabor surpreendentes – R$ 12,00 com molho especial e R$ 15,00 com provolone.
Mortadela Brasil - baguete com parmesão de 80g, mortadela bologna tipo italiana, provolone, orégano, tomate caqui, alface americana e rúcula – R$ 15,00.
O Fenômeno  (sanduíche “gordo”e show de bola!) – baguete com parmesão, mortadela tradicional, pasta de gorgonzola e cream cheese; provolone fatiado, queijo prato e alface americana – R$ 15,00
        Sanduíche de Carne Seca Especial - desfiada com temperos especiais, mussarela de búfala e tomate seco – R$ 15,00 (de carne seca simples, R$ 12,00).
Tradicional quente com queijo  –  pão francês de 80g, mortadela quente e queijo prato ou mussarela, ambos esquentados na chapa, com 250g de mortadela  – R$ 11,00.
 Sabor do Mercadão (uma homenagem recheada de lombo canadense) – baguete com parmesão, maionese, alface americana, lombo canadense, ovo, bacon crocante e queijo prato – R$ 15,00.
         Sanduíche de Bacalhau - baguete francesa recheada com lascas de bacalhau, com leve toque de azeite extravirgem e tempero especiais – R$ 17,00.
         Sanduíche de Sardinha Escabeche - sardinhas assadas e curtidas com temperos e ervas finas – R$ 10,00.
         Mortadela Júnior (frio ou quente)  – pão francês e a mortadela Bologna, com 100g – R$ 7,00)
         Pastel de Bacalhau - macio, crocante e com exagero de recheios – por R$ 12,00.
         Bolinho de Bacalhau - receita caseira, com duas unidades de 100g cada, elaborado com o legitimo bacalhau do porto, com toque especial de azeitonas pretas portuguesas – R$ 12,00.
         Pastel de Banana Cristalizada (com chocolate) – sequinho, macio e crocante: R$ 5,00
         Pastel Romeu e Julieta (com queijo e goiabada) – sequinho, macio e crocante: R$ 5,00.
Mortadela Brasil – rua da Cantareira, 306 mezanino Box 4. Tels: 11-3311-0024/3229-9457. Lugares: 216 (210 na praça de alimentação; e seis no balcão). Site:www.mortadelabrasil.com.brHorário: de segunda a sábado das 8h às 18h e aos domingos  e feriados das 8h às 16h. Água Mineral: R$ 2,50 (500 ml). Cerveja: Brahma (R$ 4,50 - lata), Bohemia (R$ 5,00 - lata), Skol (R$ 4,50 - lata) e Malzbier (R$ 5,00 - lata). Chope Brahma claro e black (R$ 5,50 – 350ml). Refrigerantes (R$ 3,50 – lata ), H2O (R$ 4,00), Sucos naturais (de R$ 4,00 a R$5,50 – 400ml), café expresso Lavazza ( R$ 3,00). Sanduíches de mortadela (de R$ 6,00 a R$  15,00), Pernil (de R$ 12,00 e R$ 15,00), Sanduíche de Bacalhau (R$ 17,00), Pastéis (de R$ 5,00 a R$ 12,00), Bolinhos de bacalhau (porção com dois de 100g, R$ 12,00). Cheques: sim.Cartões: Visa, Amex, Credicard e Diners. Vale Alimentação: Visa Vale, VR, VR Smart, Sodexo e Ticket Restaurante de papel. Acesso para deficiente: sim. Banheiro para deficiente: sim. Área externa: sim. Música ambiente: sim. Música ao vivo: não. Acesso à Internet: não. Telão: não. Área para fumantes:  não. Fraldário:sim. Cadeirão para crianças: sim (uma unidade). Recreação infantil: não. Pode levar animaivvs: não. Climatizadores: sim. Aceita reservas: sim (somente de segunda a sexta). Vigilância: sim. Estacionamento: sim (Zona Azul, R$ 1,80 por hora; também há vários estacionamentos particulares na região do Mercado). Inauguradoem novembro de 2004..

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

ÓLEO DE AMENDOIM AJUDA NA DIETA SAUDÁVEL‏

Incluir o óleo de amendoim na alimentação diária pode auxiliar na melhora da saúde cardiovascular, fortalecer o sistema imunológico e trazer benefícios à regeneração dos tecidos

Ao contrário do que pode ser a primeira impressão, é certo afirmar que nem toda gordura faz mal. Esse ácido graxo é indispensável para que nosso corpo realize algumas funções importantes, como o transporte de nutrientes e vitaminas pelo organismo. Tal necessidade faz com que gorduras monoinsaturadas, como as presentes no óleo de amendoim, além de ômega 3 e ômega 6, sejam essenciais para uma dieta alimentar saudável.

“Devemos consumir alguns tipos de gordura, com moderação, para que nosso organismo funcione adequadamente, diz o engenheiro de alimentos da Sementes Esperança, Rafael Bedore. “A ingestão de gorduras saudáveis, como as presentes no óleo de amendoim, ricas em ácidos graxos poliinsaturados e gorduras monoinsaturadas, auxilia na melhora da circulação sanguínea e da imunidade, agindo também como um moderador de processos inflamatórios.

Segundo o engenheiro, o consumo de gorduras monoinsaturadas, como as presentes no óleo de amendoim, está relacionado à queda dos níveis de colesterol ruim (LDL) no sangue e manutenção da quantidade do colesterol bom (HDL). Esse fator atuaria na redução do risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares. “Graças a sua concentração de ácidos graxos poliinsaturados, em especial de ômega-6, o óleo de amendoim auxilia na prevenção de doenças neurológicas e cardiovasculares, estimulando o sistema imunológico e o sistema nervoso. Uma colher de sopa de óleo de amendoim oferece 6,5g e 4,5g de ácidos graxos monoinsaturados e 3,5 de poliinsaturados, respectivamente (a título de referência, no azeite de oliva essa quantidade é de 5,6g). Na prática, isso significa que o óleo de amendoim contribui para a diminuição dos níveis de LDL (colesterol ruim) e para a manutenção da qualidade de HDL (colesterol bom), benefícios comumente associados aos óleos ricos em gorduras monoinsaturadas”, esclarece Bedore.



O PAPEL DA GORDURA NO ORGANISMO

Além de ser uma espécie de combustível celular, que nos mantém ativos para a realização de atividades diárias, a utilização de gordura pelo organismo poupa proteína para funções de síntese e reparo de tecidos do corpo. Quando há falta de gorduras saudáveis, o organismo faz uso de proteínas para produzir energia, o que resulta em perda muscular de massa magra.

Outra propriedade da gordura é sua ação isolante contra o frio. A gordura subcutânea torna as pessoas mais resistentes a baixas temperaturas, enquanto a gordura total funciona como um escudo de proteção contra traumatismos de órgãos vitais a exemplo do coração, pulmões, fígado e rins.

A utilização de gordura pelo organismo não pára por aí. Elas também estão associadas ao transporte de vitaminas A,D, E e K pelo corpo e à redução da fome, já que retardam o tempo de esvaziamento do estômago, dando a sensação de saciedade por mais tempo.

QUAL GORDURA CONSUMIR?

Para saber quais os tipos mais saudáveis de gorduras, é importante entender o que as diferenciam. De acordo com o engenheiro de alimentos da Sementes Esperança, Rafael Bedore, a gordura hidrogenada é uma gordura vegetal que foi criada pela indústria para ser uma alternativa à gordura saturada, encontrada em carnes, de modo geral. Como não existe gordura no mundo vegetal - somente óleos - foi criado, então, um processo de transformação desses óleos vegetais em gordura sólida, relata o especialista. “Durante a solidificação dos óleos vegetais, as moléculas de gordura passam por um rearranjo estrutural e se transformam em gorduras trans. A gordura hidrogenada deixe tudo crocante, porque solidifica nos alimentos após a fritura, formando uma espécie de casquinha. Da mesma forma, isso acontece nos vasos sanguíneos, que ficam impedidos de dilatar.

“A ingestão dessas gorduras não traz qualquer benefício à saúde. Pelo contrário, ao ser ingerida, a gordura trans favorece o depósito de LDL (colesterol ruim) nas paredes das artérias coronárias e reduz a quantidade de uma proteína essencial à produção do bom colesterol, aumentando o risco de infartos, derrames e diabetes”, alerta Bedore. Batatas-frita industrializadas, biscoitos e algumas margarinas contêm gorduras trans.

As gorduras saturadas, por sua vez, estão presentes em produtos de origem animal, como carnes, e derivados, a exemplo do leite e dos frios. Como esses produtos são ricos em outros nutrientes, para evitar a ingestão de gorduras maléficas às artérias, o melhor é optar por carnes magras e alimentos semi-desnatados ou desnatados.

Para uma alimentação mais saudável, o ideal é consumir sementes, nozes, peixes e substituir a gordura trans e animal por gorduras vegetais, ricas em ômegas 3 e 6 e gorduras monoinsaturadas, como o óleo de amendoim. Esses alimentos, quando ingeridos moderadamente, além de reduzirem o triglicérides, o LDL e o colesterol total, preservam o colesterol bom.

Sobre a Sementes Esperança

Pioneira na fabricação de produtos à base de amendoim, a Sementes Esperança conta com três unidades (todas instaladas na cidade de Jaboticabal, a 330 km de São Paulo), e ganha cada vez mais destaque no mercado interno e externo. Sempre à frente de ações pioneiras, a empresa aposta agora na reintrodução do Óleo de Amendoim refinado no mercado brasileiro. Sucesso de vendas em exportação há sete anos, o produto começou a ser comercializado por aqui em embalagens PET de 900 ml, para o setor de varejo, e à granel, para o segmento Food Service.