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sábado, 3 de janeiro de 2026

Operação "Tempestade do Caribe": EUA Bombardeiam Venezuela e Prendem Nicolás Maduro



Venezuela Mergulha no Caos


A Venezuela vive as horas mais dramáticas de sua história recente. Uma operação militar surpresa dos Estados Unidos, iniciada na madrugada deste sábado (03), resultou em bombardeios a alvos estratégicos em Caracas e na captura do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores. O país está sob estado de emergência, com militares nas ruas e um vácuo de poder que ameaça desencadear um conflito civil.

A Madrugada de Fogo e a Extração


Por volta das 3h da manhã (horário local), explosões coordenadas abalaram a capital venezuelana. Caças norte-americanos atingiram sistemas de defesa antiaérea, a base aérea generalíssimo Francisco de Miranda (La Carlota) e partes do complexo militar de Fuerte Tiuna.

Sob a cobertura do caos e da fumaça, unidades de operações especiais dos EUA (supostamente Navy SEALs e Delta Force) realizaram uma incursão terrestre em um local não revelado onde Maduro se encontrava, resultando em sua captura.

O ex-presidente Donald Trump, que reivindicou a autoria da operação denominada "Tempestade do Caribe", confirmou a prisão em suas redes sociais: "O ditador caiu. A justiça americana chegou para o narcoterrorista Nicolás Maduro. Ele está a caminho dos EUA para enfrentar a lei".

Uma foto panorâmica de Caracas ao amanhecer deste sábado. Colunas de fumaça preta e densa sobem de pelo menos três pontos diferentes da cidade, contrastando com o céu alaranjado. Ao fundo, a silhueta do monte Ávila. A cidade parece deserta e tensa. Legenda: Fumaça sobre Caracas: Amanhecer de sábado revela os pontos atingidos pelos bombardeios estratégicos dos EUA.

Onde está Maduro: Fontes do Pentágono, falando sob condição de anonimato à CNN Internacional, confirmaram que Nicolás Maduro e Cilia Flores já deixaram o espaço aéreo venezuelano. Eles estão sendo transportados em uma aeronave militar de alta segurança para uma base nos Estados Unidos, provavelmente na Flórida ou Virgínia, onde deverão ser formalmente apresentados a um juiz federal sob acusações seladas de tráfico internacional de drogas e terrorismo, baseadas em indiciamentos de 2020.

Delcy Rodríguez Assume e Declara "Estado de Guerra": Em um pronunciamento nacional por volta do meio-dia, a vice-presidente Delcy Rodríguez apareceu cercada pelo alto comando militar restante. Visivelmente abalada, mas com tom desafiador, ela assumiu a presidência interina.

"A República Bolivariana da Venezuela foi vítima de um ato de guerra covarde, um sequestro presidencial perpetrado pelo imperialismo ianque", declarou Rodríguez. Ela anunciou um toque de recolher nacional a partir das 16h e ordenou a mobilização total das Forças Armadas e das milícias civis para "defender a pátria de uma invasão iminente".

Reação Internacional e Tensão nas Fronteiras: A comunidade internacional reage com choque e divisão.

Brasil e Colômbia: Os presidentes Lula e Gustavo Petro emitiram uma nota conjunta condenando veementemente a ação militar unilateral e o "sequestro de um chefe de Estado", alertando para o risco de desestabilização regional. O Brasil reforçou a segurança na fronteira de Roraima, temendo uma nova onda migratória.

Rússia e China: Principais aliados de Maduro, Moscou e Pequim classificaram o ataque como uma "violação flagrante do direito internacional". A Rússia solicitou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU para esta noite.

Aliados dos EUA: Países como Israel e Reino Unido manifestaram apoio cauteloso à operação, citando a necessidade de combater o narcotráfico global.

A situação na Venezuela é extremamente volátil. Há um temor real de que a liderança de Delcy Rodríguez não seja aceita por todas as facções militares, o que poderia levar a confrontos internos.

A oposição venezuelana, muitos no exílio, celebra a prisão de Maduro, mas pede calma à população para evitar um banho de sangue, enquanto tentam articular um governo de transição com apoio internacional.

O mundo aguarda a chegada de Maduro aos Estados Unidos e a prometida coletiva de imprensa de Donald Trump no final da tarde, onde mais detalhes da operação devem ser revelados.

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