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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

WAGNER MOURA destila HIPOCRISIA em PRÊMIO GLOBO DE OURO



    Por: Claudia Souza    

    Na noite em que Wagner Moura fez história ao receber o Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Drama, muitos esperavam um discurso artístico e inspirador. O que se viu, porém, foi uma tentativa explícita de transformar um palco internacional num púlpito político — usando a conquista cultural para lançar uma fala ideológica contra setores da direita brasileira.

    Ao vincular o contexto do filme O Agente Secreto, que trata de memória e trauma geracional, a uma narrativa de “fascismo” presente no Brasil recente, Moura politiza uma vitória cinematográfica e passa a acusar um governo que já está fora do poder há mais de dois anos (o de 2018–2022) de “eco da ditadura”. Essa escolha retórica é fraca do ponto de vista crítico porque transforma uma questão histórica em arma política sem conexão direta com os fatos atuais discutidos globalmente no evento.

    O discurso, além disso, ocorreu em um momento em que o próprio Brasil enfrenta denúncias e críticas sobre o devido processo legal e a liberdade de expressão no âmbito interno — questões que incluem debates sobre medidas judiciais e prisões motivadas por ações relacionadas ao sistema político e às instituições republicanas, que têm sido objeto de discussões sobre legalidade e proporcionalidade. A insistência em rotular adversários políticos como “fascistas” num ambiente tão visível podem soar, justamente, como desserviço à democracia que se pretende defender.

    Silenciamento de questões de direitos civis no Brasil: enquanto Moura falava em combater “valores autoritários”, muitos debates nacionais se concentram em casos controversos de justiça e de censura judicial — como as ações contra comunicadores, políticos e mobilizações populares que têm sido vistas por seus críticos como excesso de Poder Judiciário (especialmente em casos tratados no Supremo Tribunal Federal e pelo ministro Alexandre de Moraes).

    Prisão de um ex-presidente e controvérsias judiciais: ainda que ex-presidentes não possam ser simplesmente caricaturados — e Lula já teve condenações anuladas pela Suprema Corte em 2021, restaurando seus direitos políticos — a narrativa simplista de que ele estaria em “cárcere sem justificativa” ignora a complexidade jurídica do caso e as revisões de decisões judiciais que ocorreram (caso “Free Lula”).

    Longe de combater o crime organizado, o governo atual tem sido criticado por não classificar facções criminosas como organizações terroristas, apesar de debates públicos consistentes sobre o tema. A legislação brasileira (Lei Antiterrorismo nº 13.260/2016) define critérios claros para o reconhecimento legal de terrorismo, e o governo federal — liderado por Luiz Inácio Lula da Silva — tem rejeitado equiparar PCC e Comando Vermelho a organizações terroristas sob essa lei, argumentando que isso não corresponderia às definições legais vigentes, mesmo diante de pressões políticas para essa equiparação.

    O posicionamento de Moura não menciona outros regimes autoritários ou problemas de direitos humanos associados a aliados políticos da esquerda latino-americana — como os governos de Nicolás Maduro (Venezuela), membros históricos do Foro de São Paulo (como líderes do PT, PSOL, comunistas cubanos e figuras vinculadas a movimentos de esquerda regionais), que em relatos críticos são apontados como autoritários e antidemocráticos. Se a preocupação realmente fosse a defesa intransigente da democracia, esses contextos também mereceriam menção e reflexão profunda.

    O discurso de Wagner Moura no Globo de Ouro, ao usar a visibilidade internacional para projetar um ataque genérico à “extrema direita” brasileira, com termos como “eco da ditadura”, falha em reconhecer que:
  • as instituições democráticas continuam funcionando no Brasil, com decisões sujeitas a revisão judicial e ampla disputa pública de ideias;
  • críticos do governo atual apontam problemas reais no tratamento de questões de segurança pública, incluindo a recusa em declarar certas facções como terroristas apesar de amplo debate público;
  • e que usar linguagem inflamatória nas artes para fazer política partidária pode corroer justamente o tecido democrático que se diz defender.

Petistas em Cuba em 2016: na companhia de Daniel Ortega, Díaz-Canel, Maduro e Raúl


O que é o Foro de São Paulo?

    O Foro de São Paulo é um encontro político criado em 1990, por iniciativa do Partido dos Trabalhadores (PT), liderado por Luiz Inácio Lula da Silva, em conjunto com o Partido Comunista de Cuba, sob influência direta de Fidel Castro. Seu objetivo declarado era rearticular partidos e movimentos de esquerda da América Latina após o colapso da União Soviética e o enfraquecimento do socialismo no cenário global.

    Desde sua fundação, o Foro reuniu partidos legais, movimentos sociais e organizações políticas de diferentes países, incluindo legendas que chegaram ao poder democraticamente e outras ligadas a regimes autoritários, como: Cuba (Partido Comunista Cubano); Venezuela (chavismo / Nicolás Maduro); Nicarágua (Daniel Ortega); Bolívia (Evo Morales); Equador (Rafael Correa); Argentina (kirchnerismo)


FARC (Colômbia) — reconhecidamente financiadas pelo tráfico de drogas durante décadas.

    As FARC participaram de encontros do Foro de São Paulo, o que alimentou críticas de que o espaço teria tolerado ou relativizado práticas criminosas em nome de alinhamento ideológico.

    Governos aliados ao Foro, como o da Venezuela, são alvo de acusações internacionais (especialmente por órgãos dos EUA) de conivência com rotas do narcotráfico — embora essas acusações sejam contestadas diplomaticamente e não resultem em consenso jurídico internacional.



Embora legítimo como expressão pessoal — não se sustenta como um ataque informado ao que caracterizaria fascismo de verdade, e peca ao ignorar ou minimizar problemas contemporâneos de direitos civis, segurança e política externa que poderiam ser tão ou mais relevantes à discussão democrática do que a simples evocação de termos carregados como “ditadura” ou “fascismo”.




sábado, 3 de janeiro de 2026

Operação "Tempestade do Caribe": EUA Bombardeiam Venezuela e Prendem Nicolás Maduro



Venezuela Mergulha no Caos


A Venezuela vive as horas mais dramáticas de sua história recente. Uma operação militar surpresa dos Estados Unidos, iniciada na madrugada deste sábado (03), resultou em bombardeios a alvos estratégicos em Caracas e na captura do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores. O país está sob estado de emergência, com militares nas ruas e um vácuo de poder que ameaça desencadear um conflito civil.

A Madrugada de Fogo e a Extração


Por volta das 3h da manhã (horário local), explosões coordenadas abalaram a capital venezuelana. Caças norte-americanos atingiram sistemas de defesa antiaérea, a base aérea generalíssimo Francisco de Miranda (La Carlota) e partes do complexo militar de Fuerte Tiuna.

Sob a cobertura do caos e da fumaça, unidades de operações especiais dos EUA (supostamente Navy SEALs e Delta Force) realizaram uma incursão terrestre em um local não revelado onde Maduro se encontrava, resultando em sua captura.

O ex-presidente Donald Trump, que reivindicou a autoria da operação denominada "Tempestade do Caribe", confirmou a prisão em suas redes sociais: "O ditador caiu. A justiça americana chegou para o narcoterrorista Nicolás Maduro. Ele está a caminho dos EUA para enfrentar a lei".

Uma foto panorâmica de Caracas ao amanhecer deste sábado. Colunas de fumaça preta e densa sobem de pelo menos três pontos diferentes da cidade, contrastando com o céu alaranjado. Ao fundo, a silhueta do monte Ávila. A cidade parece deserta e tensa. Legenda: Fumaça sobre Caracas: Amanhecer de sábado revela os pontos atingidos pelos bombardeios estratégicos dos EUA.

Onde está Maduro: Fontes do Pentágono, falando sob condição de anonimato à CNN Internacional, confirmaram que Nicolás Maduro e Cilia Flores já deixaram o espaço aéreo venezuelano. Eles estão sendo transportados em uma aeronave militar de alta segurança para uma base nos Estados Unidos, provavelmente na Flórida ou Virgínia, onde deverão ser formalmente apresentados a um juiz federal sob acusações seladas de tráfico internacional de drogas e terrorismo, baseadas em indiciamentos de 2020.

Delcy Rodríguez Assume e Declara "Estado de Guerra": Em um pronunciamento nacional por volta do meio-dia, a vice-presidente Delcy Rodríguez apareceu cercada pelo alto comando militar restante. Visivelmente abalada, mas com tom desafiador, ela assumiu a presidência interina.

"A República Bolivariana da Venezuela foi vítima de um ato de guerra covarde, um sequestro presidencial perpetrado pelo imperialismo ianque", declarou Rodríguez. Ela anunciou um toque de recolher nacional a partir das 16h e ordenou a mobilização total das Forças Armadas e das milícias civis para "defender a pátria de uma invasão iminente".

Reação Internacional e Tensão nas Fronteiras: A comunidade internacional reage com choque e divisão.

Brasil e Colômbia: Os presidentes Lula e Gustavo Petro emitiram uma nota conjunta condenando veementemente a ação militar unilateral e o "sequestro de um chefe de Estado", alertando para o risco de desestabilização regional. O Brasil reforçou a segurança na fronteira de Roraima, temendo uma nova onda migratória.

Rússia e China: Principais aliados de Maduro, Moscou e Pequim classificaram o ataque como uma "violação flagrante do direito internacional". A Rússia solicitou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU para esta noite.

Aliados dos EUA: Países como Israel e Reino Unido manifestaram apoio cauteloso à operação, citando a necessidade de combater o narcotráfico global.

A situação na Venezuela é extremamente volátil. Há um temor real de que a liderança de Delcy Rodríguez não seja aceita por todas as facções militares, o que poderia levar a confrontos internos.

A oposição venezuelana, muitos no exílio, celebra a prisão de Maduro, mas pede calma à população para evitar um banho de sangue, enquanto tentam articular um governo de transição com apoio internacional.

O mundo aguarda a chegada de Maduro aos Estados Unidos e a prometida coletiva de imprensa de Donald Trump no final da tarde, onde mais detalhes da operação devem ser revelados.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Música que atravessa gerações: “Queremos Paz no Planeta” no Programa Silvio Brito em Família




O projeto “Queremos Paz no Planeta”, que emocionou o público no Memorial da América Latina em novembro, segue ampliando sua mensagem de união, música e esperança. Neste sábado, 03 de janeiro, às 21h30, parte do elenco do show participa do Programa Silvio Brito em Família, exibido pela TV Rede Vida, em uma noite que promete muitas emoções.

A presença do projeto no programa reforça a força da arte como instrumento de diálogo e transformação social. Participam desta edição especial o renomado pianista Adylson Godoy, as cantoras Claudya, Maria Clara Mascellani e Claudia Souza, além do Coral Infantil Maestrina Miriam de Moura, acompanhado por seus regentes, a Maestrina Marli Ferrari e o Maestro Marcelo Faraldo Recski.

Conhecido por valorizar a música brasileira, os encontros familiares e as histórias que tocam o coração, o Programa Silvio Brito em Família será o cenário perfeito para reviver o espírito do espetáculo “Queremos Paz no Planeta”. O público poderá conferir performances emocionantes, depoimentos inspiradores e a sensibilidade de artistas que colocam a música a serviço de uma causa maior: a paz.

A participação do coral infantil merece destaque especial. Símbolo de esperança e futuro, as vozes das crianças traduzem com pureza a mensagem central do projeto, mostrando que a construção de um mundo mais pacífico começa desde cedo, pela educação, pela cultura e pela arte.
Onde assistir ao Programa Silvio Brito em Família

📺 TV Rede Vida – sábado (03/01), às 21h30


Algar: Canal 12 (SD) | 197 (HD) | 713 (DTH)
Claro TV: Canal 17 (SD) | 517 (HD)
GVT: Canal 243
NET: Canal 193 (SD) | 693 (HD)
TV Oi: Canal 16
SKY: Canal 6
Vivo TV: Canal 29

Será uma noite para se emocionar, reunir a família e celebrar a música brasileira com propósito.
Assista, vale muito a pena! 💛🎶

😍 Serão muitas emoções!
#QueremosPazNoPlaneta #SilvioBritoEmFamília #MúsicaPelaPaz #ArteQueTransforma
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