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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Dependentes químicos terão tratamento gratuito

O governador José Serra participou, nesta terça-feira, 27, da inauguração da primeira clínica pública no Estado para o tratamento de jovens com dependência de álcool e drogas. Sediada em Cotia, na Grande São Paulo, a unidade é uma parceria entre a Secretaria da Saúde e o Hospital Samaritano.
“Hoje, a internação para estes jovens é feita em hospitais psiquiátricos que não são os lugares mais adequados para este tipo de tratamento. Os jovens permanecerão três meses vivendo aqui e depois serão acompanhados durante dois anos por equipes multidisciplinares e com forte participação da família. Aqui, a recuperação será feita sem uso de remédios muito fortes, só quando necessários, mas sem enfatizar este aspecto”, comentou José Serra.
O governador disse também que se o projeto der certo será espalhado por todo o Estado de São Paulo. "É um projeto econômico dentro das possibilidades porque envolve internação, mas que se dirige exatamente a um dos principais problemas sociais o Brasil, que é a penetração do consumo de drogas e de álcool na adolescência", acrescentou Serra.
Batizada de Projeto Jovem Samaritano, a clínica irá oferecer 30 leitos de internação e terá capacidade de atender anualmente cerca de 120 adolescentes do sexo masculino entre 14 e 18 anos de idade incompletos.
O investimento para a implantação da unidade foi de cerca de R$ 1 milhão. A manutenção do serviço foi orçada em cerca de R$ 1,7 milhão por ano. Com uma área física de cerca de quatro mil metros quadrados, a unidade vai contar também com uma ampla sala de convivência para os adolescentes, sala de aula com computadores, quadra poliesportiva, horta para aulas de jardinagem, refeitório e ambulatório.
O tempo médio de permanência dos jovens será de um a três meses. Durante esse período, os pacientes vão contar com a participação da família em algumas atividades, o que será importante para o sucesso da recuperação. As atividades físicas, educacionais e orientação vocacional também fazem parte do processo de tratamento.O modelo da nova unidade foi baseado na Clínica Chestnut, em Illinois, nos Estados Unidos. A técnica americana incorpora a participação da família no tratamento, além das demais atividades oferecidas. Nos EUA a recuperação supera os 70%.O encaminhamento dos jovens será feito por meio das Secretarias de Saúde e Educação dos municípios, além dos conselhos tutelares. Não serão admitidos na clínica adolescentes infratores."É um novo modelo de tratar esses pacientes, que antes tinham como opção apenas o atendimento ambulatorial nos Caps (Centros de Atenção Psicossocial) ou internações curtas em hospitais gerais, para desintoxicação. A participação dos familiares, aliada às demais técnicas ao longo do tratamento, é fundamental para a recuperação dos jovens", afirma o secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata.

Os interessados devem entrar em contato com o Projeto Jovem do Hospital Samaritano no telefone: 4148-8450.

Da Secretaria da Saúde
Foto: Milton Michida



Mural:


Camisetas Transfer





Assista também o programa Balada da Fada - Dependentes quimicos


http://videolog.uol.com.br/video.php?id=383665

Subprefeitura recolhe 70 toneladas de lixo em Itaquera

Os mutirões de limpeza, realizados em 17 e 24 de janeiro, visaram combater as enchentes e os criadouros do mosquito da dengue

O segundo mutirão de limpeza, realizado pela Subprefeitura de Itaquera, em 24/01, superou todas as expectativas, resultando no recolhimento de quase 40 toneladas de lixo e de entulho das estreitas ruas e vielas da comunidade do Zorrilho, no Distrito de Itaquera. Juntas, as duas operações deste início de ano, resultaram no recolhimento de 70 toneladas de inservíveis.

Paralelo ao trabalho de limpeza, a Supervisão de Saúde, por meio de uma equipe da Zoonoses, realizou um trabalho de conscientização junto a essas comunidades. Durante todo o dia foram distribuídos panfletos educativos com informações sobre os riscos da dengue.

O recolhimento dos objetos, especialmente os de grande porte como: colchões, sofás, geladeiras e móveis velhos e/ou quebrados, evita o alagamento (enchentes) das áreas mais baixas da comunidade, assim como elimina os possíveis “ninhos” do mosquito da dengue, que se reproduzem em objetos que acumulam água limpa.

Os moradores colaboraram, depositando nas calçadas tudo aquilo que não lhes tinha mais serventia, como os pneus “carecas” que, em geral, são encontrados boiando em córregos ou avolumando-se em terrenos baldios.

Este trabalho preventivo é realizado em Itaquera desde 2005. Os locais do mutirão são escolhidos estrategicamente conforme cruzamento de dados entre a subprefeitura e a Supervisão de Saúde. A prioridade são áreas com grande número de moradias, às margens de córregos ou terrenos baldios. “Com essa ação minimizamos dois grandes problemas nesta época de chuvas que são as enchentes e o combate aos criadouros do mosquito da dengue”, diz o subprefeito Laert de Lima Teixeira que já planeja para as próximas semanas mais ações como esta.
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