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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Alckmin entrega 4,5 milhões de kits escolares

 
Kit é composto por caderno, caneta, lápis, lápis de cor, apontador, borracha, régua e mochila

O governador Geraldo Alckmin e o secretário da Educação, Herman Voorwald, participaram nesta quarta-feira, 2, do evento de entrega simbólica dos 4,5 milhões de kits escolares aos alunos da rede estadual de ensino. Foram investidos R$ 117 milhões na aquisição de materiais de uso pessoal diário e mochilas.

O kit escolar é composto por caderno, caneta, lápis, lápis de cor, apontador, borracha, régua e mochila. Cada kit custou R$ 16,82 ao governo. Para comprar o mesmo conjunto de materiais, os pais teriam um gasto individual de R$ 115. Desde 2007, o governo investiu R$ 444,8 milhões no programa, que já distribuiu mais de 24 milhões de kits e mais de 14 milhões de mochilas.

"Nós estamos entregando para 4,5 milhões de alunos, uma população do tamanho do Uruguai. Cinco mil e duzentas escolas no estado de São Paulo. É uma boa economia para os pais e ao mesmo tempo é importante para os alunos ter o seu material escolar. O caderno novo tem uma motivação, como é gostoso a gente começar um caderno novo", disse Alckmin no evento.

Neste ano serão encaminhados três kits diferentes às escolas, de acordo com o ciclo em que o aluno está matriculado: 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental (Ciclo I); 6º a 9º série do Ensino Fundamental (Ciclo II); 1º ao 3º ano do Ensino Médio, incluindo estudantes matriculados nos programas de Educação de Jovens e Adultos (EJA), Educação Indígena e Educação Especial. Os materiais ficarão armazenados nas unidades até o início do ano letivo, quando serão repassados aos estudantes da rede.

"Priorizar a Educação envolve muitas ações e, entre elas, está a distribuição de material escolar de qualidade para os alunos da rede", disse o secretário Herman Voorwald.

São Paulo Faz Escola e Trato na Escola

Voltado aos alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, o programa São Paulo Faz Escola é responsável pela produção do Caderno do Professor e do Aluno, material didático distribuído pela Secretaria às escolas da rede.

Pelo Trato na Escola, no início do ano, todas as escolas da rede estadual de ensino receberam verba do governo do Estado para preparar as unidades para a volta às aulas. O investimento de R$ 127,3 milhões possibilitou que os estudantes comecem o ano letivo em ambientes organizados, limpos e revitalizados.

As obras do programa envolvem desde a pintura dos prédios, projetos paisagísticos e pequenos reparos até a higienização das unidades. Cada escola, de acordo com seu tamanho, ganhou kits de pintura compostos por tinta esmalte para ferros, alambrados e barrados; tinta acrílica para alvenaria, piso de quadra e quadro negro; tinta para azulejo; massa corrida e aguarrás.

O investimento nos kits chegou a R$ 33,5 milhões para atender 4.069 escolas. Também foram instalados 86.783 ventiladores em 4.699 unidades de ensino e cortinas nas salas de aula para diminuir a claridade excessiva dos ambientes de 2.008 escolas. Juntas, as ações tiveram custo de R$ 52,5 milhões.

O governo ainda repassou em dezembro de 2010 o valor de R$ 7.900 a cada uma das Associações de Pais e Mestres (APMs), que ficaram encarregadas de contratar serviços de pintura interna, externa, de quadra e de lousa, podendo também adquirir materiais adicionais necessários para realização das obras. O repasse total chegou a R$ 41,3 milhões em todas as 5.217 escolas do Estado.

Mais professores na rede

O Estado de São Paulo terá mais 9.304 mil novos professores efetivos na rede em 2011. O governador Geraldo Alckmin nomeou os candidatos aprovados na prova de aptidão que integra o concurso público destinado ao provimento de cargos efetivos para professor do Ensino Fundamental Ciclo II, Ensino Médio e Educação Especial da rede pública estadual.

Casa do Sorvete Jundiá em SP - Vila Formosa - Zona Leste‏

Em plena fase de expansão, a Casa do Sorvete Jundiá inaugura loja na Vila Formosa, levando sabor e originalidade aos moradores do bairro e zona Leste da Capital

Agora os moradores da Vila Formosa e região já podem contar com deliciosa alternativa de alimentação e lazer. Uma nova loja da Casa do Sorvete Jundiá será inaugurada no dia 5 de fevereiro. Sucesso no setor de franquias, a Casa do Sorvete Jundiá é um ambiente indicado para toda a família, que reúne um mix de sorveteria cafeteria e bomboniere. Com cardápio recheado de receitas originais, bufê com sorvetes de massa variados e toda a linha de picolés e cones da Jundiá, a Casa do Sorvete Jundiá é ainda o local ideal para apreciar um bom cafezinho, fazer um lanche rápido ou degustar uma deliciosa sobremesa. A Casa do Sorvete Jundiá foi projetada para ser um espaço aconchegante, que atende diferentes necessidades. E tudo isto, é claro, com a qualidade da marca Jundiá.

Negócio de sucesso

Fenômeno em ascensão no mercado brasileiro de sorvetes, a Sorvetes Jundiá, vive fase de forte expansão. A franquia da Casa do Sorvete Jundiá surgiu a partir da história bem sucedida das lojas próprias da empresa, especialmente no interior de São Paulo. Assim, em 2009, o modelo de negócios da Casa do Sorvete Jundiá foi formalizado e lançado como franquia. A novidade tem atraído a atenção de investidores. O sucesso da rede é o resultado de um trabalho estruturado que oferece ao franqueado total apoio da franqueadora


SERVIÇO

Casa do Sorvete Jundiá – Vila Formosa

Av. Renata, nº. 75.

Inauguração: 12/02, a partir da 10h.

Sobre a Sorvetes Jundiá

A Sorvetes Jundiá começou a produção de sorvetes artesanais há mais de 30 anos, na cidade paulista de Jundiaí. Graças à qualidade do produto, sua presença no mercado não parou de crescer, e hoje a empresa é líder de mercado no Interior a 2ª mais lembrada no estado de de São Paulo, e a 3ª mais popular entre os potes de 2 litros em todo o Brasil. Hoje, a fabricação da Sorvetes Jundiá se concentra no município de Itupeva, a 70 quilômetros da capital paulista. Dali, a fábrica de delícias distribui seus produtos para todo o interior e litoral paulista, além de uma série de outros estados onde a marca tem estabelecido bases bem sólidas, como Rio de Janeiro e Minas Gerais. Com mais de 80 sabores distribuídos em aproximadamente 10 linhas, a marca está presente em mais de 18.000 pontos de venda.

São Paulo ganha a primeira representante com deficiência no Congresso Nacional

Mara Gabrilli, primeira deputada tetraplégica do Brasil, tomou posse nesta manhã de terça-feira. A partir de hoje a cadeirante e mais dois deputados com deficiência passarão a utilizar as adaptações feitas na Casa



Na manhã de 1 DE FEVEREIRO, Mara Gabrilli (PSDB) completou o quadro dos 513 deputados federais que cumprirão o mandato de 2011-2015. A tucana, eleita com 160.138 votos, é uma das 45 mulheres a compor o quadro feminino da Câmara Federal. Além dela, Rosinha da Adefal (PTdoB-AL) e Walter Costa (PMN-MG) são os outros dois deputados cadeirantes eleitos em outubro do ano passado.

Esta não é a primeira vez que Mara Gabrilli estréia em um espaço político. Em 2005, a tucana foi a primeira Secretária da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida do Brasil, pasta inédita criada por José Serra e hoje ampliada para outras cidades do País. Na disputa ao congresso nacional a cadeirante também foi uma das mais votadas – ficou em segundo lugar entre as candidatas do Estado de São Paulo.
Antes mesmo de assumir o mandato como deputada, Mara já vinha lutando por mudanças na Câmara Federal. Desde sua eleição, a tucana vem cobrando da Casa o cumprimento das obras de acessibilidade, como por exemplo, a da reforma na tribuna – púlpito em que os representantes discursam no plenário. Dentre as adaptações a serem feitas, uma plataforma elevatória levará os deputados cadeirantes por cima dos cinco degraus que dão acesso ao local.

“Acredito que a minha cadeira em Brasília vai despertar muitas pessoas com deficiência a buscar por seus direitos, além de trazer mais representantes nossos para a política. Além de criar acessos, vamos gerar oportunidades”, diz Mara, que utilizará nas votações da Casa um sistema que reconhece o movimento facial.

A reforma na Câmara Federal também prevê a adaptação na mesa diretora, local onde sentam o presidente e os demais dirigentes da Casa durante as sessões. Segundo Mara, essas obras serão realizadas em julho, período de recesso parlamentar do meio do ano.

Dedicada a levar suas leis e projetos para âmbito nacional, a cadeirante diz estar confiante e preparada para enfrentar os obstáculos na Câmara Federal. Ela aposta em suas propostas nas áreas da saúde e educação para ampliar sua política de inclusão em todo o Brasil.

Segundo o último Censo, só no Estado de São Paulo existem 4 milhões de pessoas com deficiência. Contudo, a representatividade do grupo na política ainda é baixa. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Mara Gabrilli apontou que apenas 1,3% do parlamento municipal paulista é composto por políticos com deficiência - destes apenas 7 são mulheres.

“Em São Paulo tive de brigar para que não só eu, mas todos os munícipes com deficiência pudessem transitar pelo Palácio Anchieta com respeito. Agora mudamos de Casa, mas a luta continua”, afirma.

Oficina discute com catadores a Política Nacional de Resíduos Sólidos‏

O presidente do MNCR, Alberto Rocha,
participa da oficina de trabalho para inclusão
 social de catadores
Foto: Ana Nascimento / MDS
"Hoje, com esse conjunto de políticas, com apoio do Governo Federal, estão começando a enxergar o trabalho dos catadores de outra forma, como uma profissão de verdade." A declaração de Roberto Rocha – representante do Movimento Nacional dos Catadores – traduz a satisfação de muitos brasileiros ao ver a mobilização do poder público para a efetiva implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Instituída pela Lei 12.305, de 2 de agosto de 2010, a política reúne princípios, objetivos, instrumentos, diretrizes, metas e ações a serem adotados pela União, isoladamente, ou em parceria com Estados, o Distrito Federal, municípios e particulares, visando à gestão integrada e ao gerenciamento ambientalmente adequado do lixo.

Além de Roberto Rocha, 26 líderes estaduais participaram da oficina de capacitação promovida nesta semana, entre os dias 1º e 4, pelo Comitê Interministerial de Inclusão Social e Econômica dos Catadores de Materiais Recicláveis (Ciisc). "Essa é uma oficina de capacitação das lideranças e, ao longo desses dias, elas estão recebendo informações sobre os instrumentos legais e sobre suas responsabilidades", disse o palestrante Silvano Silvério, secretário de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente.

Presidente da Cooperativa de Catadores
de Gramacho, Sebastião Rocha, participa de
oficina de inclusão social de catadores
Foto: Ana Nascimento/MDS

Durante a apresentação de Silvério, os participantes faziam questionamentos e comentavam a experiência em suas comunidades. Tinham reinvidicações, mas também expressavam a esperança de mudar de vida. "Espero que os catadores não vivam mais nessa forma de exclusão dentro dos lixões, que possam estar dentro de cooperativas, de associações, com galpões, estrutura, equipamentos. E que os catadores que estão na rua possam se organizar", comemorava Roberto Rocha.

Inclusão – Jaira Puppim – coordenadora do Ciisc e das atividades da oficina – lembrou que, com a promulgação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, o poder público incentivará as atividades de cooperativas e associações de catadores e entidades de reciclagem, por meio de linhas de financiamento. Outro avanço dessa política é que as embalagens de produtos fabricados em território nacional passam a ser confeccionadas com materi ais que propiciem sua reutilização ou reciclagem, para viabilizar ainda mais os profissionais de coleta seletiva e reciclagem.

O MDS apresenta diversas ações direcionadas à consolidação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, inclusive integrando o Ciisc. Entre suas atribuições, está a identificação das necessidades e o desenvolvimento de ações que promovam a emancipação social e financeira dos catadores. A secretaria executiva é o braço administrativo do comitê e fisicamente se localiza na Secretaria de Articulação para Inclusão Produtiva do MDS. O comitê monitora os investimentos federais para catadores e o MDS e investe na capacitação de lideranças de catadores.

Comportamento – Os palestrantes defenderam o papel da sociedade na consolidação da PNRS. "Essa lei traz uma grande mudança de comportamento. Agora, a participação da população é fundamental. É ela quem deve dispor de maneira adequada e correta os produtos quando for descartá-los, para virarem resíduos. O que para a sociedade é lixo, para os catadores é insumo, tem valor econômico. Precisamos trabalhar para que isso se reverta em melhoria de qualidade ambiental e de vida para as pessoas", declarou Sérgio Gonçalves, diretor de Ambiente Urbano do MMA.

"Reciclar garante a renda dos catadores, mas também é importante para o meio ambiente. Na Europa, as cooperativas sociais nascem com um contrato com o poder público e com financiamento. No Brasil, finalmente, a gente pode dizer que é possível uma organização social ter contrato com o poder público, ser remunerada pelas toneladas de resíduos que recicla e receber apoio governamental", comemora Jaira Puppim.

A oficina prossegue até sexta-feira (4).

Serviço

Oficina de trabalho do Comitê Interministerial de Inclusão Social de Catadores de materias Recicláveis (Ciisc). Capacitação de catadores.

Data: 1º a 4 de fevereiro de 2011 (terça a sexta-feira)
Local: Auditório do Bloco A da Esplanada dos Ministérios, Brasília – DF

Arrecadações para vítimas das chuvas superam expectativas

As doações foram encaminhadas para 29 municípios em São Paulo e Rio de Janeiro

Foram mais de 15 toneladas de alimentos, 10,1 mil litros de água potável, 185,8 mil peças de roupa e 13,4 mil produtos de higiene arrecadados pelo Fundo Social de Solidariedade (Fussesp) desde o dia 14 de janeiro. Parte destas doações foram encaminhadas para 27 cidades no Estado e dois municípios do Rio de Janeiro.

"A arrecadação de donativos superou nossas expectativas. Atendemos todos os municípios necessitados. Agradeço imensamente a colaboração da população que, mais uma vez, deu um exemplo de solidariedade", disse Lu Alckmin, primeira-dama e presidente do Fussesp.

A campanha, determinada pelo governador Geraldo Alckmin, foi uma ação conjunta do Fundo Social de Solidariedade, Coordenadoria de Defesa Civil do Estado, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Secretaria de Desenvolvimento Social.

Mesmo auxiliando todas as cidades castigadas pelas chuvas, os postos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros continuam com um volume enorme de doações a serem recolhidas e distribuídas. Para que estes produtos cheguem em perfeitas condições aos municípios, o Fussesp decidiu suspender temporariamente a campanha.

Cidades atendidas

Foram atendidas as cidades de Amparo, Araçariguama, Atibaia, Barueri, Biritiba Mirim, Caieiras, Cajamar, Carapicuíba, Cotia, Ferraz de Vasconcelos, Francisco Morato, Itanhaém, Itapecerica da Serra, Itapevi, Itaquaquecetuba, Jandira, Juquitiba, Mauá, Osasco, Pirapora do Bom Jesus, Poá, Santa Isabel, Santana de Parnaíba, Santo André, São Paulo, Socorro e Taboão da Serra, no Estado de São Paulo. No Rio de Janeiro, foram atendidas as cidades de Teresópolis e Nova Friburgo.