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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Bombeiros e Liquigás assinam amanhã acordo em prol da segurança‏

CORPO DE BOMBEIROS E LIQUIGÁS LANÇAM CAMPANHA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES NOS LARES, PARA COMUNIDADES CARENTES.

O Comando do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado São Paulo e a Liquigás Distribuidora S.A., empresa controlada pela Petrobras Distribuidora, convidam a imprensa para o evento de lançamento da “Campanha Chama Segura”, que será realizada com o objetivo de prevenir incêndios e acidentes, em residências de comunidades carentes, decorrentes do uso inadequado ou inseguro dos botijões de gás.

O evento de assinatura da parceria será realizado amanhã, dia 18 de fevereiro, na sede do Comando do Corpo de Bombeiros. Estarão presentes o Comandante do Corpo de Bombeiros, Cel PM Luiz Humberto Navarro e o Presidente da Liquigás, Antonio Rubens Silva Silvino.

A Campanha terá início a partir de março, em algumas comunidades da capital e da Grande São Paulo, de interesse estratégico da Corporação, visando a redução do número de acidentes. O foco é a educação preventiva realizada diretamente por Bombeiros Educadores, bem como oferecer a troca gratuita de acessórios (mangueiras e reguladores) que estejam velhos, inadequados ou inseguros, por novos, sem custo para a população.

EVENTO: Lançamento da “Campanha Chama Segura”
DATA: 18 de fevereiro
HORÁRIO: a partir de 9h00 (café da manhã)
10h00 (assinatura da parceria)
LOCAL: Comando do Corpo de Bombeiros
ENDEREÇO: Praça Clóvis Bevilácqua, 421, 7º andar - Centro - São Paulo - SP

Diagnóstico precoce facilita tratamento da tireóide

No ano passado o Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do HCor contabilizou 199 atendimentos, 65 cirurgias, das quais 35 foram de tireóide (60% foram por câncer)
A tireóide é uma glândula endócrina localizada na parte da frente do pescoço que produz hormônios que regulam diversas funções do corpo, entre elas, as funções cardíacas, o ritmo de funcionamento intestinal e o humor. Os hormônios da tireóide (HT) controlam a frequência dos batimentos cardíacos, o ritmo adequado do coração e regulam o sono. O descontrole da função da tireóide para mais (hipertireoidismo) ou para menos (hipotireoidismo) desregulam essas funções e aceleram os batimentos cardíacos. Além de causar arritmias, ansiedade, insônia bem como fadiga e até depressão.

O principal sinal do câncer de tireóide é a presença de um nódulo indolor na tireóide detectado à palpação ou pela ultra-sonografia, que não altera os níveis sanguíneos dos hormônios tireoideanos. A presença de nódulos tireoideanos detectados pela ultra-sonografia (USG) de rotina é comum, principalmente em mulheres. Felizmente, aproximadamente 95% desses nódulos são benignos. De acordo com a suspeita clínica ou pelos achados no USG, o especialista solicita a punção biópsia aspirativa do nódulo, no qual determina se o nódulo é suspeito para malignidade.

O câncer de tireóide ocorre em qualquer idade, sendo mais comum após os 30 anos. O tratamento oncologicamente mais adequado para o câncer de tireóide é a tireoidectomia total (retirada completa da tireóide) associada eventualmente à retirada de gânglios linfáticos do pescoço que estejam comprometidos pela doença.

“Quando realizada por cirurgião especialista, o risco de complicações mais sérias decorrentes desta cirurgia, como a rouquidão permanente, é menor do que 1% dos casos. Após a cirurgia, alguns pacientes deverão receber um tratamento complementar com iodo radioativo e a indicação desse tratamento depende da análise em conjunto de uma série de fatores como idade, tamanho do tumor, agressividade local do tumor entre outros fatores”, explica o especialista em Cirurgia de Cabeça e Pescoço do HCor, Dr. Fábio Pinto.

Segundo o especialista do HCor, os únicos fatores de risco conhecidos para o desenvolvimento deste tumor são a exposição à irradiação no pescoço e o antecedente de câncer de tireóide na família. O tipo mais frequente de câncer de tireóide é o carcinoma papilífero com aproximadamente 80% dos casos, seguido do carcinoma folicular com 15% dos casos. Nos pacientes com menos de 45 anos de idade e com tumores pequenos, mais de 97% dos carcinomas de tireóide são curáveis.

Cirurgia de Cabeça e Pescoço - a cirurgia mais comum realizada pelo cirurgião de cabeça e pescoço é a tireoidectomia (retirada parcial ou total da glândula tireóide) seja por doença benigna ou maligna da tireóide. “Além do câncer de tireóide, outro tumor frequente na rotina do cirurgião de cabeça e pescoço é o câncer da boca que inclui os cânceres de lábio e de cavidade oral (mucosa bucal, gengivas, palato duro, língua oral e assoalho da boca). O câncer de lábio é mais comum em pessoas brancas, e registra maior ocorrência no lábio inferior em relação ao superior”, esclarece Dr. Fábio Pinto.

Apesar de ser uma especialidade eminentemente oncológica, o cirurgião de cabeça e pescoço trata também de doenças benignas como os bócios (aumento benigno da tireóide) e as anomalias congênitas cervicais. A especialidade, relativamente nova em relação às demais especialidades médicas, estabeleceu-se de forma definitiva no Brasil há pouco mais de 40 anos com a fundação da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço, em 1967.

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA – RJ), o câncer de boca é o oitavo tipo de câncer mais comum no Brasil, sendo o sexto tipo mais frequente nos homens. Para este ano estima-se o aparecimento de 14.120 novos casos de câncer da cavidade oral, sendo 10.330 em homens e 3.790 em mulheres. Diferente do câncer de tireóide, o câncer de boca é uma doença muito agressiva com alto índice de mortalidade, sendo que em 2008 foram registradas 6.214 mortes por esta doença no país. No Brasil, o câncer de tireóide correspondeu a 1,3% de todos os casos de câncer registrados no INCA – RJ de 1994 a 1998, e a 6,4% de todos os cânceres da cabeça e pescoço. A partir de 1997, a incidência de câncer de tireóide aumenta 6% ao ano em diversas regiões do mundo.

Uma das explicações para esse fato é o aumento da detecção de nódulos tireoideanos pequenos por meio da ultrassonografia (USG) de alta resolução. Segundo dados do National Cancer Institute, cerca de 37.000 novos casos de câncer de tireóide são diagnosticados anualmente nos Estados Unidos. A American Cancer Society coloca o câncer de tireóide como responsável por 4% dos casos novos de câncer em mulheres nos EUA em 2009, o que representa 28.530 mulheres diagnosticadas como portadoras da doença.

O HCor – Hospital do Coração, em São Paulo lançou no ano passado o Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço com uma equipe multidisciplinar composta por especialistas de cabeça e pescoço, endocrinologistas, otorrinolaringologistas e cirurgiões plásticos. Com o objetivo de atender os pacientes com as doenças que acometem os órgãos localizados na região da face e do pescoço como o tratamento cirúrgico dos nódulos tireoideanos, tumores das glândulas salivares e dos tumores da cavidade oral, faringe e laringe, o HCor é responsável pelo diagnóstico preventivo, exames laboratoriais e de imagem, e conta com todo know-how, infra-estrutura e suporte do centro cirúrgico da Instituição.

Ocupação urbana sem controle vem da época do Brasil colônia

Repórter Eco revela que a ocupação urbana sem controle vem da época do Brasil colônia

A região do Aquífero Guarani, em Pardinho, que fica a 200 km da capital paulista, também está em destaque no programa da TV Cultura deste domingo (20/2), às 18h

A cidade de São Vicente, litoral sul de São Paulo, repleta de belezas naturais dignas de cartões postais, abriga cerca de 320 mil habitantes e vem resistindo a todas as dificuldades que marcaram sua história. Seu passado está registrado em monumentos e lugares históricos e, em 1585, o jesuíta português Fernão Cardim escreveu: "A Vila de São Vicente foi rica, agora é pobre, por lhe fechar o porto de mar a barra antiga, e também por estarem as terras gastas e faltarem índios para cultivá-las". As transformações ambientais começaram a partir da chegada dos colonizadores e o Repórter Eco, que vai ao ar neste domingo (20/2), às 18h, na TV Cultura, traz uma reportagem que serve de alerta para conter o velho problema da ocupação urbana sem controle.



Grande parte dos turistas que visitam suas praias durante o verão nem imaginam a importância dessa cidade de 479 anos, que foi o primeiro povoado brasileiro. A história do Brasil começa com a chegada da esquadra de Pedro Álvares Cabral em Porto Seguro, Bahia, em 22 de abril de 1500. Eles permaneceram apenas onze dias ali e partiram numa segunda expedição comandada por Gaspar de Lemos e Américo Vespúcio, em 22 de janeiro de 1502, chegando ao local que era conhecido, até então, como Borraió e deram à ilha o nome de São Vicente.
Em 1942, a cidade viveu seu pior desastre natural. Considerada uma das primeiras tragédias da costa brasileira, ficou conhecida como a “Grande Ressaca”, quando o mar invadiu a vila e esta teve de ser reconstruída duzentos metros acima do local original. O historiador Marcos Braga, coordenador da Casa Martim Afonso, fala dos sinais de esgotamento devido à ação de assoreamento e modificação da linha de maré. “Este é mais um exemplo da longa tradição brasileira de uso inadequado do solo, começando pela retirada da vegetação nativa que protegeria a costa". As imagens atuais mostram que a ocupação foi rápida: hoje as construções tomam o espaço de toda a orla da baía, bem perto do mar.
De outra matéria do programa vem uma reportagem feita em Pardinho, região do Aquífero Guarani, que fica a a 200 quilômetros da capital paulista. O lugar é considerado um dos maiores reservatórios subterrâneos de água doce do mundo. Daí afloram várias nascentes, entre elas o rio Pardo, o principal curso d'água e mais importante recurso hídrico da região, além de ser uma parte importante da sub-bacia do Paranapanema. Para despertar a sensibilidade e construir uma base visando proteger essa fonte de água, jovens da comunidade se embrenham na mata, em uma ação promovida pelo projeto do instituto Jatobás – organização não-governamental, que promete oferecer conhecimento para a construção de um caminho coletivo, solidário e sustentável.
E da Hidrelétrica de Itaipu (PR) vem um trabalho de cultivo de plantas medicinais que também gera energia.
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