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sexta-feira, 21 de agosto de 2020

EUA AGILIZAM ENTRADA DE PROFISSIONAIS DE SAÚDE PARA O COMBATE À PANDEMIA





Com a pandemia do novo coronavírus, a demanda por profissionais de saúde cresceu em todo o mundo. Nos Estados Unidos, que já contabilizam mais de cinco milhões de infectados e 173 mil mortos, a entrada de médicos e médicas estrangeiros cresceu e o país se viu obrigado a manter os imigrantes na linha de frente.

A ideia é recuperar 40 mil vistos americanos não utilizados e dar celeridade ao processo de imigração de médicos e enfermeiros. O objetivo é garantir o atendimento em meio à pandemia.

Em 2019, a Associação de Colégios Médicos Americanos estimou que, até o ano de 2030, haverá uma defasagem de mais de 120 mil médicos nos EUA. Em março deste ano, o Departamento de Estado local publicou em seu site um comunicado em que incentiva médicos e enfermeiros estrangeiros a trabalharem no país em troca de um visto de permanência, que pode se estender por até sete anos.


Fonte: Brasil 61





MUNICÍPIOS É QUE VÃO DECIDIR DATA DA VOLTA ÀS AULAS



O vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (DEM), afirmou nesta quarta-feira (19) que os municípios do estado vão ter autonomia para seguir ou não o cronograma de retorno às aulas definido pelo governo estadual. A Secretaria de Educação de São Paulo autorizou a volta presencial, tanto da rede pública como privada, a partir de 8 de setembro, para a educação infantil e os primeiros anos do ensino fundamental.

No entanto, segundo a pasta, essas escolas devem estar localizadas em regiões que estejam há pelo menos 28 dias na fase amarela do Plano São Paulo, protocolo que traz diretrizes para a retomada econômica em todo o estado e obedecer o limite máximo de alunos por sala de aula em cada modalidade de ensino. O retorno efetivo, para todas as modalidades de ensino, mas ainda com restrições, está previsto para ocorrer em 7 de outubro.

Após três meses de paralisação, escolas de todo o país vivem incerteza sobre volta às aulas

O secretário de Educação, Rossieli Soares, ressaltou que cada prefeitura pode criar calendários próprios e até mesmo critérios mais rigorosos, conforme a situação epidemiológica de cada cidade. No entanto, a decisão deve valer para escolas públicas e privadas.



Fonte: Brasil 61


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