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sábado, 7 de novembro de 2009

Renato Rabelo lança livro amanhã no 12º Congresso do PCdoB

O presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo, lança na noite de amanhã, 7, em São Paulo, seu mais recente livro Ideias e Rumos. A obra será apresentada ao público com uma sessão de autógrafos durante o 12º Congresso Nacional do PCdoB, no Centro de Convenções do Anhembi.
Ideias e Rumos reúne textos, intervenções políticas e discursos de Rabelo ao longo de seus quase oito anos à frente do partido. O livro traz reflexões acerca da conjuntura política nacional e internacional nas últimas três décadas. Dividida em três partes: O Rumo, O Caminho e O Instrumento, a obra oferece avaliações teóricas sobre as diretrizes e a luta do partido pelo socialismo.
Com prefácio de Adalberto Monteiro, secretário de formação do PCdoB e presidente da Fundação Maurício Grabois, o livro tem como maior trunfo reunir para os leitores os textos mais importantes escritos pela liderança do partido.
Ideias e Rumos, da Editora Anita Garibaldi, custará R$30.
Vida do autor
Renato Rabelo nasceu em 1942 em Ubaíra, interior da Bahia. A militância no movimento estudantil começou na Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia, fazendo parte da Juventude Universitária Católica (JUC), e depois da Ação Popular (AP).

Em 1965, foi eleito presidente da UEB (União dos Estudantes da Bahia). Com o endurecimento do governo militar na Bahia, Rabelo entra num período de semi-clandestinidade e vai para São Paulo. Mais tarde foi eleito vice-presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes). Após o término de sua gestão na UNE, assume papel de destaque na direção nacional na Ação Popular, indo estudar na China por seis meses, em plena Revolução Cultural. No retorno ao Brasil, participa da luta política da AP em Goiás. Graças a esta política de vinculação ao povo, consegue resistir à perseguição da ditadura.

Com a incorporação da AP ao PCdoB, Rabelo ingressa no partido compondo o Comitê Central da organização, de onde contribui para criar bases de retaguarda para a Guerrilha do Araguaia.

Em 1976, passa a viver exilado em Paris. No final de 1979, retorna ao país com a Anistia, e participa da preparação do 6º Congresso do PCdoB, um congresso semi-clandestino, pois o partido só conquista sua legalidade em 1985. Passa a integrar o secretariado do PCdoB, fazendo parte da Executiva Nacional. Foi eleito duas vezes vice-presidente nacional do partido, responsável pela juventude, depois pela organização partidária. Em 2001 é eleito presidente nacional do PCdoB. Participou das coordenações das cinco campanhas de Lula, desde 1989. No segundo mandato de Lula passa a integrar o Conselho Político do Governo da República.

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