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quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Vila Formosa ganha escola técnica

Foto: Ciete Silvério

Foi inaugurada ontem (02/09), a 11ª Escola Técnica localizada no bairro de Vila Formosa, com a presença do Governador José Serra.
Serão oferecidos cursos de Design Gráfico, Técnico em contabilidade, informática e logística.
Segundo informações da Prefeitura, na implantação da nova unidade, o Estado investiu cerca de R$ 1,5 milhão, dos quais R$ 500 mil foram destinados à compra de mobiliário e equipamentos e o restante aplicado nas obras de reforma e adequação do prédio, cedido pela Prefeitura. No térreo, o prédio tem 2 laboratórios (um de física e outro de química/biologia), dependências para funcionários e banheiros, sendo um deles adaptado para pessoas com necessidades especiais. No primeiro andar, há 5 salas de aula, 6 salas administrativas e 2 banheiros. No segundo andar, estão instalados 4 laboratórios de informática (2 deles com 20 computadores cada um), 2 salas de aula e, futuramente, biblioteca. O prédio tem também elevadores para portadores de necessidades especiais.

Endereço para maiores informações:
Rua Bactória, 38 - Vila Formosa - São Paulo/SP

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Gisele Pecchio lançara livros para deficientes visuais

Lançamento do livro
UMA AVENTURA NA AMAZÔNIA - RAYCHA Dia 11/10/08, sábado
a partir das 14 horas
Local: Praça de Eventos do Osasco Plaza Shopping
Endereço: (Calçadão da rua Antonio Agu). A 50 metros da estação CPTM Osasco.
A escritora está lançando em sua coleção de livros, versões impressas e em em braile (108 páginas), audiolivro gravado em Mp3 com narração da própria autora e músicas como Yanomame, de Zé Paulo Medeiros.
O livro é uma homenagem aos povos da Amazônia e aos cultores das Ciências da Terra na pessoa do geógrafo brasileiro Prof. Aziz Nacib Ab'Sáber (IEA-USP), orientador da autora, eternizado por meio da personagem Xeique, um mestre que ensina ao Toby e seus amigos o que eles precisam saber sobre a última grande floresta tropical do planeta.
Os livros de Gisele Pecchio são encontrados nas lojas e no site da Livraria Cultura. Aos que comparecerem no lançamento do livro, obterão descontos de até 40% na aquisição da obra autografada. Para conhecer melhor o trabalho da escritora, acesse o seu blog oficial: http://gpecchio.blogspot.com/
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Miss Cidade de São Paulo 2008

O concurso Miss Cidade de São Paulo 2008, aconteceu nos dias 20 e 21 de setembro em duas etapas. Dia 21 as candidatas se apresentaram no Hotel Shelton Inn na Avenida Cásper Libero, centro velho de São Paulo, onde cerca de 160 convidados, entre imprensa e vips compartilharam com as candidatas o delicioso coquetel da noite.
No dia seguinte, um sábado chuvoso na capital Paulista, as 17 candidatas se reuniram no Hokkaido, um belo espaço situado ao lado do Metrô Ana Rosa.
A apresentação foi em traje de banho e as vencedoras da noite foram: Vanessa Barzam (Miss Cidade de São Paulo), Carla Fernandes (Miss Cidade – Nações), Samantha Rubi (Miss Cidade Turismo).
Vanessa é uma modelo experiente e atua no grupo de animadora de torcidas. Carla Fernandes - Miss Itaquera, representou o promoter Claudio Fernandes e Samantha Rubi - Miss Mauá, o promoter Daniel Barreto.
Carla Fernandes (foto 1), é modelo, tem 18 anos, 1,73 de estatura, foi Miss Itaquera 2006 e agora eleita Miss Cidade de São Paaulo - Nações, título que garantiu, apesar do cansaço após uma maratona de desfiles no Shopping Internacional de Guarulhos no mesmo dia, horas antes do Concurso.
Mais fotos:

1. 2. 3.

Fotos: Enio Tosta
Reportagem: Cláudio Fernandes
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Sustentabilidade é tema de discussão entre jornalistas

Terça-feira (30/9), no espaço Rosa Rosarium no bairro de Pinheiros, foi realizado um seminário com a entrega do 8º Prêmio Ethos de Jornalismo. O evento reuniu aproximadamente uma centena de profissionais, ligados à todas as áreas da comunicação, para discutir e avaliar a postura do jornalista em relação ao tema de “sustentabilidade” em suas matérias.
Aspectos interessantes vieram à tona, quando alguns profissionais mencionaram a dificuldade em inserir nas redações o respectivo tema, sendo muitas vezes barrado pelos seus editores ou chefes de redação, devido aos interesses comerciais dos veículos de comunicação. Muitas vezes, a denúncia que o jornalista apresenta, tem a ver com o anunciante do veículo, fazendo com que o caso “seja abafado”, o que distancia o profissional do compromisso ético de informar a veracidade dos fatos.
Os jornalistas foram levados a fazer um auto-questionamento, quanto aos seus princípios e o das empresas para as quais prestam serviços em relação às atitudes de “responsabilidade social” que possuem. Durante a oficina, foram apresentadas sugestões para serem aplicadas no cotidiano, em busca de informações e a persistência em debater o assunto.
A categoria mencionou a questão dos poluentes, do trabalho escravo que ainda existe e do impacto causado pela ação do ser humano na natureza. “Temos apenas seis anos para informar e incentivar a população, de um modo geral, para a tomada de novas atitudes em relação à preservação do meio-ambiente, antes que seja tarde demais”. Após este período, estaremos num caminho sem volta, onde homens e animais sentirão o pesado fardo do saldo negativo da destruição, que será irreversível.
Durante os debates, foram estimulados ao questionamento de suas consciências: se estão investigando as entrelinhas das notícias que recebem; se questionam a “maquiagem verde” que as empresas estão apresentando; afinal, hoje em dia, parece que todo o mundo está preocupado com as questões do impacto ambiental e grandes empresas estão fazendo marketing com ele.
A conclusão que eu cheguei é que “nem tudo que reluz é ouro”. É preciso olhar de perto as ações das empresas que estão “vendendo o seu peixe” usando a sustentabilidade e preservação do meio-ambiente, como lobos disfarçados em pele de cordeiro. Que nós, mortais consumidores, devemos prestar mais atenção nos produtos que estamos comprando, consumindo e na medida do possível, procurar saber qual a origem deles. Se as empresas que estamos ajudando a sustentar com as nossas compras, estão cumprindo o “verdadeiro” papel de responsabilidade social e sustentabilidade do planeta.
Devemos conversar com nossos amigos, conhecidos e parentes. Tentar saber em qual empresa eles trabalham e questioná-los: como são tratados na empresa? Ela cumpre com o seu papel de empregadora? Possui alguma política de preservação ambiental? Tem alguma responsabilidade com o social? DE FATO!
Partindo deste princípio, defendendo a preservação planetária, teremos a coerência de saber se este ou aquele produto merece ser comprado com o nosso dinheirinho. “Um por todos e todos por um!” Unidos, devemos boicotar as empresas que estão acabando com o nosso planeta, pôr a "boca no trombone" e gritar pra todos ouvirem, não compartilhar de interesses econômicos com quem está nos destruindo com interesses capitalistas imediatistas.
Muita gente ainda acha que falar de preservação de meio-ambiente e sustentabilidade é tolice. Mais do que nunca, precisamos compreender que a natureza linda ou feia, continuará existindo. Existem belezas num deserto onde humanos não teriam a menor chance de sobrevivência. A natureza continuará se modificando séculos adiante. O ser humano é que precisa entender que pelo menos por enquanto, não temos pra onde ir quando tudo isto aqui virar pó.
Quando a raça humana e os animais desaparecerem do planeta. A mãe natureza, ou o que sobrar dela, continuará encontrando formas e maneiras de se reinventar microscópicamente, assim como em Marte, Vênus e outras estrelas da galáxia. Raça humana, a escolha é sua: se quiseres, "do pó viestes e AO PÓ retornarás".
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