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terça-feira, 12 de maio de 2009

KUNG FU SURGE COMO ALTERNATIVA CONTRA A VIOLÊNCIA ENTRE JOVENS

Arte marcial chinesa proporciona a juventude disciplina e determinação

Constantemente, a mídia tem divulgado informações sobre a violência entre os jovens. Nas escolas o Bullying tem sido percebido, cada vez mais, entre crianças e adolescentes.

O Kung Fu surge como alternativa para conter essa agressividade, utilizando a atividade física aliada aos ensinamentos orientais. "O jovem é inserido em um ambiente onde qualidades como disciplina e determinação são exercitadas a cada aula em paralelo com o treino físico", afirma o instrutor da TSKF, Danillo Cocenzo.

"Além disso, incentivamos os jovens a participarem de torneios, pois é o local ideal para o atleta colocar suas habilidades a prova, que é, ao mesmo tempo, um exercício de confiança e humildade. Confiança para extrair o máximo de si e humildade para entender que é preciso evoluir", acrescenta ele.

A psicóloga Ana Carolina Marques explica os efeitos da ética marcial do Kung Fu nos jovens "os praticantes dessa arte absorvem durante os treinos certos valores, podemos citar, por exemplo, o respeito. Já que numa mesma sala de treino existem alunos nos mais variados níveis de graduação e diferentes idades", afirma.

"Os Atletas aprendem a trabalhar seus próprios limites, lidam melhor com situações de confrontos com professores e colegas na escola, valorizam a coletividade, já que interagem em grupos durante os treinos", diz Ana Carolina.

A rede de academias TSKF visando incentivar a prática da arte marcial por meio da não-violência, utiliza os movimentos do Kung Fu e cria simulações de combate, ratificando seu foco em qualidade de vida.

Para exemplificar a adesão dos jovens ao Kung Fu, a organização do Brazil International Kung Fu Championship Tournament tem a expectativa que 40% dos participantes estejam entre crianças e adolescentes. O torneio acontece em São Paulo, nos dias 13 e 14 de junho, as inscrições podem ser feitas até 31 de maio pelo site http://www.tskf.com.br/


Brazil International Kung Fu Championship Tournament

Em 2007, o torneio surgiu para satisfazer os anseios da comunidade de Kung Fu que buscava campeonatos organizados de maneira profissional, com uma arbitragem justa e imparcial.

Já no ano seguinte, em 2008, o Brazil International Kung Fu Championship Tournament cresceu e consolidou sua posição como um dos maiores campeonatos do mundo da Arte Marcial Chinesa.

TSKF

A TSKF foi fundada pelo Mestre Gabriel Pires de Amorim em 1996. Atualmente, conta com 10 unidades localizadas em diversas regiões de São Paulo e programa o lançamento de mais uma em Guarulhos.

Além de ser a maior academia de Kung Fu estilo Louva-a-Deus da América Latina e de organizar o "Brazil International Kung Fu Championship Tournament", a TSKF se destaca pelo seu foco em qualidade de vida e também por defender um Kung Fu para todos, independente de idade, crença ou condição física.
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Mural:






DR. ADEMIR JR EXPLICA: Queda de Cabelos e Problemas Capilares

*Dr. Ademir Jr
A última novidade no tratamento da queda de cabelos e problemas capilares

Fatores de crescimento são substâncias produzidas pelo nosso organismo e que ajudam a regular o funcionamento interno de células, podendo mediar mudanças no funcionamento de estruturas do corpo.

Muitos fatores de crescimento já foram descritos e provavelmente outros ainda serão descobertos à medida que a ciência avança. Porém, mais do que descobrir novos fatores de crescimento, creio que a questão mais importante, relacionada a estes compostos químicos, seja a de descobrir suas múltiplas funções em nosso corpo. Os estudos são muitos e cada vez mais esclarecedores.

Quando relacionados às questões cutâneas, os fatores de crescimento parecem ter um papel importante na regeneração da pele, incluindo nas cicatrizações de lesões e feridas assim como no controle do processo do envelhecimento cutâneo. Neste último caso, o do envelhecimento, agem melhorando a atividade da pele e promovendo a redução da flacidez, das rugas, melhor hidratação da pele e, consequentemente, o aspecto mais jovial.

Além de atuarem na pele, os fatores de crescimento agem de forma bastante interessante nos folículos pilosos. Estimulam o trabalho das células nas raízes dos cabelos e, por isto, passam a ser uma excelente opção no tratamento das quedas capilares e de problemas com a qualidade dos cabelos. Seu mecanismo de ação principal, nestes casos, é o de estimular as células responsáveis pelo crescimento capilar a trabalharem por mais tempo, discretamente mais rápido e com produção de proteínas de melhor qualidade no interior do fio, permitindo fibras capilares mais fortes, resistentes e até mesmo mais espessas.

Apesar de todos estes benefícios, não devemos acreditar que os fatores de crescimento são a melhor opção no tratamento das calvícies e de cabelos frágeis. Devemos entedê-los como excelentes opções adjuvantes aos tratamentos já consagrados, uma vez que, em conjunto com estes tratamentos, os fatores de crescimento parecem ter um posicionamento mais interessante, acelerando a recuperação dos pacientes que começam a utilizá-los.

Atualmente a maneira mais adequada de uso destes ativos se dá na forma de loções que devem ser aplicadas 1 a 2 vezes ao dia no couro cabeludo, nas áreas onde o problema se manifesta. Os resultados, como em qualquer caso de tratamentos capilares, costumam a aparecer de 4 a 6 meses depois de iniciado o uso.

Como estão disponíveis apenas para formulações manipuladas, produtos com fatores de crescimento são normalmente vinculados a prescrições médicas. Como são vários os fatores de crescimento disponíveis, assim como suas dosagens, caberá ao médico definir quais os mais adequados para cada tipo de caso já que alguns são melhores para a queda enquanto outros promovem melhor resultado na recuperação da qualidade dos cabelos.

Como são utilizados em baixas concentrações, são naturalmente produzidos pelo nosso próprio corpo e prescritos apenas para uso localizado nas áreas acometidas, os fatores de crescimento não estão relacionados a efeitos colaterais e reações adversas.

Se muitos esperavam uma boa notícia para se somar ao arsenal de cuidados com os cabelos, creio que a chegada ao mercado dos fatores de crescimento pode ser mais uma opção para resultados mais rápidos e consistentes.


Dr Ademir Jr. (CRM 92.693) é médico dermatologista especialista em tricologia (medicina capilar) pela Internacional Association of Trichologists. Membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia, da Sociedade Brasileira de Termalismo, e da Sociedade Brasileira de Medicina Estética. Presidente do Grupo de Apoio a Portadoras de Síndrome dos Ovários Policísticos - GAPSOP. Professor de Anatomia e Fisiologia da pele no curso de Pós-Graduação em Cosmetologia das Faculdades Oswaldo Cruz – SP/SP. Autor dos Livros: “Socorro, Estou ficando careca”, publicado pela Editora MG em 2005, “Tem alguma coisa errada comigo – Como entender, diagnosticar e tratar a Síndrome dos ovários Policísticos”, publicado pela Editora MG em 2004 e “É outono para meus cabelos – Histórias de mulheres que enfrentam a queda capilar” – Editado pela Editora Summus.

Dr. Ademir Jr. – (11) 3864-3967 – http://www.ademirjr.com.br/
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LINFOMA PODE TER CURA QUANDO DIAGNOSTICADO PRECOCEMENTE




O linfoma é um tumor maligno que resulta do crescimento anormal de células do sistema linfático e é considerado a quinta causa de morte relacionada com cancro nos homens e a sexta causa de morte relacionada com cancro nas mulheres. “O diagnóstico da doença por vezes torna-se difícil, porque os sintomas podem ser confundidos com outras patologias. Os mais frequentes são cansaço, febre e gânglios aumentados desvalorizados por alguns doentes. Quando não são tratados adequadamente, alguns tipos de linfoma podem ser fatais em seis meses”.
Entretanto, hoje os maiores desafios são o desconhecimento sobre a doença e a dificuldade para a realização do diagnóstico precoce.

Quando um paciente com linfoma não-Hodgkin agressivo é diagnosticado precocemente, a chance de cura chega a 95%. Isto porque, apesar de se tratar de um câncer agressivo, o avanço da Medicina já proporciona ao paciente tratamento complementar à quimioterapia (anticorpo monoclonal) que é considerado uma droga inteligente, chamado de terapia-alvo – age diretamente na célula tumoral. Quando não proporciona a cura, o tratamento permite que o paciente conviva com a doença, mantendo a qualidade de vida. Estatísticas apontam que o linfoma não-Hodgkin afeta 1,5 milhão de pessoas em todo mundo.

Estudos científicos recentes mostram um novo caminho para o tratamento da doença. Considerado um marco no tratamento dos linfomas, um estudo com sete anos de seguimento no tratamento de pacientes com linfoma não-Hodgkin agressivo aponta que mais pacientes estão vivos devido à eficácia do tratamento com o anticorpo monoclonal rituximabe, que é associado à quimioterapia. A terapia é conhecida como R-CHOP (rituximabe + quimioterapia).

O resultado destaca o impacto que o medicamento proporciona aos pacientes com linfoma agressivo, comprovando que um maior número de portadores da doença tratados com o rituximabe (R-CHOP) consegue estabilizar a doença por até sete anos, se comparado apenas ao tratamento quimioterápico (CHOP).

O rituximabe é o primeiro anticorpo monoclonal, desenvolvido para pacientes com linfoma não-Hodgkin em todo mundo. Diferente da quimioterapia padrão que mata não somente as células doentes, mas ataca também células sadias, o anticorpo monoclonal age exclusivamente sobre as células responsáveis pela proliferação do câncer.

Com isto, além de poder oferecer aos pacientes maiores chances de cura com melhor qualidade de vida, possui boa tolerabilidade, não se observando os efeitos colaterais frequentes da quimioterapia (queda de cabelo, efeitos tóxicos no coração, rins, entre outros.)

Tratamento abrangente
Além do linfoma não-Hodgkin agressivo há outro tipo de linfoma, denominado indolente. Outra pesquisa que envolveu portadores deste tipo da doença evidenciou que o uso prolongado do medicamento diminuiu em 48% o risco de morte. A forma indolente representa aproximadamente 40% dos pacientes com linfoma e tem um desenvolvimento lento, porém é um tipo de tumor grave do sistema linfático.

Desafios além da Medicina
Apesar de todos os avanços terapêuticos, existem outros desafios no combate à doença: o desconhecimento sobre o linfoma e a dificuldade para a realização do diagnóstico precoce. Para se ter uma idéia, uma pesquisa realizada pelo DataFolha apontou que mais da metade dos brasileiros (66%) nunca ouviu falar do linfoma, que é o quinto tipo de câncer mais freqüente no mundo. Um dado ainda mais preocupante é que 89% dos que mencionaram ter ouvido falar dos linfomas (34%), desconhecem os sintomas da doença.

A pesquisa, encomendada pelo Laboratório Roche e que foi cedida para a Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia, ouviu no ano passado 910 pessoas em 10 capitais, atingindo todas as cinco regiões do País. O objetivo principal foi avaliar o conhecimento dos brasileiros para um tipo de câncer que cresce aceleradamente no Brasil e no mundo a cada ano.

Ao contrário do que mostram os números em diversos países, 67% dos entrevistados acreditam que a leucemia é mais freqüente do que os linfomas.

Outro dado importante apresentado na pesquisa é que 32% dos entrevistados gostariam de obter mais informações sobre o que são os linfomas, 24% sobre os sintomas e 21%, as causas. Além disso, apenas 3% disseram que procurariam o hematologista para tratar a doença e 35% não saberiam quem procurar neste caso.

É caracterizada por um tipo específico de célula anormal chamada “Célula de Reed-Sternberg”. Este tipo de câncer pode esparramar-se ao longo do sistema linfático, afetando qualquer órgão ou tecido linfático no corpo. A doença de Hodgkin afeta as pessoas geralmente por volta dos 30 ou acima dos 50 anos de idade. A desordem atinge aproximadamente cinco em cada 100.000 pessoas.

Linfoma Não-Hodgkin

A maioria dos linfomas é do tipo Linfoma Não-Hodgkin. Em adultos, o Linfoma Não-Hodgkin afeta mais os homens que as mulheres, aparecendo freqüentemente entre as idades de 60 e 70 anos.

Ambos atacam mais as pessoas de raças brancas e na maioria homens. A taxa de incidência deste câncer está crescendo por razões desconhecidas.

Tipos diferentes de linfoma ocorrem em diferentes faixas etárias.

Na maioridade – O linfoma não-Hodgkin no adulto é classificado pelo tamanho, tipo e distribuição de células cancerosas nos linfonodos. Os três tipos são de 1. Baixo grau (de crescimento lento), 2. Grau intermediário e 3. Alto grau (agressivo).

Na infância – Os linfomas não-Hodgkin da Infância incluem o linfoma linfoblástico, o linfoma de células grandes, e os linfomas Burkitt e Não-Burkitt. Linfomas não-Hodgkin de alto-grau (agressivos) normalmente afetam as crianças e os adultos jovens.

Vários fatores podem contribuir para o desenvolvimento dos linfomas:
Fatores ambientais - Recentes estudos mostraram uma possível ligação entre os linfomas e a exposição a certas substâncias químicas como herbicidas e inseticidas. Estudos adicionais serão necessários.
Fatores genéticos - Estudos indicam que os pacientes com certas Síndromes de Imunodeficiência Genéticas (herdadas), como a síndrome de Wiskott-Aldrich, pode ter um risco aumentado para o desenvolvimento dos linfomas.
Infecções virais - Pesquisas sugerem ligações entre os linfomas e certos vírus, como o vírus de Epstein-Barr e o HIV. Por exemplo, um estudo descobriu que a doença de Burkitt está relacionada ao vírus de Epstein-Barr em quase todos os casos na África e em 15 por cento dos casos em todo o mundo. Pacientes infectados pelo HIV, especialmente aqueles já com AIDS, também estão mais suscetíveis aos linfomas Hodgkin e Não-Hodgkin.
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