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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Dieta rica em Ômega 3 pode impedir a progressão da degeneração macular

Enquanto os estudos sobre a relação da dieta e a prevenção da degeneração macular avançam, a forma mais efetiva de prevenir a doença continua sendo o exame oftalmológico de rotina

Uma pesquisa americana publicada recentemente no British Journal of Ophthalmology sugere que pessoas que sofrem de degeneração macular relacionada à idade (DMRI) devem seguir dietas ricas em ômega 3 e em alimentos com baixo índice glicêmico. Os pesquisadores basearam suas descobertas em exames feitos em quase 3 mil pessoas. O avanço de duas formas da doença, seca e úmida, foi 25% menor entre os que consumiram uma dieta rica em ácidos graxos, como o Ômega 3.

De acordo com o estudo, os ácidos graxos - encontrados em abundância em peixes como salmão e cavalinha - podem desacelerar ou até mesmo frear o progresso da doença. A pesquisa também revelou que pessoas que estavam no estágio mais avançado da doença e que seguiam uma dieta de baixo índice glicêmico - de alimentos que liberam açúcar mais lentamente - acompanhada de suplementos de vitaminas e minerais antioxidantes, como vitamina C e zinco, parecem ter reduzido o risco do avanço da degeneração em até 50%.
Estudos anteriores também já apontaram que a prevenção da doença está relacionada à ingestão de zinco e antioxidantes, juntamente com a redução da ingestão de gorduras. Agora, a nova pesquisa concluiu que a suplementação é ainda mais efetiva quando associada à ingestão de alimentos que são fonte de Ômega 3 e que têm baixo índice glicêmico.
Ainda que não haja uma única causa conhecida para a origem da doença, sabemos que a idade é o principal desencadeador do problema e que existem outros facilitadores para o aparecimento da degeneração macular, como por exemplo, o excesso de colesterol no sangue. A exposição à luz solar também pode desencadear a oxidação na mácula, por ocasionar morte celular na região e degenerá-la. Por isso, deve-se, sempre, usar óculos de sol com proteção contra os raios UV-A e UV-B que possam lesionar a retina.

Fumantes também têm mais propensão à doença, pois o cigarro acelera a oxidação do organismo e favorece a formação de drusas - acúmulos de substâncias tóxicas nas camadas mais profundas da retina. “As drusas são fortes indicativos de que há propensão para o surgimento da degeneração macular e mostram que o metabolismo está envelhecendo e não tem mais condições de eliminar as substâncias que produz”, diz o oftalmologista Virgilio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.

Enquanto os estudos sobre a relação da dieta e a prevenção da degeneração macular avançam, a forma mais efetiva de prevenir a doença ainda é o exame oftalmológico de rotina, que deve ser feito anualmente, onde o oftalmologista pode solicitar exames complementares, como a angiofluoresceinografia e a tomografia de coerência óptica (OCT). “Precisamos também de campanhas para a educação dos pacientes, especialmente os idosos, sobre a existência da doença. É preciso envolver o oftalmologista generalista e o paciente, visando capacitá-los a realizar a detecção precoce da DMRI, quando as chances de melhora da visão e o controle da doença são maiores. São necessárias também ações educativas após o diagnóstico da doença, para que o paciente faça o tratamento adequadamente”, destaca o diretor do IMO.

Desafios no tratamento da doença

A degeneração macular relacionada à idade atinge especialmente pessoas com mais de 60 anos e pode levar à cegueira se não for tratada. Estima-se que aproximadamente 10% das pessoas entre 65 e 74 anos e cerca de 30% das com mais de 75 anos tenham a doença no mundo. De acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, 2,9 milhões de pessoas com mais de 65 anos sofrem com o problema no Brasil.
A DMRI atinge a mácula, a área nobre e central da retina, responsável por enxergarmos os detalhes e as cores. Com o envelhecimento, a região recebe menos oxigênio e, para compensar essa deficiência, os vasos sangüíneos começam a se reproduzirem descontroladamente. "Eles se rompem e causam uma mancha que prejudica a visão", explica o oftalmologista Maurício Pinheiro, especialista em retina que integra o corpo clínico do IMO, ao falar de uma das formas da doença - a forma úmida ou exsudativa. Já em sua forma seca, a mácula se degenera - também pela falta de oxigênio - e forma uma cicatriz, que causa perda da visão central.
Atualmente, existem tratamentos somente para a forma úmida, que atinge a menor parcela dos pacientes, cerca de 10% dos que têm a mácula degenerada. "A forma seca interfere menos na acuidade visual e ocorre mais lentamente, mas deve ser diagnosticada o quanto antes porque não tem cura", alerta o médico.
“O tratamento da DMRI já passou por várias fases, incluindo a fotocoagulação a laser, a remoção cirúrgica da neovascularização, a translocação macular, a terapia fotodinâmica (TFD) com verteporfina (Visudyne) e, atualmente, a injeção intravítrea de antiangiogênicos”, explica o oftalmologista Maurício Pinheiro.
Segundo o médico, o tratamento da DMRI exsudativa com injeções intravítreas de ranibizumab representa a melhor alternativa terapêutica disponível. São muitos os estudos multicêntricos que destacam seus resultados. “Após anos e anos de evolução no tratamento da degeneração macular, esta é a primeira vez que o paciente tem um ganho real de visão. A ressalva em relação ao tratamento concentra-se no seu alto custo. O uso de injeções mensais representa um impacto financeiro na vida dos pacientes. Após as três primeiras aplicações mensais, o paciente é monitorado, submetido a um OCT, e, após uma avaliação de sua acuidade visual poderá ter que tomar outras injeções, como reforço para controlar a doença”, afirma Maurício Pinheiro.
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Aumento dos seios: como acertar no tamanho da prótese?

Não há uma fórmula fechada para acertar no tamanho da prótese. As escolhas englobam o desejo pessoal de cada mulher somado ao diâmetro do tórax, altura, peso e relação colo-abdômen

Até os anos 80, a cirurgia plástica para a área das mamas se restringia aos casos de redução do volume. Na década de 90, com a aparição de atrizes norte-americanas ostentando próteses de aumento dos seios, o silicone para valorizar a região do colo popularizou-se bastante. No início deste processo, as dúvidas sobre a qualidade das próteses inibiam o aumento das mamas. Com o passar do tempo, assistimos a substituição de próteses de 150, 200 e 250 mililitros pelas de 350, 400 e 500. “Não podemos precisar se por modismo ou por tendência mundial, mas os implantes estão bem maiores do que os utilizados no passado, mesmo em mulheres de baixa estatura”, diz o cirurgião plástico Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada.
Nem muito, nem pouco
As mamas são um dos símbolos da feminilidade e da auto-estima da mulher. Quando elas estão em desarmonia com o corpo, a silhueta fica prejudicada, ocasionando transtornos psicológicos e sociais. “Mas tão importante quanto resolver essa desarmonia estética é adequar o tamanho do implante ao tipo corporal de cada mulher. Por exemplo, uma prótese grande fica bem para uma mulher alta ou que tenha quadris largos. Se mal indicada, uma prótese muito grande pode causar a impressão de que a paciente está gorda, o que provocaria outro problema estético. Por outro lado, um implante pequeno demais também pode não causar efeito em alguém que precise de um tamanho maior”, argumenta o médico, que é membro titular da Sociedade Brasileira da Cirurgia Plástica.
O principal na hora da escolha do tamanho das próteses, aconselha Penteado, é a mulher ter em mente que a prótese “é para a vida toda” e deve ficar bem em qualquer situação, não apenas em uma festa ou um período da vida. “As pacientes mais novas, geralmente, são as que optam por implantes maiores para conquistarem um decote mais generoso. O que muitas esquecem é que a moda é passageira e o envelhecimento, não. Será que com 50 anos, elas ainda vão gostar desse visual? O visual almejado é compatível com as atividades profissionais que estas mulheres exercem? Estas são perguntas que precisam ser feitas”, diz.
“É preciso também alertar às pacientes que hoje colocam próteses grandes, que, se no futuro, elas desejarem diminuir o volume mamário, precisarão conviver com cicatrizes maiores para corrigir a pele que ficará excedente”, destaca Ruben Penteado.
Outra dica para as pacientes que ainda não tiveram filhos é preferirem as próteses menores, porque após a amamentação, a pele poderá estender. “Se ela tiver uma prótese grande, dificilmente poderá colocar uma maior ainda para preencher a flacidez. Então, o ideal é colocar uma menor e depois trocar por uma mais volumosa, se for necessário”, recomenda o cirurgião plástico.
“Além da passagem natural do tempo, a mulher que faz a opção por implantes maiores está sujeita a possíveis danos estéticos e físicos. O primeiro deles é que quanto maior o volume da prótese, maior a probabilidade de surgirem estrias. O segundo é que o excesso de peso pode ocasionar uma projeção do tronco para frente e dores nas costas”, explica o diretor do Centro de Medicina Integrada.
Para acertar na escolha
Para arbitrar esta disputa entre o desejado e o possível entra em campo o cirurgião plástico, que tem o papel de auxiliar a paciente a escolher o tamanho ideal. Normalmente, o médico utiliza-se de argumentos estéticos para dissuadir as candidatas a “seios enormes”. “Mostramos fotos de cirurgias de aumento de mama com o volume que consideramos ideal. Explicamos que existem outras variáveis importantes para a harmonia corporal, como a dimensão e o modo de distribuir o implante no tórax”, explica Ruben Penteado.
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SERVIÇO:
www.medintegrada.com.br
http://dicadebelezadiaria.blogspot.com/
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Hopi Hari apresenta oitava edição da Hora do Horror


Superprodução com recursos cinematográficos deverá reunir 500 mil visitantes em Hopi Hari

A oitava edição da Hora do Horror, maior evento do gênero da América Latina, ocorrerá nos meses de agosto e setembro. O tema deste ano será “O circo dos horrores”, que transformará Hopi Hari em um grande picadeiro repleto de aberrações, palhaços, feras e boa dose e humor negro e magia. A produção envolverá 150 personagens, figurinos bizarros, maquiagem desenvolvida por “expert” da Broadway, trilha sonora e iluminação especiais, mais de 1.200 metros quadrados de túneis tematizados que empregam recursos cinematográficos, shows de abertura e encerramento, festa todas as noites e a tradicional Direversi, montanha-russa ao contrário. Passeio imperdível para jovens e amantes do gênero. Prepare-se! O circo vem aí!

O alerta sobre a chegada do circo será dado às 18h30, quando a iluminação de duas das cinco regiões temáticas do parque, Wild West e Mistieri, será reduzida e uma trilha sonora de suspense tomará conta destas áreas. Com performances incríveis e grande interação com o público, personagens como palhaços, domadores de feras, aberrações, hipnotizadores, ciganas, ventríloquos, medusas e tantos outros dominarão as ruas do parque. Simultaneamente em um palco especialmente montado em Wild West terá início uma encenação coreografada para introduzir o público no contexto do evento. O circo chegou!

Após a apresentação, um DJ convidado assumirá o palco com suas performances, transformando o local numa grande festa a céu aberto. Neste momento os três túneis tematizados passam a receber o público para viver momentos de suspense, sustos e até mesmo gargalhadas.

Nos túneis os visitantes encontrarão cenários como globo da morte, camarim dos palhaços, jaulas das feras, roda da morte, tiro ao alvo, canhão humano dentre tantos outros que surpreenderão a todos com efeitos de alta tecnologia. Sensores em pontos estratégicos acionarão efeitos de ar comprimido, projeções, sombra chinesa, luz negra e sustos aéreos. Ainda nestes espaços haverão pontes pênsil, corredor circular giratório, quadros falsos e muito mais!

Direversi

O público poderá transitar livremente pelo evento e curtir todas as atrações do parque, especialmente a Direversi, montanha-russa ao contrário, que já é uma tradição na Hora do Horror. A atração funciona na Montezum, em Mistieri, durante todo o dia.

Gran finale

O encerramento da Hora do Horror ocorrerá às 21 horas. Cerca de 10 minutos antes, há a encenação final no palco principal. As luzes do parque voltam ao normal e os personagens saem das ruas. O circo se foi...

Infraestrutura

Hopi Hari é um parque temático com cinco regiões distintas: Kaminda Mundi, Wild West, Infantasia, Mistieri e Aribabiba. Oferece 47 atrações diferentes para as mais diversas faixas etárias e preferências, além de diversos espetáculos culturais. Todas suas regiões contam com sanitários, bebedouros, fraldários e telefones. Reúne 29 pontos de alimentação, três salas de cinema, possui dois teatros, um bar show, quatro salas de projeção (cinema 3D e simuladores), 16 lojas, 14 jogos de diversão e estacionamento para cinco mil veículos. Foi eleito por sete anos consecutivos o Melhor Parque Temático do Brasil, por leitores da revista Viagem e Turismo, editora Abril.

Serviço
Hora do Horror 2009 – O circo dos horrores
Onde: Hopi Hari – Rodovia dos Bandeirantes, km 72 – Vinhedo (acesso pelo km 70,5)
Quando: de 08 de agosto a 1º de outubro
Funcionamento: de quinta a domingo, das 11 às 21 horas
Preço: R$ 49,90 (antecipado) e R$ 59,90 (bilheteria)
Onde comprar passaporte antecipado: por meio dos telefones (11) 4004-5700 para SP Capital e grande São Paulo e 0800 940 4674 para demais localidades, no site www.hopihari.com.br ou nos representantes autorizados em todo o Brasil.
Gratuidade: crianças com até um metro de altura e adultos com mais de 60 anos
Estacionamento: R$ 20,00 (carros e vans) e R$ 15,00 (motos – incluindo serviço para guardar capacetes).
Transporte: há serviço de transporte que parte de diversos pontos de São Paulo, da região do ABC, de Campinas, Jundiaí, Sorocaba, Guarulhos, Baixada Santista, Londrina, Curitiba e Florianópolis, basta consultar o site (www.hopihari.com.br) e clicar em Informações – Como chegar - para obter informações sobre pontos de partida, horários e valores.
Pacotes: Hopi Hari e a Gol oferecem pacotes aéreos semanais partindo das mais diversas regiões do Brasil. Os pacotes tem duração de dois ou três dias, incluem hospedagem no The Royal Palm Plaza (Campinas) ou no Quality Resort (Itupeva), transfers, passagens aéreas e passaportes Hopi Hari. Todos os pacotes podem ser parcelados em até 10 vezes no cartão de crédito. Informações, reservas e compra por meio do 0800 940 4674. Há ainda a opção de pacote rodoviário, que inclui os mesmos benefícios e pode ser parcelado em até três vezes.
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Nossa Caixa Desenvolvimento inicia operações

Criada como uma das ações anticíclicas do governo de São Paulo para minimizar os efeitos da crise financeira mundial na economia paulista, a Nossa Caixa Desenvolvimento – Agência de Fomento do Estado de São Paulo – marca o início de suas operações nesta terça-feira, 28, com a assinatura de convênio com entidades que funcionarão como os primeiros canais de relacionamento e distribuição dos produtos financeiros da Agência: Sebrae, Fiesp, Fecomercio, Faesp, Abimaq, ACSP, Facesp, Apas e Sintelmark. O evento também apresentará as primeiras empresas a terem limite de crédito aprovado.
A Nossa Caixa Desenvolvimento tem por missão promover o desenvolvimento econômico e social do Estado de São Paulo por meio do financiamento de projetos produtivos de pequenas e médias empresas, que acelerem a geração de emprego e renda.
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Vencer o "desprazer" da falta do cigarro é obstáculo para fumantes

Superar este sintoma da síndrome de abstinência é uma das chaves do sucesso do tratamento do tabagismo, diz psiquiatra

O tabagismo é uma doença crônica e recorrente. Mesmo sabendo de todos os males que o cigarro causa à saúde, por que ainda tanta gente fuma? Pesquisas indicam que a maior parte deles fuma porque sente prazer, alguns porque procuram uma forma de aliviar a ansiedade e outros por influência do ambiente e dos amigos. “O fato é que o tabagismo pode envolver a existência concomitante de diferentes condições patológicas e emocionais em um mesmo indivíduo, como a ansiedade, a depressão e o alcoolismo” explica o psiquiatra Arthur Guerra de Andrade, professor titular de Psiquiatria e Psicologia Médica da Faculdade de Medicina do ABC.

Os fumantes têm dificuldade em largar o cigarro por causa da dependência provocada pela nicotina, que é uma condição física e psicológica. “Ao fumar, a nicotina chega ao cérebro em poucos segundos. Começa, então, uma interação, química provocada pela nicotina no organismo, causando sensações de prazer, euforia ou relaxamento”, diz Andrade. O “gatilho” da vontade de fumar pode ser acionado por vários fatores: um exemplo clássico é o bar em companhia de amigos fumantes – ou ainda se sentir ansioso, deprimido ou estar passando por um período muito estressante. “Para os tabagistas, muitas vezes o cigarro é o companheiro nos momentos difíceis da vida. A morte de um ente querido, o fim de um relacionamento e a perda do emprego são alguns exemplos de situações em que o fumante recorre ao cigarro”.

Segundo o especialista, os maiores obstáculos na cessação do tabagismo são os relacionados à síndrome de abstinência, que normalmente ocorre no início da tentativa de parar de fumar. “O fumante não consegue parar com o vício pelo ‘desprazer’ causado pela falta do tabaco. Ele recorre ao cigarro para aliviar alguns sintomas como certo tremor, a ansiedade e o desconforto causados pela dependência da nicotina”, esclarece o psiquiatra.

“Algumas situações podem estimular o fumante a abandonar o cigarro. Uma ocorrência na saúde do indivíduo, como um infarto; um desafio, como a prática de um esporte, um novo emprego ou um companheiro não fumante; e a vaidade, já que são bem conhecidos os estragos que o cigarro causa na pele, cabelos, dentes, etc. Mas uma condição essencial é ter força de vontade”, conta Andrade.

Por isso, a dependência ao cigarro é uma condição clínica que muitas vezes deve ser tratada por um profissional de saúde especializado no assunto. O médico irá traçar um tratamento adequado e individual para cada paciente, estabelecendo metas e prazos reais para a cessação do cigarro. Atualmente, o tratamento farmacológico do tabagismo inclui terapias com ou sem a reposição da nicotina, entre elas, a nova geração de medicamentos como a vareniclina, desenvolvida especificamente para o tratamento da doença.

A Pfizer é a indústria farmacêutica que mais investe em pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos. O resultado desse trabalho são produtos que melhoram a saúde e a vida de milhões de pessoas em todo o mundo. Fundada em 1849 e presente em 150 países, a Pfizer comercializa medicamentos na área de Saúde Humana e Animal, como Lípitor, Champix, Sutent, Celsentri, Celebra e Viagra. No Brasil há 55 anos, a companhia também desenvolve iniciativas sociais voltadas para a Educação em Saúde.
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