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sábado, 25 de abril de 2009

PROGRAMA DE ÍNDIO

PRIMEIRO PROGRAMA RADIOFÔNICO FEITO PELOS POVOS INDÍGENAS TEM ACERVO RECUPERADO E DISPONIBILIZADO EM PORTAL NA INTERNET

PROGRAMA DE ÍNDIO, QUE IA AO AR NA RÁDIO USP, NOS ANOS 80, FOI PRIMEIRO PROGRAMA NO BRASIL QUE COLOCOU OS POVOS INDÍGENAS COM PROTAGONISTAS NA MÍDIA ELETRÔNICA


Hoje, mais de 20 anos depois, esses programas, que são um pedaço da história do Brasil, podem ser ouvidos novamente na Internet, no portal http://www.programadeindio.org/ (SEM BR) O Projeto “Programa de Índio – História e histórias”, idealizado pela Ikorĕ – projetos culturais e artísticos, em parceria com o Núcleo de Cultura Indígena, foi selecionado pelo Edital Petrobras Cultural e possibilitou a digitalização e recuperação deste importante acervo, com 200 dos programas que construíram a primeira experiência radiofônica de povos indígenas do Brasil. Assim, mais uma vez a sociedade brasileira poderá ouvir novamente as vozes que fizeram o movimento indígena e ter acesso a mais informações sobre esse período e sobre a história do Brasil no Programa de Índio.

“Infelizmente, a situação atual dos povos indígenas não se alterou muito. Algumas conquistas importantes foram alcançadas, mas ainda há muitos obstáculos, problemas e conflitos que se agravaram com o passar do tempo... Os direitos assegurados pela Constituição não foram consolidados, situações de conflito e personagens registrados no Programa de Índio seguem na mídia. A ignorância sobre a cultura e o conhecimento tradicional dos povos indígenas ainda os coloca à margem de nossa sociedade, sem espaço e sem respeito. Nosso desejo é de que este trabalho possa contribuir para uma melhor compreensão sobre as pessoas indígenas e seja um jeito de estar no mundo que reverencia “os lugares onde a terra descansa”, frisa Angela Pappiani, diretora do projeto e ex-produtora do programa radiofônico.

No último dia 07/04, foi lançado oficialmente no auditório do SESC V. Mariana, o site http://www.programadeindio.org/, com a presença de Ailton Krenak, Álvaro Tukano (apresentadores dos programas originais) , Coral Guarani Tekoá Pyau e convidados.


Origem do Programa de Índio

Num final de tarde de domingo, no dia 30 de junho de 1985, a voz e o pensamento do povo indígena de nosso país chegavam pela primeira vez aos ouvintes da Rádio USP FM, pelos 93.7 MHZ, numa experiência inovadora e inédita: o Programa de Índio.

O programa de rádio, idealizado e realizado pelo Núcleo de Cultura Indígena-NCI, braço oficial da União das Nações Indígenas, abriu um espaço importante de comunicação entre as aldeias indígenas e o público urbano, de forma direta e original. Um “programa de índio para amansar brancos”.

O programa semanal de 30 minutos de duração era conduzido por Ailton Krenak, Álvaro Tukano e outros indígenas de várias etnias, trazendo o som das aldeias, a palavra criadora, as informações sobre o cotidiano e as expectativas dos povos indígenas de nosso país, a música ritual, as cerimônias.

Com muita verdade, como se fosse uma conversa em volta do fogo, o povo indígena se apropriou do importante instrumento que é o rádio para se fazer ouvir e conhecer, num momento de grandes transformações sociais e políticas.

As raízes

Álvaro Tukano, Apolônio Xocó, Biraci Brasil, Daniel Cabixi, Marçal Tupã-i, Marcos Terena, Paulo Bororo e muitos outros parentes estavam há anos num movimento de luta pela organização dos povos indígenas em torno de seus direitos.

Pessoas de diferentes etnias, que entendiam a política e o pensamento dos “brancos”, vivendo, trabalhando, estudando nas cidades, elas buscavam interlocutores entre políticos e formadores de opinião, aliados e parceiros para os embates com o governo, para a conquista de seus direitos, para a afirmação da identidade.

Tinham na bagagem viagens para fora do país, participação em encontros, seminários, espaços conquistados na mídia, alianças com instituições e intelectuais da época. Sabiam muito bem “de onde vinham, o que queriam e para onde iam”.

A ideia do Programa de Índio foi gestada nesse ambiente, com essas lideranças, com a compreensão de que novos espaços deveriam ser abertos para a voz e o pensamento dos povos originários.

O rádio foi escolhido como instrumento por ser um meio democrático, conhecido e respeitado pelas comunidades indígenas, por não exigir investimentos altos na produção dos programas.

O desafio era encontrar uma emissora de rádio com coragem e ousadia para abrir espaço para um programa dirigido e apresentado por pessoas indígenas, com temática e formato definido por elas e que ainda tocasse a música tradicional.

A Rádio USP, ligada à Universidade São Paulo, surgiu como resposta. Cumprindo o papel social de uma rádio educativa, tinha uma programação plural, de qualidade e com temática arrojada sob direção de Luiz Fernando Santoro, que recebeu a proposta com muito entusiasmo, mesmo sabendo o tremendo desafio que teria pela frente.

O primeiro passo

Álvaro Tukano, Biraci Brasil e Ailton Krenak dividiram o pequeno espaço do estúdio 1, no final do corredor do primeiro andar, no prédio da antiga Reitoria. Estavam muito nervosos com o desafio de falar durante 30 minutos para um público desconhecido, dirigindo os assuntos, colocando de forma totalmente livre o seu pensamento.

E o piloto do programa, gravado no mês de junho, foi ao ar logo em seguida como o primeiro de uma série de mais de 220 programas diferentes, ao longo de 4 anos e nove meses, com duas interrupções, em momentos de mudanças na direção da rádio.

O crescimento

Mas o tempo foi curto para tanto assunto e tanto conhecimento tradicional, para tantas experiências acumuladas ao longo de anos de viagens por quase todas as aldeias do país.

A proposta do programa era dar espaço prioritariamente para pessoas indígenas, e exclusivamente para a música indígena. Alguns aliados falaram e cantaram no programa em momentos especiais, mas esse não era o foco.

Em pouco tempo o programa atingiu um público acima do esperado, surpreendendo a direção da rádio e principalmente nossa pequena equipe. Cartas de ouvintes chegavam semanalmente, não só da cidade de São Paulo, mas de cidades até distantes, alcançadas pelo sinal da rádio. Alguns ouvintes eram assíduos e se comunicavam com frequência, por carta, com a produção do programa numa época em que não havia telefone celular nem Internet.

O programa também criou fama nas aldeias indígenas de todo o país, as quais enviavam fitas cassete gravadas com histórias, depoimentos, denúncias e músicas para “tocar no rádio”.

Fim do programa

Em 1990, com a mudança na reitoria da USP e consequentemente na direção da Rádio, que assumiu uma linha mais comercial e menos experimental, o programa foi retirado do ar.

Apoios

O programa começou sem nenhum apoio financeiro ou equipamentos. No 2o. ano do projeto, um financiamento da Fundação Ford permitiu melhorar as condições de produção, com a montagem de um pequeno estúdio e aquisição de equipamentos de gravação em campo.

A notícia do programa ultrapassou as fronteiras do país e o Núcleo de Cultura Indígena passou a integrar a AMARC, Associação Mundial de Rádios Comunitárias, participando de seminários internacionais, com intercâmbio com outras iniciativas importantes de rádios indígenas do Equador, Bolívia, Peru, México, Chile, Argentina e Moçambique, entre outros.

O Programa de Índio passou a ser distribuído para outras emissoras a partir de 1987, entre elas as rádios da Universidade de Santa Maria (RS), EFEI (Escola Federal de Engenharia) de Itajubá e Kaiowá, de Dourados.

O Núcleo de Cultura Indígena

O Núcleo de Cultura Indígena – NCI é uma organização não governamental criada em 1985 e com sede atualmente em Nova Lima, Minas Gerais, para onde se transferiu em 1999, depois de uma longa e importante história de realizações a partir da cidade de São Paulo.

A criação do Núcleo de Cultura Indígena foi a saída encontrada na época para dar personalidade jurídica à União das Nações Indígenas – UNI, que nunca conseguiu seu registro legal. Para o Governo Federal, o Brasil era uma única nação, não reconhecendo aos povos indígenas o direito a sua territorialidade, identidade e organização social e política. Essa questão polêmica ainda permeia os conflitos de interesse entre parte dos brasileiros e os povos indígenas que continuam sem saber qual o lugar que lhes foi destinado nesta nação, formada sobre seus territórios.

A UNI e o Núcleo de Cultura Indígena representavam um novo jeito de organização, mais próximo da organização tradicional dos povos indígenas, surgindo num momento ainda delicado de retomada democrática do país.

As lideranças então à frente do Movimento, como Ailton Krenak e Álvaro Tukano, viajaram por todo o país, visitando cada comunidade indígena e mobilizando esses povos pela unidade, pela superação dos conflitos interétnicos, pela garantia dos direitos básicos a esses povos.

A importância desse movimento extrapolou as fronteiras do país. Organizações indígenas de várias regiões do mundo foram aliadas e parceiras, interlocutoras no processo de afirmação dos povos indígenas do Brasil. Governos e instituições internacionais reconheceram também a importância dessas organizações brasileiras, concedendo inclusive prêmios importantes a lideranças por seu trabalho em defesa dos direitos indígenas.

A Ikorē

A palavra “Ikorĕ” significa gavião, na língua do povo Gavião, de Rondônia, um pássaro com grande importância na mitologia e na vida de muitos povos tradicionais, no Brasil e em outros países. Por seu poder e força, Ikorĕ foi o nome escolhido para esta pequena empresa com quase 10 anos de intensa atividade em projetos e eventos envolvendo diversos aspectos da cultura indígena.

A Ikorĕ vem atuando como prestadora de serviços, consultora e parceira de organizações como o IDETI – Instituto das Tradições Indígenas e o Núcleo de Cultura Indígena, o Centro de Apoio Socioambiental – CASA, a loja de arte indígena Amoa Konoya, entre outros.

Em seu currículo estão projetos importantes e reconhecidos como Rito de Passagem – canto e dança ritual indígena, Programa de Índio, produção de CDs de música indígena, documentários, exposições, etc.

A missão da Ikorĕ é criar e difundir arte, conhecimento e beleza, com enfoque nas culturas indígenas de nosso país; aliar as modernas tecnologias e suportes aos conhecimentos tradicionais; estabelecer diálogos e intercâmbios culturais; realizar projetos e produtos onde a qualidade técnica, a inovação, o apuro estético e a profundidade do conteúdo, conectados com o meio ambiente e o espírito criador de nosso planeta, sejam o princípio, o meio e a finalidade.


Ficha técnica do site:

Realização: Ikorĕ
Parceria: Núcleo de Cultura Indígena
Patrocínio: Petrobras/ Lei de Incentivo Cultural do Ministério da Cultura
Direção: Angela Pappiani
Coordenação: Maíra Pappiani Lacerda e Inimá Pappiani Lacerda
Pesquisa:
Digitalização do acervo: Evandro Lopes
Transcrição e fichamento do conteúdo: Maíra e Inimá
Textos: Angela Pappiani
Designer: Cherry Plus
Desenhos: Ailton Krenak
Fotografias: Cláudia Andujar, Carlo Zacquini, Helio Nobre, Hiromi Nagakura, Igor Pessoa, Marcos Santilli, Maria Amália Souza, Márcio Ferreira (em memória), Nair Benedito, Roberto Ripper
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SP ARTE COMEMORA CINCO ANOS DE SUCESSO


Em sua 5ª edição, evento se consolida como maior e mais importante iniciativa do setor na América Latina. Unibanco, Oi e a Mitsubish Motors são patrocinadores, reafirmando compromisso com a cultura

A SP Arte – Feira Internacional de Arte de São Paulo chega à sua 5ª edição e reúne, de 14 a 17 de maio, no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera, as mais importantes galerias nacionais e internacionais. Numa área com mais de sete mil m² - quase o dobro do espaço ocupado pela sua primeira edição, em 2005 – estarão expostas aproximadamente três mil obras, oferecendo um vasto panorama da produção artística moderna e contemporânea.

Do total de 80 galerias participantes dessa edição, 10 são representantes de países como França, Espanha, Portugal, Argentina, Uruguai e Colômbia, refletindo a vitalidade que a feira adquiriu além das fronteiras brasileiras, ao longo dos cinco anos de sua jovem existência. Além da adesão de novas galerias, participantes das edições anteriores optaram este ano por ampliar seus espaços de exposição, numa clara demonstração de confiança no potencial da feira.

Segundo a diretora geral da SP Arte, Fernanda Feitosa, “o mercado brasileiro de arte está maduro e o crescimento da feira é um reflexo desse momento. Prova disso é que, mesmo diante do cenário mundial de crise, quase todos os participantes das edições anteriores não só reafirmaram sua participação como ainda aumentaram seus stands para mostrar mais obras de destaque”

Em função da grande procura por espaços, a edição 2009 da SP Arte traz uma inovação em relação aos anos anteriores. Para acomodar também as novas galerias, que apostam em jovens artistas, ainda pouco conhecidos, mas com grande potencial, a organização da feira criou o Arte Nova, um espaço no mezanino a ser ocupado por oito galerias: Polinésia, Emma Thomas, D-Concept, Mezanino e Galeria Pontes, de São Paulo, Amarelonegro, do Rio de janeiro, RHYS Mendes, de Belo Horizontee Mariana Moura, do Recife. “Foi a forma que encontramos de democratizar o acesso à feira, permitindo que jovens talentos dividam o espaço com nomes consagrados, inserindo-se definitivamente no mercado de arte”, afirma Feitosa.

A SP Arte cumpriu a promessa feita em 2005, quando não havia no Brasil um evento de grande porte capaz de apresentar e promover a aproximação de artistas, galeristas, colecionadores, curadores e um público mais amplo. “Hoje estamos alinhados às grandes feiras do mundo todo, como a suiça Art Basel, a espanhola Arco e a inglesa FRIEZE e seguiremos com o objetivo de promover a arte moderna e contemporânea no Brasil, incentivando a visitação do público e ajudando na formação de uma nova geração de colecionadores de arte no país”, afirma a diretora Fernanda Feitosa.

Com a expectativa de um público 15 mil pessoas, a SP Arte conta com o patrocínio de grandes investidores em cultura no país. Seu já antigo parceiro, o Unibanco, que patrocinou todas as edições da feira, a operadora de telefonia celular Oi, que o faz desde o ano passado com um lounge multimídia e a estreante Mitsubish Motors, que expõe uma escultura em tamanho real inspirado no modelo L200 TRITON.

SP ARTE 2009 - FEIRA INTERNACIONAL DE ARTE DE SÃO PAULO – 5ª EDIÇÃO

14 a 17 de maio de 2009
Pavilhão da Bienal – Parque do Ibirapuera
Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº - Acesso pelo Portão 3

Preview para Colecionadores e profissionais
Dia 13 de maio das 14h às 18h

Ingressos: R$ 25,00 (dinheiro ou cheque)
Desconto para estudantes e aposentados (50%).

Catálogo da feira: R$ 30,00
Local de vendas: bilheteria da feira localizada na Bienal, a partir das 12h ou no site da feira. Pagamento: dinheiro, cheque ou cartão.

Catho Online investe em pesquisas para descobrir o perfil do profissional brasileiro

Identificar tendências, compreender as mudanças do mercado e saber mais detalhes sobre a carreira dos profissionais brasileiros – estes são os objetivos das duas novas pesquisas da Catho Online, que serão divulgadas no segundo semestre de 2009 – “A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros” e “O Perfil do Profissional Desempregado”. A primeira delas foi realizada em 1988 e desde então vêm acompanhando o crescimento da empresa lado a lado ao mercado de trabalho.

A pesquisa pode ser respondida pela Internet por meio de uma página dentro do próprio site, em caráter confidencial. Os respondentes ainda receberão uma cópia em PDF do trabalho pronto. O diretor da Catho Online, Adriano Arruda, acompanhará de perto a tabulação das respostas e a análise dos resultados. “É um investimento que trará muitas informações relevantes sobre o mercado de trabalho, contadas por quem faz parte dele. Certamente, as conclusões serão de extrema valia para todos”, comenta.

Atualmente a pesquisa está em fase de coleta, em que os profissionais de todo o país são convidados a responder o questionário online. Para realizar este mapeamento detalhado e sério, a pesquisa conta com questões variadas, desde a forma de se vestir para uma entrevista, a quantidade de promoções dentro de uma empresa, faixas salariais e motivos que levam o profissional a mudar de emprego, entre outras. Uma vez finalizada, a pesquisa também é distribuída gratuitamente para todo mercado.

A última edição, de 2007, trouxe dados surpreendentes e foi possível comprovar, por exemplo, que 67,16% dos profissionais contratados em 2007 utilizaram a Internet no processo de busca de uma nova oportunidade no mercado. Além disso, 16,1% dos recrutadores declararam ter usado os recursos da web para contratações e 8,63% dos 12.122 profissionais entrevistados na pesquisa conseguiram seus empregos utilizando diretamente sites e e-mails – independentemente do ano em que foram contratados.

A nova pesquisa ainda está disponível e quem quiser participar pode acessar o link:: http://www.cmacomunicacao.com.br/listen/maxpress_muda.php?rd=161787&ceda=11236222&ml=#mail#

Sobre a Catho Online
Com o slogan "Seu sucesso é o nosso negócio", a Catho Online é líder no mercado em seu segmento, sendo o maior classificado online de currículos e empregos da América Latina. O objetivo principal da empresa é facilitar as contratações, sendo responsável por intermediar o contato de quem busca novas oportunidades com as empresas que possuem vagas disponíveis. Para tornar esse processo rápido e eficiente, a Catho Online oferece também uma série de ferramentas, tanto para os candidatos quanto para os recrutadores. São mais de 7 mil contratações todo mês realizadas por meio do site que hoje conta com mais de 180 mil anúncios de vagas. Essa posição favorável no mercado brasileiro possibilitou que o site de classificados abrisse novos caminhos rumo à internacionalização. Em 2005, a Catho Online lançou seu site no Chile (http://www.cmacomunicacao.com.br/listen/maxpress_muda.php?rd=161791&ceda=11236222&ml=#mail#). A exemplo do site brasileiro, a Catho Chile conquistou credibilidade rapidamente e hoje é um dos sites mais acessados pelos chilenos na busca por um emprego. Atualmente, a Catho Online conta com 580 colaboradores diretos, e oferece produtos direcionados aos profissionais e às empresas, como Serviços de Apoio à Carreira (Análise e Elaboração de Currículo, Treinamento de Entrevista, Consultor Virtual, etc), Cursos Online e Presenciais, Conferências, Testes Online, Pesquisa Salarial, Pesquisa Organizacional, Recrutamento Online, entre outros. Uma novidade é o recém-lançado CATHONEGÓCIOS, ponto de encontro de profissionais freelancers, que já possui três mil usuários cadastrados.
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Complicação do diabetes pode levar à perda da visão

Controles sistemáticos evitam avanço da retinopatia diabética que se desenvolve de forma silenciosa

Com o crescimento do número de diabéticos, vem aumentando também os casos de retinopatia diabética, uma complicação causada pela doença e que afeta a estrutura interna dos olhos, podendo levar à cegueira.

A retinopatia diabética provoca lesão nos vasos sanguíneos, que podem causar hemorragias na retina, morte de células nervosas acompanhada de diminuição da visão. De acordo com o oftalmologista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, Dr. Gustavo Seibin Takahashi, os pacientes com diabetes do tipo 1 são os que têm maior chance de desenvolver a doença, porém, o risco aumenta quanto maior for o tempo que o paciente tem diabetes e pior for o controle glicêmico, que consiste na manutenção dos níveis normais de glicemia por meio da dieta, exercícios físicos, do uso de hipoglicemiantes orais ou insulina que ele faz. “O controle da pressão arterial sistêmica, dos níveis de colesterol e triglicérides também são importantes na redução do risco de cegueira pela doença&r dquo;, diz.

O grande problema é que a retinopatia diabética se desenvolve de forma lenta e silenciosa, muitas vezes sem apresentar nenhum sintoma importante, além da diminuição da visão, mesmo nas fases mais avançadas da doença. “Por isso é fundamental a avaliação oftalmológica para diagnóstico e tratamento precoces.

O diagnóstico da retinopatia diabética é realizado por meio da avaliação do fundo de olho. Depois de dilatadas as pupilas, o oftalmologista utiliza um equipamento para examinar a retina do paciente. Além desse exame, é possível também fotografar a retina para melhor avaliação e acompanhamento. Dependendo do estágio da retinopatia, outros exames mais complexos podem ser realizados com o objetivo de avaliar tanto a circulação da retina como a integridade dessa estrutura.

Uma vez diagnosticada, a principal forma de controlar a progressão da retinopatia diabética é o controle clínico do diabetes e de outros fatores de risco como hipertensão arterial e níveis elevados de triglicérides e colesterol.
Para os pacientes que não apresentam sinais de retinopatia diabética a realização de exame oftalmológico anual é suficiente. Já nos caso em que o paciente apresenta a retinopatia, a periodicidade do exame depende do grau da doença e é a melhor forma de avaliar a progressão da doença e indicar um tratamento. Dependendo do tipo de alteração encontrada, pode-se optar pela terapia com laser, chamada de fotocoagulação. De acordo com Takahashi, é cada vez mais freqüente o uso de drogas injetadas dentro do olho, com o objetivo de melhorar a visão do paciente. Em casos mais avançados são realizadas também cirurgias.

O Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, localizado em São Paulo, é um dos maiores complexos hospitalares do País, conta com cerca de 780 médicos e atua em 44 especialidades. Realiza anualmente cerca de 10 mil cirurgias, 12 mil internações, 200 mil consultas ambulatoriais e 110 mil atendimentos de pronto-socorro.

Hospital Professor Edmundo Vasconcelos
Rua Borges Lagoa, 1.450 – Vila Clementino, zona sul de São Paulo
Tel. (11) 5080-4000
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