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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Medicina biomolecular ajuda a prevenir o câncer de colo de útero

Salomão e Zoppi é o primeiro centro de diagnóstico a oferece no Brasil o teste E6/E7, que permite verificar a atividade do HPV oncogênico e, assim, evitar tratamentos mais agressivos às mulheres contaminadas. A presença do vírus HPV (papiloma humano) assusta por ser o mais transmitido por via sexual e estar ligado à maioria dos casos de câncer de colo de útero, câncer que mais atinge as brasileiras e o quarto que mais mata no país, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer.

Até aqui, diante de resultados positivos para o HPV de alto risco, a medicina submetia a paciente a procedimentos que podem até comprometer sua capacidade reprodutiva, pois não sabia, que em cerca de 70% das vezes, tais infecções não apresentam perigo maior às mulheres. É neste ponto que começa a agir o novo exame, o qual avalia a presença das proteínas E6 e E7 nas células do colo uterino e com isso pode informar se há ou não o risco de evolução para situações mais graves.

A realização do exame é simples, semelhante à coleta para o Papanicolau. Usando um kit apropriado e fornecido gratuitamente pelo centro de diagnóstico, os ginecologistas cadastrados podem colher em seus consultórios a secreção vaginal e enviar ao Salomão e Zoppi para análise.

Sobre o novo teste: E6 e E7 são os nomes das proteínas presentes na célula do colo uterino que são produzidas pelo HPV oncogênico, essas proteínas são capazes de remover os mecanismos celulares naturais que são capazes de controlar a presença de mutações em nosso DNA e com isso podem favorecer o desenvolvimento do câncer cervical. "Detectando a presença dessas proteínas, é possível conhecer o grau de agressividade do HPV e indicar, com maior precisão, o tratamento mais adequado", diz o professor doutor Ismael Dale Cotrim Guerreiro da Silva. No Brasil, a nova técnica só está disponível no Salomão e Zoppi Medicina Diagnóstica, em São Paulo. Mas foi desenvolvida na Noruega e já é usada há cerca de quatro anos em vários países europeus.


Sobre o Centro de Diagnóstico Salomão e Zoppi: empresa que atua há 28 anos, em São Paulo, hoje com cinco unidades na capital, sendo três nos bairros Paraíso, Moema e Morumbi, e, duas em hospitais. Juntas, as unidades fazem 250 mil exames ao mês. Em 2008, a empresa marcou 40% de crescimento, mas mantêm seu foco na oferta da melhor qualidade. Na Anatonia Patológica, todos os exames têm dupla análise, prática que se estenderá aos exames de imagem ainda este ano. Além disso, a divisão genômica do Salomão e Zoppi investe pesadamente nas contribuições da Medicina Biomolecular para a área diagnóstica. "Neste mercado altamente competitivo, quem não puder ser o maior tem que lutar para ser o melhor. A nós interessa manter o segundo título", afirmam os médicos patologistas e fundadores Salomão e Zoppi.
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José Serra entrega certificado ao primeiro Microempreendedor Individual (MEI) do Estado

O governador de São Paulo, José Serra, entregou hoje (3/8) o primeiro certificado de constituição de Microempreendedor Individual (MEI) no Estado de São Paulo para o pedreiro Genésio de Souza Correia, morador da cidade de Guarulhos. A partir da inscrição no programa, Correia deixa a informalidade e passa a ter direito a todos os benefícios da Previdência Social, como aposentadoria e auxílio-doença. O evento contou com participação do secretário do Emprego e Relação do Trabalho, Guilherme Afif Domingos, e do secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Machado Costa.
Segundo o governador Serra, nesta segunda-feira a Junta Comercial do Estado de São Paulo já havia registrado 1.508 microempreendedores inscritos e recebido mais de 25.000 consultas de nome de empresa. De acordo com o governador, a formalização é fundamental para abrir novas oportunidades para estes trabalhadores. “Alguém que está no mercado informal de trabalho não tem benefícios previdenciários, não pode pegar crédito para crescer, fica à margem”, afirmou Serra. Segundo o secretário Mauro Ricardo, o programa Microempreendedor Individual é de extrema importância e se trata de uma questão de cidadania.
A partir de agora, com a sua empresa formalizada, o pedreiro Genésio Correia acredita que não perderá mais trabalhos com ocorria anteriormente. “Tinha uma escola para pintar, como não podia dar nota fiscal, perdi o serviço”, afirmou. “Esse processo de desburocratização é revolucionário”, declarou Afif Domingos. A Secretaria do Emprego e Relação do Trabalho vai intensificar as ações de divulgação do programa para acelerar o ritmo de formalização até o final do ano.
O programa Microempreendedor Individual - MEI foi criado para que trabalhadores que atuem por conta própria, que faturem até R$ 3 mil/mês, ou R$ 36 mil/ano, possam se legalizar mediante uma taxa mensal de até R$ 57,15, recolhida em um único carnê, que inclui todos os impostos federais, estaduais e municipais. A inscrição dos microempreendedores é realizada pelas prefeituras e escritórios contábeis inscritos no programa Simples Nacional que não cobrarão pelo serviço. A meta do governo estadual é formalizar 320 mil trabalhadores em um ano no Estado.
Segundo dados do IBGE (PNAD/2003), há cerca de 10,3 milhões de empreendedores vivendo na informalidade no Brasil. Deste total, 31% se encontram no Estado de São Paulo, o que representa cerca de 3,2 milhões de empreendedores que trabalham como cabeleireiros, quituteiros, boleiras, pipoqueiros, borracheiros, dogueiros, entre outros.
O MEI foi incluído no Programa Estadual de Desburocratização (PED), coordenado pela Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho (SERT). Com apoio da Junta Comercial do Estado de São Paulo, prefeituras e entidades, a SERT tem realizado ações em vários municípios para incentivar a adesão ao MEI.
Participaram do evento os secretários Aloysio Nunes Ferreira, da Casa Civil, Francisco Vidal Luna, da Economia e Planejamento e Luiz Antonio Guimarães Marrey, da Justiça e Defesa da Cidadania, além de Alencar Burti, presidente da Associação Comercial de São Paulo, Ricardo Tortorella, diretor-superintendente do Sebrae-SP, Valdir Savioli, presidente da Junta Comercial de São Paulo, e José Maria Chapina Alcazar, presidente do Sescon-SP.
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Centro de Guarulhos tem teatro grátis

A peça “O Santo Guerreiro e o Herói Desajustado” será encenada na região central de Guarulhos (Grande São Paulo) neste sábado (8/8), a partir das 11 horas. A apresentação faz parte de um projeto da Prefeitura de Guarulhos em parceria com o Sesc-SP, que tem como objetivo a realização de espetáculos gratuitos para os públicos infantil, juvenil e adulto nos espaços públicos da cidade. A peça será encenada no calçadão da rua Felício Marcondes.
No enredo, uma companhia de teatro à procura do mar chega à metrópole e neste cenário apresenta a história de Dom Quixote e de São Jorge Guerreiro. Quixote enxerga na grande cidade a imagem da sua amada Dulcinéia, mas acaba perdido com Sancho Pança. São Jorge, o santo popular, vem resgatá-los e revelar a importância da solidariedade que ainda existe na cidade. O roteiro se desenvolve como um desfile de escola de samba, com carros alegóricos, alas e samba-enredo. O espetáculo tem duração de duas horas e direção de Rogério Tarifa.
Serviço:
Teatro: “O Santo Guerreiro e o Herói Desajustado”
Data: sábado, 8 de agosto de 2009
Horário: 11h
Local: calçadão da R. Felício Marcondes, Centro, Guarulhos, SP
Entrada: gratuita
Classificação: livre
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Adiamento do julgamento sobre monopólio dos Correios para quarta-feira é considerado vitória parcial pelas empresas privadas de entrega

O empate técnico do julgamento sobre o monopólio dos Correios nos serviços postais na tarde desta segunda-feira, dia 3, fez o STF (Supremo Tribunal Federal) suspender a decisão para quarta-feira, dia 5. O setor de logística, que movimenta por ano cerca de R$ 300 bilhões, comemorou a reviravolta no julgamento, que discute, por meio de uma ação da Associação Brasileira de Empresas de Distribuição (Abraed), a constitucionalidade da lei que regulamenta esse tipo de serviço no país.

O plenário ficou dividido. Houve empate sobre o futuro do serviço de encomendas expressas. “Voltamos a ter esperanças de que o supremo evite a maior demissão em massa da história do Brasil. Agora tudo está caminhando para a manutenção das 15 mil empresas que geram 1,5 milhão de empregos no país”, avaliou o diretor do Setcesp (Sindicato dos Transportadores de Cargas de São Paulo e Região) e presidente da Flash Corrier, Antônio Juliani. Somente em São Paulo, 180 mil motoboys trabalham com entregas de encomendas.

Cinco ministros - Eros Grau, Joaquim Barbosa, Cezar Peluso, Ellen Gracie e Carmen Lúcia - julgaram que o serviço postal deve ser mantido exclusivamente pela União. Já quatro ministros - Gilmar Mendes, Ayres Britto, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello - votaram pela manutenção de parte dos serviços sob exclusividade estatal e pela privatização de outros, como o das encomendas expressas.

O relator da ação, ministro Marco Aurélio, foi o único favorável à privatização geral do serviço postal. “Nós defendemos a restrição do monopólio somente às cartas, dentro do conceito de papel escrito, envelopado, selado, enviado de uma parte a outra com informações de cunho pessoal, produzido por meio intelectual, e não mecânico. Somente para as demais correspondências propomos que a concorrência seja livre”, explicou Juliani.

Consumidor ganha com preços mais baixos

Para o diretor do Setcesp, se houver livre concorrência, os serviços serão mais ágeis e baratos. “Quando iniciamos a ação, em 2005, cinco dos 11 ministros do Supremo votaram a favor do monopólio. Agora, enxergamos um novo cenário que pode esquentar a economia e finalmente regulamentar o setor”, espera Juliani.

O Setcesp e a Associação Nacional dos Entregadores de Pequenas Encomendas e Impressos (Anepei) promoveram hoje manifestações simultâneas em São Paulo e Brasília para chamar a atenção para a retomada do julgamento. Cerca de 300 pessoas mostraram o temor da categoria em perder os empregos caso o STF decida pela exclusividade de atuação dos Correios. Em Brasília, cerca de 150 funcionários dos Correios fizeram protesto pela confirmação do monopólio em frente ao STF.
A categoria apóia o projeto de lei de autoria do deputado federal Regis de Oliveira (PSC-SP), o 3677/08, que prevê a regulamentação dos serviços de entrega feito por motoboys. “O projeto estabelece regras de segurança para esses profissionais. Além disso, a logística das entregas será mais eficiente. Cliente e consumidor serão atendidos com mais rapidez e segurança”, avalia o deputado.
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Vantagens da quebra do monopólio
- Entrega de cartas e contas em regiões não atingidas pelos Correios
- Serviço de entrega de encomendas 24 horas
- Serviço de Motofrete (motoboys) regulamentado com maior segurança
- Aumento da concorrência e preços mais competitivos ao consumidor
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Os números do setor
- 15 mil empresas no Brasil
- 1,5 milhão de empregados
- R$ 300 bilhões movimentados por ano
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Secretaria da Fazenda libera microempreendedor de emissão de nota fiscal

A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo emitiu hoje (3/8) o comunicado CAT- 32, com medidas que facilitam as atividades dos trabalhadores que se inscreverem no programa do Microempreendedor Individual (MEI). O ato da Fazenda, publicado no Diário Oficial desta segunda-feira, dispensa o microempreendedor de emissão de nota fiscal na prestação de serviços para pessoa física.
O comunicado do Fisco também libera o trabalhador inscrito no programa MEI de emitir o documento fiscal nas vendas de produtos que realizar para empresas que tenham Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) e que sejam contribuintes do ICMS no Estado de São Paulo. Neste caso, o comprador ficará obrigado a emitir nota fiscal de entrada.
O programa Microempreendedor Individual (MEI) foi criado para que trabalhadores que atuam por conta própria, com faturamento de até R$ 3 mil/mês, ou R$ 36 mil/ano, possam se legalizar mediante uma taxa mensal de até R$ 57,15, recolhida em um único carnê, que inclui todos os impostos federais, estaduais e municipais.
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Ministério da Saúde comprará 18 milhões de doses da vacina

Um milhão de doses chegará em dezembro e as 17 milhões restantes serão formuladas pelo Instituto Butantan. Elas serão distribuídas até julho de 2010

O Ministério da Saúde negocia a compra de 18 milhões de doses de vacina contra Influenza A (H1N1). Um milhão chegará até o fim de dezembro deste ano, pronta para uso. Enquanto as 17 milhões de doses restantes, compradas a granel, serão produzidas no Instituto Butantan, em São Paulo. Elas estarão disponíveis no primeiro semestre de 2010 para uma possível segunda onda da doença no inverno do próximo ano.
Ainda não estão definidos os grupos da população que serão priorizados na imunização. De acordo com o Secretário de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Reinaldo Guimarães, a decisão será tomada conforme uma avaliação da evolução da nova gripe no país. Contudo, adianta que os profissionais de saúde que trabalham diretamente com o atendimento da nova gripe deverão estar protegidos. Entre as possibilidades, estão ainda grupos de risco, grávidas, idosos e crianças. “Até o fim do ano teremos esse cenário”, pontua.
O Instituto Butantan produzirá a vacina a partir de uma parceria com a empresa Sanofi Pasteur, uma das maiores do setor. O Ministério da Saúde negocia ainda a compra de mais 15 milhões de doses. Contudo, aguarda a definição da Organização Mundial da Saúde sobre a quantidade de vacina sazonal – contra a gripe comum, que deverá ser produzida no próximo ano.
Apenas um pequeno grupo de laboratórios em todo o mundo produz vacinas contra gripe, comum ou Influenza A (H1N1). Segundo Reinaldo Guimarães, o Ministério da Saúde já entrou em contato com outras empresas que fabricam a vacina para a compra de mais doses, caso seja necessário.

POTENCIAL DE PRODUÇÃO - O processo de produção das duas vacinas é muito parecido. Contudo, os primeiros testes do produto para o combate da nova gripe demonstram um rendimento menor. O mais provável é que cada pessoa receba duas doses para a imunização. O Instituto Butantan testará adjuvantes na imunização para potencializar o efeito. A capacidade de produção do laboratório, responsável por fabricar a imunização da gripe comum no país, varia entre 5 e 30 milhões de doses por mês.
A formulação de vacinas contra a nova gripe não modificará o programa nacional de vacinação contra a gripe sazonal. O secretário Reinaldo Guimarães afirma que o total de doses será mantido – cerca de 25 milhões por ano para pessoas com mais de 65 anos.
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CDHU vai construir primeiro conjunto habitacional exclusivo para idosos de baixa renda

Legenda: (centro) O secretário de Estado da Habitação e presidente da CDHU, Lair Krähenbühl, durante a assinatura do contrato para a construção do primeiro conjunto do Programa Vila Dignidade.


Companhia assinou hoje contrato com empreiteira e deu ordem de serviço para a construção imediata do primeiro conjunto do Programa Vila Dignidade, no município de Avaré

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) autorizou o início da construção do primeiro conjunto habitacional do Programa Vila Dignidade, desenvolvido pelo Governo do Estado para promover moradia digna e apoio social aos idosos de baixa renda. O secretário de Estado da Habitação e presidente da CDHU, Lair Krähenbühl, assinou hoje o contrato para início das obras de um empreendimento com 22 casas no município de
Avaré. O condomínio terá infraestrutura completa e um centro de convivência. O investimento será de R$ 1,8 milhão.
O Programa Vila Dignidade prevê a construção de pequenas vilas, projetadas com base nos conceitos do Desenho Universal, com casas e infraestrutura urbana adaptadas às necessidades daquela população. Além disso, os moradores terão assistência social e atividades socioculturais e de lazer. Trata-se de uma ação conjunta das secretarias da Habitação, de Assistência e Desenvolvimento Social (Seads), de Economia e Planejamento, da Cultura, da CDHU, do Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social e Cultural do Estado de São Paulo (FUSSESP), em parceria com as prefeituras paulistas. "Os problemas de São Paulo só podem ser resolvidos com o esforço conjunto de todas as secretarias", disse a primeira-dama do Estado e presidente do Fundo de Solidariedade, Mônica Serra, durante o lançamento do Programa, em abril deste ano.
"O atendimento à população idosa é uma das prioridades do governador José Serra. O Programa Vila Dignidade é um dos projetos mais importantes do Governo do Estado", disse Lair Krähenbühl. O empreendimento de Avaré, na Rua João Manoel Fernandes, Bairro de Santa Cruz, será o pioneiro dos sete conjuntos desta fase piloto do programa. A Secretaria da Habitação vai investir inicialmente R$ 10 milhões na construção das primeiras 120 unidades que, além de Avaré, contemplam os municípios de Cubatão, Caraguatatuba, Itapeva, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Santos. Em seguida, o Governo deve expandir o programa para todo o Estado.
A obra de Avaré será realizada pela Construtora Sequência, vencedora da licitação. Além das moradias, inclui o espaço de convivência, terraplanagem, muros de arrimo, equipamentos de lazer, calçadas, pavimentação, instalações elétricas e de água, e outros serviços que completam a infraestrutura. "Nós construímos o primeiro conjunto habitacional de Avaré. Agora, será uma honra erguermos um empreendimento tão importante especialmente para os idosos", disse Aristides Mariutti Filho, diretor da Sequência.

Programa Vila Dignidade - Os empreendimentos do Programa Vila Dignidade serão todos horizontais, com até 24 unidades habitacionais, com sala conjugada à cozinha, um dormitório, banheiro, área de serviço e uma pequena área externa nos fundos que pode ser utilizada como jardim ou horta. Vários itens de segurança e acessibilidade foram introduzidos nos projetos, como barras de apoio, pias e louças sanitárias em altura adequada, portas e corredores mais largos, interruptores em quantidade e altura ideais, rampas e pisos antiderrapantes, entre outros.
Recursos de acessibilidade também serão instalados nas áreas comuns para facilitar a locomoção e dar segurança e conforto ao idoso. Os conjuntos terão projeto paisagístico diferenciado para proporcionar um ambiente agradável e contarão, ainda, com salão para atividades diversas, como festas, reuniões, cursos, dentre outras.
As demandas serão indicadas pelos conselhos municipais de idosos. Os candidatos a participar do Programa Vila Dignidade devem ter 60 anos ou mais, ser independente para a realização das tarefas diárias, possuir renda mensal de até dois salários mínimos, ser só ou não possuir vínculos
familiares sólidos e morar a pelo menos dois anos no município.
Desenho Universal - Os imóveis são projetados segundo os parâmetros de acessibilidade do Desenho Universal, que estabelecem um conceito arquitetônico adaptável para permitir facilidade no uso da moradia por qualquer indivíduo com dificuldade de locomoção, temporária ou permanente.
O Programa Vila Dignidade visa também, atender às diretrizes do Plano Estadual para a Pessoa Idosa? Futuridade, do Governo do Estado de São Paulo, coordenado pela Secretaria Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social, criado em razão do crescente envelhecimento da população paulista.
O objetivo é assegurar melhor qualidade de vida a pessoas nessa faixa etária. O "Futuridade" também busca sensibilizar governos municipais, idosos, famílias, mídia, terceiro setor e sociedade civil para a importância da construção e fortalecimento de uma rede de atenção (com
ações e serviços) voltada para a pessoa idosa.
A população idosa somava 6% do total no Estado de São Paulo em 1980. Hoje, ultrapassa 10%. São mais de quatro milhões de pessoas com 60 ou mais.
O secretário de Habitação e presidente da CDHU, Lair Krähenbühl, explicou a necessidade de um programa específico para o idoso. "Enquanto a população total no Brasil cresceu 21% de 1997 a 2007, a população de idosos acima de 60 anos cresceu 47,8%, mais que o dobro. E as pessoas com mais de 80 anos representam um aumento de 86%. As pessoas estão vivendo mais, graças às melhorias das políticas públicas e precisam viver com qualidade", disse o secretário. "Este programa é uma ação pioneira no Brasil".
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Higienização em bebedouros auxilia no combate a gripe A

Em razão da gripe Influenza A, conhecida por gripe suína, tem sido recomendada a substituição de bebedouros por galões. Porém, essa certamente não é mudança mais eficaz, nem a mais econômica.
Vem sendo divulgado pela mídia que, em razão da gripe denominada Influenza A (H1N1), popularmente conhecida como gripe suína e que tem causado grande preocupação à população brasileira, que os bebedouros, principalmente de escolas e hospitais, sejam substituídos por galões de água, já que o contágio do vírus da referida gripe normalmente se dá por contato.

No entanto, é fato que a grande maioria das instituições, públicas ou privadas, não está preparada economicamente para realizar tal operação neste momento. Outro fato levado em consideração é que, mesmo os galões de água podem causar a transmissão, não só do Influenza A, como também de outras enfermidades, quando não forem bem higienizados.

Diante disso, especialistas e parte da indústria de bebedouros afirmam que a melhor solução para o caso é manter uma boa higienização dos bebedouros, sejam de pressão ou galão. O supervisor de assistência técnica da IBBL, indústria que produz purificadores de água e bebedouros de galão e de pressão, Walther Gomes, avisa que seguindo algumas sugestões simples e fáceis de realizar, as chances de contágio por meio dos bebedouros diminui drasticamente.

São elas:
1. Verificar se no local há horário de pico. Caso haja, deve-se realizar a limpeza e higienização antes e depois do horário de pico. Caso o período de pico seja maior que 30 minutos, a cada intervalo igual fazer a limpeza;

2. A limpeza deve ser feita no lado externo do bebedouro utilizando um pano úmido para retirar as sujeiras, e posteriormente, passar álcool 70% gel com papel toalha branco descartável;

3. Priorizar a limpeza nos pontos em que exista o contato das mãos e boca:
- Bebedouros de pressão: acionadores, torneiras, locais de apoio e bicos;
- Bebedouros de garrafão: torneiras, suporte de copos e locais de apoio. Evitar o uso de copos não descartáveis;
- Bebedouros residenciais: o usuário deve lavar as mãos e utilizar somente copos limpos, evitando o uso destes por mais de uma pessoa ao mesmo tempo.

Para Gomes, é importante que esses procedimentos sejam realizados principalmente em bebedouros instalados em locais com grande concentração de pessoas, como colégios, hospitais e órgãos públicos, por exemplo.

Com as medidas acima, as chances de contágio diminuem muito e auxiliam no combate à gripe influenza tipo A.

“O importante não é barrar o uso de bebedouros de pressão, mas evitar o uso da torneira jato (que não utiliza copos), estimulando o uso da torneira para copos, que existe na maioria dos bebedouros de pressão”, destaca Gomes.

Outros modelos da IBBL, como o BDF, que atende as normas de acessibilidade, dispõem de torneira jato com protetor e inclinação adequada que forma um arco de água que evita o contato entre usuários, diminuindo as chances de contágio.

Mais informações: http://www.ibbl.com.br/
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