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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Projeto IR movimenta público do Jardim Romano em sua primeira apresentação

Julho acabou com animação para aos moradores do Jd. Romano, no Itaim Paulista. A festa ficou por conta da inusitada caravana cultural que agitou, em 26/7, as estreitas ruas do bairro.
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No próximo dia 23/8, será a vez de os vizinhos do CEU Pq. São Carlos recepcionarem o cortejo, que baterá em suas portas

Os moradores do Jardim Romano, no Itaim Paulista, zona leste da capital, foram surpreendidos na tarde de domingo, 26/7, pela caravana cultural promovida pelos artistas do Projeto IR, Integração e Rupturas. Na abertura dos eventos, e durante cerca de uma hora, o grupo Porto de Luanda passeou pelas estreitas ruas do bairro, levando à comunidade um ritmo muito conhecido pelos nordestinos mas bastante incomum aqui na paulicéia: o maracatu. A apresentação atraiu a atenção do público que aplaudiu, fotografou e até filmou os artistas em ação.

Conforme os organizadores, quem melhor entendeu a proposta foram as crianças que, animadas, seguiram o cortejo até o teatro do CEU Três Pontes, onde fizeram fila para desfrutar da adaptação de “Cisnes Selvagens”, obra de Hans Christian Andersen, produzida pela Cia. Padedê de Teatro. Para o estudante Elivelton Nascimento, de 13 anos, que foi à sessão acompanhado pela prima e outros três amigos, um evento deste tipo “é muito bom e educativo também.” Os 184 lugares do teatro foram totalmente ocupados por crianças, jovens e adultos, já que a vasta programação contemplou a todos os gostos e idades. O instituto União Kerakux, parceiro no projeto, aproveitou para levar as crianças de sua comunidade às mostras infantis, que incluiu contação de história e o espetáculo teatral. O projeto, que deve ter continuidade em 2010, prevê outros eventos em CEUs da zona leste.

“O objetivo é levar uma trupe de atores, músicos, cantores, artistas plásticos, contadores de histórias, fotógrafos, poetas para a realização de eventos de integração com a comunidade e ruptura com as barreiras dos preconceitos e conceitos deteriorados”, afirmam os integrantes do espetáculo Pé no Cotidiano: Akira Yamazaki, Cleston Teixeira, Gilberto Braz e Raberuan, que também são idealizadores do Projeto IR.
Além das apresentações musicais intermediadas por poemas recitados pelo quarteto idealizador do projeto, o público teve à sua disposição um criativo varal de poesia, composto por obras de Gilberto Braz e Akira Yamazaki, Cleston Teizeira e Raberuan. O varal ficará exposto por mais 15 dias no saguão do CEU, dividindo o espaço com a exposição fotográfica de Robson Martins e das pinturas do artista plástico Edson Leôncio, que, por meio de suas telas, propõe levar o público a uma viagem por geleiras, desertos, florestas, mares, construções e figuras humanas.

Outros pontos altos do evento ficaram por conta dos shows das bandas Integração e Ruptura e Cerebrow; da intervenção “Chorinho e Chorões”, feita pelo Conjunto Lider´s do chorinho; pelo carismático show de Osnofa, cantor e compositor de São Miguel Paulista, integrante do histórico MPA – Movimento Popular de Arte, surgido no final dos anos 70 com o propósito de abrir espaços para abrigar a produção artística local e ter um centro aglutinador e irradiador da cultura produzida na região.

Outro momento emocionante foi a apresentação do repentista Cabral, morador do Jardim Romano. “Cheguei em São Paulo em 1977, quando a arte ainda não era valorizada pelo povo local”, relata o artista que ganhou a vida trabalhando em uma indústria química.. “Já me apresentei várias vezes no CEU”, comemora.

Na platéia, importantes figuras do cenário artístico local, como Zulu de Arrebata, 51, cantor, compositor, produtor e coordenador de projetos como o Sexta Básica e Encontro das Artes em São Miguel. A próxima apresentação do Projeto IR acontece no dia 23 de agosto, no CEU Parque São Carlos, sito à rua Clarear, nº 141. Os organizadores prometem melhorar ainda mais a produção dos shows que farão parte do próximo evento.
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CPI aprova blitze em todas as envasadoras de água mineral da capital

Na retomada dos trabalhos após o recesso parlamentar, a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que investiga danos ambientais na cidade de São Paulo decidiu fazer blitze em todas as seis empresas que envasam água mineral na capital paulista. A fiscalização será feita em conjunto com a Covisa (Coordenação de Vigilância em Saúde).
O pedido foi iniciativa do relator da CPI, vereador Juscelino Gadelha (PSDB). As empresas alvo da fiscalização não-programada são: Água 1, Água Leve Mogiana, Serena, fonte Sonja, A e M (Água Cristalina) e Petrópolis Paulista (que possui quatro fontes, três em operação e uma lacrada.
“Já constatamos problemas nas águas que vão desde rótulo em conflito com o conteúdo até relatórios dizendo claramente que o produto está contaminado e que oferece risco ao consumidor. Não queremos caçar bruxas, mas o paulistano precisa saber o que está bebendo quando compra uma garrafinha de água”, afirmou o relator da CPI, vereador Juscelino.
A CPI focou seus trabalhos hoje também na contaminação da bacia do Jurubatuba. O geólogo Mateus Delatim Simonato, da empresa Servmar, apresentou estudo feito na bacia do Jurubatuba para o DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica), onde existem cadastrados 513 poços para captação de água em uma área com 120 quilômetros quadrados.
Desse total, 50% (257 poços) estão ativados, 13% (68 poços) estão desativados, 4% (17 poços) estão lacrados e 31% não possuem informação sobre seu status operacional.
“Ficamos preocupados com os poços que não possuem informação. Isso é sério”, disse Simonato à CPI.
De acordo com o geólogo, o estudo desenvolvido mostra sinais de esgotamento do aqüífero onde é captada a água paulistana. “O rebaixamento do aqüífero por exploração excessiva faz com que uma suposta contaminação seja ainda maior”, afirmou Simonato.
Outro tema tratado na reunião da manhã foi o impacto ambiental causado pelo Aeroporto de Congonhas. Os vereadores pediram à diretora do Departamento de Controle Ambiental da Secretaria do Verde e Meio Ambiente, Regina Luísa Fernandes de Barros, que fizesse um acompanhamento no aeroporto de denúncias de “chuva de querosene” que a CPI recebeu.
Regina Barros afirmou desconhecer a denúncia, mas se comprometeu a “fazer observação por uns dias no local e detectar se tem fundamento a chuva de querosene”.
Pelo menos uma vez por semana chove querosene sobre as casas localizadas ao lado do aeroporto de Congonhas, segundo Nelson Piva, presidente da Associação de Moradores da Vila Noca e Vila Ceci. O relato também foi confirmado por Renê Cadaval Junior, da Amea (Associação dos Moradores do Entorno do Aeroporto de Congonhas), em depoimento prestado à CPI.
De acordo com Piva, o que ocorre, nas aterrissagens, é um procedimento chamado refluxo de querosene, ou seja, quando o avião está para aterrissar, o piloto tem que limpar o combustível que fica nas turbinas, espalhando no ar o querosene, que atinge as casas numa chuva ácida.
A próxima reunião da CPI será terça-feira, 11 de agosto.
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Tata Amaral é protagonista de documentário na TV Cultura

Em Rei do Carimã, que será exibido nesta sexta-feira (7/8), a cineasta busca desvendar um mistério sobre o passado de seu pai

No dia do velório de sua mãe, o tio da cineasta Tata Amaral lhe conta uma história surpreendente: na juventude, seu pai havia sido um homem rico, foi culpado por um crime de estelionato, que não cometera, e teve que fugir para o Mato Grosso. A partir daí, ela se põe a campo para investigar o passado de seu pai, fatos que remontam aos anos 40 e 50, e acaba por descobrir um segredo de família.

O desenrolar da história e as descobertas de Tata Amaral dão origem ao documentário inédito O Rei do Carimã, que será exibido na sexta-feira (7/8), a partir das 22h40, no programa DOCTV IV, na TV Cultura. No filme, Tata contracena, pela primeira vez, como protagonista.

No decorrer do documentário, Tata Amaral, muitas vezes emocionada, busca a verdade sobre o passado, por meio de relatos de familiares, notícias de jornais e processos judiciais. Sua motivação principal, que fica explícita ao público, é provar que seu pai, Joaquim Piza de Souza Amaral, não cometeu o crime do qual foi acusado.

Classificação indicativa: livre.

Ficha Técnica
Duração: 52 minutos
Autora e Diretora: Tata Amaral
Co-produção: Tata Amaral Tangerina Entretenimento Fundação Padre Anchieta TV Cultura
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Delegar: Conveniência ou Oportunidade?


*Francisco Bittencourt
Consultor Sênior do Instituto MVC e Professor dos MBAs Executivos da FGV
http://www.institutomvc.com.br/


Introdução

O ato de delegar pressupõe a predisposição, por parte de quem delega, de abrir mão de uma “propriedade”. Delegar significa legar a alguém a autoridade para agir em seu nome, sem, todavia, deixar de ter responsabilidade pelo que é delegado.

Em função da relação autoridade-responsabilidade, afirma-se que delegar não é “delargar”, ou abdicar da tarefa, mas tão somente permitir que uma outra pessoa se encarregue da execução e da operacionalização de uma atividade produtiva.

Por que Delegar?

Pode-se afirmar que o conceito de delegar navega nos manuais de gestão, nos diversos títulos de especialistas com diferentes nuanças, sendo sempre importante, para seus autores, que o “que delega” tenha consciência do que está fazendo.

Delega-se para que se possa dedicar a tarefas mais nobres, mais consistentes com o perfil que se ocupa na organização.

As perguntas a serem feitas no momento da delegação, portanto devem envolver:

a) Qual a razão que leva a esta delegação?
b) É conveniente para meu trabalho, delegar neste caso?
c) Qual o impacto da delegação no negócio do setor de trabalho? No negócio da empresa? Para a minha imagem? Qual a habilidade e a competência da pessoa a quem deleguei para executar esta tarefa? Quais os riscos da decisão de delegar?

Há outro grupo de questionamentos a serem feitos, envolvendo a delegação e com fundamento na segunda variável encontrada para se justificar a delegação:

a) O momento é oportuno para delegar a tarefa?
b) Como os demais interlocutores da tarefa (clientes ou fornecedores) se sentirão, na medida em que a tarefa será executada por outro que não seu executor original?
c) Qual o custo-benefício do processo de delegação, na ótica de quem delega e na ótica de quem é impactado pelo serviço?
d) Corro o risco de me arrepender de ter delegado a tarefa para alguém?
e) E se o profissional a quem deleguei não estiver em seus melhores dias, ou não for capaz de se desincumbir da atividade com um mínimo de eficiência?

Afirmar que deve ser delegado o que o tomador de decisões não considera estratégico (ou importante), rotinas massacrantes, tarefas repetitivas, atividades que contenham menor exigência técnica ou intelectual tendem a considerar a delegação como um processo simplista, o que não corresponde à realidade.

Delegar não é complicado. É uma tarefa complexa, pois envolve tomada de decisão, uma ação produtiva, fatores de priorização, e a qualificação de pessoas e de sistemas.

Na realidade o profissional que delega deve conhecer as condições e as conseqüências de efetivar uma delegação de autoridade:

a) Pessoal e profissionalmente a conveniência de se repassar a terceiros uma tarefa que faz parte do seu contexto (sua importância, sua relevância e seu retorno, custo-benefício para quem delegou;
b) Se o momento da delegação se mostra vantajoso – sinal de que há oportunidade de ganhos para quem delegou;
c) Consolidação, como já mencionado anteriormente, da imagem de quem delega frente à instituição ou ao contexto no qual está envolvido.

Um Fato Real

Há algum tempo um importante cliente levantou uma demanda para a efetivação de treinamentos em sua equipe, envolvendo a terceira linha de lideranças internas.

O volume de trabalho era significativo, representaria cerca de 8 meses de trabalho (em um processo ininterrupto). Em função do padrão do grupo, a empresa não estaria disposta a aceitar os honorários habitualmente cobrados pelo trabalho envolvendo gerentes e supervisores, com perfil mais consistente e com maior nível de exigência.

Economicamente, portanto, o trabalho, embora volumoso não se mostrava, a princípio, atraente. Encontrou-se uma solução, na qual o trabalho seria elaborado pelo consultor e terceirizada sua efetivação, o que significava trazer outros profissionais para a sua consolidação.

Decidida a forma foi preparado um contrato assinado pelo consultor, pela empresa e pelo terceirizado (delegado).

Neste momento um dos diretores, responsáveis pela área de gestão de recursos humanos questionou o consultor, com a seguinte observação: você estará disposto a ficar afastado da empresa por longos 8 meses, enquanto um trabalho seu estará sob a responsabilidade de um terceiro, e que, no caso sequer estará sob sua responsabilidade (esta cláusula não constava do contrato de transferência, que era repassada para o terceirizado)? Pode acontecer que a atuação deste terceiro se mostre para nós mais conveniente (mais barata) e não se esqueça, você estará longe (em outras palavras, poderemos nos esquecer de você).

Neste instante o consultor concluiu que, embora economicamente mais atraente, estrategicamente (conveniência e oportunidade) não seria bom negócio abrir mão da atividade.

Novo contrato foi então elaborado, em condições especiais (valores reduzidos em honorários), mas que se referia exclusivamente ao programa proposto.

Conclusão

Compete ao profissional que delega o questionamento da competência (saber o que, como e porque fazer) do profissional que recebe a delegação.

Se quem delega percebe deficiências, ou insuficiência em quem vai executar, deve ser providenciado:

a) Treinamento adequado;
b) Questionamento sobre as práticas adotadas quando da delegação;
c) Verificação da qualidade do processo a ser adotado na execução delegada;
d) Definição clara das metas (resultados quantitativos e qualitativos) a serem atingidas;
e) Contrato de desempenho, entre delegador e delegado, quanto aos resultados a serem atingidos (cobrança de resultados).

O ato de delegar pode ser uma arte, no cenário de gestão. Mas o profissional que delega deve ser, antes de tudo um especialista em processos decisórios.



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ESTADO TEM MAIS DE 3 MIL VAGAS DE TRABALHO PARA ALUNOS DA REDE

Programa Jovem Cidadão e Jovem Tec disponibilizam oportunidades para jovens em busca do primeiro emprego
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A Secretaria de Estado da Educação realizou um balanço das vagas de estágio disponíveis para alunos da rede Estadual por meio de seus programas de inclusão ao mercado de trabalho. São 3,1 mil oportunidades divididas entre o Programa Jovem Cidadão e o recém lançado Jovem Tec. Para se inscrever os alunos devem acessar o site do Programa (www.meuprimeirotrabalho.sp.gov.br ) Podem participar os estudantes do ensino médio das escolas da rede estadual, com idade entre 16 e 21 anos, dos 39 municípios da região Metropolitana de São Paulo.
Os selecionados pelo Jovem Tec atuarão na área de tecnologia e, antes de iniciarem o estágio, serão capacitados por empresas parceiras do Programa como Microsoft e Intel. Ao fim do treinamento, contarão com conhecimento sobre redes, softwares, sistemas de comunicação, montagem e manutenção de computadores e estarão habilitados para exercer atividades de suporte técnico em informática. Estes alunos receberão uma bolsa auxílio de R$ 450 e vão estagiar em unidades da Secretaria Municipal da Educação. Em 2009, serão 200 oportunidades de estágio que serão ampliadas para 2,5 mil em 2010.
Já os estagiários do Jovem Cidadão serão encaminhados para atuar em diversos setores de empresas privadas parceiras do Programa. Estes recebem bolsa auxílio de R$ 314, além do transporte, seguro de vida e seguro contra acidentes pessoais. Em muitas empresas parceiras o estagiário também tem direito a outros benefícios como cesta básica ou alimentação.
"Iniciativas desse tipo são de extrema importância por aliar a formação do aluno à experiência no mercado de trabalho", destaca o secretário de Estado da Educação, Paulo Renato Souza.
Municípios participantes
1. Arujá
2. Barueri
3. Biritiba Mirim
4. Caieiras
5. Cajamar
6. Carapicuíba
7. Cotia
8. Diadema
9. Embu
10. Embu-Guaçu
11. Ferraz de Vasconcelos
12. Francisco Morato
13. Franco da Rocha
14. Guararema
15. Guarulhos
16. Itapecerica da Serra
17. Itapevi
18. Itaquaquecetuba
19. Jandira
20. Juquitiba
21. Mairiporã
22. Mauá
23. Mogi das Cruzes
24. Osasco
25. Taboão da Serra
26. Pirapora do Bom Jesus
27. Poá
28. Ribeirão Pires
29. Rio Grande da Serra
30. Salesópolis
31. Santa Isabel
32. Santana de Parnaíba
33. Santo André
34. São Bernardo do Campo
35. São Caetano do Sul
36. São Lourenço da Serra
37. São Paulo
38. Suzano
39. Vargem Grande Paulista
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ACSP realiza Encontro Setorial com foco na área farmacêutica

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) promove, na quinta-feira (13/08), a partir das 8h30, mais um Encontro Setorial em sua sede situada na Rua Boa Vista nº 51, 9º andar, Centro de São Paulo . Desta vez, a ênfase das discussões é direcionada ao setor farmacêutico.

O evento tem o objetivo de reunir competências dos principais setores da economia para a discussão de temas relevantes que propiciem traçar o cenário de cada grupo e entender suas principais necessidades. As análises geradas em cada Encontro Setorial da ACSP serão utilizadas para apoiar as implementações que impulsionem os negócios nas empresas.

Confira abaixo a programação do evento:
8h30
Credenciamento e welcome coffee

9h00
Abertura
Sandra Turchi – Superintendente de Marketing da ACSP

9h05
Palestra “Varejo para baixa renda”
Renato Meirelles – Sócio-diretor da Data Popular

9h45
Coffee break

10h00
Ciclo do crédito para o setor farmacêutico

10h15
Como a ACSP pode contribuir para o setor
Sandra Turchi - Superintendente de Marketing da ACSP

10h40
Palestra “O consumidor contemporâneo e as tendências no varejo farmacêutico e cosmético"
Beth Furtado – Sócia-diretora da Alia Consultoria de Marketing

11h45
Encerramento

Sobre a ACSP

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP), em seus mais de 100 anos de história, atua diretamente na defesa da livre iniciativa e, ao longo de sua trajetória, tem estado sempre ao lado do pequeno, médio e grande empresário. No ambiente de negócios, a ACSP administra o Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), que dispõe do mais moderno e completo banco de dados de informações comerciais, com dados de pessoas e empresas e cobertura nacional.
Para mais informações, visite o site www.acsp.com.br ou ligue para (11) 3244-3030.
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PUC-SP está com matrículas abertas para especialização em Ciências da Religião

São objetivos do curso o compreender a experiência do sagrado, inserida no contexto cultural das sociedades contemporâneas e no processo histórico, político e cultural brasileiro
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Este curso, oferecido pela PUC-SP por intermédio de sua Coordenadoria Geral de Especialização, Aperfeiçoamento e Extensão (COGEAE), pretende tratar a religião como uma possibilidade de produção de conhecimento mais profundo sobre a humanidade, além de fornecer uma base epistemológica sobre os principais temas das Ciências da Religião, contribuindo para o aprofundamento do público em geral e para o aprimoramento dos profissionais que lidam com o fenômeno religioso.
Também são objetivos do curso o compreender a experiência do sagrado, inserida no contexto cultural das sociedades contemporâneas e no processo histórico, político e cultural brasileiro e o refletir sobre a relação entre a mídia e as religiões, em suas práticas e contradições.
Para tanto serão utilizados textos de autores clássicos dos estudos acerca do fenômeno religioso e da experiência religiosa, além de textos complementares e discussões sobre temas atuais relacionados à influência religiosa na configuração da geopolítica mundial.
Dirigido a professores, educadores, religiosos, agentes de pastoral, psicólogos, historiadores, profissionais da área de Comunicação e interessados em geral portadores de diploma de graduação, o curso tem início em 28 de Agosto e aulas sempre as sextas-feiras, das 19 às 22 horas e aos sábados, das 8 às 14 horas na Unidade COGEAE Consolação, que fica na Rua da Consolação, 881 - Consolação - São Paulo.
Mais informações e inscrições: (11) 3124-9600, www.pucsp.br/cogeae e infocogeae@pucsp.br
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Enxaqueca: manifestações físicas das nossas emoções

*José Moromizato

Entre vinte e poucos tipos de dores de cabeça diagnosticados cientificamente, como a cefaléia gerada pelo simples stress do dia-a-dia até a dor causada por aneurismas e tumores, um tipo é o mais freqüente e mesmo assim, muitas pessoas que possuem esse mal não têm conhecimento de que se trata a enxaqueca.

Atualmente, essa doença atinge 30% da população, proporcionalmente três mulheres para um homem, mais freqüentemente na faixa etária dos 25 a 50 anos de idade, mas não é regra. Já tive uma paciente de nove anos de idade que teve fortes crises de enxaqueca.

A enxaqueca é uma dor de cabeça excessivamente forte de origem neurovascular, pois ela acontece justamente quando há dilatação dos vasos sangüíneos da região cerebral, comprimindo os nervos e podendo durar até 72 horas.

Um verdadeiro martírio para quem é vítima desse mal, sua dor latejante é sentida nos vasos sangüíneos a cada batimento cardíaco, acompanhada de uma sensação de formigamento na região cerebral. Constatou-se ainda uma série de outros sintomas que precedem a dor, tais como naúsea, dormência em um dos lados do corpo e hipersensibilidade à luz e sons. Este último sintoma é associado ao que chamamos de efeito “aura”, onde o paciente sente efeitos principalmente visuais, como flashes de luz, faíscas e imagens em zigue-zague.

Para tanto, exames como tomografia, eletroencefalograma e ressonância magnética podem ser realizados para obter-se um diagnóstico mais preciso, porém precisam ser feitos no momento de crise, caso contrário não será detectada a doença.

Por não ter seguramente descoberto qual a verdadeira origem deste mal, muitos fatores são apontados como desencadeantes das crises, como estresse , sensibilidade à certos tipos de alimento (como doces, ácidos), qualidade do sono, menstruação ou até mesmo umidade excessiva.

Das doenças e irregularidades que ocorrem em nosso organismo, 80% a 90% dependem única e exclusivamente da nossa mente.

Portanto, o tratamento que usamos é rebuscar primeiro as causas emocionais e resolvê-las, a fim de que desapareçam as conseqüências.

Um exemplo simples é da paciente criança que mencionei há pouco. Uma menina muito inteligente e saudável. Era filha única até os 9 anos, quando sua mãe recebeu a notícia de que estava grávida. A menina mostrou-se feliz com a notícia do bebê, e não demonstrou em nenhum momento sinal de descontentamento com o fato de ter que dividir as atenções com um novo irmãozinho. Até que apareceram as crises de enxaqueca. Mais do que os próprios medicamentos que ingeriu durante meses, o que a fez livrar-se definitivamente das crises foram os sentimentos de ciúmes e medo que guardava dentro de si mas que, com o devido tratamento psicológico fizeram-na manifestar posteriormente. À medida que ela reconhecia e falava sobre essa insegurança, as crises foram diminuindo, até o nascimento do irmãozinho, onde o seu outrora sentimento de medo transformou-se em amor fraterno.

A Enxaqueca é puramente uma manifestação física das nossas emoções represadas e contidas no inconsciente . É um alerta para “abrirmos a cabeça” em relação aos nossos próprios sentimentos e aprendermos a expressá-los , antes que seja tarde e eles próprios manifestem-se em dor e infelicidade.

*Em plena atividade profissional, José Moromizato celebra o fato de ser um incentivador da medicina do bem- estar no país. Atuando ao longo de 20 anos como cirurgião, observou que, apesar da intervenção, não raro o problema voltava a ocorrer. Foi a partir dessa observação que desenvolveu a sua eficaz e revolucionária terapia. Atua também como palestrante.
http://www.moromizato.com.br/drjosem@terra.com.br
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Pezinhos de fora no verão: rasteirinhas e anabela também para as pequenas



Elas também querem estar na moda: Kidy apresenta em sua coleção Verão as linhas Modinha e Anabela, para arrasar nos pés das meninas

Rasteirinha

Não só para mulheres, as rasteirinhas estão com tudo neste verão. A Kidy traz para as menininhas o charme da rasteirinha em tamanhos e cores ideais para elas: além do verde e do bege, a linha Kidy Modinha vem em tons metalizados super modernos – lilás, rosa, branco, prata –, solado prateado com estampa de arabescos, tiras que prendem no tornozelo – além da firmeza que a tira no tornozelo traz, é tendência fashion de verão –, a opção que prende no dedo e detalhes de brilho nos lacinhos. A numeração vai do 23 ao 30.

Anabela
A linha Kidy Anabela também traz em seus modelos as cores metalizadas, além do verde, do bege e do rosa pastel. Laços, aplicações em strass, bolinhas, borboletinhas e tiras finas coloridas num mini saltinho super confortável compõem os modelos para as meninas, com numeração do 23 ao 30. A linha também traz a anabela na versão chinelinho e o modelo com calcanhar coberto: o detalhe fashion aparece em versão verão numa ousada mistura de cores e estampas, casando com o tom liso da sandália.

Sobre a Kidy
O Grupo Kidy está há 18 anos no mercado de calçados infanto-juvenis e é uma das maiores empresas brasileiras do setor. Investe constantemente em pesquisas e tecnologia, emprega diretamente 1.800 funcionários, fabrica 20 mil pares/dia e está localizada em Birigui (interior de São Paulo), numa área construída de 11 mil m² integrada a um terreno de 45 mil m². Possui também uma filial na cidade de Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul.

O Grupo Kidy exporta para 40 países de todos os continentes. Seu maior volume é direcionado a países da América Latina, como Argentina, Venezuela, Bolívia e Equador. África, Oriente Médio e Europa também recebem calçados Kidy: Portugal, Espanha, Grécia, Itália, Chipre, Malta e Suécia comercializam os calçados, destinados para crianças de 0 a 12 anos.

Mais sobre a empresa no site http://www.kidy.com.br/
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Associação S.A.B.E.R. tem ação especial para dia dos pais

Instituição distribuirá folhetos educativos nas estações Brás e Santo Amaro da CPTM

A Associação S.A.B.E.R. — Saúde, Amor, Bem-Estar e Responsabilidade — atuará no dia 07/08, sexta-feira, das 08h às 17h30 com a distribuição de folhetos informativos nas estações Brás e Santo Amaro da CPTM sobre o dia dos pais, o novo homem e o risco de falsificação de medicamentos. O objetivo é conscientizar a população sobre os assuntos e sobre a procura de tratamento no caso de problemas de saúde.
É de conhecimento geral que os homens não possuem o hábito de freqüentar periodicamente o médico para detectar qualquer doença ainda no início, como medida preventiva. Com a criação deste costume, é possível reduzir doenças crônicas, como hipertensão arterial, diabetes, entre outras.
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Serviços
Entre as funcionalidades oferecidas no folheto, é possível aprender a reconhecer um medicamento falsificado, além de todos os riscos que o consumo desta droga pode causar à saúde.
Para quem quiser orientações, basta comparecer aos locais ou buscar mais informações pelo site http://www.ongsaber.org.br/ ou pelos telefones 0800 7744-525 e (11) 5181-4559.
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PRIORIDADE PROCESSUAL PARA PORTADORES DE DOENÇAS GRAVES

* Antonieta Barbosa
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Há anos tramitando no Congresso Nacional, finalmente foi aprovado o Projeto de Lei que inclui, entre outros, os pacientes de doenças graves no rol de pessoas cujos processos devem tramitar prioritariamente.
O assunto já deveria ter merecido atenção por parte dos nossos legisladores, pela violação que representava ao principio da isonomia o tratamento igualitário então existente entre doentes graves e cidadãos saudáveis. Segundo Rui Barbosa "A justiça consiste em tratar desigualmente os desiguais".
Pela legislação anterior, apenas os idosos, com 60 anos ou mais, poderiam se beneficiar da prioridade, numa acertada medida, conferida pelo Estatuto do Idoso. No entanto, os doentes graves, já fragilizados não apenas no aspecto físico, mas também psicológico e emocional, diante de perspectivas sombrias e das condições de vida comprometidas, não contavam com esse tipo de tratamento diferenciado e seus advogados, quando muito, podiam se valer de uma interpretação extensiva da lei do idoso, quase sempre, insuficiente para o convencimento dos magistrados.
Antes da lei 12008/09, raros advogados ousavam solicitar a prioridade que, por não ter respaldo na legislação pátria, pouco influía nas decisões judiciais. Como a norma aprovada independe de regulamentação, já é possível requerer essa prerrogativa perante o juízo competente, em qualquer instância do processo.
Tendo em vista que uma demanda judicial, pelas vias normais, com todas as possíveis manobras protelatórias pode levar até mais de uma década, não resta a menor dúvida de que os portadores de doenças crônicas graves, em face das limitações e da redução na sua expectativa de vida, foram beneficiados pelo novo diploma legal.
Não obstante, a novidade poderá gerar muita polêmica pela dificuldade da definição de "doença grave" cujo conceito se apresenta eivado de subjetividade. Um paciente de gripe, hoje, pode ser um considerado "doente grave" embora a gripe em si não seja uma "doença grave".
Quanto a esse aspecto, a própria lei estabelece critérios díspares quanto aos processos judiciais e procedimentos administrativos.
No primeiro caso, determina que a pessoa interessada junte prova da sua condição o que só é possível através de um laudo médico circunstanciado. Nessa hipótese o paciente terá que provar "ser doente grave" o que implicará em mais um procedimento a depender do entendimento de um médico especialista e não apenas do diagnóstico da doença. Há que se indagar ainda se o referido laudo pode ser emitido por um médico particular ou se apenas através do serviço público. Não ficou claro, também, se o documento deverá ser recente ou pode ser utilizado o laudo contemporâneo ao diagnóstico. Tudo isso certamente acarretará dúvidas e desencadeará alguns trâmites adicionais ao processo, dilatando em conseqüência os prazos e obstaculizando a celeridade que é o objetivo principal da norma.
No tocante aos procedimentos administrativos, a norma enumera as doenças graves, facilitando assim a sua identificação, sendo beneficiados, segundo a letra da lei, as pessoas portadoras de: tuberculose ativa, esclerose múltipla, neoplasia maligna, hanseníase, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, doença de Parkinson, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave, hepatopatia grave, estados avançados da doença de Paget (osteíte deformante), contaminação por radiação, síndrome de imunodeficiência adquirida, ou outra doença grave, com base em conclusão da medicina especializada, mesmo que a doença tenha sido contraída após o início do processo.
Isso significa a prioridade em qualquer pleito junto aos órgãos públicos, tais como: requerimentos dos benefícios previdenciários ao INSS, pedidos de isenção de impostos junto à Receita Federal, a própria devolução de imposto de renda, recursos perante o Detran, emissão de passaporte, etc.
Apesar da possibilidade de suscitar os mesmos questionamentos citados anteriormente, a listagem das moléstias facilitará ao paciente provar ter sido acometido por uma das enfermidades enumeradas, através da simples comprovação do diagnóstico.
Em ambas as hipóteses os autos receberão identificação própria, em geral uma tarja ou numeração, que evidenciará o regime prioritário.
Outras impropriedades poderiam ser apontadas como, por exemplo, deixar os portadores de deficiência física e mental alijados da celeridade processual, contemplando-os apenas com a prioridade nos procedimentos administrativos.
Poderíamos ressaltar ainda a desnecessidade de estender pós-morte os efeitos da prioridade sem especificar em que condições. A lei preconiza que no caso de falecimento do paciente o cônjuge sobrevivente continuará usufruindo da prioridade, mesmo sendo jovem e saudável, o que não parece ter sido a intenção do legislador.
Apesar de toda polêmica ou controvérsia que a nova norma possa vir a causar, é forçoso reconhecer que houve um avanço no sentido da humanização da legislação e da proteção para um segmento da sociedade formado por pessoas, dos mais diferentes grupos etários e sociais, cujo único vínculo é um cotidiano permeado pelo sofrimento e pelas limitações que a própria doença impõe, não raro, de forma bastante cruel.

* Antonieta Barbosa é advogada, especialista em Direito do Paciente e autora do livro "Câncer - Direito e Cidadania"- http://www.antonietabarbosa.adv/.

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