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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Inscrições do Projovem são prorrogadas até 10 de setembro

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho (Semdet), prorrogou até o dia 10 de setembro o prazo de inscrição para os cursos de Administração, Alimentação e Telemática, do Programa Nacional de Inclusão de Jovens (Projovem). Voltados para a inserção no mercado de trabalho, os cursos são destinados a pessoas de 18 a 29 anos que estejam desempregadas, tenham uma renda mensal per capita (por pessoa) de no máximo um salário mínimo e concluído ou estejam cursando o ensino fundamental ou médio.

Para participar, basta comparecer a um dos locais de inscrição com a cópia do RG, do CPF, Carteira de Trabalho, cópias do comprovante de residência, de escolaridade e comprovante de rendimentos familiares. As inscrições serão feitas em todas as regiões de São Paulo. Veja abaixo os locais e o horário para se inscrever em sua região:



* Zona Norte

Igreja Batista Regular do Jardim Tremembé

Rua Sena, 213 - Palmas do Tremembé

Atendimento de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h



Associação Vale Verde

Rua Grumixá, 71 - Jardim Damasceno

Atendimento de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h



* Zona Leste



Pré-inscrição através da Central Telefônica da Avape, no número: 4362-9364. O atendimento na Central é de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h.



* Zona Sul



Curso de Temática:

Instituto Acácia - Rua Floresta Clube, 134 - Jardim São João Clímaco

Instituto Novidade de Vida - Avenida Robert Kennedy, 195 - Largo do Socorro

Atendimento de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h



Cursos de Administração e Alimentação:

Rua Promotor Gabriel Netuzzi Peres, 212 - Santo Amaro

Atendimento de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h



* Zona Oeste e Centro



Rua Prates, 416 - Bom Retiro

Atendimento de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h



Rua São Bento, 59 - Centro

Atendimento de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h

CAT Móvel passa a atender durante duas semanas em cada região

A partir deste mês de setembro, as cinco unidades móveis do Centro de Apoio ao Trabalho (CAT) atenderão durante duas semanas em cada região, para fazer frente à grande procura, a pedido dos moradores da cidade de São Paulo. Diante dessa nova agenda, nos próximos dias o CAT Móvel continuará em Perus, São Mateus, Artur Alvim, Jardim São Luiz e Piqueri.

Os moradores que comparecerem a uma dessas unidades poderão ser encaminhados para vagas de emprego, cadastrar-se em cursos de capacitação, como o Projovem e o Planteq, entre outros serviços. Para procurar trabalho, o munícipe deve levar a Carteira de Trabalho, documento de identidade e o CPF.

Serviço:



* Zona Oeste

EMEF Profº Jairo de Almeida

Rua Recanto dos Humildes, s/n° - Perus

* Zona Leste

Subprefeitura São Mateus

Rua Ragueb Chohfi, 1.400

* Zona Leste II

Comunidade Nhocuné

Rua Esperança Nopolis, 138 - Vila Nhocuné (Caldeirão) - Artur Alvim

* Zona Sul

Subprefeitura M'Boi Mirim

Avenida Guarapiranga, 1.265 - Jardim São Luiz

* Zona Norte

Comunidade Nossa Senhora Aparecida

Avenida Otaviano Alves de Lima, 1.752 - Piqueri

Homenagem a contabilistas na zona Leste

O prefeito de São Paulo Gilberto Kassab visitou neste sábado (4) as instalações do Ecoponto Vila Cardoso Franco e da quadra esportiva localizados no Jardim Elba, zona leste da capital. Logo depois, seguiu para uma praça da região onde participou da homenagem ao contabilista Hilário Franco que, a partir de hoje, dará nome à nova área de lazer da comunidade.

"São três importantes inaugurações para a comunidade desta região. Um ecoponto, que vai permitir eliminar diversos locais de descarte de entulho, tendo ao lado uma quadra poliesportiva, com área de lazer para as crianças. Além disso, temos, aqui perto, uma praça maravilhosa. No início da gestão, nós tínhamos 4.500 praças na cidade e hoje já estamos com 6.000. Isso mostra o quanto nós estamos nos dedicando para oferecer espaços públicos para a comunidade. Áreas de lazer, de cultura e locais para a prática de esportes: é desta maneira que vamos melhorando a qualidade de vida das 11 milhões de pessoas que moram em São Paulo", afirmou o Prefeito.


Ecopontos


Os Ecopontos têm-se tornado uma boa alternativa para a população não descartar o entulho nas vias públicas. De janeiro até julho, os 33 ecopontos em funcionamento já receberam mais de 57.443 m³ de material inservível. Se compararmos com o mesmo período do ano passado, quando foram recolhidos 47.503 m³ de resíduos, houve um aumento de 17%.

A entrega de todo material nos Ecopontos ocorre de forma voluntária. Cada morador pode levar até 1m³ de entulho (tijolos, cimentos, restos de azulejos etc), sobras de podas de árvores, madeira, móveis velhos e outros materiais recicláveis. Esse volume corresponde a uma caixa d'água de mil litros ou a 25% de um caçamba.

A relação dos ecopontos existentes na cidade pode ser encontrada no site www.limpurb.sp.gob.br ou pelo telefone 156 - Central de Atendimento da Prefeitura.

Foto: Luiz Guadagnoli/Secom

EXPOSIÇÃO EXPO XANGAI - GALERIA OLIDO - ATÉ 31/10

A exposição "São Paulo na Expo Xangai" está em cartaz na Galeria Olido. Devido ao sucesso, a mostra, vista por milhares de pessoas no hall central da Prefeitura de São Paulo, agora pode ser visitada na Galeria Olido. São fotos da participação inédita da cidade na maior exposição universal já realizada, que revelam detalhes do projeto, dos eventos e do dia-a-dia do pavilhão paulistano na Expo.A coordenação da participação de São Paulo na Expo Xangai, que acontece até o dia 31 de outubro deste ano, é da Secretaria Municipal de Relações Internacionais. O Pavilhão de São Paulo, montado na Área de Melhores Práticas Urbanas da Expo, na China, já recebeu mais de 400 mil visitantes desde a abertura oficial, no dia 1º de maio deste ano.




Serviço:

Data: Setembro de 2010
Horário de visitação: De terça a domingo - Das 13 às 20 horas
Local: Galeria Olido - Avenida São João, 473 - Centro - São Paulo-SP
Entrada franca
Informações: www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/relacoes_internacionais

Paraolimpíadas Escolares reúnem mais de 800 atletas de 14 a 20 anos.

Evento une desempenho atlético a inclusão social e acontece de 7 a 10 de setembro, na cidade de São Paulo.

Participam da competição alunos que apresentam deficiência física e motora, visual e intelectual. Serão dez modalidades, com atletas agrupados por tipo de deficiência e grau de comprometimento. Promovido em conjunto pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro, Governo do Estado e Prefeitura de São Paulo, evento é o que reúne maior número de participantes nesta faixa etária em todo o mundo.

Eliana Mutchnik, especialista em paradesporto da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida de São Paulo, destaca que a competição tem dupla importância: revelar talentos para as Paraolimpíadas do Rio 2016 e aumentar a autoconfiança. "É claro que esses jovens querem vencer, ganhar medalhas. Mas, o mais importante, é que o esporte possibilita demonstrar seu potencial e suas capacidades".

Diversidade



As classes de disputa são denominadas por um conjunto de letras e números, em que a letra indica a modalidade: T (provas de pista no Atletismo), F (provas de campo no Atletismo), S (provas de Natação), B (provas de Goalball, Futebol de 5 e Judô, só para atletas com deficiência visual), TT (provas de Tênis de Mesa), BC (provas de Bocha), PC (jogos de Futebol de 7, para atletas com paralisia cerebral e deficiência intelectual).



Os números ao lado de cada letra indicam o grau de comprometimento da deficiência, o que define as classes de disputa e torna as provas mais equilibradas. Como regra geral, quanto maior o número, menor o grau de comprometimento físico-motor, visual ou intelectual. Na Natação, por exemplo, os amputados ocupam as classes de S5 a S10, enquanto os cadeirantes ficam agrupados entre as classes S1 e S4. Na deficiência visual, as classes variam de B1 (sem nenhuma percepção luminosa em ambos os olhos) a B2 (percepção de vultos) e B3 (capacidade de definir algumas imagens).

Adaptações

Para tornar as disputas acessíveis à maioria das pessoas com deficiência, algumas modalidades sofrem pequenas adaptações, seja nas regras ou no espaço utilizado para a prática esportiva.

O Atletismo terá provas de corrida, salto e arremesso. Os dardos, discos e pesos arremessados variam de acordo com a classe de cada atleta.



A Natação abrange os estilos borboleta, costas, peito, crawl e medley, com distâncias variando de 50 a 200 metros. Aos nadadores cegos, permite-se receber aviso do auxiliar (tapper) quando se aproximam das bordas da piscina.



O Futebol de 7 é praticado por atletas com paralisia cerebral ou deficiência intelectual em dois tempos de 30 minutos. Não há impedimento e o lateral pode ser cobrado com apenas uma das mãos ou rolando a bola no chão. As classes funcionais vão de PC5 a PC8. O time deve ter em campo no máximo dois atletas da classe 8 (menos comprometidos) e, no mínimo, um da classe 5 ou 6 (mais comprometidos).



No Tênis de Mesa, a raquete pode ser fixada na mão do atleta. No saque, a bola deve bater no meio da mesa e sair pela linha de fundo (nunca pelas laterais). O atleta também pode se apoiar na mesa. Os atletas são agrupados de acordo com o alcance de movimentos, força muscular, restrições locomotoras, equilíbrio na cadeira de rodas e habilidade para empunhar a raquete.



Tênis em Cadeira de Rodas: a bola pode quicar até duas vezes antes de ser rebatida e as rodas traseiras da cadeira não podem tocar a linha de fundo.



A Bocha envolve atletas com deficiência intelectual, paralisia cerebral, com mobilidade reduzida e cadeirantes. As bolas podem ser lançadas com as mãos, pés ou algum instrumento auxiliar.



O Vôlei Sentado reúne atletas com mobilidade reduzida ou amputação. A quadra mede 10m x 6m e a rede fica a 1,15m do solo no masculino e 1,05m no feminino. O saque pode ser bloqueado e os seis atletas devem manter o contato com o chão, com exceção dos momentos de deslocamento.

Visual



Três modalidades envolvem exclusivamente atletas com deficiência visual.



O Futebol de 5 é disputado em quadra de futebol de salão ou grama sintética, em dois tempos de 25 minutos. Os jogadores usam uma venda nos olhos, para evitar que aqueles com maior percepção luminosa tenham vantagem. A bola possui guizos e os jogadores orientam-se pelo som. Não existe lateral, pois há uma banda de proteção dos dois lados da quadra. Além disso, o goleiro e o técnico, mais o guia (ou chamador) orientam os atletas dentro de campo.



No Judô, não há punição para ultrapassagem da área de combate no tatami, as advertências são feitas por meios audíveis e a luta é interrompida quando os lutadores perdem contato um com outro.



O Goalball foi criado no âmbito paradesportivo. Cada equipe - composta por três jogadores - fica em seu lado do campo e arremessa a bola com as mãos até a baliza adversária. Os atletas são, ao mesmo tempo, arremessadores e defensores. Utiliza-se a quadra de vôlei, com traves de 9m x 1,2m. É disputada em dois tempos de 10 minutos. A bola também possui furos e guizos em seu interior.



PROGRAMAÇÃO



Dia 7 de setembro



17h



Cerimônia de abertura - Anhembi Parque



De 8 a 10 de setembro



8h às 12h



Centro Olímpico Atletismo



Clube Espéria Natação

Futebol de 5

Futebol de 7

Goalball

Tênis em cadeira de rodas

Voleibol sentado



Anhembi Parque Bocha



14h às 18h



Clube Espéria Futebol de 7

Judô

Tênis em cadeira de rodas



Anhembi Parque Bocha (Exceto na sexta-feira)

Tênis de mesa



Dia 10 de setembro



19h



Cerimônia de encerramento - Anhembi Parque



A entrada é gratuita



LOCAIS DE PROVAS



Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa
Av. Ibirapuera, 1315 - Vila Clementino



Clube Espéria
Av. Santos Dumont, 1313 - Santana



Anhembi Parque
Anhembi Parque - Palácio das Convenções

Prof. Milton Rodrigues, 100

Cresce a demanda por cirurgias artroscópicas no país

O aumento da procura pode ser associado ao acesso da população aos consultórios médicos e também à informação

Referência no país em tratamentos ortopédicos, o Instituto Affonso Ferreira de Campinas orgulha-se de ter como um dos marcos mais importantes de sua história o fato de ter sido pioneiro ao trazer para o Brasil, no final da década de 80, o procedimento de artroscopia. A técnica, até hoje considerada inovadora, inicialmente era feita somente no joelho e, posteriormente, no ombro, quadril, punho e cotovelos. “O procedimento, que alia à necessidade de curar a lesão do paciente e devolvê-lo ao mercado de trabalho o mais breve possível, reflete na procura cada vez maior por informações e realização da cirurgia”, garante o ortopedista Marcelo Wiltemburg Alves, especialista em cirurgias artroscópicas e um dos profissionais mais bem conceituados do país. De acordo com o especialista, somente no primeiro semestre deste ano, foram realizadas mais de 150 cirurgias artroscópicas, um aumento de 30% em relação ao mesmo período do ano passado.

Com mais de 1000 cirurgias artroscópicas em ombro, joelho e quadril já realizadas, Marcelo explica que o aumento da demanda diz respeito à inovação da técnica – que é bem menos invasiva, garante precisão e recuperação rápida – e também a popularização do procedimento, já que esse tipo de cirurgia é coberta pelos planos de saúde. Mesmo assim, o especialista alerta que é imprescindível que o paciente conheça e busque referências sobre o médico que pretende realizar o procedimento.

“Apesar de simples, a técnica exige um grande aprendizado. A cirurgia consiste na introdução de uma micro-câmera na articulação e as imagens, obtidas por meio de um monitor, permitem que seja verificada a presença ou não de tecidos lesionados. Quando o paciente é submetido a procedimento convencional, ou seja, cirurgia aberta, os tecidos normais são afetados, o que não ocorre na artroscopia”, explica Witemburg.

O ortopedista chama a atenção para a realização desse tipo de cirurgia na região do quadril. Segundo Marcelo, o tratamento de patologias do joelho e demais regiões por vias artroscópicas pode até ser familiar para muitos médicos. Entretanto, o uso do artroscópio para examinar e tratar certas doenças do quadril é um novo conceito para os profissionais da área de saúde. “Nossa experiência com artroscopia tem sido muito gratificante, tanto para nós (médicos) como para os pacientes. Porém, é importante ressaltar que a artroscopia do quadril é um procedimento muito trabalhoso, tecnicamente complexo, o que exige muita paciência e experiência”.

Por meio da artroscopia, é possível conseguir os mesmos resultados das cirurgias convencionais, como tratar o impacto fêmuro-acetabular, reconstruir ligamentos e lesões meniscais nos joelhos e costurar tendões ou ligamentos rompidos no ombro, sem a inconveniência de grandes cortes e internação do paciente. No procedimento de cirurgia aberta, a equipe médica pode demorar até uma hora e meia para chegar na articulação. “Já com a artroscopia, esse tempo é extremamente reduzido, diminuindo o risco de complicações, infecções, dor e outras ocorrências”, completa Marcelo.