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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Laserterapia é uma das grandes aliadas contra a dor da face

São vários fatores que causam a DTM- Disfunção Temporo-Mandibular-, que nada mais é que o funcionamento anormal dos ligamentos, músculos da mastigação, ossos maxilar-mandíbula, dentes e estruturas de suporte dentário. Mas o resultado é sempre o mesmo: dores, que muitas vezes têm um diagnóstico difícil pelo próprio desconforto. Neste aspecto, a laserterapia tem sido uma das grandes aliadas dos dentistas. “Quando fazemos algumas aplicações de laser de baixa intensidade na face, a dor é reduzida logo na primeira sessão. Desta forma, podemos descobrir com maior precisão e rapidez as causas”, diz o dentista Carlos Eduardo Botelho, da OC- Odontologia Clínica de Campinas.

Ainda, segundo Botelho, DTM está relacionada a hábitos comuns, que, na maioria das vezes, fazemos sem perceber. Ele cita como exemplos o apertamento dentário, bruxismo (esfregar os dentes à noite), morder objetos estranhos, roer unhas, mastigar chicletes, postura da cabeça, o de prender o telefone com o queixo ou ainda apresentar fatores relacionados com o estresse, depressão e ansiedade ou eventos traumáticos. “Quando recebemos um paciente com dores na face, nossa primeira preocupação é detectar a origem do problema para devolver a esta pessoa as funções básicas, que são o mastigar, sorrir e falar”, garante. “Muitas vezes estamos no trânsito, estressados e automaticamente apertamos os dentes. Futuramente deveremos ter problemas com a articulação e desgaste. Quando estamos nervosos, acabamos descontando em alguma coisa e os dentes estão em primeiro lugar”, lembra.

A DTM é detectada quando o paciente chega ao consultório com sintomas característicos, como dificuldade para abrir a boca, dor de cabeça, de ouvido, ouve zumbidos e com dor ou cansaço dos músculos da mastigação. Neste caso, o laser funciona como uma analgesia (eliminação da dor) ou antiinflamatório e permite que o paciente, que está com dor crítica, passe para um estágio mais confortável. “Depois de acabar com a dor, o passo seguinte é descobrir a causa do problema. Mas a laserterapia não substitui o tratamento convencional”. Lembra Botelho. Dependendo do pico da dor, existem casos de pacientes que recorrem a laserterapia duas vezes por dia (manhã e tarde), dia sim e dia não ou mais espaçadamente. Mesmo depois do tratamento, como a colocação de uma placa miorrelaxante, por exemplo, continua fazendo as sessões, que dão extremo conforto. “A laserterapia é uma grande aliada contra a dor”, garante Botelho.

Para um paciente que tenha a mordida errada, os músculos ficam contraídos ou esticados e provocam dores musculares. “Muita gente fala que não consegue achar o encaixe da boca e isso muitas vezes é provocado pelo desgaste, que temos que corrigir. Um tratamento incorreto ocasiona dor também. A laserterapia se encaixa em diversas situações. Logo na primeira consulta já definimos o números de sessões e programamos o tratamento com o paciente. Daí, fazemos um tratamento conjunto, paralelo. È muito eficiente e o paciente sai satisfeito”, conclui Botelho.
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