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segunda-feira, 15 de março de 2010

Laminados cerâmicos: são alternativas para construir um belo sorriso.


A técnica reestabelece forma, cor, contorno, textura e alinhamento dos dentes anteriores, superiores e/ou inferiores que estão comprometidos.

Os laminados cerâmicos, também denominados facetas de porcelana, são alternativas para a restauração de sorrisos saudáveis, funcionais e estéticos. O sucesso da restauração com os laminados, dependerá do respeito a saúde dos tecidos circundantes, função mastigatória correta, ausência de sintomatologia, estética e estabilidade a longo prazo, e também da destreza técnica do cirurgião-dentista, bem como dos cuidados promovidos pelo paciente.

Com os laminados cerâmicos, é possível reestabelecer forma, cor, contorno, textura e alinhamento dos dentes anteriores, superiores e/ou inferiores, comprometidos principalmente por fratura, alterações congênitas ou adquiridas, diastemas, alguns tipos de alteração de cor e forma e substituição de restaurações antigas insatisfatórias. Uma das vantagens do laminado cerâmico é que o preparo da estrutura dental, quando necessário, é relativamente pouco se comparado ao preparo dos dentes que receberão coroas totais. Esse mínimo desgaste, realizado na parte da frente dos dentes a serem restaurados, permite que o laminado seja colado diretamente ao esmalte dental. A preservação do esmalte é fundamental para o sucesso da adesão entre a restauração e o dente, e portanto da longevidade clínica do laminado.

Obviamente, se a estrutura natural dos dentes é falível em diversas situações, qualquer material proposto pelo ser humano também o será. Por isso, é necessário entender as limitações que um dente restaurado com os laminados cerâmicos impõe. O cliente precisa entender que a responsabilidade do profissional abrange o conhecimento, a destreza técnica e a experiência clínica, que automaticamente se traduzem em diagnóstico, indicação e execução adequada dos laminados

Após a cimentação dos laminados, o cliente passa a ser o maior responsável pelo preservação do desempenho clínico dessas restaurações. Além da correta higiene oral, ausência de hábitos parafuncionais (como roer as unhas, morder canetas e lápis, ranger e/ou apertar os dentes), o indivíduo deverá evitar o tabagismo, a ingestão freqüente e excessiva de alimentos corados (vinho, café, chá preto, suco de uva, refrigerantes à base de cola e etc.), e deverá visitar o seu dentista a cada quatro meses para fazer os controles clínicos. São restrições consideradas leves, mas que exigem disciplina. Quando respeitadas, promovem a manutenção de um sorriso saudável, funcional e belo por muitos anos.

O dentista, por sua vez, deve conhecer e entender profundamente a biologia dos tecidos orais, a anatomia dental e as propriedades dos materiais restauradores, além de possuir destreza técnica e perfeccionismo em sua atuação clínica. É o dentista que vai eleger um técnico ceramista de sua confiança para confeccionar as lâminas, cujo nome revela a fina e delicada espessura da restauração. O ceramista, além da arte de esculpir, deverá deter o conhecimento das propriedades mecânicas dos materiais com os quais trabalha, para que possa otimizar a resistência dos mesmos quando submetidos à função mastigatória. Nesse contexto, é imprescindível estabelecer a perfeita comunicação entre o paciente, o dentista e o ceramista, para transformar todas as expectativas e anseios em apenas um resultado final: o sorriso desejado pelo paciente.

Dr. MARISTELA MAIA LOBO
ÁREA DE ATUAÇÃO: ODONTOLOGIA ESTÉTICA
(DENTÍSTICA, PERIODONTIA E IMPLANTES)
SITE: www.maristelalobo.com.br

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