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terça-feira, 2 de março de 2010

LUGAR DE MULHER É NA PIZZARIA

A rede Dídio Pizza investe em pizzaiolas, uma profissão antes só masculina, que começa a cair no gosto das mulheres

Para Elídio Biazini, a principal razão para escolher mulheres para os vários cargos da Dídio Pizza é a facilidade de aprendizado e a aceitação de regras, novos processos e treinamento. “Normalmente as mulheres são mais dedicadas ao trabalho”, explica o empresário.
Cerca de 40% das funcionárias da rede são mulheres, que estão em funções mais tradicionais, como auxiliar de cozinha, atendente, consultora de campo, mas também nas mais inusitadas, como pizzaiola e entregadoras motorizadas, além é claro, de franqueadas.
Hoje há 2 pizzaiolas na rede, que conta com 10 unidades. Mas há lugar para muitas outras. “Estamos contratando”, revela Biazini, que conta ainda os pré-requisitos necessários para o cargo: “é interessante que a candidata tenha algum conhecimento básico, como abrir massa, fazer preparo de ingredientes, porém não é um fator determinante na escolha, já que a franquia dá treinamento completo para todas as funções”, complementa.
Segundo ele ainda, já não há mais estranheza quando os funcionários ou clientes (a cozinha da Dídio é visível para os consumidores) vêem uma mulher forneando. “Hoje, cada vez mais as mulheres estão tomando seu espaço no mercado de trabalho”, explica. As duas pizzaiolas da rede são prova disso.
Efigenia Lopes da Rocha, de 24 anos, teve na Dídio seu primeiro emprego. Começou como ajudante de cozinha e hoje é pizzaiola na unidade da Lapa. Segundo ela, em uma função antes ocupada apenas por homens, é preciso ganhar seu espaço: “Tem que o lado masculino no trabalho também e saber respeitar. Na cozinha, me sinto igual a todos”, enfatiza.
Marlene Pereira de Lacerda, 34 anos, era dona de casa quando decidiu concorrer a uma vaga na Dídio Pizza para aumentar a renda familiar. Começou como ajudante e hoje trabalha como supervisora de qualidade e forneira. “Aprendi tudo que sei na franquia, com o treinamento. Para mim, tanto faz se é homem ou mulher, o importante é se dedicar ao trabalho. Comecei no meio dos homens na cozinha e hoje sou responsável por boa parte da qualidade dos produtos que manipulamos. Se algo não estiver de acordo, reprovo”.

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