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domingo, 21 de novembro de 2010

Contrato novo de locação residencial sobe 0,4% em outubro, segundo Secovi-SP

Pesquisa mensal do Sindicato da Habitação mostra que valores do aluguel estão em desaceleração, uma vez que aumento foi de 1,7% em setembro e de 1,3% em agosto

O mercado de imóveis para locação residencial na cidade de São Paulo registrou, em outubro, desaceleração no ritmo de aumento dos valores médios negociados em contratos novos. No mês passado, a alta foi de 0,4%, contra o 1,7% de setembro e o 1,3% de agosto, de acordo com pesquisa realizada pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação). “Essa estabilização acontece porque os preços vinham subindo muito nos últimos meses. Agora, pelo visto, os valores de locação começam a se acomodar em um novo patamar, mais baixo que o anterior”, afirma Francisco Crestana, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Sindicato.

Com o resultado, a variação média acumulada dos contratos novos nos 12 meses encerrados em outubro totalizou 11,77%. Já os contratos em andamento com aniversário em outubro e reajuste atrelado ao Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), da Fundação Getúlio Vargas, apresentam majoração de 7,16%, referente à variação do IGP-M de outubro de 2009 a setembro de 2010.

No caso dos contratos novos, os imóveis com menos quartos exibiram acréscimo mais modesto em outubro. As unidades de 1 dormitório tiveram aumento de 0,2%, enquanto o valor de locação das moradias de 2 quartos subiu em média 0,5%. As residências de 3 quartos foram as que obtiveram as altas mais expressivas: 0,6%.

Na Pesquisa de Locação do Secovi-SP, os dados estão apresentados em valores por m2, número de dormitórios e estado de conservação. Por exemplo: um imóvel de 3 quartos na Zona Norte, em bom estado, possuiria aluguel por m2 situado entre R$ 14,08 e R$ 14,51 em outubro. Assim uma unidade de 90 m2 localizada na região teria um valor de locação de R$ 1.267,00 a R$ 1.306,00.

Em outubro, o fiador foi a garantia locatícia mais usada: respondeu por 48% dos contratos de locação efetuados no mês. A segunda modalidade mais utilizada ficou por conta do depósito (de até 3 meses), com 32% de participação. O seguro-fiança garantiu aproximadamente um quinto dos contratos de aluguel.

Dentre os tipos de imóveis oferecidos, as casas e os sobrados foram locados mais rapidamente, com uma espera média de 12 a 27 dias. Os apartamentos escoram um pouco mais lentamente: seu Índice de Velocidade de Locação (IVL), que mede em número de dias quanto tempo um imóvel vago demora para ser locado, apontou uma variação média de 17 a 38 dias.

Confira a íntegra da Pesquisa, gráficos e tabelas.

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