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quinta-feira, 13 de maio de 2010

GUAIANASES - Nome do bairro provém de um antigo aldeamento indígena

Bairro originado de aldeamento indígena, de onde provém seu nome. Por volta de 1820 os índios já estavam extintos e a terra encontrava-se em mãos de particulares. No Vale do Ribeirão Lajeado, em terras pertencentes à família Bueno, foi edificada uma pousada e uma pequena capela para recepção dos viajantes que cruzavam a região. Atualmente o Cemitério Lajeado localiza-se nas referidas terras.

A Capela de Santa Cruz do Lajeado, edificada por determinação do Sr. Manoel Joaquim Alves Bueno, foi inaugurada no dia 3 de maio de 1861. Em torno da capela o povoado de Guaianases desenvolveu-se, tendo ficado a data da inauguração do pequeno templo religioso como o início do bairro. A partir de 6 de novembro de 1857 a área em torno da capela passou a ser designada de Lajeado Velho e o entorno da Estação Ferroviária foi chamado de Lajeado Novo.

Neste último núcleo de povoamento construiu-se, ao final do século XIX, a Capela Santa Cruz. A primitiva Capela de Santa Cruz do Lajeado teve sua padroeira trocada para Santa Quitéria, a fim de que esta capela não fosse confundida com a capela do Lajeado Novo. Nas terras ocupadas por moradores dispersos pelo território eram cultivados produtos agrícolas - verduras, frutas, flores - e agropecuários.

O bairro encontrou algum desenvolvimento por volta de 1920. A instalação de olarias na região e a chegada da Estrada de Ferro Norte deram impulso à área. Pelos trilhos vieram os imigrantes italianos estabelecendo-se como comerciantes, fabricantes de vinho, fabricantes de tachos de cobre, ferreiros e carpinteiros. Os espanhóis também se fariam presentes a partir de 1912 para dedicar-se à extração de pedras através das Pedreiras Lajeado e São Matheus.

O crescimento de Lajeado foi lento e embasou-se na presença de imigrantes e de migrantes. A partir da segunda década do século XX a região começou a receber um grande número de migrantes nordestinos, que representariam parte significativa da população local. Mão-de-obra não especializada, os moradores passaram a desempenhar as diversas tarefas requisitadas pela cidade que crescia em ritmo frenético.

A baixa remuneração fez brotar um bairro embasado na autoconstrução, com residências muitas vezes erguidas em área de risco.

Em 30 de dezembro de 1929 Lajeado era elevado à condição de Distrito. Os primeiros loteamentos de Lajeado surgiram a partir da segunda década do século XX, como Vila Iolanda (1926), CAIC (1928), Princesa Isabel (1928) e parte da Fazenda Santa Etelvina (1926), que abrigou famílias alemãs e austríacas.

A Fazenda Santa Etelvina ligou-se à Estação do Lajeado através de um ramal particular, que funcionou de 1908 a 1937. Através dos trilhos da fazenda vários produtos eram escoados lenha, tijolos, pedras, carvão e produtos agrícolas. Mesmo com um crescimento populacional significativo (aproximadamente 1600 pessoas), em 1934 só havia um estabelecimento escolar: a Escola Reunidas de Lajeado (1837). A Agência de Correios data de 1837; em 1895 criou-se uma subdelegacia de polícia. Havia duas Agremiações esportivas, o Atlas Lajeadense F.C. (1915) e a União F.C. (1934). As duas agremiações fundiram-se em 1946, dando origem ao atual Guaianases F.C.

O bairro recebeu o nome oficial de Guaianases em 24 de dezembro de 1948. Em 1950 a população de Guaianases ultrapassava 10.000 habitantes, configurando-se naquela ocasião como bairro-dormitório. Por essa época a ligação com o centro da cidade dava-se através de uma Maria Fumaça, que perderia seu lugar para os trens elétricos a partir de 1958. O crescimento desordenado do bairro - alavancado sobretudo a partir de 1940, com a intensificação das migrações permitiu a ocupação de áreas de manancial e de regiões sujeitas a enchentes e de alto risco para o estabelecimento de moradias.

O déficit de moradias é um problema que reclama solução urgente,a fim de evitar a continuidade de áreas perigosas e insalubres.

Um comentário:

  1. Roubo nos condomínios dos Moradores
    Estamos sendo roubados descaradamente pelo homem que se diz síndico geral do conjunto, síndico esse que ninguém elegeu, o mesmo está usando o nome da COHAB -
    Cia Metropolitana de Habitação de São Paulo Cohab SP - indevidamente para roubar os moradores, Acredito que a COHAB não faz idéia do que está acontecendo, até porque a COHAB nunca administrou esse conjunto, todo condomínio pago por nós vai para uma conta pessoal desse síndico e possivelmente de outras pessoas que estão envolvidas nesse golpe com ele, estamos correndo o risco da sabesp vir cortar a água de todos por falta de pagamento. Pois o dinheiro não está sendo repassado para o pagamento dos 3 acordo que já existe na sabesp, está uma bagunça ninguém entende nada, porque ninguém avisa nada aos principais envolvidos e interessados que somos nós os moradores, a última é que o condomínio que está no valor de 48,00 vai para 120,00.
    Não recebemos nenhum tipo de prestação de contas, não fomos avisados o por que do aumento do condomínio.
    O conjunto é composto por 17 blocos, cada um com 20 apartamentos. Imaginem quanto dinheiro entra para a conta particular desse fraudador???
    O tal Síndico abriu uma inscrição de CNPJ 12.313.087/0001-36 e a partir disso abriu a tal conta, para a qual vai o valor pago pelos condomínios, e que só ele tem acesso.
    Vejam que consultando a Receita federal a data de abertura é recente é e 21/05/2010. E o condomínio existe à 14 anos.
    Como vamos pagar o condomínio que seria direcionado para o pagamento das dívidas com a sabesp??? Mas que na verdade esta indo para a conta pessoal desse cara que está roubado a todos. o mesmo é morador do desse conjunto - Na Estrada Dom João Nery N° 3.555 bloco 2 apt° 42 4° andar CEP 08452-340 - Vila Lourdes - Itaim Paulista.
    Nosso condomínio vem com a descrição de uma Prestadora chamada: Prest Service Administração de Condomínio LTDA. Telefone: 11 2072-5225 e 11 2071-2816 horário de atendimento 08:30 às 12:00 e das 13:00 às 17:00.
    Estamos precisando urgente de ajuda pois pagamos nossos condomínios com tanto sacrifício para uma pessoa dessa embolsar e nós sermos prejudicados, pois a qualquer momento a Sabesp virá fazer o corte de algo que era pra estar pago.
    Aguardamos a presença da imprensa para ajudar a solucionar esse problema.

    Em nome dos Moradores...
    Agradeço.

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