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sábado, 20 de março de 2010

CACB volta à Câmara dos Deputados para pressionar

Esta é a quinta vez que o presidente da CACB visita os deputados pedindo que não votem a PEC 231/95 num ano eleitoral


A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) retorna à Câmara dos Deputados nesta terça-feira (23.03), com nova força-tarefa para contra a redução da jornada de trabalho. Em conjunto com os lideres empresariais de todo Brasil, o presidente da CACB, José Paulo Dornelles Cairoli, lidera uma quinta visita ao Congresso com a firme intenção de mostrar, aos deputados, que a discussão da PEC 231/95, que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais e aumenta para 75% o valor da hora extra, não deve ser feita num ano eleitoral.

Os presidentes de Federações vão se dividir na atuação no Congresso. A idéia é visitar, individualmente, os líderes políticos de seus Estados, se reunir com as bancadas para explicar sobre a necessidade de adiar a discussão sobre a PEC. Esta é a quinta visita da CACB ao Congresso desde fevereiro sempre com a finalidade de alertar aos deputados sobre os riscos da aprovação da redução da jornada. Dois destes encontros foram com o presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP).

Sempre no mesmo tom, eles alertaram sobre os prejuízos que a PEC 231/95 vai trazer ao setor, especialmente às micro e pequenas empresas. Além de colocar em risco a sobrevivência do setor e incentivar a informalidade, a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas e o pagamento de 75% sobre a hora extra trabalhada, vai impedir o comércio de bens e serviço de abrir aos domingos em função dos custos trabalhistas. “O assunto é polêmico, ameaça as empresas, vai trazer desemprego e não pode ser discutido no calor de um ano eleitoral”, enfatizou José Paulo Cairoli, presidente da CACB.

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