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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Anticoncepcionais: conheça o mais adequado para você

Anticoncepcionais: conheça o mais adequado para você

Além de prevenir a gravidez, contraceptivos podem diminuir o risco de câncer, segundo especialista

Características individuais e idade devem ser levadas em consideração na hora de escolher um contraceptivo, de acordo com dra. Lenira

Enquanto o uso do anticoncepcional torna-se cada vez mais uma realidade no país, outra dúvida surge para as mulheres: quando a opção pelo medicamento é feita, qual tipo de hormônio optar? Muitas crenças e ditames do senso-comum são utilizados pela maioria para escolher o medicamento ideal. No entanto, características pessoais e patologias devem ser levadas em consideração antes de começar a utilizar um hormônio.
E as opções atualmente são muitas. Pílulas de estrogênio ou progesterona, injeção mensal ou trimestral, adesivo, anel para uso intra-vaginal, Dispositivo Intra-Uterino (DIU). Para quase todos os gostos (e bolsos).
Além disso, não adianta perguntar para a vizinha qual é o medicamento que ela utiliza. Como explica a médica oncoginecologista Lenira Maria de Queiroz Mauad, profissional do Hospital Amaral Carvalho de Jaú, os contraceptivos devem ser analisados de forma individual, já que enquanto uns podem trazer benefício para algumas mulheres, também podem ser prejudiciais a outras.
Mulheres com ciclos irregulares, acne, fluxo menstrual abundante e que necessitam de método seguro e acessível são as melhores candidatas para o uso de contraceptivos hormonais. Por outro lado, fumantes, pessoas que tiveram ou têm tumores sensíveis a hormônios, predisposição a varizes, trombose ou pressão alta podem ter mais prejuízos que vantagens com esse tipo de medicamento.
A principal indicação de métodos contraceptivos, para dra. Lenira, é evitar gravidez indesejada. "O advento da pílula permitiu aos casais programarem número e época para melhor receberem seus filhos. Isto gerou uma grande autonomia, principalmente para as mulheres. Com o tempo o método foi sendo aprimorado, com novas doses, apresentações e também outras indicações como tratamento de cistos ovarianos, endometriose, suspensão da menstruação para controle de anemias, evitar cólicas ou menstruações dolorosas e programar menstruações".
Além dessas recomendações, um estudo aponta mais um benefício dos anticoncepcionais hormonais: a diminuição de alguns tipos de câncer. Especialistas da Universidade de Abrdeen, no Reino Unido, avaliaram por 36 anos 46 mil mulheres. Eles detectaram que o risco de câncer ginecológico era 29% melhor nas usuárias do remédio.
A médica Lenira é favorável ao resultado. Ela explica que o uso de Anticoncepcionais Hormonais (ACH) está relacionado a diminuição do risco do câncer do endométrio (tecido interno do útero) e do câncer do ovário. A ação protetora estaria relacionada com a dinâmica de cada órgão citado. No endométrio, por exemplo, o ACH impede a variação hormonal diária decorrente do funcionamento nem sempre regular do ovário e estimula menos a proliferação do endométrio; esta a proteção é particularmente maior em mulheres com ciclos irregulares. Quanto ao câncer de ovário, o ACH bloqueia a ovulação, que parece ser um fator de agressão para esse órgão. "Durante o uso da maioria dos ACH, é como se o ovário estivesse de férias", esclarece a médica.
Doutora Lenira ainda afirma que é possível diminuir a incidência do câncer de colo de útero usando preservativo masculino ou feminino, já que o HPV, vírus que causa a doença, é transmitido por fluídos durante a relação sexual.

Hora de começar e parar
A médica do Amaral Carvalho explica que o uso ideal de métodos contraceptivos deve ocorrer após a normalização dos ciclos menstruais. Quando isso não acontece, o anticoncepcional pode ser usado justamente para resolver o problema.
Se a única indicação para o uso é evitar a gravidez, Lenira diz que não é necessário manter o uso caso a pessoa não tenha relações sexuais. Ela recomenda que as mulheres fumantes não usem método hormonal após os 35 anos. Já para mulheres saudáveis e não fumantes, não há limite fixado pelos estudos atuais, mas a formulação e as doses são adaptadas a cada pessoa e idade. Portanto, o acompanhamento médico é indispensável em todos os casos.


Muito além da pílula
Conheça as várias opções existentes de anticoncepcional hormonal

COMBINADOS
(com hormônios estrogênio e progesterona)


Pílula combinada
Ingere-se um comprimido por dia, sempre no mesmo horário, por 21 dias seguidos. Na pausa de uma semana, ocorre a menstruação. "A pílula combinada oral é a mais usada. É mais barata e possui uma variedade maior de doses e composições que permitem um maior flexibilidade no uso e na prescrição", diz dra. Lenira.




Injetável mensal
Indicado para quem tem intolerância gástrica à pílula ou distúrbios intestinais. Também tem a vantagem de eliminar a necessidade de se lembrar de tomar um comprimido todos os dias. As pacientes recebem uma dose do medicamento na farmácia, uma vez por mês. De acordo com dra. Lenira, as injeções mensais geralmente são usadas por mulheres que se esquecem de tomar a dose diária, que têm náuseas, apresentam sangramento durante o uso das pílulas orais ou que fazem uso de outra medicação que possa diminuir a absorção via oral. "Muitas vezes é apenas por praticidade".

Adesivo ou anticoncepcional transdérmico
É colocado na pele (geralmente na região da pelve - da cintura para baixo), que passa a absorver os hormônios presentes nele. Como cada adesivo dura uma semana, são feitas três trocas seguidas pela própria paciente. Na quarta semana, há uma pausa para a menstruação. Para retirá-lo, basta puxar, mas ele não sai facilmente nem com a água quente do banho. Também é usado por mulheres que têm intolerância gástrica com a pílula. O adesivo tem as mesmas indicações e vantagens do anel vaginal. No entanto, dra. Lenira alerta que ele não deve ser usado por mulheres com predisposição pessoal ou familiar de trombose ou doenças coronarianas como infarto e angina. Pode causar reação alérgica na pele e manchas com o sol.


Anel vaginal
Também é indicado para quem tem algum problema na absorção do medicamento via oral. Apesar de ser colocado no fundo da vagina, não é um método de barreira: a argola flexível é mantida no local por três semanas, tempo em que permanece liberando hormônios. Ao final da terceira semana, é retirado para que a mulher menstrue. O anel é colocado e retirado pela própria paciente. O anel vaginal, para a médica Lenira é prático, dura 21 dias e é bem tolerado principalmente por mulheres que tem enjoo ou dor de cabeça com a apresentação oral.

SÓ DE PROGESTERONA


Pílula de progesterona
É indicada para as mulheres que têm intolerância ao estrogênio. Apesar de o uso de hormônios por fumantes - principalmente por aquelas com mais de 35 anos - não ser recomendado, alguns médicos receitam essa pílula para essas pacientes. Isso porque o estrogênio, presente na pílula combinada; pode potencializar os riscos de doenças cardiovasculares, colaborando para a formação de coágulos ou para o entupimento de veias e artérias. "A pílula de progesterona pode ser usada em qualquer período, leva a suspensão do fluxo menstrual e das cólicas menstruais, mas pode levar a retenção de líquido e sangramento de escape principalmente nos primeiros meses de uso".


Injetável trimestral
A mulher vai à farmácia a cada três meses para tomar uma injeção, que libera o hormônio no organismo. Também recomendado para quem costuma se esquecer de tomar a pílula, tem menos contra-indicações para quem tem problemas cardiovasculares do que o injetável mensal, já que não contém estrogênio. Tem duas desvantagens: pode levar a ganhos de peso e dificultar a gravidez nos meses seguintes à suspensão do tratamento.


Implante subdérmico
Com duração de três anos, é inserido sob a pele com uma seringa, entre a derme e a epiderme, geralmente na parte superior interna do braço. A ação do medicamento, que libera gradualmente progesterona, é de três anos. Quando acaba a validade ou caso a paciente queira engravidar, é preciso ir ao médico para retirar o implante. É usado principalmente em mulheres que amamentam e em pacientes com endometriose. "O implante subdérmico, por levar a supressão do fluxo, também tem indicação em mulheres que tem cólicas, anemia ou que não querem menstruar. Tem um custo inicial mais elevado e apesar de ser aplicado no consultório, a retirada após três anos, exige um pequeno procedimento com anestesia local e todos os cuidados inerentes a ele, pode levar a ganho de peso e acne, principalmente em mulheres mais jovens", informa dra. Lenira.


DIU (Dispositivo intra-uterino) hormonal
É muito usado por quem não planeja engravidar em um prazo de cinco anos (tempo aproximado de eficácia). Para colocá-lo, é preciso ir ao médico e estar menstruada. O DIU com hormônio pode melhorar cólicas consideravelmente e costuma ser indicado para mulheres que têm endometriose ou muito sangramento na menstruação. Após o primeiro ano de uso e enquanto o medicamento estiver no organismo, é comum parar de menstruar.
A médica Lenira explica que além do DIU com progesterona, existe o dispositivo de cobre (não hormonal). "Este tem duração de três anos e meio a 10 anos, dependendo do fabricante. Ele deve ser evitado por mulheres com cólicas ou fluxo abundante uma vez que pode agravar estes sintomas, diferente do DIU citado acima, com progesterona. Ambos são aplicados e removidos no consultório com procedimentos relativamente simples", esclarece.

Minipílula
Tem eficácia menor do que a das pílulas comuns por ser composta de progesterona em baixa dose, mas é recomendada para mulheres que estiverem amamentando.

Fontes: Médica oncoginecologista Lenira Maria de Queiroz Mauad e Folha Equilíbrio
Fundação Dr. Amaral Carvalho - http://www.amaralcarvalho.org.br/  



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As causas da doença e os caminhos da cura

Palestra Gratuita

As causas da doença e os caminhos da cura: sob o ponto de vista da Psicologia Junguiana e Psicossomática
Essa dinâmica do adoecimento e os caminhos para tratá-lo são tema da palestra gratuita: Psicologia Junguiana & Psicossomática, que o psicólogo Waldemar Magaldi (*) irá realizar no dia 25 de fevereiro, às 19h30, na FACIS, localizada na Rua Gaspar Lourenço, 627, Vila Mariana, em São Paulo.

Magaldi destaca que os sintomas do adoecimento podem aparecer tanto no corpo, quanto nas relações sociais ou de trabalho (como as dificuldades de relacionamento ou de se manter no emprego, por exemplo). E eles não têm relação apenas com condições biológicas ou bioquímicas, mas também com as condições familiares, profissionais, sociais e até espirituais. "Quando a pessoa consegue se reequilibrar em todas essas áreas, que abrangem a diversidade de expressão da vida humana, ela vai conquistar o caminho da cura", observa Magaldi. Cura, no mesmo sentido de queijo curado, segundo o psicossomatista, não significa perfeição ou pureza, mas integridade e solidez.

Não é uma tarefa fácil, afirma Magaldi. A identificação das causas "invisíveis" por trás das doenças e o autoconhecimento por meio da psicoterapia junguiana são algumas das chaves para a possibilidade de transformação. "Temos que tirar proveito do inconsciente. É lá que reside todo o potencial criativo e evolutivo do ser humano. É lá também que estão a sombra e a possibilidade de destruição. Quando alcançamos o autoconhecimento, podemos encontrar a saúde e eliminar a doença", diz o psicólogo.
Informações e inscrições para a palestra pelo telefone (11)5085.3141 ou email: info@facis.edu.br
Para quem quiser se profissionalizar na área estão abertas inscrições para o curso de pós-graduação em Psicossomática, com informações no site www.facis.edu.br

Serviços:
Data: 25/02/2010 - quinta-feira - 19h30
Palestra Aberta com Dr. Waldemar Magaldi
Psicologia Junguiana e Psicossomática
Local: Rua Gaspar Lourenço, 627, Vila Mariana
Informações: (11)5085.3141

(*) Waldemar Magaldi é psicólogo, especialista em Psicologia Junguiana, Psicossomática e Homeopatia. Mestre e doutor em Ciências da Religião. É autor do livro "Dinheiro, saúde e sagrado".
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Inscrições para a Universidade da Terceira Idade

Senhores e senhoras com idade a partir dos 50 anos que desejam retomar os estudos podem realizar inscrições para a Universidade Aberta da Terceira Idade (UATI) da UnG até o próximo dia 20.

A iniciativa tem como objetivo oferecer a troca de experiências através de aulas teóricas, práticas e passeios culturais. Para ingressar na UATI não é necessário ter concluído o segundo grau nem mesmo prestar vestibular.

As atividades serão oferecidas nas unidades Guarulhos-Centro e Itaquá. A matrícula deve ser feita na Coordenação do programa no campus escolhido. Os documentos necessários são: 1 foto (3x4), fotocópia simples do RG, CPF e comprov ante de residência, além dos originais. O custo é de R$ 55 para aulas em Guarulhos e R$ 35 em Itaquá.

Informações: www.ung.br ou (11) 2464-1720.
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Curso de extensão em Libras da UnG tem inscrições abertas

Aulas serão ministradas em Guarulhos. Há desconto para alunos e egressos da Instituição

A Universidade Guarulhos (UnG), na Grande São Paulo, está com as inscrições abertas para o curso de extensão em Libras (Língua Brasileira de Sinais). O público-alvo são: educadores, estudantes, assistentes sociais, psicólogos, fonoaudiólogos, enfermeiros, deficientes auditivos, pais de pacientes e demais interessados na comunicação de sinais.

As aulas iniciarão na segunda semana do mês de março e serão ministradas na Unidade Guarulhos-Centro, aos sábados, das 9h às 13h. A carga horária é de 60 horas: 40 horas presenciais e 20 horas à distância.

O processo de inscrição deve ser feito pessoalmente, no setor de Atendimento Comunitário, localizado no Prédio D do campus. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h; e aos sábados, das 8h às 15h30.

A data limite é 27 de janeiro. O valor é de R$ 75 para a comunidade acadêmica da UnG (alunos, professores, egressos, funcionários) e R$ 150 para o público externo.

A Instituição oferece o curso de Libras nos níveis básico, intermediário e avançado.
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Município Ferraz de Vasconcelos recebe Fórum de Educação

O Fórum de Educação Existencial – Reflexões sobre Ética e Competências será realizado no próximo dia 19/02, às 9h, na Escola de Educação Integral e Formação Pedagógica - EDIFORP, no município de Ferraz de Vasconcelos, SP. O Fórum é uma iniciativa da secretaria municipal de Educação e contará com a participação do professor e ex-secretário de Educação do Estado de São Paulo, Gabriel Chalita. Os Fóruns já aconteceram em diversos municípios do Estado de São Paulo.
O evento pretende ser um núcleo de discussões sobre temas relacionados à Educação, visando ao sucesso escolar e à capacitação dos professores para atuar em sala de aula. O encontro tem como objetivo debater a Educação sob as óticas filosófica e existencial, estabelecendo, de forma pragmática, competências que resultem no aprimoramento da qualidade de trabalho para os professores e do aprendizado para os alunos.
Tem, também, como meta, a proposição de diretrizes pedagógicas baseadas na Educação Existencial, orientada para a vida, por meio do desenvolvimento simultâneo das habilidades emocional, social e cognitiva, essenciais para a formação de alunos-cidadãos preparados para se interrelacionarem pautados pela tolerância e pelo respeito. “Por meio do aprimoramento da habilidade cognitiva, o aluno é desafiado a uma nova forma de lidar com o conhecimento. Ao explorar a habilidade social, por outro lado, o educador estimula sua inserção na sociedade. E, ao desenvolver a habilidade emocional, forma-se a base para o aluno desenvolver o autoconhecimento que o capacitará a acreditar no seu próprio aprendizado”, defende Gabriel Chalita, autor dos livros Pedagogia do Amor e Pedagogia da Amizade, entre outros.
A prevenção e orientação sobre as práticas de bullying escolar também serão temas de destaque no Fórum Educacional Existencial. Há estudos que mostram que cerca de 50% dos estudantes brasileiros se envolveram em práticas de bullying, seja como vítima, seja como agressor. Por acreditar na necessidade de conscientização dos casos relacionados a humilhação, desrespeito, discriminação, ofensas e agressões físicas, que, não raro, culminam na morte de crianças e jovens, Gabriel Chalita apresentou, na Câmara Municipal de São Paulo, o Projeto de Lei 069/2009 de Combate ao Bullying, que já foi sancionado pelo prefeito, Gilberto Kassab. O vereador fez ainda a indicação, à prefeitura, da criação do cargo de psicopedagogo nas escolas da rede pública para prestar assistência a alunos, professores e funcionários, principalmente quando envolvidos em situações de bullying.

Serviço:
Evento: Fórum de Educação Existencial
Horário: às 9h
Local: na Escola de Educação Integral e Formação Pedagógica (EDIFORP)
Rua: Prefeito Takumi Koike, 77 – Ferraz de Vasconcelos
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O b-á-bá do implante de silicone

Estamos no verão, às "vésperas" do Carnaval. Nesta época, em especial, algumas mulheres desejam expor mais seus corpos e mostrar seios fartos, impulsionadas pelos colos delineados das famosas da mídia.
Com o avanço dos materiais e dos procedimentos para o implante de silicone, muitas mulheres têm recorrido à cirurgia para aumentar os seios. Prova disso é a pesquisa divulgada no ano passado, sob encomenda da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e realização da Datafolha, revelando que em quatro anos, o número de cirurgias estéticas de mama ultrapassou o de lipoaspirações no Brasil. De um total de 629 mil procedimentos de médio e grande porte feitos em 2008, 151 mil foram de mama e outros 91 mil, de lipoaspiração.
A pesquisa também mostrou que o número de cirurgias de aumento dos seios são 74% mais frequentes do que as de redução, contabilizando 96 mil contra 55 mil.
Em 2004, no último levantamento da SBCP, as lipoaspirações somaram 198.137, e as cirurgias de mama, 117.759. No total, foram 616.287 cirurgias.
Apesar do desenvolvimento das técnicas de implante mamário nos últimos anos, a atenção e a pesquisa sobre como, onde e com quem realizar o procedimento são essenciais. Mais do que indicação, é preciso decidir por profissionais experientes e titulados pela SBCP, assim como hospitais de referência para garantir não só o bom resultado estético, mas a segurança da paciente em casos de intercorrências.
Para ajudar quem deseja realizar o procedimento, convidamos o cirurgião plástico atuante no Centro Especializado em Cirurgias Minimamente Invasivas (CECMI), dr. Luiz Philipe Molina. Confira as orientações do profissional.
Quando a cirurgia de implante mamário é indicada? Além do volume insatisfatório da mama, a premissa básica para o implante é que a mulher apresente amadurecimento mamário (avaliado por um médico), que ocorre por volta dos 17 anos de idade.
Quais são as contra indicações? Além de possíveis problemas de saúde a serem analisados caso a caso, não é indicado em mulheres que queiram realizar o procedimento apenas para levantar as mamas, que queiram retirar o volume que já possuem para implantar o silicone ou ainda se valer do procedimento para deixar as mamas firmes.
Além do médico titulado pela SBCP, é necessário pesquisar o local onde o procedimento será realizado? Sem dúvida. É de extrema importância que o procedimento seja realizado em um serviço com estrutura hospitalar para atendimento de emergências, com suporte de UTI, equipamentos e profissionais especializados para um completo atendimento de todas as necessidades que este paciente venha a ter, inclusive em casos de intercorrências, que nunca podem ser descartadas.
Qual a durabilidade das próteses? Duram de 10 a 15 anos. Ou seja, não são para a vida toda e precisam ser trocadas com o tempo. Ainda que existam cirurgiões que digam que suas próteses são definitivas, não acredite, isso não passa de jogada de marketing.
Do que são feitos os conteúdos das próteses? Elas podem ser de gel de silicone ou de solução salina. O gel de silicone é muito mais utilizado e difundido, por garantir um resultado mais natural devido a consistência alcançada com o resultado.
Existe limite de tamanho das próteses? Apesar de haver próteses de 80ml até 800ml, as menores que 110ml não valem a pena, porque apresentam resultado pobre. Já as maiores que o aceitável para a harmonia do corpo podem trazer inconvenientes como ficar sensíveis ao tato e causar estrias, além de terem resultado artificial.
É possível escolher formatos diferenciados? Sim. Basicamente são elas: a prótese de perfil baixo (que aumenta o volume da base da mama sem projetá-las para frente - redonda), a alta (que projeta as mamas para frente - formato de cone), moderada (resultado mais natural e intermediário entre as duas outras) e anatômica (que tende a dar mais volume no pólo inferior da mama - em formato de gota).
Quais os tipos de implante existentes? Pode ser liso, texturizado ou de poliuretano. O liso quase já não é mais utilizado pelos profissionais, por ser o que apresenta maior índice de "rejeição". Já o texturizado é o mais difundido no Brasil, justamente pelo fato contrário. O de poliuretano, pouco difundido, ainda não tem seu real papel definido com estudos científicos.
Existe alguma indicação quanto às marcas das próteses? Existem apenas duas marcas aprovadas pelo FDA (Food and Drug Administration), órgão de saúde norte-americano de regula as próteses naquele país e que serve como parâmetro de qualidade no mundo inteiro.
Quais as técnicas mais indicadas para o procedimento? A técnica do implante por baixo do caimento da mama (sulco mamário) apresenta menor índice de complicações e as cicatrizes ficam quase invisíveis. O implante pela auréola também é uma técnica que apresenta bons resultados, porém é indicada para mulheres que possuem auréolas grandes. Pelas axilas, existe um maior índice de complicações, mesmo se realizada por cirurgiões experientes, por isso, deve ser evitada.
Existe algum cuidado especial no pós-operatório? O cirurgião detalhará este processo com a sua paciente, mas as indicações mais frequentes são o massageamento da região, não dormir de barriga para baixo e evitar esforços físicos como carregar pesos por 2 meses. Alguns tipos de exercícios podem ser feitos após duas semanas, mas com cuidado.

Sobre o dr. Luiz Philipe Molina Vana

Especialista em Cirurgia Plástica e Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, com Estágio no Schriners Burns Institute / Massachussetts General Hospital, Harvard - Massachussetts, Presidente da Sociedade Brasileira de Queimaduras - Regional São Paulo e Cirurgião no Centro Especializado em Cirurgias Minimamente Invasivas (CECMI)/SP.
Sobre o CECMI
O Centro Especializado em Cirurgias Minimamente Invasivas (CECMI) é o primeiro hospital do gênero no Brasil. Baseado em modelos de sucesso nos Estados Unidos e Espanha, o Hospital possui estrutura desenvolvida para cirurgias convencionais e minimamente invasivas em uma composição otimizada e centrada nos recursos necessários, que alia tecnologia e técnica a atendimento diferenciado e de menor custo.
Entre as especialidades cirúrgicas atendidas no CECMI e exercidas pelos mais renomados profissionais do Brasil encontram-se: Aparelho Digestivo e Bariátrica (Obesidade), Buco-maxilo-facial, Cirurgia Geral, Ginecologia, Oftalmologia, Ortopedia, Otorrinolaringologia, Pediatria, Plástica, Urologia e Cirurgia Vascular.

Informações:
http://cecmi.wordpress.com/2010/01/29/o-b-a-ba-do-implante-de-silicone
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Conheça a cirurgia guiada de implantes

PIONEIROS NA CIRURGIA GUIADA DE IMPLANTES AFIRMAM O GRANDE SUCESSO DA TÉCNICA


Muitos brasileiros sofrem com a ausência de alguns dentes ou até mesmo de todos, com isso surge a vergonha de sorrir, a dificuldade na mastigação e a auto-estima baixa. Para solucionar este problema, especialistas utilizam próteses fixas, móveis e até mesmo dentaduras, mas nem sempre chega a perfeição de um dente natural.

Mas, em 2007 chegou ao Brasil um avanço tecnológico proporcionando às pessoas que sofrem com esses problemas, bem-estar e uma estética bucal perfeita, de uma forma rápida e muito mais segura do que as cirurgias convencionais de implantes.

Dr. Mauricio Querido e Dra. Andréa Cury, ambos especialistas e mestres em implantodontia, foram um dos primeiros a realizar a cirurgia de implante dentário menos invasiva, conhecida como ‘cirurgia guiada’ - sem cortes na gengiva, apenas uma pequena perfuração, evitando-se sangramentos, inchaços e dores pós-operatórias.

“A cirurgia lançada há três anos foi um grande sucesso e hoje em dia utilizamos muito esta técnica, somos reconhecidos por este marco na medicina odontológica, para nós é uma satisfação inexplicável”, afirmam os doutores.

A técnica consiste em uma leitura tridimensional computadorizada de toda a estrutura óssea do individuo, apresentando uma precisão exata do local, profundidade e inclinação de onde deve ser fixado o implante, diminuindo muito as chances de erros.

Com este avanço tecnológico na área da odontologia o paciente pode ter seus dentes perfeitos em apenas alguns minutos, “a satisfação e a emoção dos meus pacientes quando olham no espelho e analisam a perfeição do sorriso, pois haviam esquecido como era sorrir sem nenhum constrangimento, é muito gratificante para mim”, diz Dr. Mauricio Querido.

Já para as pessoas que sofrem de perda óssea, a cirurgia guiada é indicada somente após o enxerto (reposição) do osso ao redor da raiz, podendo ser retirado do próprio paciente (bacia, calota craniana ou tíbia); ou adquirido no banco de osso humano.

Para saber mais informações, acesse: www.clinicamq.com.br


Clínica MQ
Endereço: Rua Rafael Iório, 199 – Campo Belo
Tel.: 5093.4366


Dr. Mauricio Querido

Idealizador da Clínica MQ (que traz as inicias do seu nome); Mauricio Querido com mais de15 anos de profissão é formado em Odontologia com especialização em Histologia, Biologia Molecular e Implantodontia; autor e co-autor de 02 capítulos do livro ‘Implantes Osseointegrados: Inovando Soluções’ e de um capítulo do livro, ‘Implantes Osseointegrados: Técnica e Arte’; ministra palestras em todo o Brasil e já apresentou trabalhos no exterior como o “Bone Repair in Graft Donnor Sites: A Comparative Study”, em Palm Springs – Califórnia. Membro da Academia Americana e Brasileira de Osseointegração, é responsável pelo departamento de Implantodontia da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas) e coordenador científico do 7° Congresso Internacional de Osseointegração, que acontecerá em abril de 2010.

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Como planejar a sala de jantar...

Salas de jantar: projeto deve celebrar o prazer de fazer as refeições com amigos e familiares

"Espaço, luz e ordem, estas são as coisas que as pessoas precisam, tanto quanto o pão ou um lugar para dormir". Le Corbusier

O projeto da sala de jantar merece um cuidado especial na hora de ser elaborado. Além dos móveis que podem ser comprados prontos, é interessante harmonizar estes elementos: mesas, cadeiras e lustres, de forma a alcançarmos uma composição afinada com o estilo da casa e de seus moradores.
Atualmente, a sala de jantar vem perdendo aquela conotação de ambiente reservado para ocasiões especiais, a formalidade desses ambientes vem diminuindo. A tendência é que este ambiente se torne mais casual e integrado ao restante das áreas sociais das residências e apartamentos. “Hoje, entendemos que o projeto de uma sala de jantar precisa estar de acordo com o uso que o cliente deseja dar a este espaço. Algumas perguntas são essenciais para auxiliar o arquiteto neste trabalho, tais como: o cliente gosta de receber amigos e familiares? A família é numerosa, tem muitas crianças, por isso, precisa de uma sala de jantar espaçosa e prática? O cliente deseja uma sala de jantar multifuncional? Ele gosta de cozinhar e deseja um ambiente gourmet integrado à cozinha e à sala de estar? São muitas as variáveis que precisam ser apuradas antes de iniciar a elaboração do projeto”, diz a arquiteta Ana Paula Naffah Perez, diretora de projetos da C+A Arquitetura e Interiores.

A escolha da mesa

O ponto de interesse central de uma sala de jantar é a mesa. E para uma boa especificação é necessário comnsiderar os formatos e dimensões disponíveis no mercado. “Esta escolha precisa levar em conta que a dimensão da mesa deve obedecer, primordialmente, ao espaço disponível. As pessoas sentadas devem ter espaço suficiente para acomodar as pernas, para se levantarem e circularem, sem incomodar os demais. Hoje, muitas pessoas optam por modelos de mesa de jantar extensíveis, que aumentam, conforme a necessidade dos anfitriões. Existem soluções apropriadas para cada ambiente: mesas redondas são mais indicadas para conversar e suavizam o ambiente; pequenas mesas quadradas são ideais para espaços menores.”, explica Ana Paula Perez.
Depois da escolha da mesa, vem a hora de decidir como serão as cadeiras. “Atualmente, há uma liberdade muito grande para compor a mobília da mesa, desde um conjunto de cadeiras iguais, a cadeiras diferentes (um ou mais modelos distintos), passando por pequenos sofás e bancos, ou mesmo, uma mistura com cadeiras de um lado e um sofá do outro”, diz a arquiteta Ana Paula Perez. A escolha dos tecidos que revestirão as cadeiras também deve ser feita em função do estilo de vida dos moradores da casa. “É preciso considerar se existem crianças ou animais na casa, pois há tecidos que camuflam mais as sujidades indesejadas. Há ainda a opção de usar capas laváveis sobre as cadeiras”, diz a arquiteta. Como existe uma gama enorme de opções no mercado, incluindo cadeiras com revestimentos de couro ou PVC, que dispensam ser forradas, é preciso muita atenção nessa escolha para se obter um bom resultado, harmônico com a mesa.
A vedete de uma sala de jantar sem dúvida é o lustre central. Ele dará o tom da iluminação cênica e do estilo do ambiente. Se há um espaço na casa que necessita de uma boa e interessante variedade de iluminação é a sala de jantar. “ É preciso escolher um bom lustre pendente para iluminar toda a mesa. A luz pode incidir diretamente ou indiretamente sobre a mesa de jantar. Outros pontos de luz podem complementar a iluminação para criar um ambiente mais intimista e, ao mesmo tempo, garantir a boa iluminação desse espaço. É muito importante prever no projeto de iluminação acionamentos distintos, para se obter diferentes cenas de iluminação. Em ocasiões especiais é possível também usar velas, por isto, ter alguns castiçais em casa é uma boa dica”, conta Perez.

Móveis de apoio

Depois da escolha da mesa e das cadeiras, é preciso complementar e equilibrar a disposição do mobiliário na sala de jantar, selecionando os móveis de apoio, que facilitam muito a organização deste espaço. “Numa sala de jantar existem três principais móveis de apoio que podem ser explorados: o aparador (essencial para organizar pratos e travessas); um armário/vitrina (reservado aos copos e outras peças de vidro e cristal) - e um carrinho de chá ou outra mesa de apoio, perfeito para servir de bar”, explica a arquiteta Ana Carolina M. Tabach, diretora de projetos da C+A Arquitetura e Interiores.
“A colocação de um tapete na sala de jantar é um item bem polêmico. Quando o piso especificado é do tipo frio, como mármore ou porcelanato, sugerimos não utilizar o tapete. Como opção, é possível também fazer um tapete, utilizando diferentes tipos de revestimento”, destaca Ana Carolina.
Mas se a opção for a de colocar um tapete, o uso desta peça pode destacar a sala de jantar de outros ambientes, numa mesma divisão; pode tornar o espaço menos formal; pode proteger o piso especificado; ou pode, ainda, tornar o ambiente mais aconchegante...
Por outro lado, a ausência de um tapete pode realçar um chão magnífico, conferindo um certo glamour ao espaço e refrescando o ambiente. “Portanto, não há uma única regra. Ao fazer o projeto, podemos optar por experimentar. Mas, se a decisão final do cliente for a de colocar um tapete, este deve ser maior do que a mesa, para que as cadeiras estejam sempre pousadas sobre ele, mesmo quando puxadas para trás”, informa Tabach.
É preciso pensar também se é necessário colocar cortinas neste ambiente. “Para isto, é preciso pensar em como as cortinas funcionarão: apenas como elemento decorativo, ou como conforto térmico, servindo de barreira contra a incidência solar ou se terão um papel importante no resguardo da privacidade do espaço? Existem várias combinações possíveis para decorar janelas e que se apresentam igualmente vistosas, de dia e de noite: persianas que estão disponíveis em vários modelos e materiais e que permite resguardar a sala do sol, sem escurecer a casa; uma cortina semi-transparente para o verão, à qual se pode sobrepor uma mais grossa no inverno. São muitas as possibilidades que devem ser estudadas para valorizar a sala e não introduzir um elemento desnecessário no ambiente”, explica Ana Carolina.

Receba bem...

Por menos imponente que seja, uma sala de jantar é sempre mágica, pelo poder de reunir amigos e familiares para partilhar bons momentos. “Por isto, para receber muito bem os seus convidados, além de cuidar do cardápio, você pode caprichar nos detalhes e comprar acessórios, tais como louças especiais e algumas peças decorativas, que podem ser substituídas periodicamente. Invista em esculturas, garrafas de vidro ou cristal, peças menos usadas de um serviço de jantar antigo, belos guardanapos, velas ou arranjos florais para agregar mais charme às suas refeições”, recomenda a arquiteta Ana Carolina Tabach.
Sobre a C+A Arquitetura
A C+A Arquitetura e Interiores está em São Paulo, capital. Desenvolve projetos de arquitetura criativos e inovadores, com foco nas áreas residencial, comercial, saúde e interiores. Há dez anos, tem como valores fundamentais que norteiam sua atuação o profissionalismo e o comprometimento com a entrega de projetos com alto nível de qualidade técnica. As arquitetas Ana Paula Naffah Perez e Ana Carolina M. Tabach estão à frente da equipe que congrega, hoje, mais de 10 profissionais. Conheça um pouco mais do trabalho destas profissionais, acessando:

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Copa amplifica direitos sociais nos sistemas de mobilidade urbana

Projetos do governo federal para as cidades-sede dos jogos de 2014 priorizam a garantia da acessibilidade, segurança e inclusão social


Os planos do governo federal para 2014 extrapolam a modalidade esportiva. Entre os temas mais imprescindíveis estão os investimentos em mobilidade urbana, segundo Deusdith de Souza Júnior, diretor da Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades.

Para Souza Júnior, os projetos estruturantes nessa área visam, sobretudo, garantir e ampliar os direitos sociais do cidadão brasileiro, como o transporte, a segurança e a facilidade de deslocamento para pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida. “É nesse sentido que a Copa vai nos deixar um legado social”, sinalizou.

O objetivo dos investimentos é criar soluções para os gargalos dos serviços de transporte público coletivo. O aumento considerável da demanda de tráfego, congestionamentos nas proximidades dos estádios, estacionamentos lotados e vagas irregulares serão enfrentados com propostas de integração dos modais de transporte urbano. “É preciso empreender uma grande mudança que comporte a qualificação do transporte sobre trilhos, que já avançou muito em São Paulo, novos corredores para ônibus, o que já acontece com sucesso em Curitiba, além da construção de ciclovias, bicicletários, passeios, rampas de acesso, piso tátil, calçadas rebaixadas, passagens em nível e eliminação de barreiras arquitetônicas que limitam a acessibilidade dos cidadãos”, afirmou o diretor.

SEMINÁRIO EM SÃO PAULO
Esses e outros assuntos são destaques da pauta do Seminário Internacional de Futebol – Copa do Mundo 2014 no Brasil. A programação é aberta ao público e se estende até esta quinta-feira (11), na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Organizado pela Comissão de Esporte e Turismo da ALESP, o evento tem o apoio dos ministérios do Turismo e do Esporte.
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Projeto de humanização dos ambientes de saúde

Salas de espera mais aconchegantes fazem parte do projeto de humanização dos ambientes de saúde


“Sala de espera no consultório. Sala de espera? Não: sala de recordações. Porque as revistas são tão velhas que a gente, sincronizando (perdão) com as datas delas, transporta-se ao que foi naquele tempo...”
Mário Quintana

As normas para os edifícios de saúde são rigorosas. A principal delas e mais abrangente é a RDC-50, da ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, regulamento técnico que, desde 2002, normatiza o planejamento dos edifícios de saúde em âmbito nacional, complementado por normais específicas e estaduais. Essa legislação desempenha papel importante no desenvolvimento de projetos de empreendimentos de saúdes.
Portanto, quando a edificação é de saúde, além de seguir as normas, o arquiteto deve usar bom senso ao projetar. “Nos setores de uso social, como a recepção e a sala de espera é possível trabalhar com mais liberdade. Além da escolha dos materiais de acabamento, pode-se explorar os recursos do design, principalmente no detalhamento dos mobiliários, de luminotecnia e de luz natural para dar mais riqueza e humanizar os espaços, evitando composições monótonas ou excessivas”, destaca a arquiteta Ana Carolina M. Tabach, diretora de projetos da C+A Arquitetura e Interiores.
Nos edifícios de atenção à saúde, onde é freqüente a ocorrência de situações críticas e estressantes, envolvendo relações interpessoais e indivíduos com algum grau de sofrimento físico e/ou psíquico, os fatores ambientais que definem as condições de conforto assumem responsabilidade significativa durante o desenvolvimento do projeto arquitetônico, pois estão diretamente relacionados com a recuperação do paciente. “Enquanto espera pelo atendimento, é muito importante que o paciente esteja acomodado num local confortável, para evitar que o seu mal estar e a sua ansiedade aumentem”, defende Ana Carolina.
A sala de espera de um consultório deve ser projetada de forma a oferecer “algo a mais” para seus usuários, neste caso, o foco é oferecer conforto ao paciente e aos acompanhantes. “Ao invés da TV em um volume alto e incômodo e com uma programação que nem sempre agrada a todos, é importante ter luz natural, vista para o skyline da cidade, ou, se possível para um jardim externo. Também podemos criar um suporte adequado e diferenciado para oferecer folhetos explicativos e matérias com informações sobre programas de saúde preventiva, de preferência na especialidade do profissional de saúde. Estes detalhes do projeto fazem toda a diferença”, diz a arquiteta Ana Carolina Tabach.
Uma alternativa para quem optar pela colocação da TV na sala de espera do consultório é fazer um vídeo educativo de curta duração com cirurgias e/ou exames preventivos. Para boa leitura na sala de espera, os fôlderes podem informar, por exemplo, a utilização das novas tecnologias, além de trazer diferentes informações sobre doenças – causas, sintomas, diagnóstico e, principalmente, tratamento.
Para amenizar a espera
Além de uma iluminação adequada, o projeto de luminotécnica nos ambientes de saúde deve contemplar também o estudo do impacto dos efeitos biológicos e psicológicos da luz sobre os usuários do prédio. “Devemos considerar ainda as características específicas das atividades e procedimentos, dos equipamentos e tecnologias utilizados no consultório e as suas demandas de luminosidade”, explica a arquiteta Ana Paula Naffah Perez, diretora de projetos da C+A Arquitetura e Interiores.

O clima tropical do Brasil proporciona condições para um maior aproveitamento da luz natural no interior das edificações. “A iluminação natural traz diversos benefícios para a saúde, além de proporcionar a sensação psicológica de tempo, tanto cronológico quanto climático. A luz artificial, necessária à noite e nos dias nublados, deve ser vista sempre como uma complementação e nunca como uma substituição da luz natural”, destaca Perez.

Um pouco de cor

As pesquisas e estudos sobre o uso das cores nos ambientes de saúde têm reforçado o quanto estes elementos podem contribuir para o conforto e recuperação dos pacientes. “A cor pode ser entendida como uma poderosa linguagem que afeta não apenas as sensações psicológicas, mas também desperta os sentidos e a percepção do espaço, influenciando o estado de espírito das pessoas. A utilização de referências cromáticas na ambientação dos espaços de saúde é uma prática incontestável”, informa Ana Paula.

As diferentes sensações provocadas pelas cores podem ser utilizadas para valorizar ou mesmo incrementar um ambiente. “As cores mais suaves e neutras podem trazer sensações de tranqüilidade e conforto. Por outro lado, cores mais intensas e quentes podem dar mais vida e energia ao ambiente. Também é possível utilizar cores combinadas, criando ‘brincadeiras’ com listras, arabescos ou formas geométricas, tornando os espaços mais alegres e divertidos”, explica Perez.
Como vivemos numa era de hiperconectividade, a sala de espera pode oferecer computadores com acesso à internet, com o site da clínica como página inicial, ou mesmo uma rede wireless. “A tendência é que as salas de espera de consultórios e clínicas tenham espaços exclusivos para os pacientes e acompanhantes acessarem a Internet. Por isso, procuramos criar um local adequado para acesso à rede em nossos projetos, optando por mobiliários especialmente destinados a esse fim, adequados aos espaços reduzidos, mas ergonômicos”, informa a arquiteta.

Servir ou não servir um cafezinho?
A rigor, nenhuma clínica ou consultório é obrigado a servir bebidas ou comidas para os pacientes. Entretanto, a partir do momento em que esta opção é feita, tudo o que for servido deve refletir a preocupação e o cuidado do profissional de saúde – em alguns casos da instituição – com os seus pacientes. Consultórios e clínicas que atendem pacientes diabéticos, gestantes e idosos devem contar com um estoque de alimentos apropriados, que possam ser oferecidos, apesar da dieta restrita destes pacientes.
A escolha da água, do café, do chá, do suco ou de um lanche rápido deve ser feita levando em conta a qualidade destes produtos e o público alvo. O cuidado, aqui, se estende às louças, copos, bandejas, tudo deve ser escolhido para reforçar o lado positivo desta prestação de serviços. “Para acomodar de maneira convidativa água e café, procuramos sempre projetar uma bancada ou um carrinho que comporte uma bandeja e os demais acessórios necessários, sempre com fácil acesso aos pacientes e acompanhantes”, diz a arquiteta Ana Paula Naffah Perez.

Sobre a C+A Arquitetura
A C+A Arquitetura e Interiores está em São Paulo, capital. Desenvolve projetos de arquitetura criativos e inovadores, com foco nas áreas residencial, comercial, saúde e interiores. Há dez anos, tem como valores fundamentais que norteiam sua atuação o profissionalismo e o comprometimento com a entrega de projetos com alto nível de qualidade técnica. As arquitetas Ana Paula Naffah Perez e Ana Carolina M. Tabach estão à frente da equipe que congrega, hoje, mais de 10 profissionais. Conheça um pouco mais do trabalho destas profissionais, acessando:

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Autoteste de gravidez 100% brasileiro

Empresa de biotecnologia desenvolve autoteste de gravidez 100% brasileiro

Novo produto chega ao mercado por meio da parceria entre a empresa de biotecnologia FK e a fabricante de produtos hospitalares Lifemed

Brasília, 10/02/10 – A FK Biotecnologia, pioneira no desenvolvimento de imuno-ensaios no Brasil, comemora o primeiro registro, junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), de um produto desenvolvido pela empresa. Trata-se do NeoTest, autoteste de urina para verificação de gravidez, que oferece 99% de precisão e duração de cinco minutos até a obtenção do resultado. Essa conquista da FK é resultado da parceria firmada com a Lifemed, fabricante de produtos hospitalares, e do apoio de iniciativas públicas e privadas de incentivo à inovação no Brasil. “Em nossa trajetória, contamos com o apoio fundamental de entidades públicas e privadas, até chegarmos ao NeoTest, primeiro teste de gonadotrofina coriônica humana (hCG) 100% brasileiro, que certamente abrirá caminhos para toda uma linha de produtos inovadores no País”, conta o diretor da FK, Fernando Kreutz, que é médico e doutor em Biotecnologia.

Conquistas como esta da FK são exemplos de resultados que o Governo Federal busca obter com as medidas e ações realizadas no âmbito da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) e da Política Nacional de Biotecnologia (PDB), em especial no que tange o aumento dos investimentos fixos no Brasil e dos gastos privados em P&D por parte de empresas nacionais. Para Reginaldo Arcuri, presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), órgão que compõe a Secretaria Executiva da PDP ao lado do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Ministério da Fazenda, um dos grandes objetivos do Governo para a área de biotecnologia é articular a aproximação entre pesquisadores e fabricantes, através de ações que reúnam o poder público e a iniciativa privada. “Para isso, o setor conta com o Comitê Nacional de Biotecnologia (CNB), uma instância interministerial que coordena a implementação da PDB e que objetiva, entre outras coisas, diminuir a distância entre os laboratórios de pesquisa e a indústria, principalmente nas áreas de saúde humana, agropecuária, biotecnologia industrial e ambiental.”, explica Arcuri, lembrando que a ABDI também é responsável pelas atividades da Secretaria Executiva do Comitê.

Segundo o diretor da FK, a interação entre o poder público, órgãos de pesquisa e empresários, proposta nessas duas políticas, é imprescindível para o sucesso de processos de inovação no Brasil. “Desde 1999, ano de sua fundação, a FK busca estruturar sua atuação por meio de parcerias e programas de benefícios. Exemplos disso são nossas participações em iniciativas da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), como o Programa Inovar, o Programa de Subvenção Econômica e projetos dos Fundos Setoriais de Ciência e Tecnologia, além das Bolsas RHAE, programa que concede bolsas operadas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) a empresas ou instituições que executam atividades de desenvolvimento científico e/ou tecnológico para empregar especialistas”, elenca Kreutz. A FK também está entre as pequenas e médias empresas brasileiras com experiências de sucesso em investimentos de risco: foi a primeira empresa de biotecnologia capitalizada pelo RSTec, um fundo de recursos do Sebrae/RS, BID e BNDESPAR, administrado pela Companhia de Participações (CRP). “Esta capitalização foi um marco na história da empresa. Sem este investimento, hoje a FK não existiria. Mas, infelizmente, os investimentos em biotecnologia ainda são poucos no Brasil e, por isso, também buscamos investimentos e parceiros fora do País”, conta ele.

Em maio de 2008, com apoio técnico e financeiro da ABDI e da FINEP, a FK Biotecnologia participou, ainda, do Life Science Venture Forum, realizado na Califórnia (EUA). “Aquela ocasião marcou a primeira participação de empresas brasileiras em eventos internacionais para atração de capital de risco. Cerca de 60 empresas se apresentaram para mais de 400 potenciais parceiros e investidores”, conta Cássio Rabello, assessor especial da ABDI. “Também são fundamentais na trajetória da FK parcerias com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde está instalada a atual sede da empresa, e a com Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), que abrigará a futura sede da FK”, conta Kreutz.

Lifemed

A parceria entre a FK Biotecnologia e a Lifemed também foi decisiva para o desenvolvimento do NeoTest. “A Lifemed é uma grande empresa do setor de produtos para saúde, com a qual nos associamos. Hoje, ela é acionista da FK, para industrialização e comercialização dos kits”, conta Kreutz. Fundada em 1978, a Lifemed iniciou, entre 2006 e 2008, um amplo processo de expansão que, além da aquisição de ações da FK Biotecnologia, incluiu a entrada do BNDES como sócio da empresa.

Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP)

Elaborada com a participação de diversos ministérios, agências e empresas públicas e privadas, a PDP foi lançada em maio de 2008 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com foco no estímulo à inovação, a Política estabeleceu metas de ampliação da taxa de investimento, do gasto privado em pesquisa e desenvolvimento, da participação do Brasil no comércio internacional e da quantidade de micro e pequenas empresas exportadoras. Para isso, foram pensadas medidas de curto, médio e longo prazo que fortalecerão a cadeia produtiva.

Política de Desenvolvimento da Biotecnologia (PDB)

A PDB, criada pelo Governo Federal em fevereiro de 2007, juntamente com o Comitê Nacional de Biotecnologia, foi desenvolvida com foco estratégico nas áreas de saúde humana, agropecuária, biotecnologia industrial e ambiental. Com investimentos públicos e privados estimados em R$ 10 bilhões, a PDB determina ações governamentais de incentivo à competitividade da indústria brasileira de biotecnologia, ao aumento a participação do País no comércio internacional e ao crescimento econômico do setor.
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Projeto Carnaval, da Apex-Brasil, é fonte para a atração de investimentos

Projeto traz mais de 150 compradores estrangeiros e formadores de opinião para o carnaval carioca

* Visita ao parque industrial brasileiro: convidados cumprem agenda em fábricas e lojas, nos estados produtores de bens e mercadorias exportáveis

O Projeto Carnaval, criado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), capitaliza a grande visibilidade do carnaval brasileiro no mundo para atrair investidores estrangeiros. O Projeto, realizado em parceria com entidades empresariais de diversos setores da economia, intensifica o relacionamento entre empresários brasileiros e compradores internacionais, incrementando o ambiente de negócios durante esse período.
Este ano, mais de 150 empresários e formadores de opinião, de 29 países, cumprem agenda nos dias que antecedem e sucedem o carnaval, com visitas a fábricas, lojas e pólos produtivos dos mais diversos segmentos - produção publicitária, vinhos, equipamentos de panificação, frutas, indústria têxtil, instrumentos musicais, franquias, tecnologia da informação, torres de transmissão de energia, cosméticos e outros - em cinco estados brasileiros: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Entre outros setores e empresas, na área de alimentos os investidores vão conhecer o funcionamento do sistema de cadeias de fast food no Brasil. No setor de biotecnologia os executivos verificam tendências da indústria, busca de parcerias, prospecção de negócios e identificação de fornecedores. Poloneses, potenciais compradores, seguem para a Serra Gaúcha para visitar vinícolas.

E, na área de tecnologia, a Apex-Brasil e as entidades parceiras convidaram norte-americanos de diferentes perfis. O projeto entre a Agência e a SOFTEX traz sete empresários dos Estados Unidos - cinco da área de Tecnologia da Informação (TI) e dois investidores - com possibilidades de fechar negócios com 58 empresas brasileiras de TI, integrantes do projeto Apex-Brasil/SOFTEX - Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro.
"O carnaval é a maior festa do mundo e está se transformando definitivamente num fator gerador de contratos comerciais", explica Alessandro Teixeira, presidente da Apex-Brasil.
Parte da programação organizada inclui a agenda cultural sobre o Brasil, e, nos dias 14 e 15 de fevereiro, os convidados acompanham o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro, no camarote da Apex-Brasil, na Marquês de Sapucaí.
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UnG oferece tratamento gratuito a crianças e adultos acima do peso

Programas utilizam método “Pense Magro” para estimular hábitos alimentares saudáveis. Encontros acontecem em Guarulhos, Itaquá e Arujá

Problema típico das grandes sociedades, a obesidade, responsável por diversas patologias e números preocupantes, é o alvo do Goam (Grupo Obesidade Atendimento Multidisciplinar) e do Goami (Grupo Obesidade Atendimento Multidisciplinar Infantil), iniciativas da Universidade Guarulhos (UnG), na Grande São Paulo, que estão com as inscrições abertas.
Utilizando o método “Pense Magro”, os grupos têm atuação interdisciplinar, ou seja, os pacientes recebem atendimentos nas áreas de nutrição, psicologia, fisioterapia, educação física e enfermagem. “Seguimos um modelo cognitivo-comportamental. Nosso trabalho visa orientar para uma mudança de pensamento (o pensar magro) e comportamento. Isso ajuda a ter melhores respostas quanto à introdução de novos hábitos alimentares”, salienta o psicólogo José Cândido Cheque de Moraes, coordenador do Paddac (Programa de Ação Docente-Discente Assistencial Comunitário), idealizador do Goam e do Goami.
Pesquisa feita com 30 pacientes dos grupos mostra que a mudança de pensamento foi fundamental para a transformação do comportamento. “Quando se pensa gordo, há sempre desculpas para o consumo em excesso”, salienta Cheque.
Os programas têm uma dinâmica simples, mas extremamente eficaz: uma vez por semana, durante três meses, os pacientes se reúnem e, com o respaldo de profissionais e estudantes, aprendem a escolher melhor os alimentos e descobrem se o aumento de peso está atrelado a algum problema de origem psicológica ou congênita. Para quem não emagrecer ou se sentir inseguro tem a opção de seguir o tratamento no grupo de manutenção, também gratuito.

Os interessados em se inscrever ou fazer o mesmo pelo filho podem ligar para o telefone (11) 2464-1737, das 8h às 13h; ou enviar e-mail com nome completo, telefone de contato, peso e altura para o endereço paddac@ung.br . A data limite é 12 de março. O único pré-requisito é estar acima do peso.

O Goami é voltado a crianças entre 07 e 10 anos de idade. Os encontros acontecem apenas da Unidade Guarulhos-Centro. Já o Goam tem inscrições abertas para atividades em Guarulhos, Itaquá e Arujá.
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Daniel Mallevergne e Tommy Freund inauguram a ABV Consultores

Experiência e Excelência em Consultoria para Hotéis no Brasil!

Com uma vasta experiência nos melhores hotéis de luxo do país (Copacabana Palace, Gran Meliá Mofarrej, Gran Meliá WTC, Maksoud Plaza, Sheraton, Intercontinental, Le Meridien e outros), os hoteleiros Daniel Mallevergne e Tommy Freund passam a oferecer ao mercado nacional sua expertize em hotelaria.

A ABV Consultores irá realizar Consultorias e Treinamentos Operacionais em todo território nacional, moldados sob medida e mediante uma análise profunda dos estabelecimento, para atender as reais necessidades dos hotéis.

Também com experiência em hotéis fora do Brasil, Mallevergne e Freund estão aptos a implantar metas com foco de aumentar vendas e controlar os gastos operacionais.

Ambos os executivos acreditam que podem fazer a diferença entre o padrão que se apresenta na hotelaria atual tanto em hotéis de luxo como em hotéis econômicos ou de duas, três e quatro estrelas.

Segundo Tommy Freund "Somente quando compreendermos o significado da globalização, complementada e aprovada por procedimentos internacionalmente reconhecidos a Equipe vai se tornar consistente atingindo a excelência no serviço através da inovação".

Inicialmente a ABV Consultores irá ministrar Treinamentos e Consultorias in Company (dentro dos hotéis) nas seguintes áreas:
*Restaurantes / Bares / Áreas de Preparo/Eventos.
*Revisão e tradução de cardápios
*Vendas/ Marketing
http://www.abvconsultores.com.br/  / abv@abvconsultores.com.br
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Nova carta de vinhos incrementa o restaurante Amaranto do Caesar Business São Paulo Paulista

O recém contratado supervisor de A&B, Flávio Guersola, espera aumentar em 50% o consumo de vinhos no hotel

Grande parte dos hóspedes do Caesar Business São Paulo Paulista são homens que viajam sozinhos, a negócios, e para suprir a demanda desse público o hotel acaba de lançar uma carta de vinhos com várias opções de garrafas com 375 ml e 187 ml de excelentes rótulos, vendidas individualmente no restaurante e no bar. “Esperamos chegar na metade de 2010 com um aumento de 50% das vendas de vinhos em relação ao ano de 2009”, diz o supervisor de A&B Flávio Guersola, recém contratado pelo hotel.
Flávio veio do Rio de Janeiro, onde se formou na Escola Técnica de Turismo, é fluente em inglês e espanhol e tem experiência em diversos hotéis dos Estados de São Paulo, Sul e Rio Grande do Norte. Pensando no desenvolvimento contínuo, Flávio recentemente concluiu o Master Mind, focado em Liderança, Inteligência Interpessoal e Comunicação Eficaz.
Reservas: 0800 55 7275 ou http://www.caesarpromo.com.br/
Endereço: Avenida Paulista, 2181 - São Paulo. Estacionamento com manobristas no hotel.
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Resiliências e Mitos da Comunicação

Por: José Paulo Moreira de Oliveira
Consultor Sênior do Instituto MVC
http://www.institutomvc.com.br/

O Resiliência: capacidade de um material voltar a seu estado normal, depois de ter sofrido tensão.
O conceito, ora emprestado da Física, remete-nos ao seguinte questionamento: de onde vem, afinal, essa nossa extraordinária dificuldade de modificar certas posturas e modos de pensar, quando o assunto é escrever?
E olhe que não faltam exemplos e provas incontestes da necessidade de se quebrarem velhos mitos. A terceira onda, idealizada por Alvin Toffler, já chegou. A sociedade da informação e do conhecimento é uma realidade econômica; se não nos prepararmos adequadamente, seremos sufocados por essa verdadeira tsunami de informações.
Primeiro mito: escrever muito é escrever bem
Ao longo de mais de três séculos, fomos colônia de exploração e, desde então, temos vivido em uma sociedade predominantemente agrária. Por aqui, a industrialização é ainda recente e se limita a poucas regiões do País.
A natureza de nossa formação econômica conduziu-nos ao absoluto desprestígio das letras e à extrema pobreza intelectual. Nesse contexto, saber escrever se tornou privilégio de poucos e escrever muito, fator de distinção social.
Por mais que se tente mostrar as virtudes da objetividade e da concisão, o mito demonstra sua resiliência—e permanentemente se renova: das teses acadêmicas à comunicação corporativa, somos tentados a aumentar o tamanho de nossos textos, mesmo cientes de que essas ‘esticadas’ certamente comprometerão a qualidade da informação.
A culpa, propriamente, não nos cabe. Na escola, ensinaram-nos a ‘dourar a pílula’ (Acho que fui bem na prova. Escrevi pra caramba!) e nas empresas somos permanentemente instados a esticar, esticar... (O relatório está muito sucinto. Não dá para escrever um pouco mais?).
Ocorre que a massa de informações aumentou substancialmente, e o tempo se tornou a matéria-prima mais escassa do mercado.
Posso enviar para você agora cinco arquivos—cada um com mais de 100 páginas—e, para isso, basta um simples clicar do mouse.

Só que seu cérebro não é uma máquina capaz de, em escassos segundos, processar mais de 500 páginas de texto, separar o trigo do joio, refletir sobre o que foi lido e partir para a ação.
Como é impossível acompanhar a velocidade da máquina, a frustração se torna inevitável.
Se você é capaz de gerenciar tempo, finanças e relacionamentos interpessoais, por que não tentar gerenciar sua maneira de escrever?
Segundo mito: escrever é privilégio de poucos
Outro mito resiliente e difícil de derrubar. Muitos são os que ainda pensam que o ato de escrever requer talentos especiais—que uns poucos dominam e que a maioria não tem.
Partindo dessa falácia, pouco há de se fazer para reverter o quadro de absoluta impotência e inércia redacional. A tarefa de escrever é própria dos predestinados, dos iluminados... Só esses conseguem, como num passe de mágica, passar ideias para o papel.
O mito da inspiração pôde muito bem se sustentar nas sociedades agrárias—e, posteriormente, nas sociedades industriais.
Na primeira onda (agrícola), não havia por que escrever muito, já que as necessidades de comunicação eram pequenas e relativamente homogêneas. Um proprietário rural escreveria apenas para algumas dezenas de pessoas ao longo de toda a vida, a maioria delas membros de sua própria comunidade.
Da massa assalariada, esperava-se apenas que tivesse um mínimo de conhecimento sobre quando e como plantar e colher—aliado, é claro, à força física para trabalhar.
Na segunda onda (industrial), a comunicação era via de mão única, e as decisões eram tomadas de cima para baixo. A maioria das pessoas era receptora passiva e do ser humano se esperava ser capaz de entender ordens e instruções—e que fosse disciplinado no cumprimento dessas normas.
A popularização do telefone (Por que escrever uma carta se posso dar um telefonema?), o surgimento da televisão e a institucionalização do sistema de múltipla-escolha são alguns dos tantos fatores, que só vieram a reforçar a pouca necessidade de escrever.
Claro que, não havia como pensar em desenvolver ferramentas mais sofisticadas de comunicação ou ainda investir na melhoria dos textos corporativos. Escrever bem poderia até ser tarefa admirada por muitos, mas essa seria uma atividade secundária e distante do mundo real (Deixai a escrita para os poetas, os filósofos e os homens de espírito).
Esse tipo de comportamento perdeu seu lugar na era da internet, do e-mail (Por que atender o telefone,se posso responder por e-mail?) do Google, do Twiter e de tantas outras ferramentas, em que o domínio da comunicação escrita é vital.
Hoje, todos são produtores, receptores e consumidores de comunicação. Você se comunica diariamente—e em tempo real—com dezenas, centenas de pessoas com formações, culturas e níveis de escolaridade distintos, em todo o mundo. Harry Beckwith (The Invisible Touch) foi extremamente feliz , ao dizer que “Comunicação não é apenas uma ferramenta e sim a ferramenta”.
Seu sucesso pessoal e o de sua Organização dependerão substancialmente do trabalho de coleta de informações e de transmissão do conhecimento.
Terceiro mito: linguagem como sinônimo de erudição.
Esse talvez deva ser o mito mais resiliente—e passível de causar danos mais severos. Se não é complicado, não é sério; se não é sério não merece ser lido.
O ranço colonial, que impingiu em boa parte da elite intelectual brasileira o conceito do “Quanto mais confuso, melhor”, continua provocando verdadeiros estragos em nossa sociedade.
O profissional que faz do seu texto uma arma e vincula o ato de escrever ao uso recorrente de palavras complexas, pedantes e artificiais, perde pontos preciosos com o leitor.
O que dizer das construções que você vai ler a seguir? Apenas que seus criadores (respectivamente um advogado, um linguista, um economista e um administrador) estão preocupados apenas em enfatizar o domínio da Língua e impressionar (ou esmagar) o leitor, com suas incursões eruditas.
Por pertinente, as características peculiares que se coadunam com o direito de exclusividade de divulgar a obra ao público e fruir dos rendimentos econômicos dela decorrentes, e também com o direito de fiscalização do aproveitamento pecuniário das obras referem-se à materialização e distribuição voltada em prol da consentânea retribuição em virtude da projeção econômica da criação.
O conceito de classe argumentativa deve circunscrever-se ao conceito de orientação argumentativa, ou seja, uma classe argumentativa é constituída pelos enunciados cujos conteúdos apresentam-se regularmente como argumentando para uma conclusão que define a classe argumentativa, não só em uma situação particular específica, mas como uma regularidade como se desse em todas as situações de enunciação possíveis.
As normas são claras e precisas e remetem a participação nos lucros e resultados àqueles que têm interesse em negociar e estabelecer suas diretrizes: trabalhadores e empresas. É, portanto, mecanismo hodierno de negociação do conteúdo de direito de caráter estritamente pecuniário. Além de democrático, é cíclico, não havendo acordo, tenta-se nova negociação ou acorda-se a eleição de outra forma de resolução da discussão (mediador ou árbitro).
Insuflado de regozijo malgrado fugaz o ensejo, colho-o para apetecer alvíssaras e enviar um amplexo.
Saber explicar situações, definir conceitos, instruir processos, recomendar ações e apresentar soluções criativas e inovadoras são alguns dos diferenciais do Profissional da sociedade da informação. Você é o que você escreve. Sua redação é a evidência persuasiva de sua competência, personalidade e capacidade profissional.
Moral da História
A terceira revolução está acontecendo agora, e a sociedade da informação e do conhecimento exige do trabalhador a capacidade de desenvolver novas competências.
A revolução digital vem modificando por completo a sociedade: informação interativa, intensificação das relações pessoais, negociações on-line, notícias em tempo real, compras pela internet, entre outras tantas atividades cotidianas, abrem novos e interessantes espaços para a comunicação escrita,historicamente relegada a um plano menor.
Nesse contexto, clareza, funcionalidade, pertinência e objetividade no trato das informações são virtudes a serem sistematicamente treinadas e trabalhadas pelos Profissionais das Organizações.
Investir em comunicação não é despesa; é lucro. Quem não tiver a necessária sensibilidade para perceber que o conhecimento se tornou o substituto último de todos os outros meios de produção deixará de gerar riquezas—e estará inevitavelmente fadado ao rápido esquecimento.
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Médicos estão proibidos de divulgar cupons e cartões de descontos

Resolução do CFM proíbe médicos de divulgar cupons e cartões de descontos

A participação de profissionais médicos na divulgação de promoções relacionadas a cupons e cartões de desconto usados na compra de remédios foi proibida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Por meio da resolução 1.939/2010, publicada na edição do Diário Oficial da União desta terça-feira (9), a entidade estabeleceu que esta prática não pode acontecer por questões relacionadas ao conflito de interesse e à proteção do sigilo do paciente. A proposta, de autoria do secretário-geral do CFM, Henrique Batista e Silva, foi aprovada pelo plenário no mês de janeiro.

“A decisão foi tomada como resposta a uma percepção que o Conselho Federal tem do que acontece no dia a dia do profissional. Neste caso, cabe a adoção de medidas para corrigir práticas que garantam a lisura do comportamento ético dos médicos brasileiros. Não queremos deixar equívocos de interpretação que coloque o comportamento dos médicos sob suspeição por participar de ações de mercado, como essas relacionadas à indústria de medicamentos”, ressaltou o vice-presidente do CFM, Carlos Vital.

A decisão do CFM se baseou, principalmente, no argumento comercial, ou seja, a oferta desses cupons ou descontos podem interferir no processo de escolha dos medicamentos prescritos. Além disso, a adesão de profissionais às regras de promoções deste tipo deixam o sigilo do paciente vulnerável. Isto porque o envio de dados do indivíduo pode revelar a representantes da indústria farmacêutica o diagnóstico de sua doença por inferência a partir da prescrição.

Ainda segundo a resolução, o médico, ao aceitar participação neste processo como peça indispensável para a promoção de vendas da indústria farmacêutica, exerce a Medicina como comércio, atuando em interação com os laboratórios farmacêuticos. Na interpretação do autor da proposta, o secretário Geral do CFM, Henrique Baptista e Silva, essas práticas ferem as regras do Código de Ética Médica.

Pela nova regra, a proteção do sigilo profissional veda ao médico o preenchimento de qualquer espécie de cadastro, formulário, ficha, cartão de informações ou documentos assemelhados que permita o conhecimento de dados exclusivos do atendimento. A íntegra da resolução está disponível no Portal Médico (http://www.cfm.org.br/), no item legislação.

Confira os principais pontos da Resolução 1939/2010:

Art. 1º É vedado ao médico participar, direta ou indiretamente, de qualquer espécie de promoção relacionada com o fornecimento de cupons ou cartões de descontos aos pacientes, para a aquisição de medicamentos.

Parágrafo único. Inclui-se nessa vedação o preenchimento de qualquer espécie de cadastro, formulário, ficha, cartão de informações ou documentos assemelhados, em função das promoções mencionadas no /caput/ deste artigo.
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