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domingo, 26 de dezembro de 2010

Governo entrega mais duas pontes e um viaduto na Marginal Tietê

Novas ligações aumentarão a fluidez do tráfego entre a Marginal e as regiões da zona leste e central


O governador Alberto Goldman e o secretário de Transportes, Mauro Arce, entregaram nesta quarta-feira, 22, a segunda parte do Complexo Cruzeiro do Sul e a complementação do Complexo Tatuapé. As obras integram o projeto de readequação viária da Marginal Tietê. "São obras que vão facilitar ainda mais o tráfego nessas marginais e o acesso delas ou para elas vindo de várias regiões da cidade de São Paulo. Vamos terminar em março com a ponte estaiada. Nós teremos praticamente o fim dessas três etapas que haviam sido previstas para o Tietê", afirmou Goldman.

No Complexo Cruzeiro do Sul foi entregue uma ponte com 380 metros de comprimento, localizada ao lado da já existente, que faz a conexão entre a Marginal Tietê sentido Ayrton Senna-Castello Branco para acesso ao centro da cidade pela pista central.

No Complexo Tatuapé foi erguido um novo corredor ligando a Avenida Salim Farah Maluf (zona leste) à Marginal Tietê. No sentido Castello Branco, a nova ponte que passa sobre o rio Tietê tem 405 metros de extensão, terminando na pista central.

Na direção da rodovia Ayrton Senna foi erguido um viaduto de 185 metros que conduz o tráfego para a pista expressa.

O que já foi entregue

As obras de readequação viária da Marginal Tietê tiveram início em junho de 2009. A primeira fase consistiu na construção de 46 km de uma nova pista central, com três faixas de rolamento, liberada ao tráfego em 27 de março de 2010.

Entre maio e junho deste ano, foram liberados ao tráfego uma ponte de 200 metros sobre o Rio Tamanduateí, no sentido Ayrton Senna; e o Viaduto Tatuapé, parte integrante do Complexo Tatuapé, que está sendo concluído agora, com os novos viaduto e ponte.

No Complexo Cruzeiro do Sul, o primeiro viaduto concluído, que liga as Avenidas Tiradentes e Santos Dumont à pista central da Marginal Tietê, teve a obra antecipada e foi entregue ao tráfego na primeira etapa, ainda em março. Com isso, os usuários passaram a acessar diretamente a pista central, ganhando tempo e agilidade em seus deslocamentos.

Também foram entregues, realocadas, as alças de acesso das pontes Vila Maria, nos dois sentidos; Tatuapé, nos dois sentidos; Bandeiras sentido Castello Branco e Casa Verde e Freguesia do Ó no sentido Ayrton Senna. Foram feitas intervenções em cinco pontes da via: Limão, Casa Verde, Freguesia do Ó, Vila Maria e Bandeiras. As pontes foram prolongadas para criar um vão de 16 metros por onde passa a nova pista.

Até o final do primeiro semestre de 2011 estará concluída a ponte estaiada, parte final do Complexo Bandeiras, que ligará a Avenida do Estado à Marginal Tietê no sentido da rodovia Castelo Branco.

Ministério Público quer compensação ambiental de empresas aéreas em Guarulhos

Aeronaves despejam cerca de 14 milhões de toneladas de CO2 por ano na cidade; proposta estimula a recuperação de áreas degradadas e arrecada recursos para a criação de um fundo municipal de meio ambiente

O Ministério Público de São Paulo vai instaurar ações civis públicas contra as companhias aéreas que operam no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo. O órgão cobra a compensação ambiental pelo CO2 despejado pelas aeronaves nas operações de pouso e decolagem no local, estimado em cerca de 14 milhões de toneladas por ano. O MP já apresentou um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) a algumas das empresas de aviação comercial, mas não houve acordo com nenhuma delas. As negociações prosseguem com outras companhias. A proposta determina que seja feita a recuperação de áreas degradadas na cidade de Guarulhos ou que seja criada uma contribuição financeira para um fundo municipal de meio ambiente.
Aquelas que assinarem o TAC poderão escolher entre as duas opções de compensação. No caso da contribuição, a empresa deverá passar a depositar de US$1 a U$5 (de acordo com a taxa de ocupação da aeronave) por passageiro embarcado no aeroporto. Para as que optarem pela recuperação, há duas opções: reflorestar 50 mil m² nas áreas urbanas de Guarulhos ou comprar e reflorestar áreas degradadas de 200 mil m² em zona rural. Neste caso, serão criadas Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), que transformam áreas privadas em unidades de conservação destinadas à preservação da diversidade biológica.
Os recursos depositados no fundo serão destinados ao desenvolvimento de tecnologias limpas, à implantação de florestas públicas, à desocupação das áreas de preservação permanente, à remoção de famílias de baixa renda de áreas de risco, à despoluição de córregos e à recuperação de nascentes.
As empresas que se recusarem a assinar o TAC passarão a responder na justiça pelos danos ambientais causados à cidade. A Ação Civil Pública instaurada pelo MP deve resultar na definição de uma multa proporcional aos danos causados desde o início das operações de cada empresa, que serão estabelecidos por meio de um levantamento técnico – vale lembrar que o aeroporto de Guarulhos foi inaugurado em 1985. O MP também pode entrar com pedido de liminar para que os serviços prestados pelas empresas sejam interrompidos até que elas providenciem a adequação de suas atividades às normas ambientais.
As empresas que não assinaram o TAC até o momento são: American Airlines, Continental, Delta, Avianca, Swissair, South África, Copa, Air Canadá, Gol, TAAG, Mexicana, JAL e Aeromexico

Pioneirismo

Inédita no Brasil e no mundo, a ação foi criada com base em resultados de pesquisas publicadas pela ONU (Organização das Nações Unidas) e pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) sobre emissão de CO2 - o maior responsável pelo efeito estufa. De acordo com a ONU, em 2050, a aviação será a maior fonte de emissão de CO2 do Planeta. Segundo dados da Anac, cada avião lança 34,5 toneladas de CO2 em uma viagem de ida e volta de São Paulo ao Rio de Janeiro.
Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e da Secretaria de Meio Ambiente de Guarulhos indicam que as aeronaves chegam a despejar anualmente 14,4 milhões de toneladas de CO² no céu de Guarulhos – nas operações de pouso e decolagem. A captação desse gás carbônico da atmosfera só seria possível com o plantio anual de 2,9 bilhões de árvores. Porém, esta ação é fisicamente inviável, já que exigiria uma área total de plantio aproximadamente 50 vezes maior que a cidade de Guarulhos.

Tuberculose causa quase 5 mil mortes ao ano no pais e é desconhecida pela população

Estudo encomendado pela SBPT revela alto índice de desinformação no país, atrasando diagnósticos e facilitando a contaminação

O Brasil está hoje entre os 22 países que concentram 80% dos casos de tuberculose no mundo.. Temos hoje no Brasil, anualmente, cerca de 80 mil novas infecções notificadas e 4,7 mil mortes em decorrência da doença. Ainda assim, pesquisa encomendada pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) ao Instituto Datafolha revela grande desinformação nos quatro cantos do país.
Denominado Saúde Respiratória e do Pulmão, o estudo revela, por exemplo, que dos 94% dos entrevistados que afirmaram conhecer a tuberculose após receber uma ficha contendo diversas doenças respiratórias, somente 1% citou corretamente, em resposta espontânea, que o contágio se dá por meio do contato com outra pessoa contaminada.
“A tuberculose é transmitida pelo ar, por meio de tosse, espirro ou mesmo pela fala de alguém doente. Os bacilos causadores, expelidos no ar, são então inalados por uma pessoa saudável. Normalmente, a doença atinge os pulmões (90% dos casos), mas também pode acometer outros órgãos. Os sintomas mais frequentes são tosse, cansaço excessivo, febre, sudorese, falta de apetite e emagrecimento”, explica a dr. Roberto Stirbulov, presidente da SBPT.
Ao invés disso, 58% dos pesquisados acreditam que a doença possa ser transmitida ou agravada pelo fumo, 39% por clima frio ou úmido, 33% por poluição, 30% por pó ou poeira, 19% por ar-condicionado ou ventilador. Há ainda quem sugira, equivocadamente, ser a tuberculose uma doença hereditária (18%), ou relacionada ao sedentarismo (8%). Também foram citadas como causadoras do mal a má alimentação (1%), gripe mal curada (1%) ou a ingestão de bebidas alcoólicas (1%). Não souberam citar uma única forma de transmissão 16% dos entrevistados.

Com relação aos sintomas, novo alerta. Foram 55% citações de tosse, que é realmente a principal manifestação da doença. Isso significa que as principais campanhas que alertam para o perigo de ter tosse por duas semanas ou mais não estão atingindo as pessoas como deveriam, já que 45% não têm conhecimento.


INFECÇÃO E TRATAMENTO

O grande desconhecimento deixou em estado de alerta os médicos pneumologistas, que destacam os riscos aumentados de transmissão, pois pessoas desinformadas ficam mais suscetíveis, não percebendo o risco do convívio com doentes ou demorando para procurar ajuda médica em caso de suspeita.
Estima-se que uma pessoa contaminada possa transmitir a doença para dezenas de pessoas, se não iniciar o tratamento precocemente. O mesmo pode acontecer caso não siga corretamente as instruções médicas, realizando o tratamento completo.

Recentemente, o tratamento da tuberculose oferecido pela rede pública foi atualizado no país. Padronizado, tem duração de seis meses e é composto por quatro medicamentos distribuídos gratuitamente. Há também equipes de busca ativa por pacientes nas regiões com maior incidência e tratamento supervisionado, que inclui benefícios como cesta básica e vale-transporte em troca de idas regulares do paciente às unidades de saúde para recebimento das doses de medicamento.

Quem é o pneumologista?

Um dado que assustou os médicos pneumologistas foi que 48% não sabem a que especialista recorrer em caso de tuberculose. O clínico geral foi o mais citado, com 29% das respostas. Enquanto que o pneumologista, especialista em doenças do sistema respiratório, como a tuberculose, recebeu somente 19% das citações. Outras citações, em menor quantidade, foram infectologista (3%), otorrinolaringologista (1%) e especialista, médico de pulmão (1%).
O pneumologista é médico especialista na saúde respiratória. Doenças que afetam todo o sistema respiratório, que vai do nariz aos pulmões, são de sua alçada e devem ser encaminhados para sua avaliação

“Uma confusão muito grande é associar o pneumologista somente às doenças do pulmão. Mas o médico pneumologista trata de todo o trajeto que o ar percorre na respiração, e que pode ser prejudicado por doenças como asma, rinite, tuberculose, gripe, resfriado, câncer de pulmão, pneumonia, além de outras menos conhecidas, como a fibrose cística, DPOC ou hipertensão pulmonar”, explica o presidente da SBPT.

A pesquisa

Com o objetivo de levantar junto à população brasileira mais informações sobre o seu conhecimento acerca da saúde respiratória e dos males que a atingem, foram entrevistados 2.242 brasileiros com 16 anos ou mais, pertencentes a todas as classes econômicas, em uma pesquisa quantitativa, com abordagem pessoal, em pontos de fluxo populacional.
As entrevistas foram realizadas mediante aplicação de questionário estruturado, com cerca de 20 minutos de duração, distribuídas em 143 municípios, com margem de erro máxima de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.
O desenho amostral foi elaborado com base em informações do Censo 2000/ estimativa 2009 (Fonte: IBGE), com a estratificação por Unidade Federativa e porte dos municípios, de acordo com os pesos das regiões brasileiras, de forma a representar o universo estudado.

Desta forma, 39% dos entrevistados residem na região Metropolitana e 61% no interior.. A maioria deles possuía entre 16 e 44 anos (67%), tem filhos (62%), possui escolaridade fundamental (47%), pertence à classe C (48%), faz parte da população economicamente ativa (68%), possui renda familiar até R$ 1.020,00 (até 2 salários mínimos, 51%), reside na região Sudeste (43%).
Um dado preocupante foi que 15% não souberam citar uma única doença pulmonar e, ainda, a média entre os entrevistados foi de 2,1 doenças conhecidas.
Depois de estimulados, com uma lista de doenças, que incluía não apenas a gripe e o resfriado, mas também a asma, pneumonia, tuberculose, embolia pulmonar, câncer de pulmão, enfisema, bronquite, rinite, hipertensão pulmonar, distúrbios do sono, DPOC e fibrose cística, a gripe e o resfriado foram apontadas por 99% das pessoas como sendo doenças de seu conhecimento.
Com relação às outras doenças, após conferir a lista, foram apontadas como doenças conhecidas: asma (96%), pneumonia (96%), bronquite (95%)
tuberculose (94%), câncer de pulmão (90%), rinite alérgica (72%), enfisema pulmonar (58%) e distúrbios do sono (53%).
Tanto o conhecimento espontâneo quanto o estimulado de doenças respiratórias foi mais expressivo nas classes A/B e aumenta à medida que cresce a escolaridade.
PRINCIPAIS RESULTADOS OBTIDOS NA PESQUISA - TUBERCULOSE
(Não estão necessariamente corretos. Apenas refletem a opinião dos entrevistados)


• O que causa ou agrava a tuberculose?
58% cigarro
39% clima frio ou úmido
33% poluição
30% pó ou poeira
19% ar-condicionado
18% hereditariedade

8% sedentarismo

16% não sabe



• Principais sintomas da tuberculose: 25% não souberam especificar um único sintoma
55% tosse, tosse seca, tosse contínua
25% catarro

23% febre/calafrio
20% dor no peito, dor torácica, pulmonar, dores nas costas

14% falta de ar, dificuldade para respirar



• Como é feito o diagnóstico das doenças?
Somente 38% acertaram ser por meio de baciloscopia, também chamado de teste do escarro.

42% raio-x

27% tomografia

19% escuta do pulmão

23% não souberam responder


• Pneumologista e outros especialistas: 48% não sabem a qual médico recorrer no caso de tuberculose
29% iriam a um clínico geral
19% pneumologista
3% infectologista

1% otorrinolaringologista
1% especialista, médico do pulmão

Residência médica em Guarulhos (SP) oferece bolsa mensal de R$ 4,5 mil‏

Prazo para inscrição vai até 4 de janeiro; no total, serão disponibilizadas 10 vagas para médicos

A Prefeitura de Guarulhos (Grande São Paulo) oferece 10 vagas para residência médica em Saúde da Família e Comunidade, com bolsa auxílio mensal de R$ 4,5 mil. Os interessados devem se inscrever até o dia 4 de janeiro pelo site http://www.guarulhos.sp.gov.br/residenciamedica. A taxa de inscrição é de R$70.
Podem participar do processo graduados em Medicina que não tenham concluído o programa de residência média em Medicina da Família e Comunidade em qualquer outra instituição credenciada pela Comissão Nacional de Residência Médica.
O processo será composto por três etapas: prova objetiva de múltipla escolha (de caráter eliminatório e classificatório), constituída de 50 questões; prova prática; e entrevista com análise curricular (ambas de caráter classificatório). Serão convocados para a segunda fase candidatos que atinjam, no mínimo, 50% de acertos na prova objetiva.
A prova objetiva será aplicada no dia 16 de janeiro de 2011, na Faculdade de Medicina da Universidade Cidade de São Paulo (UNICID), na Rua Cesáreo Galeno, 448/475, Tatuapé, São Paulo. Os candidatos podem acompanhar os editais pelo Diário Oficial do Município de Guarulhos, que pode ser acessado em www.guarulhos.sp.gov.br

TRATAMENTOS ESTÉTICOS PARA O VERÃO

Com o verão, cresce em 20% a procura por procedimentos não-invasivos como aplicação de Toxina Botulínica e Ácido Hialurônico

Verão, praia, sol, descanso e energias renovadas fazem parte do cenário ideal para quem quer curtir as férias depois de um longo ano de trabalho. E é exatamente nessa época em que aumenta a busca por tratamentos rápidos, eficazes e seguros que, além de exaltar a beleza feminina, ofereçam resultados naturais e harmoniosos ao rosto. A dica para chegar mais bonita em 2011, segundo a dermatologista Dra. Shirlei Borelli, é se planejar desde agora e evitar tratamentos que deixam a pele mais sensível, como peeling de cristal, lasers, peelings profundos, entre outros.
“Procedimentos que descamam ou deixam a pele vermelha não são recomendados no verão. Nesta época cresce a procura por procedimentos não-invasivos como a aplicação da Toxina Botulínica e preenchimentos faciais para combater a flacidez.“, afirma especialista. Para amenizar as rugas e ter uma aparência rejuvenescida, a médica aconselha que o tratamento com a Toxina Botulínica seja realizado até 15 dias antes da praia.

Além disso, a dermatologista indica a técnica “SOFT LIFT®” – considerada uma das novidades em beleza para o próximo ano. Um dos diferenciais é a possibilidade de avaliar o rosto como um todo e adequar um plano de tratamento que proporcione resultados naturais, sem alterar os traços originais da face. O novo conceito em tratamento, combina dois procedimentos seguros em rejuvenescimento facial, a Toxina Botulínica tipo A e os preenchedores faciais à base de Ácido Hialurônico. Ainda segundo a especialista, o procedimento tem como vantagem a possibilidade de tratar simultaneamente as marcas do envelhecimento, como a alteração dos contornos faciais e a perda de volume em áreas da face, resultando em uma aparência mais leve, natural e rejuvenescida.

Os tratamentos não invasivos garantem benefícios, pois a pessoa pode retornar às atividades diárias no mesmo dia em que aplicou, evitando apenas exercícios físicos ou ginástica nas primeiras horas depois dos procedimentos. ”Os resultados da Toxina Botulínica tipo A podem ser observados em aproximadamente 48 e 72 horas após a aplicação, com efeito total após cerca de 15 dias. Já os preenchimentos com ácido hialurônico, para contorno e reposição de volume, oferecem resultados imediatos.”
A dermatologista alerta ainda que os procedimentos devem ser realizados sempre por médicos especialistas e recomenda alguns cuidados para complementar os resultados. “É importante aplicar protetor solar 30 minutos antes da exposição ao sol, usar chapéus com tecido de proteção aos raios ultra-violeta, não esquecer dos óculos escuros e se expor ao sol nos horários adequados: início da manhã e final da tarde“, alerta. Além disso, é indicado manter a higiene diária da pele, hidratá-la, praticar de exercícios físicos, ingerir muita água no decorrer do dia, comer frutas com alto teor de antioxidantes e evitar banhos muito prolongados e quentes.
Para mais informações sobre este e outros temas de saúde e beleza, consulte o site: http://www.rugasnuncamais.com.br/

Barulho, segurança e "caixinhas" podem gerar conflitos nos condomínios no fim de ano

O Secovi-SP (Sindicato da Habitação) chama a atenção para as regras do condomínio, que continuam valendo mesmo nesta época de festas


As festas de fim de ano alteram a rotina de muita gente, inclusive nos condomínios. Itens como a gratificação para funcionários e prestadores de serviço, a decoração do prédio, o aumento de entregas, além da recepção de amigos e parentes nos feriados podem gerar conflitos adicionais neste período.


Segundo levantamento da vice-presidência de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP, os problemas mais freqüentes são barulho, decoração natalina, entregas e gratificações. “O período é festivo, mas é importante lembrar que as regras do condomínio continuam valendo durante o Natal e o Réveillon, inclusive aquelas que dizem respeito ao silêncio”, destaca o vice-presidente da área Hubert Gebara.


A recomendação é que a música alta não ultrapasse a meia-noite, porém, os vizinhos que não estão comemorando precisam ter mais paciência com o barulho de pessoas conversando e uma movimentação natural de festa, especialmente no Ano Novo, afinal, é uma situação pontual.


Os moradores que recebem familiares e amigos, por outro lado, também devem usar o bom senso para evitar conflitos à toa, como deixar as crianças, que eventualmente ganham um brinquedo barulhento, se divertindo em áreas comuns do prédio em horário avançado, causando incômodo aos demais moradores. Se a reclamação for inevitável, é melhor que ocorra por intermédio do síndico ou zelador, para evitar confrontos diretos, especialmente em uma ocasião em que as pessoas bebem mais e podem ficar com os ânimos exaltados.


Para garantir a segurança do edifício, Gebara reitera a importância de deixar uma lista de convidados na portaria com antecedência, caso se pretenda receber visitas nas festas de Natal ou Ano Novo. Em condomínios que possuem vagas de garagem para visitantes, o modelo do carro e número da placa precisam constar, igualmente, da relação confeccionada com os nomes dos visitantes. Esse procedimento deve ser adotado tanto para comemorações no apartamento do morador, como em áreas comuns, o salão de festas ou o espaço gourmet.

De acordo com o vice-presidente, as reclamações de moradores sobre funcionários que deixam as visitas esperando até a identificação para liberar a entrada no edifício têm diminuído, em grande parte, devido ao aumento de assaltos a condomínios. “As pessoas estão mais preocupadas com a segurança, mas sempre têm aquele morador que acha que o porteiro é seu funcionário, que recebe ordens dele e tem a obrigação de conhecer a família dele, e não é assim que funciona”, diz Gebara. Segundo ele, é importante ter paciência com o maior rigor adotado nas portarias dos prédios.


Entregas - Nesta época aumenta o número de envio de presentes, cestas, ceias, entregas diversas, além do movimento de prestadores de serviços, com obras pontuais. Para garantir a segurança do condomínio, o ideal é que o morador deixe a portaria informada a respeito das entregas, e desça para recebê-las. Caso ele não esteja em casa, e a entrega não precise ser feita em mãos, o pacote pode ser deixado com os funcionários do prédio.

No fim de ano, além do décimo terceiro salário obrigatório, geralmente diluído ao longo dos meses na taxa de condomínio, é comum o pagamento adicional da tradicional “caixinha de Natal” para funcionários do edifício e prestadores de serviço, como entregadores de jornais e revistas, coletores de lixo, varredores, carteiros e medidores de água, luz e gás. Esta contribuição pode ser feita de diferentes maneiras.
“Em alguns prédios, esse valor é retirado da verba ordinária, se houver dinheiro sobrando, com a aprovação dos condôminos, e o síndico decide como será feita a distribuição entre os beneficiados”, afirma Gebara.


Essa modalidade de gratificação gera menos conflitos, pois é mais impessoal e não permite que os funcionários possam saber com quanto cada morador contribuiu. O que não acontece no caso das famosas “listinhas” colocadas na portaria, na qual cada um anota seu nome e o valor doado, gerando eventuais constrangimentos.


Outra opção é o síndico organizar de maneira informal uma lista com as pessoas que serão agraciadas, e estipular um valor de contribuição para os condôminos. Ou ainda, recolher o dinheiro em um envelope, no qual cada um coloca quanto quer, e depois distribuir para os funcionários, sem que eles saibam quem colaborou ou não e o valor doado individualmente. “Independentemente disso, o morador também pode presentear com panetones, cestas ou bebidas”, afirma Gebara.


Uso de áreas comuns - A concorrência pelo uso de áreas comuns como o espaço gourmet, churrasqueira e salão de festas é grande nesta época do ano, especialmente em empreendimentos que possuem apartamentos pequenos. “Em alguns condomínios a regra para o uso é de quem reservou primeiro. O mais comum é um sorteio informal com os interessados, e, se o espaço for grande, eventualmente pode ser dividido com outros moradores”, diz o dirigente, que completa: procure informar-se com o síndico ou zelador sobre as regras em seu condomínio.

Ações por falta de pagamento do aluguel caem

De janeiro a novembro, foram 15.576 processos na cidade de São Paulo, contra os 18.736 do mesmo período do ano passado

A Lei nº 12.112/2009, que aperfeiçoou a Lei do Inquilinato, completará um ano de vida em 25 de janeiro próximo. Seus efeitos já se fazem sentir. Segundo levantamento feito pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) no Fórum da cidade de São Paulo, de janeiro a novembro foram ajuizadas 15.576 ações por falta de pagamento, 16,8% menos que os 18.736 processos de idêntico período do ano passado.

“A nova legislação agilizou a tramitação das ações por falta de pagamento”, diz Jaques Bushatsky, diretor de Legislação do Inquilinato do Secovi-SP. Segundo ele, conhecida a nova velocidade dos processos, os inadimplentes entenderam que é vantajoso celebrar acordo com os locadores, o que colaborou para desafogar o Judiciário.

Embora continuem respondendo pela maioria dos processos relativos a aluguel, as ocorrências por falta de pagamento viram sua participação no total das ações locatícias cair após a sanção da Lei nº 12.112. De janeiro a novembro de 2010, elas responderam por 83,04% dos casos, contra os 87,07% dos 11 primeiros meses de 2009.

O menor volume de ações por falta de pagamento colaborou, ainda, para a redução do total de ações locatícias no Fórum paulistano. De janeiro a novembro foram ajuizadas 18.755 ações, 12,8% abaixo da marca de idêntico período do ano passado.