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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Indústria odontológica negocia US$ 7,3 milhões em três dias

A expectativa é concretizar as vendas externas nos próximos 12 meses com compradores de 16 países, que se surpreenderam com a tecnologia e o preço competitivo das marcas brasileiras.
Plataforma de negócios entre fabricantes nacionais e compradores estrangeiros, a 6ª Rodada Internacional de Negócios - CIOSP gerou a projeção de US$ 7,3 milhões em exportações de produtos e equipamentos odontológicos para 2010. O saldo é resultado de uma intensa jornada de trabalho: 32 empresas apresentaram a tecnologia brasileira para 16 países em 348 reuniões, realizadas entre 1º a 03 de fevereiro, durante o 28º Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo.

O sócio-diretor da empresa indiana CHROMADENT, Yogesh Mundade, elegeu a indústria brasileira como um dos melhores fornecedores mundiais. "O Brasil tem um nome muito forte no setor e dispõe de ótima qualidade em equipamentos e materiais de implantes. A assistência técnica também é muito boa e os preços são mais competitivos, se comparados a países como a Alemanha. Para mim o Brasil ocupa o segundo lugar na lista de melhores países para importação, atrás da China, por conta do preço, seguido pelos EUA", disse Mundade.

O avanço do segmento odontológico também atraiu companhias interessadas em firmar join ventures. Em busca da experiência brasileira, o gerente de importações da boliviana Prod Dental, Eduardo Figueroa Erazo, estudou possíveis parcerias. "As políticas econômicas do meu país estão incentivando a fabricação de instrumentos e equipamentos. Por isso, vim ao Brasil para fazer join venture. Já comprei produtos brasileiros, conheço muitas companhias e posso afirmar que a qualidade é boa", falou Erazo.

Novos destinos

Promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (ABIMO) e Apex-Brasil, o encontro setorial permitiu às empresas brasileiras ampliarem a carteira de clientes. Fabricante de raio-x odontológico, em Ribeirão Preto (SP), a empresa Procion participou do encontro setorial com a perspectiva de ampliar em 5% o volume das exportações.

Segundo o gerente de Exportações e Industrial da companhia, Paulo Gomes, hoje mais de 15% da produção escoa para 40 países pulverizados pela América Latina, África, Ásia e Oceania. "Temos a meta de aumentar as exportações para o primeiro semestre deste ano, baseados nos contatos feitos na rodada", contou Gomes.

Sem a instabilidade econômica, os contatos efetuados durante o encontro setorial também foram mais promissores. "As empresas que vieram para a rodada este ano estão mais abertas a negociar. Somado a isto, percebo que a imagem do Brasil tem mudado. O país está em alta no exterior e os distribuidores estão percebendo que o made in Brazil tem peso", avaliou Luciano Rodrigues Grillo, da Loktal Medical Electronics.

Resultado das rodadas
Ano Fabricantes brasileiras Compradores estrangeiros Número de reuniões Exportações prospectadas
2008 38 empresas 18 países 227 US$ 3,9 milhões
2009 31 empresas 22 países 470 US$ 7,1 milhões
2010 32 empresa 16 países 348 US$ 7,3 milhões
Fonte: ABIMO

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