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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Cirurgia de "Ocidentalização" para Orientais

Especialista indica procedimentos estéticos mais adotados

A primavera também é uma estação considerada favorável para procedimentos estéticos. Trata-se de um período no qual ainda ficamos menos expostos ao Sol, fator que beneficia a recuperação do paciente.

Nesta época os problemas com a transpiração da pele são menores o que, indiretamente, também contribui na recuperação, assim como no conforto do paciente, perante curativos e malhas elásticas necessárias em alguns casos no pós-operatório.

Dra. Edith Horibe, cirurgiã plástica, PhD pela Faculdade de Medicina da USP, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, explica que um público muito expressivo é o oriental, que tem se rendido às cirurgias e aos tratamentos estéticos. A cirurgiã, especialista nesses tipos de técnicas, ressalta que é fundamental conhecer as diferenças entre ocidentais e orientais, como estrutura e tipo de pele

A ocidentalização de pálpebras é a mais procurada pelos orientais. Essa cirurgia ameniza a aparência de olhos "puxados", ou "rasgados", o chamado olhar oriental. Dra. Edith comenta que este olhar deve-se a vários fatores. Um deles é o arcabouço ósseo da face que apresenta poucas protuberâncias, fazendo com que o globo ocular fique mais saliente do que nos ocidentais.

"Outro fator é o músculo elevador da pálpebra, que se insere um pouco mais baixo no tarso (uma espécie de cartilagem), fazendo com que a dobra da pálpebra superior fique mais rente aos cílios. Outra característica é a hipertrofia do músculo orbicular (o que cerra as pálpebras) e a presença de bolsas gordurosas em grande quantidade", explica a cirurgiã.

Um procedimento estético bem procurado é o peeling, que consiste em destruir a camada da epiderme e a camada superficial da derme, promovendo a restauração da pele, com o objetivo de regularizar e tratar as imperfeições que existem na superfície.

Contudo, alguns cuidados são necessários, especialmente com a pele oriental. "Para se aplicar um peeling em pele oriental, é exigido um conhecimento abrangente de todos os aspectos, os quais devem ser analisados para se ter um tratamento personalizado, que será eficaz e significativo", alerta a especialista.

A cirurgiã acrescenta que a pele da maioria dos orientais se enquadra no Fototipo IV, de acordo com o autor FitzPatrick, que fez a classificação baseado na reação da queimadura solar em cada pele. "O fototipo IV queima muito pouco, bronzeia fácil e moderadamente e tem maior propensão de ficar manchado".

Dra. Horibe esclarece que deve ser feito um preparo prévio da pele para obter melhores resultados, evitando o aparecimento de manchas na pele ou o clareamento excessivo.

Vale ressaltar que ponto da consulta, talvez o mais importante é o diagnóstico para verificar o melhor tratamento da pele. "Em alguns casos recomenda-se o peeling em conjunto com uma cirurgia plástica, por exemplo, a fim de corrigir não somente problemas de excesso de pele e flacidez muscular, mas também imperfeições da pele", comenta a cirurgiã plástica.

"Para se fazer a associação desses procedimentos, é importante que o profissional tenha domínio completo dos respectivos métodos e assim realizar uma adequada associação. Para se ter um diagnóstico mais preciso são necessários conhecimento e experiência e, principalmente, bom senso, pois essas técnicas exigem limites determinantes em cada aplicação", finaliza a Dra. Edith Horibe.
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18 de outubro – Dia Mundial da Menopausa

Especialista esclarece as principais dúvidas sobre a menopausa

Mulheres que fazem acompanhamento médico podem amenizar sintomas comuns do climatério como fogachos (ondas de calor), irritabilidade e alterações menstruais

A menopausa marca o final do período reprodutivo feminino e tem início após a ocorrência do último ciclo menstrual na mulher, gerada pela redução na produção dos hormônios estrógeno e progesterona. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), até 2030, mais de 1 bilhão de mulheres estarão na menopausa. No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que mais de 13,5 milhões passam pelo climatério. Neste período, são comuns as dúvidas femininas sobre temas como sexualidade, qualidade de vida, sintomas gerais e reposição hormonal. A seguir, o ginecologista César Eduardo Fernandes, professor da Faculdade de Medicina do ABC e presidente do conselho científico da Associação Brasileira do Climatério (SOBRAC), comenta algumas questões que envolvem esta fase da vida da mulher.

1. Quais são as fases que caracterizam o climatério e os principais sintomas de cada etapa?
Dr. César Eduardo Fernandes – O climatério pode ser dividido em três etapas que se diferenciam por suas particularidades: perimenopausa, menopausa e pós-menopausa. Durante a perimenopausa, a menstruação se torna irregular, sendo que esta fase se caracteriza pela presença progressiva de sintomas como fogachos (ondas de calor), transpiração excessiva, irritabilidade, insônia, alterações de humor e alterações menstruais. Já a menopausa, se caracteriza pela ausência de menstruação por um período de 12 meses consecutivos. A pós-menopausa surge quando a parada menstrual seguirá definitivamente por toda a vida da mulher. Entre as principais manifestações desta etapa encontram-se a redução da secreção vaginal, que pode provoca dor na relação sexual e falta de libido. Também, em decorrência da deficiência hormonal deste período e da atrofia urogenital subjacentes, não são incomuns o aumento da frequência das micções, a incontinência urinária e manifestações de secura e ardor vaginal. A mulher pode apresentar ainda insônia, depressão, tontura e cansaço, entre outros sintomas.

2. Como estes sintomas podem ser amenizados?
Dr. Fernandes – No dia a dia, a mulher pode se preparar para enfrentar os fogachos, que ocorrem em função das alterações dos níveis de hormônios, com hábitos de vida saudáveis que incluem, entre outros, a prática regular de exercícios físicos, uma dieta balanceada para evitar o ganho de peso e o aumento do risco cardiovascular. Também é recomendável a prática de alguma atividade para interagir com outras pessoas, por proporcionar ganhos emocionais que podem minimizar o risco de eventuais transtornos do humor, a exemplo dos quadros depressivos. Claro que um acompanhamento médico regular pode oferecer o suporte necessário para se contrapor aos incômodos próprios desta etapa da vida, bem como para que se adotem medidas preventivas contra eventuais doenças que possam surgir nesta fase.

3. A menopausa diminui a libido feminina?
Dr. Fernandes – A menopausa diminui a elasticidade e a lubrificação da vagina, o que pode prejudicar o relacionamento sexual, principalmente por se tornar dolorido. Por este motivo, algumas mulheres passam a evitar o contato íntimo com seus parceiros. Os níveis hormonais têm influência direta sobre este contexto adverso da sexualidade que algumas mulheres apresentam neste momento de suas vidas. Mais uma vez, uma conversa franca com o seu médico de confiança pode ajudar a compreender o que está acontecendo e subsidiar medidas terapêuticas que ajudam a atenuar estas manifestações. Nunca é demais enfatizar que manter uma vida sexual ativa e prazerosa contribui para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

4. As mulheres que estão neste período têm uma maior predisposição para doenças cardiovasculares?
Dr. Fernandes – A redução hormonal, principal característica da menopausa, faz com que a mulher perca a proteção estrogênica (hormônio feminino que auxilia na proteção das artérias). Neste período, é muito importante que a mulher se previna contra os fatores que trazem um maior risco cardiovascular, como: controlar a hipertensão arterial, o diabetes mellitus e o colesterol elevado, abandonar o cigarro, praticar atividade física (pelo menos 30 minutos de 3 a 6 dias por semana) e buscar uma dieta equilibrada e rica em frutas, verduras e vegetais.

5. Todas as mulheres precisam realizar a terapia hormonal?
Dr. Fernandes – A decisão clínica de iniciar ou de dar continuidade à terapia hormonal (TH) deve levar sempre em consideração a peculiaridade de cada caso, em particular procurando-se individualizar o regime terapêutico a ser adotado, as doses e vias a serem empregadas e o tempo de utilização dos hormônios. A terapia hormonal tem indicações bastante definidas e aceitas consensualmente na literatura médica como alternativa para o alívio dos sintomas do climatério. Um ponto relevante a se considerar TH é a sua composição. Neste particular, as substâncias que atuam à semelhança da progesterona, denominadas genericamente de progestagênios, podem fazer grande diferença. Por atuarem globalmente sobre o organismo feminino, os progestagênios promovem ações sobre a saúde da usuária, particularmente sobe o processo aterogênico e risco cardiovascular que, naturalmente, vão além do seu propósito inicialmente considerado que era o de proteger o endométrio do risco de câncer. Alguns progestagênios ganharam a simpatia dos médicos por serem mais seguros em relação ao risco cardiovascular. Entre estes, merece citação a drospirenona que, associada ao estradiol, tem mostrado em vários estudos bem conduzidos, contribuir para a redução nos níveis pressóricos em pacientes hipertensas, além de propiciar alívio dos sintomas menopáusicos e não influenciar no ganho de peso.

6. Existem contraindicações para a reposição hormonal?
Dr. Fernandes – O médico deve verificar se a paciente possui antecedentes ou riscos elevados de algumas doenças como manifestações anteriores de trombose ou tromboembolismo, câncer de mama, câncer de endométrio e doença hepática. Também deve estar atento à eventuais casos de sangramento vaginal não diagnosticado, que deverá ser esclarecido quanto à sua causa antes do início da terapia de reposição hormonal.

7. A terapia hormonal traz benefícios para as mulheres?
Dr. Fernandes – Dos vários tratamentos disponíveis para os sintomas da menopausa, a terapêutica hormonal é a mais indicada, pois demonstra eficácia no alívio dos sintomas que supera qualquer alternativa não hormonal em estudos que comparem as suas eficácias relativas. Além disso, oferece benefícios que extrapolam aos do próprio alívio dos sintomas e melhora da qualidade de vida; proporciona proteção contra a perda de colágeno e atrofia da pele, e ainda conserva a massa óssea com consequente redução no risco de fraturas por osteoporose, que são comuns nesta etapa da vida da mulher.
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Alimento diet ou light - Qual a diferença?

Até pouco tempo atrás alimentos diet e light eram apenas comercializados em farmácias, e por isso seu consumo se restringia á somente pessoas diabéticas. Mais com o passar do tempo este quadro mudou. Atualmente, devido à crescente procura por esses tipos de produtos, podemos encontrá-los em vários locais, como supermercados, padarias e lojas de conveniência. No entanto, ainda, a grande maioria dos consumidores não sabe diferenciá-los. Assim quando se pensa nesses termos logo vem á tona aquela velha pergunta: Qual a diferença entre os dois?

O que são alimentos diet?

Muitos consumidores acreditam que um produto diet é aquele que não contém calorias. Conforme explica a nutricionista do Grupo Ana Rosa Camila Radziavicius, "quando a palavra diet está presente em um rótulo significa que existe a ausência total de um ou mais ingredientes da fórmula original, que pode ser o açúcar, o sal, a gordura, ou algum outro nutriente."
Por isso, nem sempre os alimentos deste segmento apresentam redução nas calorias. Um exemplo típico é o famoso chocolate diet; em seu processo de fabricação o açúcar utilizado é substituído por adoçante. O produto foi desenvolvido especialmente para diabéticos, porém, em geral, pessoas que querem emagrecer ou manter a forma acabam o consumindo. "O que muitas pessoas não sabem é que a troca do açúcar por adoçante faz com que os fabricantes adicionem mais gordura do que o normal priorizando manter sua textura habitual, e com isso faz com que este tenha praticamente a mesma quantidade de calorias do chocolate normal" - explica Camila.

O que são alimentos light?

Os produtos light são aqueles que apresentam uma redução de pelo menos 25% da quantidade de um determinado nutriente ou calorias em relação ao original, ou seja, não são totalmente isentos como os diet, sendo essa a principal diferença entre eles. Por isso, esses alimentos não são indicados para dietas específicas.
Segundo a nutricionista, esses produtos são recomendados para pessoas que queiram diminuir as calorias da sua dieta e promover o emagrecimento.
Camila ainda ressalta a importância de não se ingerir indiscriminadamente tais alimentos, pois mesmo possuindo um baixo valor calórico, se forem consumidos mais que do que o habitual, poderão ser propensos colaboradores para o aumento de peso.
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Professor VALTER DOS SANTOS do Clube Escola José Bonifácio recebe homenagem


Subprefeitura presta homenagem a professor do Clube Escola José Bonifácio

Cerca de 250 pessoas, entre pais e alunos do clube compareceram à entrega de diploma para o professor Valter dos Santos

Na noite desta quarta-feira, 14 de outubro, o anfiteatro da Subprefeitura de Itaquera foi tomado por dezenas de jovens praticantes de esportes e seus pais para prestigiar o professor Valter dos Santos, professor de futebol do Clube Escola José Bonifácio, por suas contribuições à formação de centenas de atletas nos últimos anos.

A Subprefeitura de Itaquera entregou um diploma de honra ao mérito ao instrutor e também foi exibida uma apresentação mostrando o trabalho realizado por ele, assim como as melhorias realizadas no clube escola, que fica no coração da COHAB II. A cerimônia contou com a presença do subprefeito de Itaquera, Laert de Lima Teixeira, da chefe de gabinete Alice Coutinho Magro, do diretor do clube escola, Edne Fasan, que abriu a cerimônia, bem como de outros professores que auxiliam no trabalho.

"O que vem sendo realizado no clube escola José Bonifácio é um trabalho extraordinário. Todo o aspecto geral do clube mudou, antes eram 300 frequentadores por mês, agora são 11 mil. As coisas não são mais como antes", disse o subprefeito Laert de Lima Teixeira. Ele exaltou a grande dedicação do professor Valter, que tem conseguido lapidar novos talentos entre seus mais de 300 alunos atuais.

"Agradeço demais esse reconhecimento pelo meu trabalho. O que nós fazemos é um trabalho de coração. Se a gente é chato, se a criançada reclama quando chega em casa, é porque tem que ser duro para ter disciplina", afirma Valter. De acordo com ele, o importante é construir indivíduos com bom caráter. "Se não virar atleta profissional, pelo menos sai daqui como um cidadão de bem", completa.


Atualmente há cerca de 10 garotos do José Bonifácio já treinando em grandes equipes, como Palmeiras e Portuguesa. Além destes, há outros 19 sendo avaliados, alguns inclusive já assessorados por empresários, como é o caso de Valter Mendes, 17 anos. "Espero ter uma chance num clube que saiba explorar meu potencial", conta.

Mas não é só no futebol que o clube tem talentos a explorar, prova disso foi a grande procura que surgiu pelas aulas assim que foi inaugurada a nova quadra de tênis. "Foram 400 inscrições apenas no primeiro dia. É a 2ª quadra de tênis 100% pública da zona Leste. Dizem que é esporte de rico, talvez porque não tinha quadra antes", relatou entusiasmado o subprefeito Laert.
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DORES NAS COSTAS? LOMBALGIA?

Com treinamento baseado em resultados e respeitando os seus limites, os portadores de lombalgia se livram das dores e conseguem excelentes resultados para o corpo


Lombalgia é uma dor que pode tanto ser aguda como crônica e incomoda entre 65% e 80% da população mundial, segundo a Organização Mundial de Saúde. Ela se inicia nas costas, nas regiões inferiores da coluna lombar e pode se irradiar para uma ou ambas as nádegas ou para as pernas através do nervo ciático.

Segundo uma revisão científica publicada na edição de fevereiro do periódico "The Spine Journal", pesquisadores do Departamento de Cirurgia Ortopédica da Universidade de Washington revisaram 20 artigos científicos que analisaram diferentes intervenções contra a dor lombar em pessoas com idade entre 18 e 65 anos. Os trabalhos avaliaram o uso de suportes para as costas, da reeducação postural, de programas de redução de carregamento de peso, de políticas de prevenção no trabalho, de uso de palmilhas e de exercícios. O que se mostrou mais eficiente foi à atividade física. Sete, dos oito estudos avaliaram que experimentos com exercícios reduziram as crises de dor lombar.
Cinco desses sete programas envolveram de 45 a 60 minutos de exercícios supervisionados, duas vezes por semana, por um período de 3 a 12.
Se a dor for aguda e incomoda, deve-se iniciar com um breve repouso e logo iniciar sessões de alongamentos para diminuírem o encurtamento das cadeias de músculos das costas, exercícios aeróbicos leves durante as primeiras 2 semanas de tratamento também são indicados, seguido por exercícios musculares de tronco, no entanto, o paciente deve respeitar seu limite.
Pensando nisto o Studio Personal - Treinamento de Resultados® tem uma maneira inovadora e segura de trabalhar a lombalgia atuando sobre a funcionalidade do tronco e região do "core" (uma espécie de centro de gravidade do corpo) que atua diretamente na estabilização da coluna lombar aliviando as dores com exercícios lúdicos e personalizados de maneira gradativa que estimulam a movimentação natural do tronco sem grandes estresses.
Neste caso o treinamento é feito basicamente com movimentos do dia a dia ou específicos de qualquer esporte. Um treinamento diferente é elaborado a cada sessão de treino, diferente das academias convencionais que só treinam músculos e na maioria das vezes se repetindo por meses.
É assim que funciona o Treinamento de Resultados® ( funcional). Quando o treinamento é voltado a patologias, como por exemplo, a lombalgia, o treinador físico trabalhará focado em movimentos que se perde naturalmente devido à lesão como: mobilidade da coluna lombar - porção inferior e superior, rotação de tronco, flexão lateral de tronco, etc. Com seu treinamento, são observadas melhoras no equilíbrio, na coordenação, na agilidade, na potência, na velocidade e na postura por meio de fortalecimento de músculos centrais denominados CORE (ombros, porção superior e inferior da coluna vertebral, quadril, abdominal, joelhos e tornozelos).
Outra informação importante e válida é que qualquer pessoa pode fazer, independente de sexo, idade ou debilidade física, o que também beneficia aqueles que por qualquer motivo, não tem vontade de freqüentar uma academia convencional. Com o Treinamento de Resultados® (funcional), a pessoa conta com um profissional especializado em ortopedia, um atendimento individual e específico às necessidades dela, com o objetivo de resgatar as habilidades físicas perdidas ao longo do tempo devido à comodidade natural da vida moderna como: correr, pular, empurrar, puxar, subir, descer, etc.
Prof. Edson Ramalho é Preparador físico do Studio Personal, Graduado em Educação Física- FESB e Mestrando em Ortopedia na Faculdade de Ciências Médicas - UNICAMP
Studio Personal - SP - Treinamento de Resultados®
www.studiopersonal.com.br
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DIAMANTES com fios de cabelos


MIMO COM MUITO GLAMOUR

Antigamente, as mamães tornavam-se verdadeiras malabaristas na hora de colocar o alfinete nas fraldas de pano dos seus pimpolhos. Hoje, tudo mudou! , Este velho acessório, não é mais necessário, ou melhor, vital para aquelas mulheres. E nesses tempos modernos, onde o vintage virou moda e alguns costumes se perderam, a marca Brilho Infinito se inspirou neste tradicional método e criou um alfinete em ouro branco com delicados pingentes, sendo um deles, o símbolo da empresa, o diamante. Um pequeno objeto que representa uma avançada tecnologia com um toque retrô dos anos 30.

Sobre a Brilho Infinito
A empresa Brilho Infinito, que pertence ao tradicional Grupo Altstut, traz ao Brasil, diamantes produzidos a partir de mechas do cabelo. Por meio de uma inovadora tecnologia, o carbono contido nos fios capilares, serve de matéria prima e são transformados na pedra bruta, que depois de lapidada, se transforma em um magnífico diamante.O objetivo da empresa é eternizar momentos e lembranças, com os diamantes, onde pessoas terão consigo, não só algo de valor, como ainda poderão carregar uma parte de quem amam. No Brasil, a Brilho Infinito será a primeira empresa da América Latina, a utilizar a tecnologia para produção dos diamantes, a partir do fio capilar. O processo de produção é chamado de HPHT (High Pressure, High Temperature), já que o carbono contido no cabelo é submetido a altas pressões e temperaturas, recriando assim as condições naturais ideais, em que os diamantes são desenvolvidos.
Por dentro da tecnologia da Brilho Infinito
O cabelo é levado a um forno especial em uma temperatura elevada para extração do carbono contido nos fios. O material resultante é prensado até se transformar em uma pastilha de carbono que, colocada no interior de um equipamento de alta tecnologia, é submetida a uma pressão equivalente a 45 mil atmosferas e a uma temperatura entre 1.500 ºC/ 1600ºC. O tempo para finalização do produto irá variar de acordo com o tamanho e a cor do diamante escolhido por cada cliente. O resultado de todo esse processo é um diamante com os mesmas caracteríticas físicas, químicas e óticas, de uma pedra extraída da natureza.
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O FIM DAS INDESEJÁVEIS OLHEIRAS

Sinônimo de cansaço e falta de saúde as olheiras, frequentemente amenizadas com uso de corretivo, podem ser eliminadas de vez com tratamentos a laser e carboxiterapia


Queixa frequente entre os consultórios médicos e clínicas de estética, as olheiras podem sim ser atenuadas e até extintas por meio de tratamentos cosmiátricos e aplicação complementar de cosméticos. Segundo a Dra. Valéria Leal, médica cirurgiã plástica e dermatologista responsável da Clínica Cidade Jardim, cerca de 15% de seus atendimentos diários são de homens e mulheres que procuram tratamentos estéticos para exterminar as áreas escurecidas abaixo dos olhos. "Em geral, três semanas de tratamento é suficiente para começar a notar a diferença no clareamento e no aspecto da pele palpebral, mas antes de tudo é preciso identificar a causa do problema e como ele pode ser tratado: pode ser por meio de carboxiterapia, laser ou pelo uso de produtos cosmecêuticos", afirma a Dra. Valéria.

Segundo a médica, as olheiras têm como causa um processo multifatorial, mas basicamente o que a faz aparecer é uma congestão vascular na área abaixo dos olhos e os depósitos de hemossiderina - pigmento derivado da degradação da hemoglobina - além de fatores genéticos. "Quem sofre de insônia ou dorme mal por motivos como excesso de trabalho e stress desenvolve olheiras muito mais por uma congestão vascular local do que por depósito de pigmentos." Se o caso do paciente for de congestão vascular, o problema pode ser contornado com a aplicação de produtos cosmecêuticos, manipulados com capacidade descongestionante ou aqueles que removem os pigmentos e diminuem sua produção. "Para melhorar ainda mais a aparência da pele no local, indico aos meus pacientes o uso de produtos com ação protetora, anti-radicais livres, hidratantes, estimuladores de colágeno ou antioxidantes. A demanda varia de acordo com cada paciente e as necessidades específicas de cada pele" completa a Dra. Valéria.

Tratamentos a laser: Carboxiterapia e Luz Pulsada

A Carboxiterapia e a Luz Pulsada são tratamentos cosmiátricos que também podem ajudar a eliminar as olheiras. A Carboxiterapia - uma injeção com volume e pressão controlados de CO², um potente vasodilatador - é uma das opções mais eficazes, pois ao levar grande fluxo sanguíneo para o local, é capaz de remover as impurezas produzidas pelo metabolismo. Como o gás é vasodilatador, há também a otimização da capacidade de drenagem do local. Além disso, o processo ajuda a criar um aspecto mais firme e jovial à pele das pálpebras. "O tratamento da Carboxiterapia deve ser semanal, e necessita cerca de 10 a 15 sessões para ser concluído, dependendo das necessidades do paciente", explica a Dra. Valéria Leal

Já a opção do tratamento da Luz Pulsada é capaz de remover pigmentos e vasinhos superficiais da pálpebra, melhorando sensivelmente os focos de áreas escurecidas. O tratamento deve ser feito uma vez por mês, num total de quatro a oito sessões.

Como o aparecimento da olheira é multifatorial, quanto mais formas de tratamento forem associadas, melhor e mais duradouro será o resultado. "Os produtos de apoio ao tratamento de uso domiciliar podem ser manipulados, ou pode ser usado produtos prontos e de excelência como o Bionic Eye Cream da NeoStrata, o Redermic Yeux da La Roche Posay eo Complete Lift Eye Pen da marca Róc", afirma a médica.

Segundo a Dra. Valéria, este não é um tratamento breve, então é preciso contar com assiduidade e adesão total do paciente. "Também vale lembrar que os pacientes insones terão melhora apenas enquanto durar o tratamento, com remissão da olheira caso não trate seu problema de insônia", finaliza a Dra.

Mais sobre a Dra. Valéria Leal:

Graduada pela Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina, e com especialização em cirurgia geral e cirurgia plástica na mesma universidade. É membro especialista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e também membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia. Por sete anos, foi assistente de um renomado cirurgião plástico que foi membro do corpo docente da disciplina de Cirurgia Plástica da Escola Paulista de Medicina/UNIFESP.

Atua também nas áreas de Cosmiatria e Laser, com ampla experiência em rejuvenescimento facial e depilação a laser, áreas em que atua há mais de sete anos. Nos procedimentos cirúrgicos recebe pacientes para cirurgias de contorno corporal, mamas e face em sua maioria.

Durante cinco anos, foi responsável técnica por mais de 15 unidades de uma conhecida rede de clínicas de estética, onde realizava laser e procedimentos cosmiátricos, como botox, preenchimentos, carboxiterapia, intradermoterapia e peelings, entre outros. Atualmente está à frente de sua própria clínica, a Clínica Cidade Jardim, um centro de saúde, estética, bem-estar e relaxamento.
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REMUNERAÇÃO UNIFORME PARA POLICIAIS MILITARES - PARTICIPE DESTA LUTA

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EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAMAS DE 1920 SERÁ EXIBIDA EM FORTALEZA

Exposição é fruto de pesquisa sobre coleção de fotogramas de filmes da década de 1920 até a de 1960


Uma pesquisa em torno de uma coleção de fotogramas de filmes de cinema, lançados desde a década de 1920 até a de 1960. É o que apresenta a exposição individual “Quando o cinema se desfaz em fotograma”, do artista visual, fotógrafo, professor e curador Solon Ribeiro, cuja abertura acontecerá na próxima terça-feira, 20, às 19 horas, no Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 – 2º andar – Centro – fone: (85) 3464.3108).

Os fotogramas serão exibidos em suportes como back-lights (uma espécie de expositor que é iluminado no verso), totens e projeções em vídeo. A programação de abertura da mostra de Solon Ribeiro no CCBNB-Fortaleza abrange, ainda, uma festa comandada pelo VJ argentino MLIVE (Matias Sebastian Pereyra), além de uma performance com três modelos que usarão vestidos criados pelos estilistas Sérgio Gurgel, Silvânia Meires e Themis Memória, inspiradas na temática da exposição.

Na exposição de Solon Ribeiro, os fotogramas são deslocados de sua função habitual e descontextualizados de seu ambiente de origem, retirando-se, assim, a simbologia da representação para que ela seja apenas imagem, e possibilitando assim outra vivência de maneira que a informação que temos se adapte à circulação de novos impactos visuais. “É a partir da razão de ser da fotografia e do cinema com a construção de um corpo capaz de acolher o encontro da diversidade de linguagens, que procuro realizar um corte no tempo cinematográfico”, afirma o artista.

Todo o evento de abertura será filmado para exibição no CCBNB-Fortaleza, no decorrer da mostra. Com entrada franca, a exposição ficará em cartaz até o próximo dia 22 de novembro (horários de visitação: terça-feira a sábado, de 10h às 20h; e aos domingos, de 10h às 18h).



Celebração: o Lugar da Dúvida (texto de Yuri Firmeza)

Trecho do texto intitulado “Celebração: o Lugar da Dúvida”, de autoria de Yuri Firmeza, artista visual e mestrando em Artes Visuais pela Universidade de São Paulo (USP), dá uma pista de como será a dinâmica da exposição de Solon Ribeiro:

“Quando o cinema de desfaz em fotograma é um pretexto para a mistura, para o encontro, para a celebração. Primeiro pelo vídeo realizado a partir de um convite feito para três estilistas criarem seis vestidos a partir de três fotogramas de beijos. Cada roupa apresenta a metade de um fotograma, um corpo, uma boca, um beijo que necessita do outro para acontecer. Segundo, pelos oito back-lights com fotogramas de beijos apresentados em uma sala totalmente escura. Terceiro, pelo ambiente criado a partir de bancadas de luz com folhas dos álbuns de fotogramas. Quarto, e talvez a disponibilidade de encontro mais evidente, a boate criada dentro do espaço expositivo, com DJ, VJ, projeções de fotogramas. Cinema ao vivo, cinema vivo.

No entanto, em todos esses trabalhos, não se trata de uma reconstituição dos fragmentos dos restos do cinema. Não se trata de uma imposição do encontro, mas de uma construção de um espaço singular propício para essas contaminações. Por exemplo, no vídeo realizado com o apoio dos estilistas não existe a intenção de reconstituir as metades, recortadas dos fotogramas, que se apresentam impressas nos vestidos. O trabalho preserva a alteridade e em única cena desmonta a possível leitura do vídeo como operação de captura, de reconciliação pré-disposta.

Tal cena consiste no ato de rasgar um dos vestidos – o único que traz o fotograma com a imagem de um beijo em sua “integridade”. Esse vestido carrega em seu interior, uma “luz projecionista”. Com esse segundo golpe do corte, o dilaceramento, o respiro moribundo dos 24 fotogramas por segundo é silenciado momentaneamente. É, no entanto, na festa que o ruído se corporifica. A efemeridade da festa é um falso problema, ou melhor, é um equívoco, uma vez que ela permanece pulsante nos que nela dançaram. A festa é do corpo, da alegria do corpo em ação.

Se Ribeiro não afirma – como fez Nietzsche – que vem como o vitorioso Dionísio e que transformará o mundo em uma festa, fica evidente que sua Posição propõe algo tão potente quanto”. (Yuri Firmeza)



Texto do pós-doutor André Parente sobre Solon Ribeiro e a exposição

Em texto a seguir, quem apresenta Solon Ribeiro e a exposição “Quando o cinema se desfaz em fotograma” é André Parente – artista, pesquisador, professor da pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), doutor em Comunicação pela Universidade de Paris VIII, França, tendo estudado sob a orientação de Gilles Deleuze, no período de 1982 a 1987, e pós-doutor pela Universidade de Paris III Sorbonne Nouvelle, França. Confira:

“Solon Ribeiro, artista cearense com formação na Escola de Arte Decorativa de Paris, tem seus trabalhos voltados para a imagem fotográfica. Como em muitos artistas contemporâneos, há em sua obra uma problematização que leva em conta o fenômeno contemporâneo da saturação de imagens. Para Solon, a imagem é um mistério, razão pela qual precisamos ressuscitar seus aspectos mágicos e metafísicos.

Nos anos 1990, ele herdou de seu pai uma imensa coleção de mais de trinta mil fotogramas de filmes, iniciada nos anos de 1950 por seu avô Ubaldo Uberaba Solon, dono de uma sala de cinema no interior do Ceará. Esses fotogramas, que em geral mostram os atores principais dos filmes, foram cuidadosamente guardados em álbuns feitos para esse fim, contendo o nome e o ano da produção. Parte da coleção, todavia, está fora desses álbuns e foi conservada de forma imprecisa, dificultando a identificação dos filmes de que foram extraídas.

O golpe do corte, termo de Solon para a série de vídeos e instalações que fez com esses fotogramas, contém dois momentos essenciais: o próprio golpe de corte, que implica a extração de fotogramas dos filmes, e o corte posterior, operado por Solon na montagem e na encenação dessas imagens. Num dos trabalhos, por exemplo, Solon utiliza fotogramas com legendas e cria um diálogo imaginário entre os personagens. Noutro, projeta os fotogramas de cima, enquanto maneja uns almofadões, sobre os quais se deita, de modo que eles possam refletir melhor as imagens dos fotogramas projetados. Curiosamente, o artista parece um ator do cinema expressionista, um tanto incomodado pelas imagens que são projetadas sobre ele, como se fossem clichês que pudessem, porventura, roubar-lhe a alma.

Vemos em tais trabalhos de Solon uma radicalização do espírito contido nas Cosmococas de, partindo de imagens-clichê, criar uma situação de ruptura com o NUMB-CINEMA, pela qual se estabelece um cinema participativo em que o espectador tem seu corpo liberado pelo CORPO-ROCK. Em outros termos, o de extrair dos momentos-clichê dos fotogramas uma performance-ambiente que envolva tanto os espectadores quanto o próprio artista. A esse respeito, é bom lembrar que, num de seus primeiros trabalhos, Solon projetava as imagens sobre os corpos dos espectadores, a exemplo de Corpocinema, de Jeffrey Shaw.

Nos trabalhos mais recentes, por sua vez, Solon projeta os frames sobre seu próprio corpo. Num dos vídeos, ele aparece num matadouro, em meio a restos de bois mortos. As imagens dos fotogramas, cheias de glamour, são completamente violentadas por gestos do artista, que interage com a carne, o sangue, as tripas e as imagens: ora ele parece o bandido da luz vermelha, ora Glauber Rocha em transe. Na verdade, os trabalhos quase-cinema de Solon estão intimamente relacionados à forma como Oiticica e Neville se apropriaram das imagens pop de Marilyn Monroe, Jimi Hendrix e Mick Jagger, para renová-las. Em outros momentos ultrapassam o sentido da apropriação pela parada na imagem, tornando-se uma espécie de arquivo vivo dotado de uma dimensão performática.

Assim, o que nos chama a atenção na obra de Solon não é apenas essa dimensão fractal, intermediária, que sempre nos deixa entre as imagens, entre a fotografia e o cinema, entre o cinema e a instalação, ou entre o espectador e o autor. Chamamos a atenção, sobretudo, à forma como seu trabalho é um convite ao espectador, para que crie a sua própria fabulação, valendo-se dos golpes e dos cortes operados pelo artista. Afinal, se Solon não gosta de se definir como um artista, é porque o artista, como diria Godard, fixa-se num substantivo de majestade que destrói toda possibilidade de fabulação. O golpe de Solon consiste, portanto, num convite para que o espectador participe da mobilidade da obra, um convite à La Marville para que ele se perca na imagem – como o próprio Solon um dia se perdeu – e encontre uma forma de se renovar, de se recriar, de se reencontrar outro.

Dito de outro modo, o golpe de cinema de Solon se insere na tradição do cinema de invenção no Brasil, isto é, de um cinema de cujo personagem principal apresenta o que poderíamos chamar, provisoriamente, de certa idiotia do real como força espiritual. Trata-se, no mais das vezes, de mentecaptos, zumbis, macabéas, visionários e autômatos espirituais que habitam cada um de nós, uma vez que são como a pré-história de nossas consciências (O super-outro); de nossos pensamentos e impossibilidades de pensamento (A hora da estrela e Mar de rosas); de nossas sexualidades (Copacabana mon amour, O homem do pau-Brasil e Piranhas no asfalto); de nossas línguas (Tabu e Sermões); de nosso subdesenvolvimento (O bandido da luz vermelha e Vida secas); de nossos corpos maltratados e famintos (A opção ou as rosas da estrada e Jardim de espuma), salvos pela carnavalização e pela antropofagia (A lira do delírio); de nossa inocência (Inocência); de nossa loucura (Loucura e cultura, A idade da Terra, Imagens do inconsciente e Matou a família e foi ao cinema); e de nossa idiotia total (Bang bang, Sem essa aranha e Nem Sansão nem Dalila), que é a única forma de superar o intolerável que habita a nossa sociedade. De fato, só a idiotia pode nos salvar da estupidez dos bárbaros arrogantes que fazem a mediocridade em tudo triunfar. Como diria Dostoievski: “Ele é idiota, mas é um príncipe”. Tais personagens tiram suas determinações espirituais de suas fraquezas, de um desejo desinteressado de afirmação da vida, de um desejo capaz de reunir a Terra ao Inconsciente. Com ele, é toda uma imagem-pensamento que se nos oferece como resistência às imagens-clichê e a verdades preestabelecidas, veiculadas pelo poder”. (André Parente)
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